História Trap Queen - Capítulo 7


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Tags Astrid, Ctsd, Hiccstrid, Httyd, Soluço
Visualizações 220
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, gente, tudo bem?
Muuito obrigada pelos favoritos que vem aumentando, fiquei muito feliz quando vi e agradeço imensamente a cada um que acompanha a história.
Para quem me perguntou sobre atualizações de Redemption: sem previsões. Mudei o app que uso para escrever e perdi os capítulos, estou tentando reescrevê-los, mas, sendo sincera, é difícil.
Enfim, de qualquer forma, sem mais enrolações e como de costume, boa leitura!

Capítulo 7 - A damn mistake


Poucas eram as vezes em que Astrid passava o dia sem ir ao escritório ou sem trabalhar. Mas, daquela vez, tudo o que ela queria era entrar em seu quarto, ligar o ar-condicionado e descansar, por mais que ainda fossem seis da noite. Soluço até estranhou o quão quieta ela estava no caminho de volta para casa. Não soube ao certo se era pela notícia de Sangue-Bravo ou se era apenas estresse.

A loira entrou em casa indo em direção as escadas que davam no quarto. Os saltos a agoniavam, juntamente com o vestido apertado. Tirou os dois, jogando-os longe. Colocou uma camisola de seda preta e deitou-se, olhando para o teto.

Drago Sangue-Bravo escapou, e ela era uma das maiores responsáveis por colocá-lo na cadeia, além de Soluço. Foi assim que o conheceu: graças a Sangue-Bravo. Agora, a notícia que ele havia escapado parecia perturbá-la. Não já bastavam os seus atuais problemas?

Astrid desistiu de pensar. Colocou uma música qualquer, e fechou os olhos, deixando que o sono a levasse, rezando aos deuses para que ninguém abrisse aquela porta, e deixassem-na em paz por alguns minutos.

[...]

Bárbara possuía um sorriso travesso ao encontrar Drago Sangue-Bravo fora da prisão. Exatamente como havia prometido que ele estaria.

- Feliz por estar do lado de fora das celas, Sangue-Bravo? – ela ironizou.

- Diga-me de vez o que quer, Grecco.

- Mantenha-se calmo. Eu estou na vantagem aqui. – ela disse. – você me deve a sua liberdade, e eu poderia colocar você novamente lá dentro tão rápido quanto o tirei. – Bárbara sorria ao perceber a fúria no olhar de Drago. – mas sou melhor do que você imaginou, e estou disposta a ajudar você. Afinal, acho que você conhece este sobrenome melhor que eu, não acha? – ela disse, tirando o cartão de Soluço Haddock de um dos bolsos.

- Não preciso de você para acabar com este maldito infeliz!

- E o que pretende fazer? Simplesmente matá-lo? – ela perguntou. – tenho planos melhores do que esses.

- Tudo o que eu quero é que ele apodreça, assim como passei dois malditos anos apodrecendo na cadeia.

- E se o matar, estará livrando-o de passar pelo que você passou. – ela sorriu. – mas eu posso ajudar você. Em troca, quero pequenos favores seus. Estaremos quites.

- O que uma mulher como você iria querer que eu fizesse? – foi a vez de drago de sorrir ironicamente, mas a paciência de Bárbara não parecia sequer ter sido tocada.

- Ah, apenas pequenos favores. O plano seria meu, mas o trabalho sujo ficaria por sua conta. Uniríamos o útil ao agradável. Afinal, os nossos problemas andam juntos. E então, você começaria a me pagar o que me deve de agora. Ou então, você saberá o que é apodrecer se ousar me trair.

- E o que quer que eu faça?

- Vou enviar as informações para você. Faça um bom trabalho.

[...]

