História Trapped - Capítulo 2


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Catarina Loss, Magnus Bane, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Amor, Armadilha, Drama
Visualizações 31
Palavras 1.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey pessoal!




Notas finais bonitos... ;)

Capítulo 2 - Finalmente


 

 

- Chefe, resolvemos tudo muito bem com a loja, não vão nos processar - Simon dizia para Hodge que estava com os braços cruzados e uma cara nada amigável.

- Não nos processar não significa que está tudo bem, Lewis. - disse Hodge.

- Desculpe chefe - digo baixo - Eu apenas queria terminar o caso.

- A partir de amanhã.. - disse, mas logo se interrompeu - Não, a partir de agora você vai trabalhar no escritório por 3 dias - Hodge disse e começou a andar.

- Como eu posso terminar o caso? - perguntei.

- Não tem caso ! - disse irado -  Não posso deixar você causar mais problemas, é uma ordem! - Hodge gritou. - E você! - Hodge apontou para Simon - Fique de olho nele.

- Eu de novo! - Simon choramingou.

- Mas chefe.. - foi minha vez de choramingar.

- Você está obcecado com esse caso, não é bom para você. Ás vezes não conseguimos nada porque não está na hora. - Hodge voltou a andar - Deixe as coisas como estão.

me apresso, paro em sua frente e digo:

- Desculpa chefe, mas não posso fazer isso. Ela me apoiou, me ensinou tudo sobre ser um policial. Eu não vou deixar ninguém manchá-la desse jeito, vou até o fim nesse caso. - disse e sai.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 - Onde está o chefe? - ouvi a voz de Raphael.

- Está na sala de jantar - Imasu respondeu.

 Imasu entrou no meu campo de visão e Raphael entrou logo atrás.

- Chefe... nosso advogado já garantiu a saída de Raphael. - Imasu disse.

- Desculpa por lhe fazer esperar tanto - disse Raphael se aproximando.

assenti.

- Chefe, nosso advogado disse que a policia internacional investigou Raphael recentemente. Acho que deveríamos dar uma pausa a ele por enquanto, eu resolvo tudo.

- Obrigado por cuidar de mim - capito o tom irônico na  voz de Raphael. - A policia internacional apenas me convidou para tomar chá.

Imasu fez menção de começar uma briga, mas ele parou quando ouviu minha voz.

- Raphael...

- Sim chefe.

- Hoje temos um encontro com A´Cheng. Sabe o que fazer, certo? - pergunto.

- Sem problemas chefe.

- Chefe... quer mesmo que ele vá conosco? - Imasu insiste.

- Está dúvidando da minha decisão ? - pergunto.

- Claro que não chefe.

- Chefe...vou preparar tudo - Raphael diz e eu assinto

- Chefe... - Imasu tenta argumentar, mas logo desiste. - Vou ajudá-lo.

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Quando cheguei a delegacia meus amigos estavam em uma rodinha falando baixo, quando viram que eu me aproximei todos pararam de falar e fugiu cada um para um lado. Simon estava passando na minha frente então  o puxei pelo braço.

- Do que estavam falando? - pergunto e o sinto ficar tenso.

- Na...nada! Nada! - disse tentando se esquivar do meu aperto.

- Desembucha Simon! - digo

- E..eu...eu.. eu preciso ir ao banheiro! - disse e saiu correndo.

 

 É claro que eu não ia deixar por isso mesmo então o segui.

 

a porta do banheiro estava aberta, tinha 3 cabines do lado direito e 3 do lado esquerdo, uma delas ocupada por Simon que estava de olhos fechados murmurando consigo mesmo.

- Ainda bem que eu usei essa desculpa do banheiro para fugir dele - o ouvi falar baixo.

- Fugir de quem? - pergunto e Simon salta de susto e  se abaixa  na cabine

- Levante-se eu já o vi. - Simon levanta e começa a abotoar as calças.

- Diga Simon Lewis! - ordeno.

- Wang Cheng morreu. - disse e começou a caminhar rápido

- E? - pergunto o puxando a cima do pulso.

- Ontem - disse tentando sair mais uma vez, mas o puxei de novo.

- Continue..

