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História Transformers - Capítulo 3


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Notas do Autor


E aí galerinha! Turu bom? Mais um capítulo, saindo direto da caixola da autora, fico muito feliz que tenham gostado da história até agora! Espero que gostem deste capítulo!

Capítulo 3 - Um alien?!


Fanfic / Fanfiction Transformers - Capítulo 3 - Um alien?!

Ainda na perseguiçao do defunto eu vi ele passar raspando pela frente de um trem de carga, quase arranhando a pintura do Bee

- Sam, eu juro que vou matar esse cara! - disse freiando a bike e pulando dela esbarrando no portão, enquanto corria em direção ao trem com Sam logo atrás

Tivemos que esperar um pouco, até que todo o trem passasse e quando o último vagão finalmente passou disparamos em direção ao ferro velho

- Sam por aqui! - disse apontando as marcas de pneu no chão, mas antes que pudéssemos segui-las, escutamos um estrondo vindo da fábrica abandonada que se encontrava ali perto e pensamos o pior. O Bee estava em perigo! E se eles bateram o Bee?! Ou vão desmonta-lo?! Aí meu Deus!

- Vamos Sam! - disse enquanto corria meio abaixada em direção ao som. Mas não estávamos preparados para o que encontraríamos ali

A nossa frente estava um enorme robô amarelo e preto andando sobre um andaime de ferro, espera essas cores... Até parece... Aí meu Deus. Eu e Sam nos aproximamos de alguns entulhos e nos escondemos ainda observando aquele enorme ser, que ligou uma enorme luz, nos cegando por um momento

- Aí meu Deus - disse Sam ao meu lado

Rapidamente aquele robô apontou aquele enorme feixe de luz para o céu e nesse momento eu me aterrorizei, pois as nuvens refletiam aquele feixe mostrando um enorme sinal. E porque eu estaria aterrorizada? Por dois motivos

1) Ele pode estar chamando reforços para uma invasão alienígena

2) Eu reconhecia aquele símbolo! Mas não conseguia me lembrar da onde!

Sam rapidamente se abaixou e me puxou junto, quando aquele enorme robô se virou desligando a luz, pegou o celular e... Ele começou a gravar?

- Meu nome é Sam Witwicky e essa é minha irmã Safira - disse apontando a câmera para mim - Quem achar isto, meu carro está vivo. - disse e levantou o braço apontando a câmera para o local que havíamos visto o robô - Viu aquilo? - disse e voltou a sua antiga posição - Já que são minhas últimas palavras, mãe, pai, amo vocês. E se acharem revistas de mulheres nuas debaixo da minha cama, não são minhas. Estou guardando para o Miles

- Sam a gente não vai morrer!

- Não... Não, espera... Certo, não é verdade. O tio Charles me deu. Me desculpem. Mojo, eu te amo - disse finalizando o vídeo e guardando o celular

- Eu vou queimar essas revistas quando chegarmos em casa - disse o olhando com uma cara feia

Olhamos ao nosso redor e começamos nossa fuga para casa novamente, meio abaixados fomos nos retirando até que vi algo que me paralisou "CUIDADO COM OS CÃES", e como um dejavu estava, eu correndo pela minha vida novamente

- Sam corre! - gritei já com os cães atrás de mim

- Não, não, sai! - gritou Sam apavorado

E assim corremos, sem qualquer direção pulando sucatas e entulhos que estavam no caminho e de quando de olho vejo Sam tropeçar e cair

- Vamos Sam! - disse o puxando para que levantasse e voltássemos a correr

- Não! Cachorrinho bonzinho! - gritava Sam

E como não fazíamos a mínima ideia de aonde estávamos indo acabamos sendo encurralados em um barracão abandonado e sem escolhas subimos em alguns tonéis abandonados numa tentativa de escape

- Meu Deus - gritou Sam quando os cães nós alcançaram

- Calma! Cãozinho bonzinho - disse tentando acalma-los, o que não funcionou já que ambos os cachorros continuavam a latir e pular, na tentativa de arrancar um pedacinho de nossas pernas

- Opa! Ei! - gritou Sam quando o cão quase agarrou sua perna - Tudo bem! Ah, não! Não! - disse Sam desesperado, e ele tinha certa razão nesse desespero, afinal o cão havia mordido sua calça e o estava puxando para a morte

- Larga meu irmão capeta! - e em meio a esse cabo de guerra, ouvi o som de um motor ao longe. E qual o meu nível de pânico, quando eu vi aquele maltido carro atravessar algumas tábuas que mantinham o barracão fechado e começar a nos rodear - Aí meu Deus ele veio matar a gente!