Soluço entrou no quarto devagar. Deveriam ser oito da noite, e a sua esposa estava dormindo quando ele chegou. Uma música qualquer tocava baixinho em seu iPod, cujo já deveria ter repetido diversas vezes. Ele não tinha certeza se ela estava irritada e por isso dormiu tão cedo. O ar-condicionado estava nos dezessete graus. Aproximou-se, puxando o cobertor dela, tendo a visão de seu corpo coberto apenas por uma camisola preta. Deuses, ela era difícil, mas perfeita.

Em um segundo, Soluço viu Astrid abrir os olhos.

- O que está fazendo aqui, Soluço?

- Eu apenas ia te cobrir, afinal, você ligou o ar nos dezessete graus e esqueceu de colocar uma roupa para dormir. –ele disse, e Astrid percebeu a transparência da camisola que usava.

- Diga de vez o que você quer.

- Eu vim te ajudar.

- Então... obrigada? –ela bufou, cobrindo-se com o lençol. Agora cai fora.

- Não dessa vez.

- Eu acabo com você.

- Você costuma fazer muitas promessas e eu ainda estou aqui, Hofferson. – ele disse, e ela revirou os olhos.

- Eu só quero voltar a dormir, Soluço. Eu estou com sono, exausta. Passei o dia inteiro encima de um salto alto e com um vestido que não me deixava respirar e tive que lidar com a maldita notícia da liberdade de um criminoso que eu coloquei na cadeia. Então, sinceramente, eu estou cansada.  – ela disse, e ele sentou na beirada da cama.

- Não vai jantar?

- Perdi a fome. – ela respondeu com desdém.

- Eu vi você encarando a Angélica. – ele sorriu.

- E daí?

- Estava com ciúmes? –ele perguntou.

- Você me acordou para isso? – ela estava irritada. Soluço sorriu.

- Primeiramente eu não acordei você. – ele disse, aproximando-se. Astrid agora tinha o rosto próximo do dele. – apenas fiquei preocupado. Não é de seu feitio dormir cedo.

- Você, preocupado comigo? – ela arqueou uma das sobrancelhas, ainda deitada. Estranhou a aproximação de Soluço. – chega de mentiras por hoje, você não acha?

- Se fosse uma mentira, eu não estaria aqui. Tenho mais coisas para fazer. – ele disse, apoiando-se de um lado do corpo, curvando-se para próximo dela.

- E por que não vai fazer o que tem de fazer e me deixa em paz, Haddock? – ela arqueou uma das sobrancelhas, percebendo que Soluço não encarava mais os seus olhos, e o seu olhar estava fixo em sua boca. Poderia afastá-lo e lembrar que eles eram um maldito casal de fachada, mas seu corpo não permitia que ela se afastasse dele.

- Por você. – fora a única palavra que ele disse, antes de avançar para os lábios dela. Foi a primeira vez que se beijaram desde o início da farsa. Astrid perguntava-se o que estava fazendo, mas até mesmo o seu lado mais racional não conseguia conter-se ao sentir a língua dele em sua boca. Sentia as mãos dele em suas coxas, por debaixo do fino tecido.

Astrid puxou Soluço pela camiseta, ainda pressionando a sua boca contra a dele. Não fazia ideia de quanto tempo se passou até voltar a pensar. Percebeu que os seus corpos estavam juntos e a respiração acelerada. A loira retomou a consciência, empurrando-o para longe.

- Nunca mais faça isso. – Astrid levantou da cama, irritada. Sua camisola estava amassada, e os cabelos loiros acompanhavam o ar de bagunça. – não arrisque o nosso contrato.

- Você fica linda quando está irritada.

- Falo sério, Haddock. –ela cruzou os braços.

- Não foi o que pareceu.

- Foi um erro. Um maldito erro. – ela disse de maneira firme. – Então deixe que eu coloque os seus pés no chão de volta e te lembrar de que estamos num maldito contrato, que isso é uma mentira. – ela dizia, colocando um roupão por cima da camisola. Amarrou os cabelos num coque, saindo do quarto.

 



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