História Transformado - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Palavras 652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vcs ❤

Capítulo 11 - Capítulo 11 - Uma nova vida ?


Fanfic / Fanfiction Transformado - Capítulo 11 - Capítulo 11 - Uma nova vida ?

Jack caminhou rápido pela noite fria de março, descendo a rua lateral com o coraçãoainda batendo forte após o acontecido com sua mãe. O ar frio queimava seu rosto, e o fazia se sentir bem. Calmo. Ele respirou fundo, e se sentiu livre. Ele nunca teria que voltar para aquele apartamento, nunca teria que subir aqueles degraus sujos. Nunca teria que ver esta vizinhança.

E nunca teria que voltar para aquela escola. Ele não tinha ideia de onde iria, mas pelo menos estaria longe dali.

Jack chegou até a avenida e observou, procurando por um táxi livre. Depois de pouco mais de um minuto de espera, ele percebeu que não iria conseguir encontrar um. O metrô era a sua única opção.

Jack caminhou na direção da estação da rua 135. Ele nunca havia entrado no metrô de Nova York. Ele não tinha certeza de qual linha pegar, ou onde descer, e essa era a pior hora para fazer experiências. Ele temia o que poderia encontrar na estação em uma noite fria de março—especialmente nesta vizinhança.

Ele desceu pelos degraus cobertos de pichações e se aproximou da bilheteria. Por sorte, havia alguém lá.

“Eu preciso ir para Columbus Circle,” Jack disse.

A atendente gorda atrás da janela de acrílico o ignorou.

“Com licença,” Jack disse, “mas eu preciso –” 

“Eu disse para descer para a plataforma!” retrucou a mulher.

“Não, você não disse,” Jack respondeu. “Você não disse nada!”

A atendente o ignorou novamente.

“Quanto é a passagem?”

“Dois e cinquenta,” disse a atendente, irritada.

Jack colocou a mão no bolso e retirou três notas amassadas de um dólar. Ele as passou por baixo do acrílico.

A atendente, ainda o ignorando, passou um cartão Metrocard para Jack.

Jack puxou o cartão e entrou no sistema.

A plataforma estava mal iluminada e quase deserta. Dois sem-teto ocupavam o banco, coberto com cobertores. Um dormia, mas o outro ficou o observando quando ele passou. Ele começou a balbuciar. Jack caminhou mais rápido.

Ele foi até a beira da plataforma e se inclinou para frente, procurando por um trem. Nada.

Vamos lá. Vamos lá.

Ele olhou para o seu relógio mais uma vez. Já estava cinco minutos atrasado. Ele se perguntou quanto tempo mais levaria. Ele se perguntou se Jonah iria embora. Ele não podia culpá-lo.

Ele notou algo se movendo rapidamente pelo canto do olho. Ele se virou. Nada.

Quando ele olhou mais atentamente, pensou que tinha visto uma sombra se arrastar pelo chão de linóleo branco, depois se esquivar para os trilhos do trem. Ele sentiu como se estivesse sendo vigiado.

Mas ele olhou novamente e não viu nada.

Eu devo estar vendo coisas.

Jack caminhou até o grande mapa do metrô. Ele estava arranhado, rasgado e coberto com pichações, mas ele ainda podia enxergar a linha do metrô. Pelo menos ele estava no lugar certo. Esta linha deveria levá-lo diretamente para Columbus Circle. Ele começou a se sentir melhor.

“Você está perdido, querido?”

Caitlin se virou e viu um homem negro e grande parado atrás dele. Ele tinha barba e, quando sorriu, Jcak pôde perceber que ele não tinha alguns dentes. Ele ficou muito próximo dele, e ele pôde sentir o cheiro do seu hálito horrível. Bêbado.

Ele se esquivou dele e caminhou para longe.

“Ei, moleque, estou falando com você!”

Jack continuou a caminhar.

O homem parecia estar drogado, e cambaleava lentamente enquanto o seguia. Mas Jack caminhava muito mais rápido e a plataforma era comprida, por isso, ainda havia espaço entre eles. Ele realmente queria evitar outro confronto. Não aqui. Não agora.

Ele se aproximou. Jack se perguntou quanto tempo levaria para que ele não tivesse mais escolha, a não ser confrontá-lo. Por favor, Deus, me tire daqui.

Naquele momento, um barulho ensurdecedor encheu a estação, e o trem chegou de repente.

Graças a Deus.

Ele embarcou, e assistiu com satisfação enquanto as portas se fecharam para o homem.

Bêbado, ele xingou e bateu na estrutura metálica.

O trem seguiu e, em poucos momentos, o homem não era mais nada além de um borrão. Ele estava de saída dessa vizinhança. A caminho de uma nova vida.



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