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História Transcendental - Capítulo 6


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Notas do Autor


Heeellooo!
Chegay hein! Nem demorei tanto para postar. Felizmente, meus projetos da faculdade andam tão bem, que eu estou tendo tempo para escrever com frequência, ainda no meio da semana!
Queria agradecer aos comentários e aos novos favoritos, sejam muito bem-vindas(os)

Obs: Eu vou começar a dar focos em novos casais aos poucos, quero que vocês entendam o que está acontecendo entre eles, okay? Espero que gostem da minha decisão u.u

Um grande beijo e boa leitura! ♥

Capítulo 6 - Capítulo VI


Fanfic / Fanfiction Transcendental - Capítulo 6 - Capítulo VI

* Capítulo VI - Pingos no ‘’ís’’ *

Se dormir com Genos zangado já era uma merda, dormir sem ele era triplamente pior. Saitama virava de um lado para o outro, tentando esconder sua irritabilidade dos outros companheiros e claro, estava falhando miseravelmente nisso. O fato, era a discussão sem nexo que havia tido com Genos mais cedo. Não sabia o real motivo, mas vê-lo tão íntimos de outros lobos, ainda que estes não fossem alfas, o incomodavam profundamente. Fubuki até tentou lhe aconselhar, mas ouvi-la estava fora de cogitação ainda que amasse a amiga profundamente. Suspirou frustrado e agradecendo por estar sozinho.

Após o agitado jantar, todos decidiram que continuar suas aventuras no pequeno vilarejo, e nesse meio, Genos estava junto, impedindo o careca de lhe direcionar um diálogo de perdão. Emburrado, Saitama decidiu que ficaria dentro do quarto onde ambos estiveram anteriormente, mas o aroma que estava impregnado no quarto não estava ajudando para sua mente turbulenta. Então levantou-se e rumou até os jardins perto das fontes termais e suspirou intrigado, sentando-se em um banco aproveitando para enfiar os pés dentro da terra e chacoalhar os dedos.

— Muito pensativo?

Ouviu a voz conhecida e viu Garou sentar-se ao seu lado, sorrindo devagar. Seu olhar transmitiu um arrependimento e o esbranquiçado sabia que o amigo havia sido um babaca consigo, mas não seria por isso que o ignoraria para o resto da viagem, ainda mais nas devidas circunstâncias. O alfa sentou-se ao lado do careca e lhe ofereceu um masu repleto até a boca de saquê. O outro virou sem pensar muito nas consequências e pediu por mais da bebida, virando a segunda dose e disse:

— Desculpe o mal entendido mais cedo. — admitiu, olhando o amigo, arrependido.

— Está tudo bem. Está perto do seu ciclo de calor, né? — questionou Garou, vendo o desconforto do amigo. — Por sua reação, presumo que sim.

— Não sei lidar com isso, quer dizer, é a primeira vez que me sinto assim com Genos.

Mesmo que Saitama fosse um homem excêntrico e de boca dura, raramente falava sobre seus sentimentos para alguém. Salvo o namorado, é claro. Era amigo de Garou há tempos e tentar esconder algo do albino, era o mesmo que esconder-se atrás de um poste. Ou seja, impossível. Garou o conhecia bem demais para ignorar qualquer reação unusual do amigo e quem dissesse que era somente ciúme, estaria mentindo.

— Afinal de contas, você já marcou Genos? — o albino perguntou, bebericando mais uma vez o líquido alcoólico.

— Ainda não.

— E ‘tá esperando o que? — olhou-o descrente. Aquela informação havia sido reveladora para o outro alfa.

— Eu sei que namoramos há tempos, mas… queria fazer algo diferente, não quero o marcar em meu ciclo de calor, seria uma merda. — suspirou, pensativo, apoiando o queixo nas mãos.

— Isso é verdade. Bem, de qualquer forma, se demorar muito para o fazer, sabe que pode que ser tarde demais, né?

— Eu sei, Garou! Inferno! — brandiu irritado ao ver o amigo rindo de sua cara. — Queria ver se fosse com Kinzoku e por falar nisso, já resolveu seu problema de ser famosinho? — caçoou do alfa que teve sua expressão mudada.

— Cale a boca. Eu ainda estou vendo como vou ludibriar esse povo, para falar a verdade, eu estou pouco me fodendo. Só me preocupo com Kinzoku, caso ele decida se afastar de mim por isso. — murmurou, pensativo.