- Tudo bem. Por favor, não mata a gente - dizia Sam, como se aquilo fosse fazer alguma diferença! Bom... Pelo menos os cachorros fugiram... Coisa que a gente também devia estar fazendo! - Ok, ok. Desculpe! Pega a chave! O carro é seu! - gritava ainda na tentiva de... Não sei! E... Aí meu Deus ele jogou a chave no carro... A gente vai morrer!

- Idiota! Não tá vendo que "ele" é o carro! - disse pegando no pulso do meu irmão e me preparando para correr, e em uma brecha que o carro ainda nos rodeando, deu - Corre!

Em um puxão eu e meu irmão começamos a correr para fora do barracão

- Aquela coisa ainda está atrás da gente?! - perguntei para Sam e me virei para verificar. O que foi uma péssima ideia, já que eu não vi a viatura de polícia se aproximar e acabei por ser jogada contra o vidro do carro - Aaaahhh!

- Safira! - pude ouvir Sam gritar e logo apaguei

ALGUM TEMPO DEPOIS

- Ai, aiaiai! Tudo dói - disse na tentativa de levantar de onde quer que eu estivesse - O que aconteceu? - perguntei para ninguém em específico e olhei ao meu redor e... - Onde estou?

Olhei ao meu redor e pude ver Sam mais ao longe sendo interrogado... Espera... Aquele é o papai? Onde diabos eu tô? Aiaiai, espero que eu não tenha quebrado nada, pensei me levantando de forma lenta e passando minha mão de leve nas costas

- Isso vai ficar roxo

- Então a mocinha acordou - disse um cara barbudo e meio velho, ao meu lado - Está tudo bem?

- Acho que sim o que está acontecendo?

- Seu irmão está sendo interrogado. Vocês por acaso ingeriram alguma droga ou álcool?

- Não! Porque a pergunta?

- Bem seu irmão está relatando, que o carro se vocês se tornou um robô gigante, seja sincera garota vocês ingeriram algo alucinógeno?

- Não que eu saiba senhor polícial

- Me chame de Jeff

- Jeff eu pos... - parei de dizer imediatamente, quando flagrei um dos babacas que estavam interrogando meu irmão, ameaça-lo com uma arma disfarçadamente - Aquele imbecil ameaçou meu irmão?! Ah! Hoje ele vai morrer! - disse me levantando rapidamente - Ai!

- Calma garota - disse Jeff me segurando, para que não caísse - Você sofreu uma bela pancada, se acalme - disse calmamente

- Aquele merda ameaçou meu irmão! - disse em uma nova tentativa de avançar, que foi rapidamente impedida por Jeff

- Se você atacar aquele homem as coisas vão ficar feias pro lado de vocês. Se acalme, não vai acontecer nada com seu irmão. Já ouviu aquele ditado " Cão que ladra, não morde"? Posso te garantir que aquele homem é um chiuaua, se formos colocar esse ditado em prática, confia em mim - nos encaramos e soltamos um leve riso

- Sim senhor! Jeff você é uma boa pessoa, sabia?

- Você não me conhece garota - afirmou e me ajudou a levantar daquele sofá e me aproximar de meu pai

- A primeira impressão que conta

- Nem sempre

- Querida, você está bem? - disse meu pai, vindo em nossa direção

- Estou bem na medida do possível - disse, o fazendo de apoio - Obrigada pela carona Jeff

- Se cuida, garota

- Vou sobreviver - disse sorrindo e acenando para ele que se afastava... Agora que reparei ele parece um panda, não sei o porquê, mas ele me lembra um panda - Pai, acho que fiz um novo amigo

- Vamos vou te levar para casa - dizia me puxando para saída e ignorando meu falatório

- E o Sam?

- Vai precisar fazer alguns exames, vou levar você para um hospital. Disseram que você foi atropelada?

- Pai essa é uma longa história... Eu não vou precisar fazer algum exame?

- Tiraram um pouco de seu sangue, não havia sinal de drogas

- Que falta de privacidade. Pai, você realmente achou que eu estava drogada?!

- Bem...

- Pai!

- Em casa a gente conversa

HORAS DEPOIS

- Filha!! - chamou minha mãe, quando meu pai estacionou em frente a nossa casa - Aí meu deus! Você está bem? - dizia enquanto verificava cada parte de meu corpo

- Eu tô bem, mãe! - disse já exausta, por causa da vizitinha ao hospital - Aí! Eu não estou tão bem assim não! - reclamei quando ela me deu um tapa - Oh! - disse mostrando a faixa que compra meu abdômen e costas e os pequenos curativos, que cobriam alguns arranhões

- O que aconteceu?! Cadê o Sam?! - disse olhando para meu pai

- Estou indo buscá-lo, Judy. Se acalme, querida, volto em alguns minutos - despediu-se dela com um beijo e partiu em direção a delegacia

Eu primeiramente pensei: Ufa! Escapei do interrogatório por enquanto!

