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História Transcendent Love (Imagine: Suga e V) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi oi oi!!
Como estão? Todos se cuidando? Se alimentando e se mantendo saudável? Espero que sim!!
Sei que ultimamente essas semanas estão se tornando uma loucura e deixando todos loucos, principalmente para mim (que entro no grupo de risco e sofro da doença do século : ansiedade) mas ainda estar por aqui e ter vocês é o que me acalma, e espero que vocês também consigam se manter bem e distraídas, aproveitarem esses tempos em casa para fazer coisas produtivas ou não, sei la kkkk
Fiquei sumida por uns dias pelo fato de estar sem net, mas agora vou voltar, e irei tentar atualizar a fic a cada dois dias, vamos a leitura para distrair e ficarmos bem!!?
Espero que todos possamos sair dessas e desejo saúde e melhoras a todos e manter a esperança 💜

Capítulo 2 - Estopim


Fanfic / Fanfiction Transcendent Love (Imagine: Suga e V) - Capítulo 2 - Estopim

...


Pelas minhas contas já haviam passado 1460 dias desde que Seokjin-ssi, me obrigou a vir com ele. No total dariam 4 anos? Ao menos sei, e não faço questão de olhar muito no calendário.

Antigamente quem me indicava datas era meu celular e eu não tinha muito contato com o mundo exterior – nem quaisquer eletroeletrônico para me entreter, tipo uma televisão, notebook, celular, tablet etc – ele tinha receios de que eu procurasse ajuda, e fuja, coisa que provavelmente com toda certeza aconteceria – sobretudo, esse receio parecia medo, o que era estranho se pensar. A verdade é que Seokjin se mostrou um pouco diferente do passado conforme os anos passaram e nossa convivência foi se tornando maior.

Todos o temiam e conforme fui percebendo seu jeito e o desvendando, vi que tudo aquilo era fachada por conta da vida que ele levava. Mesmo que as vezes ele fosse um pouco impulsivo, ele também tinha sentimentos, e mesmo sem demonstrar me importar com isso eu via as vezes e percebia sua tristeza, a qual eu nunca entendia o motivo, e também não pretendia, pois não queria por acabar o consolando.

É engraçado como tudo aconteceu, desde meu último aniversário comemorado, o qual nem via mais questão de comemorar... – Ok, ele perdeu a linha e me deu muito medo no dia que agiu feito um psicopata e quando acordei estávamos em um avião indo para outro lugar, me desesperei muito, confesso que busquei outras saídas para escapar daquilo, atentar contra minha vida foi uma das opções mais viáveis, porém ele sempre estava ali para barrar minhas tentativas, o que tornava tudo em vão, ele acabava me acalmando e me certificando que nada de ruim aconteceria comigo e que nem me obrigaria a fazer nada do que eu não quisesse ou não me sentisse a vontade para fazer, e muito pelo contrário me ofereceria muito conforto, abrigo e comida, claro com seu típico jeito irônico e sarcástico o que me deixava sempre com pé atrás.

E desde esse dia, é isso que ele faz, me dá conforto, abrigo e comida, me deixa quase à vontade, porém tudo isso sob cárcere.

Outro fato era que:  por constantemente mudarmos de um lugar à outro e sempre estar sendo monitorada pelos capangas dele, era difícil manter um plano e conseguir conhecer o "terreno" em que estava, então não era má vontade e sim falta de oportunidade –e claro mais um vez por sempre ter meus planos atrapalhados era difícil ter esperança–  Então aceitei minha vida normal, só que não.

Nunca permanecemos em um lugar fixo por mais de dois meses, talvez para não me acharem, porquê eu sabia que lá fora estavam me procurando.

Não que Seokjin seja um santo, ele ainda irá pagar caro por tudo que fez, mas ele manteve sua palavra de nunca me obrigar a nada, nunca tentou nada comigo que eu não permitisse, mas ainda sim as vezes dava chilique – pelo simples motivo de sempre estar quieta na minha e ao menos aceitar suas investidas, tinha dias que eu simplesmente soltava minhas grosserias e esse era o motivo de deixa-lo um tanto contrariado, ele saía falando as neuras e nervoso, coisa que me remetia muito o relacionamento de meus pais, porém não éramos um casal nem de longe! – e saía e voltava com outras garotas, o que era seu negócio agora, tráfico de mulheres, ele ganhava muita grana com isso, e maioria das vezes ficava nervoso comigo, porquê claramente eu via aquilo e quando conseguia até ajudava algumas a escaparem, isso aconteceu apenas três vezes, quando ele percebeu meu esquema apenas parou de trazê-las para o lugar que ficávamos. Eu ao menos entendia como tudo acontecia, era muita informação, muita coisa errada acontecendo, e eu ao menos conseguia interferir e agir.

Mesmo com todas essas coisas loucas, e vivendo uma vida totalmente fora do normal, Seokjin agia como se fosse um tutor doido.

Por não terminar meus estudos ele me fazia estudar quase todos os dias, ele não queria que eu fosse leiga, e almejava sabedoria, e isso foi uma coisa que me impressionou nele. Mas ainda não era o suficiente para ainda apagar da minha memória a noite que ele ameaçou acabar com a vida de meus pais apenas para aceitar seu capricho de me ter ao seu lado.