— Isso seria um grande problema, você nem consegue disfarçar mais que está caindo de um penhasco por ele. — riu com escárnio, ganhando um soco no braço.

— Já mandei calar a boca. Outra, estou aqui para falarmos sobre Genos e não Kinzoku. — murmurou, apático.

— Certo… eu vou precisar de ajuda, ele parece estar bem puto comigo…

— E está.

— Porra Garou, você não dá uma dentro hein, obrigado por dizer o óbvio.

O albino precisou se segurar para não cuspir a bebida. Garou estava realmente preocupado com o careca, mas irritá-lo parecia tentador ainda que o momento não seria próprio para brincadeiras. O esbranquiçado lhe deu algumas ideias e ambos finalizaram aquela conversa quando ouviram a gritaria que eram a turma que estavam. Ambos riram quando ouviram os gritos de fúria de Fubuki, quanto em relação a Sonic. 

Eles provavelmente seriam amigos.

 

[...]

 

Mumen estava aliviado por finalmente estar em casa naquele final de domingo, após aquele agitado final de semana. Largou a bolsa em cima do sofá e jogou-se sobre seu carpete fofo, respondendo as mensagens engraçadas que Kinzoku havia lhe enviado. Amanhã seria um grande dia, seu estágio começaria e estava ansioso para conhecer seus superiores e finalmente, depois de quase toda a graduação por emprego, estaria em sua área. Era realmente gratificante.

Mumen era um jovem sozinho, não possuía parentes ou bichos de estimação. Seu pai havia falecido há muitos anos e a mãe, não a havia desde do ensino fundamental. Visando que esta não tinha condições de cuidar do mais novo, lhe deixou com a avó, que viera a falecer quando o ômega já havia completado a maioridade. De certo modo, não sentia raiva ou rancor pela mãe. Estava agradecido que uma benção pairou sobre a cabeça da beta e o deixou com a avó, ao invés de largá-lo em qualquer lugar. Quando pequeno, raramente via a mãe. Somente em alguns aniversários e quando completou doze, esta sumiu de vez. Era uma mulher muito bonita, de cabelos castanhos como os seus e de olhos dóceis. Talvez tenha conquistado o falecido marido com suas artimanhas. Não a culpava, de jeito algum. Mas também não evitava pensar que talvez a mãe fora totalmente irresponsável ao perder o marido, se afundando em cigarros e bebidas.

Era avoada e sonhadora demais e ainda se recordava frequentemente como a avó tentava ao máximo puxá-la de volta para a realidade. E após certo tempo, desistiu igualmente ao restante da família.

Curiosamente, apesar da falta de paternidade de ambos os lados, Mumen era um garoto extremamente carinhoso e atencioso com os preciosos amigos. Além dos que havia conquistado recentemente.

Retirou os sapatos e subiu as escadas rapidamente em direção ao banheiro, para banhar-se tranquilamente. Vestiu apenas uma regata e uma calça negra e larga. Voltou para o andar debaixo para pegar uma maçã, respondendo o grupo que Kinzoku havia criado para fofocarem. Riu baixo e estranhou quando sua campainha tocou em alto e bom som. Deixou a maçã sobre a bancada e quando atendeu, mal deu tempo de reagir. Pois o moreno adentrou beijando-o com vontade e fechando a porta com o pé, já pegando Mumen no colo e sentou-se sobre o sofá.

Era fato que havia assustado, mas o aroma do beta fazia-o ter vertigens e senti-lo tão próximo de si era um sentimento avassalador. Apesar de Sonic ser mais baixo que si e aparentar ter um rosto mais passivo, tremenda era a força do moreno. Sonic mudou de posição rapidamente, sentando no colo de um Mumen totalmente perdido por luxúria. O cheiro de cravo, limão e mel empesteou a casa do ciclista. Seus dedos foram para a nuca do menor, puxando e tendo passe livre para serpentear o pescoço macio e convidativo. Ouviu um gemido quando deu-lhe atenção ali e fora o suficiente para ficar duro.

A sessão de amassos se prolongou até que o castanho desse conta que Sonic já estava apenas de cueca sobre seu colo. Afastou-se devagar do beta e o viu olhá-lo de forma… brilhante talvez? Franziu o cenho desconfiado e rapidamente Sonic acordou de seu transe sexual perguntando:

— Você ‘tá esperando um convite formal? 