- Talvez umas 21:00 - disse, mas agora tentando correr.

- E o ponto é...

- A última pessoa a vê-lo foi Magnus - terminando de falar Simon passou os braços ao redor da minha cintura entorno dos meus braços  me apertando.

- Por que está me abraçando, Simon? - pergunto confuso.

- Pra você não sair correndo atrás de Magnus - respondeu.

-  E por que eu faria isso? - perguntei.

- Você não entendeu o que eu disse? - perguntou olhando soltando um pouco do aperto em meus braços e encarando meu olhos - Ontem Magnus foi se encontrar com Wang Cheng e ele  apareceu morto... - Simon finalizou erguendo as sobrancelhas.

- Encontraram alguma evidência na cena do crime? - pergunto.

- Nenhuma evidência útil.

- Pode me soltar agora - digo a Simon.

- Você não vai atrás do Magnus? - Simon questiona.

-  Eu o sigo há quatro anos, sei que tipo de pessoa ele é. Ele não tinha ódio de Wang Cheng, por que o mataria? 

- Por causa das drogas - Simon responde se encostando na parede - Esse é um passo para ele ficar limpo. 

- Não... Wang Cheng é muito importante na Camboja, não o deixariam em paz - respondo.

- Alec! não acredito que está falando algo bom dele! - Simon diz batendo no meu ombro.

- Apenas sendo claro. Eu pareço uma pessoa que fala bem dele?Apenas analisei o problema. - digo  saindo do banheiro - Ele não tem motivos para matá-lo.

- Seria bom se você pudesse ficar calmo quando resolve os casos relacionado a Magnus. - Simon diz.

- Sou um policial, tenho que usar o celebro para analisar o problema. Não posso simplesmente jogar toda a culpa nele.

 

 

Quando eu e Simon chegamos ao central Lydia  o bombardiou por me contar sobre o caso de Wang Cheng.

- Por que falou sobre aquilo para ele? - a ouvi falar.

- Não se preocupe, Alec não é tão impaciente quanto pensamos. - disse apontando para mim. -  Ele já analisou logicamente no banheiro. Não foi Magnus que matou Wang Cheng.

-  Sério? - perguntou Lydia se aproximando -  Só acho que você fica louco quando falamos no Magnus...

-  Sou esse tipo de pessoa? - pergunto apontando para mim mesmo, mas não a  deixo responder porque minha atenção volta para algo em sua mão. - O que é isso? - pergunto.

- É uma evidência do caso de Wang Cheng. - respondeu.

pego de suas mãos e a analiso. É um botão parecido com a forma do simbolo do infinito, me levanto bruscamente quando lembro a quem pertence.

- Isso é do Magnus! -  vou correndo para a porta da frente, mas para o meu azar do de cara com Hodge.

- Eu disse para resolver as coisas no escritório. Onde pensa que vai? - disse cruzando os braços a frente do corpo.

- Eu vou atrás do Magnus. - responde

- Posso saber por que? - Hodge franzi a testa.

- Aquele botão é do Magnus. - repondo.

- Como pode afirmar isso? Há centenas de botões iguais.  Vá! Volte ao trabalho.

- Chefe... - tento argumentar, mas isso só me daria mais dias no escritório então faço um bico contrariado e  volto  para minha cadeira.

 

 

 

 

 

 

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Estava sentado na sala entre  Catarina e Ragnor enquanto servia  chá para nós três.

 - Chefe? - chamou Raphael entrando na sala.

- Pode falar. - digo fazendo um gesto com a mão olhando para mesa.

- Tenho noticias de Camboja... - fez uma pausa e eu o encaro. - Asmodeus voltou.

  Sinto o olhar de apreensivo de Catarina queimando em mim

 - Finalmente ele voltou...

 

 

 


Notas Finais


OBS 1 : Estou postando aleatoriamente, mas quero mudar as att para os sábados.
OBS 2 : Essa fic vai menos lemon e mais fofura, mas não quer dizer que não vai ter aqueles lemonzão.
OBS 3: Essa fic vai ser curta e vai ter dois ou três bônus.

e antecepademente quero pedir desculpa por fazer vcs odiarem a Catarina, mas vai ser só por um tempo...


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