Que ingênua, pois minha mãe logo se virou e como um general disse

- Pode ir contando, quero saber cada detalhe

- Mãe!

- Nada de mãe!

- Pelo menos espera o Sam, deixa eu descansar um pouquinho, eu estou toda machucada! Você não tem dó de mim? - e aí eu sabia que tinha ganho a batalha... Com meus olhinhos de gato de botas

- Oh! Meu amor, eu me preocupo com você é por isso que quero saber o que aconteceu - disse me puxando para um abraço caloroso - Descansa um pouco e depois conversamos, tudo bem?

- Eu te amo mãe!

- Também te amo filha. Agora vai lá, toma um banho e depois acalme aquele avestruz, porque eu acho que ele está mais preocupado do que eu! - disse em tom risonho

- Aí meu Deus! O Carlinhos! - disse e disparei em direção ao quintal dos fundos, ual os remédios que o doutor me deu estão realmente funcionando, não sinto um pingo de dor

- Carlinhos! - com o meu chamado, ele logo pulou a pequena cerca que o mantinha preso e correu em minha direção. E logo envolveu seu longo pescoço ao meu redor, como se fosse um grande abraço peludo - Ei! Eu estou bem amiguinho! - disse acariciando suas penas e o acalmando, mamãe tinha razão ele realmente estava preocupado - Você nem imagina o que aconteceu! - disse e tentei me afastar para olha-lo nos olhos, o que não aconteceu, já que ele apenas firmou o "abraço" - Carlinhos! - reclamei com sua atitude, mas fui logo interrompida com um pio, que significava "Fica quieta! Eu estava preocupado, agora quieta um pouco, que minha preocupação ainda não passou", ou algo do gênero, penso

- Tá legal! Então pelo menos me deixa sentar, que eu estou cansada

E assim nos acomodamos no chão, eu estava encostado no Carlinhos, que apoiava seu longo pescoço em minhas pernas e me aquecia com suas penas

- Carlinhos, eu tenho tanta coisa para te contar! Aconteceu tanta coisa, nessas últimas horas! - e assim começou minha narração sobre a perseguição, o carro/robô e logicamente meu atropelamento. Nessa parte, eu jurava que o Carlinhos ia me bicar, como se a culpa fosse minha! Bem... Eu não estava prestando muita atenção, mas também tinha um robô atrás da gente! 

E depois de uma longa história, eu já não sabia o que pensar

- Carlinhos o que eu faço? - soltei um grande suspiro - Estou com medo, sabe é como se eu soubesse que algo ruim está por vir! E isso me assusta! Primeiro foi aquele símbolo, agora essa sensação... É como se... Minhas memórias, estivessem ligadas a tudo isso, apesar de eu não ter qualquer lembrança de qualquer coisa antes daquela estrada... Eu, eu sei que você não está entendendo nada, mas - e um novo suspiro saiu de minha boca - Espero, que tudo acabe bem Carlinhos... Eu realmente, espero... Quem sabe um dia eu te conte,um pouco da minha história? Ou pelo menos, a pouca parte de que me lembro - logo pude sentir um carinho em minha face e pude sentir lágrimas em minha bochecha

- O que? - disse passando minha mão pelas lágrimas, limpando minha face - Acho que preciso descansar um pouco Carlinhos, foram muitas emoções para um dia - disse me levantando lentamente - e Carlinhos acompanhou meu movimento e logo eu estava novamente presa em seu abraço - Eu sei amigão! - disse retribuindo o abraço - Eu também vou estar sempre aqui para você

E com uma longa despedida eu adentrei em casa com um único pensamento:

Eu preciso conversar com o Sam. Mas quando adentrei em seu quarto, eu o vi dormindo esparramado na cama. E, eu ri baixo, afinal ele não mudou nada desde criança, me aproximei, o cobri e deixei um leve beijo em sua testa

- Boa noitei maninho - disse e me retirei para meu quarto

Depois de um banho, passei um remédio em meus machucados e coloquei novas bandagens e logo adormeci. Amanhã seria um longo dia


Notas Finais


Se gostaram, comentem, pois saibam que seus comentários me deixam muito feliz! O próximo capítulo, talvez demore um pouquinho para sair, já que estou meio enrolada aqui, mas assim que possível, estarei postando!
E perguntinha rápida... Vocês shipariam o Bee e a Safi? 😶😶
E com esse, talvez, spoiler... Não me matem! Fui!


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