Sem palavras e levemente enraivecido pelo o outro não ter percebido seus sentimentos, Mumen segurou-o pelo pescoço com uma mão e com o outra, sustentou o corpo masculino, jogando-o contra o sofá, ficando de joelhos seguidamente. Puxou a cueca boxer sem cerimônias e tomou o membro duro em seus lábios, ganhando um gemido lânguido.

— Nossa, Mumen… — murmurou, olhando o rapaz que o chupava com tanto afinco. — Sensacional…

Cargas elétricas eram enviadas ao corpo inteiro do moreno. Ele gemia despretensioso, segurando a nuca do outro, incentivando-o a continuar o sexo oral maravilhoso que recebia. Suspirou quando sentiu uma sensação aguda no baixo ventre e informando que estava chegando ao seu limite, sentiu Mumen intensificar os movimentos até que ele se derramasse na boca quente do acastanhado. Suspirou fundo, controlando os espasmos pelo recente orgasmo e secou a testa coberta por suor. Olhou o ômega curioso e quando avançou no mesmo, este negou, dizendo:

— Aconselho a tomar um banho, vou pegar uma toalha para você.

— Mas e a você?

— Eu já te dei o que queria.

A frase pegou o moreno de surpresa, onde seu interior solveu um sentimento levemente amargo. Mas Sonic só queria um peguete fixo, não era? Então quais os motivos daquele incômodo no peito? Só poderia ser falta de um banho, teve certeza. Pegou a toalha que Mumen jogou em sua direção e a enrolou na cintura, olhando de soslaio o ômega que estava concentrado demais em seu celular, sorrindo.

Então subiu as escadas, calado e pensativo.

 

[...]

 

Kinzoku espreguiçou-se sobre Garou naquela manhã preguiçosa de segunda-feira. Tudo bem que não fizeram nada além de alguns amassos eróticos e mãos bobas, mas, estar perto do alfa já era de grande conquista. Levantou devagar observando o albino e sorriu, sentindo-se um adolescente ao constatar que seu peito pulsava só de ver a feição plena do outro. Constatou que era um grande irresponsável ao deixar a irmã e o crush sozinhos em seu apartamento e apesar de se morder de ciúmes da garota, tapar o sol com a peneira, não adiantaria de qualquer forma. Olhou o relógio digital e suspirou ao ver que ele marcava sete e meia. Precisava, ainda que contra sua vontade, ir trabalhar. Suspirou desgostoso e começou uma série de beijos no rosto do albino que logo esboçou um sorriso e o alfa olhou-o de forma carinhosa. As duas orbes amareladas brilhavam, como uma âmbar e Kinzoku ronronou, beijando a boca do outro novamente.

— Precisamos levantar. — Garou murmurou, rouco.

— Sim, mas não vou tomar banho com você.

Informou e como um jato, Kinzoku depositou um beijo na boca de Garou e correu para o banheiro, trancando a porta. Ele sabia que o outro não lhe daria sossego caso tivesse a ideia de um banho juntos. Retirou a boxer e aproveitou toda a água quente que o envolvia. Usou poucas coisas, já que seus pertences de higiene básica estavam dentro de sua mochila. Finalizou o banho, vestindo-se com uma calça preta largas, um par de All Star da mesma coloração e uma camisa sem mangas, vermelha. Arrumou o cabelo com um pouco de gel e percebeu que os fios estavam grandes. Precisava cortar.

Desceu as escadas farejando um cheiro de café da manhã convidativo e abraçou o alfa por detrás, lhe dando um beijo na nuca. Era uma verdadeira cena de romance. Garou sorriu fraco e colocou os ovos mexidos sobre o prato.

— Bem... tem ovos, suco, água e bolo naquela parte. Se quiser arroz e peixe, estão do outro lado do balcão. — informou para beijar Kinzoku e retornou para deixar a panela sobre o fogão.

— Você está me acostumando mal… — observou o moreno, contendo um riso.

— E isso é ruim? Espere só até eu lhe viciar no meu sexo, fica mais divertido ainda. — piscou lascivo, vendo as bochechas do companheiro vermelhas.

— Idiota. — o ômega sussurrou baixinho.