Me perguntava constantemente todos os dias antes de dormir, como todos estariam... Será que ele realmente deixou minha família em paz? Será que eles estavam bem? Será que Jae já tinha terminado sua escola?

Eu adoraria ter tido minha formatura.

Será que meus avós ainda estavam vivos? Será que todos pensavam em mim como eu pensava neles? Em principal dois garotos... Kim Taehyung e Min Yoongi...

Será que aqueles dois bobões, que arriscaram suas vidas por mim estavam bem? E o principal... Será que pensavam em mim como eu pensava neles? Com muito amor?

Pois é...

A única coisa que esse tempo tão longe e sem notícias me serviu, foi de pensar ainda mais neles, e o quanto meu bem estar parecia primordial a eles...

E aquela semana me fez pensar mais neles que o normal, imaginei nossos beijos, e meus momentos com Tae... Olhava para o colar de Yoongi e sorria como uma boba...

Eu sentia falta de tanta coisa... E não tinha nada...

Atualmente, por esses dias comecei a ser mais ardilosa e pelo o que ouvi de uma conversa escondido de Seokjin é que estávamos em alguma província da Tailândia – percebia que esse era o lugar que as vezes passávamos mais tempo que em outros, talvez a maior parte do lucro ficava aqui – E por pensar tanto nas pessoas que amo, a alguns dias estava planejando algum plano de fuga, dessa vez em minha cabeça, comecei a perceber certa rotina que ele criou, e também e também os capangas, como a muito tempo havia desistido da idéia de fugir eles de acomodaram nesse fato, e eu comecei a criar pequenas possibilidades nesses deslizes. 

Até que seria fácil, Jin passava apenas a manhã naquela casa, ainda tinha alguns seguranças, mas anoite praticamente me via sozinha, então era a hora que eu planejava algo, as vezes hesitava por medo, mas eu sentia que dessa vez podia conseguir e ia ser diferente.

O que faltava apenas era estar na Coreia ou próximo da mesma, que tudo seria mais fácil. E como nos mudamos frequentemente, não seria difícil, dali a algumas semanas provavelmente iríamos nos mudar, então eu só tinha que ser sorrateira e descobrir nosso próximo destino.

— (s/N)? – Jin apareceu em minha porta com meio sorriso.

— Huh? – murmurei tentando não olha-lo.

— Trouxe um bolo, pelo seu aniversário... Bom... Parabéns...

Deixou encima da cômoda e se preparou para sair.

— Obrigada por me lembrar desse fatidico dia. – disse em tom totalmente irônico e revirando os olhos

— De nada. – respondeu em desdém — Às duas apareça no meu escritório para estudarmos inglês.

— Sem problemas.

Disse simples e passou de vez pela porta a fechando.

Encarei aquele bolo, e mesmo parecendo tão apetitoso não tive fome, Jin até cozinhava bem, e durante todos meus aniversários ele sempre se dedicou em fazer meu bolo. Ele apenas sabia disso porque acabei soltando sem querer, mas isso não me fazia olha-lo com corações nos olhos ou algo do tipo... Eu estava cansada daquilo... Daquele fingimento, daquela vida e de tudo que ele me havia feito perder. Mesmo que ele não fosse ruim comigo, eu ainda repudiava a vida que ele levava e as coisas que ele fazia.

01:50 PM

Como não tinha nada melhor para fazer, além de ler os livros me disponibilizado, resolvi me adiantar e ir até a sala de Jin, antes de mesmo adentrar o escritório o ouvi no telefone e resolvi não interromper, podia ser uma boa oportunidade de xeretar.

— Você sabe que eu não posso voltar para Seul, não me importa se você não sabe controlar seu vício em jogos Erina. Estão atrás de você por conta de dívidas? Problema seu! – ficou quieto durante alguns segundos e pareceu socar alguma coisa. — Se você fizer isso eu te mato, você também está envolvida em muita coisa errada! E se Yoongi souber que aquela criança não é dele? Você vai presa! Isso é pior que a morte para você não é? Então vamos entrar num consenso? Ta bom. Esterei te mandando dinheiro para viajar até aqui, e nem ouse em desviar esse dinheiro para jogos, Dong vai te buscar e vir com você, tá bom. Tchau.

Quando ele pareceu desligar, eu continuei ali encostada na parede com meus olhos totalmente arregalados e com a respiração desregulada sem acreditar no que tinha acabado de ouvir.

Aquela conversa foi meu estopim.

...


Notas Finais


Espero que possam seguir meu conselho e não se esqueçam que eu também sou amiga de todos, se precisarem mande qualquer mensagens, não precisam de receios.
Fico feliz por vocês estarem comigo nessa segunda etapa dessa fic, espero que estejam gostando, beijos no coração e uma boa semaninha 💜💜💜
Link para a primeira fic se você chegou sem entender nada: https://www.spiritfanfiction.com/historia/delinquente-love-imagine-suga-e-v-9228387
Imagine com Jung Kook: https://www.spiritfanfiction.com/historia/senhorita-imagine-jungkook-18685035


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