Comeram em tranquilidade e Garou deixou o garoto secretamente da doçaria. Agradeceu aos deuses por quase ninguém estar presente naquele horário. Kinzoku viu o albino desaparecer quando virou a esquina e resolveu entrar no estabelecimento, ganhando um grande abraço da irmã.

Ohayo, nii-chan. — desejou, alegre.

— Okay, pode ir me contando o que houve entre vocês e se teve mais alguma intimidade, poupe-me dos detalhes sórdidos. — gargalhou vendo o rosto vermelho da irmã.

— Bom, nos beijamos e ele é bem legal, mas não passou disso. Conheço ele desde do primário, mas bem, só nos vimos agora, no ensino médio. — ela pensou, ganhando a atenção do irmão.

Zenko olhou-o com admiração. Impressionante era como ele havia evoluído desde que começou a sair e frequentar lugares com seu possível relacionamento. Mesmo que transbordasse gentileza e afeição por pessoas que amava, sempre fora alguém reservado e tímido e saber que o irmão compartilhava algumas de suas experiências consigo, fazia o interior da garota esquentar. Estavam mais íntimos, percebia isso. Sorridente, a morena começou seu trabalho radiante, ficando apenas preocupada com a carranca da avó. Que logo chamou Kinzoku em sua sala e estranhando a conversa com a mais velha, encostou-se na porta, a olhando curiosa.

— Pode me explicar o que é isso? — jogou a revista sobre a mesa e Kinzoku petrificou.

Engoliu seco. Não esperava que qualquer pessoa fosse o reconhecer, muito menos a avó zangada. Olhou-a receoso e antes que pudesse falar uma única palavra, a mais velha esbravejou:

— É com esse tipo de coisa que você retribui todo o esforço que eu fiz? Saindo com aquele alfa fedorento? Olha Kinzoku, eu espero que isso não se repita, porque caso eu veja seu rosto novamente em revistas de fofocas, seu trabalho está encerrado nesta doçaria. 

Saiu sem nem que o moreno pudesse criticá-la. Suspirou sentindo que toda a sua animação fora pela o ralo e passou a trabalhar evitando os olhares repreensivos da avó. Recebeu uma mensagem de Garou para irem almoçar juntos e mastigou o plástico do pirulito que estava comendo e furtivamente, retirou o avental, avisando que sairia para o almoço, sem esperar Genos ou Sonic. Andou por alguns metros e sentou sobre um banco, respondendo as mensagens divertidas de Mumen. Estava feliz que o amigo havia começado o seu primeiro dia na área onde desejava. Isso o fazia relembrar que precisava de um estágio em Arquitetura.

Um carro conhecido parou ao seu lado e a porta abriu, revelando o rosto amável. 

— Entra.

Kinzoku entrou furtivamente e sentou-se no banco de couro, dando um beijo no albino. Colocou o cinto e logo ambos foram para um lugar mais afastado. Visando que ambos tinham uma hora de almoço, Garou dirigiu até o descampado — que era usada para o festival de fogos de artifício —, delimitado por uma cerca após quarenta metros de diâmetro. Kinzoku desceu e sentou-se no gramado baixo ao lado do carro esportivo e o companheiro sentou ao seu lado.

— Trouxe comida. Sei que locais abertos é um risco muito alto a se pagar. — murmurou, tirando da sacola que carregava, um pequeno pote.

— Que fofo.

Riu ao ver o rosto do alfa avermelhado. Abriu o bento e sentiu o cheiroso arroz com salsichas em forma de polvos fritos, em conjunto com ovos mexidos. Sussurrou um agradecimento e iniciaram o almoço em silêncio. Não era desconfortável, mas sim acolhedor e apesar dos pensamentos de Kinzoku o levar até as preocupações com a avó, sentia-se bem ao lado do albino.

Obaa-sama ficou zangada ao me ver na capa da revista. — soltou, mastigando a salsicha frita.

— E o que você fez?

— Ela disse que caso eu aparecesse novamente ela me expulsaria da doçaria. — mordeu os lábios, ansioso. — Estou nervoso, mas não quero deixar você.

A fala do menor foi o bastante para surpreender o alfa. Garou segurou seu rosto e lhe beijou a bochecha, exalando um pouco de tranquilidade pelo seu aroma. O coração do ômega bateu um pouco mais forte e selou os lábios alheios levemente. Segurou na nuca do maior e suspirou perto de sua face. A presença de Garou era tão marcante, que seu aroma o deixava embriagado e por vezes, excitado. Deslizou as mãos pelos braços fortes e olhou-o por alguns minutos, observando as linhas individuais do homem. Estava vivendo um romance adolescente. Era engraçado para ele, ainda mais por ter sido apaixonado apenas uma vez em toda sua vida. 

Sua queda por Genos durou todo o primeiro ano do ensino médio, mas quando o louro conheceu Saitama — que naquela época já estava na faculdade —, aceitou que seus sentimentos jamais seriam retribuídos. Tanto que, o amigo jamais sonhou com esses sentimentos. Kinzoku sempre fora muito bom em escondê-los, todavia, estava sendo diferente com Garou, principalmente por ter a sensação que não poderia querer outro alfa ao seu lado, a não ser o branquelo.

— O que essa cabecinha pensa tanto? — Garou deixou os bentos sobre o banco do carro e puxou Kinzoku ao seu colo. — Ainda temos meia hora…

— Nada. Apenas em como eu me tornei um idiota desde da hora em que decidi estar ao seu lado. — riu baixo vendo o descontentamento do companheiro. 

— Isso não tem graça. Sinto muito se lhe trouxe para um mundo de holofotes, mas… — pigarreou, levemente tímido. — Não gostaria de passar meu ciclo de calor com qualquer outro… — A confissão pegou-o de surpresa. Claro que, Garou era algo bem genuíno com suas palavras e Kinzoku, estava surpreso em tê-las com tanta facilidade. Visando que o companheiro tinha uma postura sisuda e mal humorada. — Acho que estou acostumando com você…

O silêncio rendeu e com o leve constrangimento, Garou enfiou o nariz no pescoço no mais novo, dando-lhe alguns beijos arrancando suspiros do menor. Kinzoku amassou os fios pequenos na nuca do outro e o deixou ali, aproveitando todas as sensações que o alfa lhe causava. As mãos do moreno adentrou na camisa do mais velho e lhe tocou no abdômen retraído, massageando parcialmente o local, ganhando um suspiro e uma feição deleitosa do outro. O fez deitar sobre a grama e avançou sedento nos lábios alheios, já tomando a língua de Garou para si, chupando-a com maestria. Perplexo pela atitude do moreno, Garou apenas retribuiu o beijo e pousou suas mãos sobre a cintura marcante do outro, usufruindo das remexidas do garoto.

O celular tocou. Kinzoku pulou de susto e colocou a mão no peito, vendo o albino gargalhar.

— Cale a boca. — chiou, atendendo o celular. — Oi Sonic, desculpe a demora, já vou indo, tchau. — desligou o aparelho. — Vamos! Passei dez minutos do almoço e os garotos também precisam comer.

Agilizaram para entrar no veículo e Kinzoku colocou o cinto, respondendo as mensagens de xingamento dos amigos, aproveitando para dar atenção também a Mumen. Não demoraram mais de dez minutos para voltarem à praça onde Kinzoku esperou o alfa, inicialmente. Deu-lhe um selinho antes de sair do carro e correu para o estabelecimento, desculpando-se veemente com Sonic, que o olhava encabulado.

— ‘Tá vendo? É por isso que eu não namoro, pessoal nem conhece o povo direito e já ‘tá amando. — comentou ácido, saindo pela porta da doçaria.

— Mas o que deu nele? — Kinzoku perguntou, de sobrancelhas arqueadas.

— Sabe-se lá kami-sama. Ele está assim desde ontem. Quando mandei mensagem hoje cedo, ele me respondeu mais seco que areia. — Genos informou, arrumando as guloseimas dentro do compartimento de vidro.

Era muito incomum Sonic tão mal humorado, visando que o moreno sempre estava de gracejos com alguém ou simplesmente atazanando a vida de algum dos funcionários da doçaria. Curioso, Kinzoku convidou Mumen para jantarem juntos. Precisava saber o que estava acontecendo e a pulga atrás de sua orelha, não parou de coçar. Principalmente por que de alguma forma, setas imaginárias da sua consciência apontava que todo aquela acidez do Sonic, tinha sim, haver com Mumen.


Notas Finais


Vocês já perceberam quem tá levando rejeição, né? Eu nem preciso falar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bem, foi isso, desculpem qualquer erro e até o próximo! ♥

Beijos da Killing! ♥


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