História Trato Feito - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Em Família
Personagens Clara Fernandes, Francisca Proença Fernandes, Helena Fernandes Machado, Marina Meirelles, Personagens Originais, Verônica Saldanha
Tags Clarina, Em Família, Giovanna Antonelli, Romance, Tainá Müller
Visualizações 217
Palavras 1.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei cambada! Sei que sumi, mas não, não vou abandonar o trem andando. Essa desgraça vai continuar, nem que eu tenha que enviar por correio ahshahsh bloqueio criativo, é complicado. Principalmente quando se tem problemas pessoais, aí acaba com a animação, tudo foi meio que embolando, mas... Aqui estamos nós! Sim, nós. Por isso quero geral comentando, mesmo que seja pra xingar.
Sobre o cap: pra descontrair da vibe de treta, sei que não revela muito sobre a treta anterior, mas o foco não é esse. Posso dar um spoiler e dizer que no próximo vai ter flashback mostrando tudo que rolou direitinho, okay? "E quando é o próximo?". Eu PROMETO, que até sábado eu posto, se não rolar, eu morri ajdjajs aproveitem ae.

Capítulo 16 - Clara, a destruidora dos seguranças!


Olhar pras nuvens nunca foi tão satisfatório... O dia nublou do nada, seria coincidência? Logo depois de eu sair daquele quarto, que tinha uma mulher furiosa, tudo pareceu perder a cor. Eu ainda não entendi o porque de eu estar fazendo essa loucura, mas... Eu gostei desse terraço. Provavelmente o segurança vai vir me buscar logo, mas acho que não vai ser tão persistente depois da agressão verbal que sofreu anteriormente!

_ Tô no terraço, se puder vir, vou amar._

Mandei pra Meirelles, espero que ela venha, afinal... Tenho grandes novidades.

...

Pov's Marina

Paro em frente ao prédio, a tempo de não me molhar. Aparentemente vai... Chover? Estranho. Meu celular vibrou uns minutos atrás, mas quero encontrar a Clara antes de qualquer coisa. Aliás, agora que tô subindo as escadas, notei que algumas pessoas do grupo que veio pra Goiânia já tão indo embora. Logo nós vamos também... É louco pensar o quanto tudo mudou.

Foco Marina, foco.

- Se não responder essa mensagem, vai ser a última! - escuto uma voz conhecida parecendo um tanto irritada... Chica?!

- Ah... Oi! A senhora poderia me dizer onde a..

- Meirelles! Hm... Cadê minha filha?

- Era isso que eu ia perguntar... Não que ela seja minha filha, então não era exatamente isso que eu ia perguntar! - começo a rir pra tentar descontrair, mas a expressão da senhora a minha frente só parece mais aborrecida. - aconteceu algo? Sem querer me intrometer, mas a senhora parece meio..

- Bom, já que não sabe, vou indo! Passar bem.

Wow! Isso foi... Agressivo, eu diria. O dia tá sendo tão maluco! Acho melhor eu ligar pra Clara então, isso se ela resolver atender... Mas espera aí, ela já respondeu.

Hm... Okay, terraço então.

Sigo meu rumo até lá, espero que a Chica se acalme, provavelmente tá estressada com as reuniões ou sei lá. Clara não foi com ela no final das contas? Enfim. Chegando no terraço avisto uma figura conhecida sentada na... O quê?!

- Clara?! O que você tá fazendo aí em cima??

- Relaxa, eu só tô observando a paisagem!

- Bem... Existem jeitos melhores de fazer isso, tipo, sem ser em cima da grade de proteção! - Fernandes simplesmente estava em cima da coisa que podemos considerar uma cerca nada segura. Tinha um pedaço de chão mais pra frente, mas não deixa de ser perigoso considerando o andar que estamos! Depois de uns segundos nos observando, ela suspira.

- Tô feliz que tenha vindo...

- E eu tô feliz que tenha chamado!

Sorrimos uma pra outra.

- Olha... Desculpa por aquilo, foi ridículo! Eu sei... Mas, eu tentei consertar.

- Eu sei, desculpa não ter atendido suas ligações. Passei por tua mãe e ela parece, ou melhor, tá bem brava. Você deixou de ir nas reuniões com ela?

- Não, na verdade eu fui. Tanto que foi por isso que não atendi suas ligações.

- Ah... Mas então por que ela tá assim? Desculpa se tô me intrometendo, mas..

- Ela sabe agora. - a observo confusa.

- Sabe? Do que exatamente?

- De tudo! Basicamente.

- Especifica "tudo".

- Tudo, oras. De você e eu, do Cadu, de tudo!

- E você tá... De boa?! Eu tô surpresa!

- Não tô de boa, mais ou menos. Pensei depois de vir pra cá, e cansei de viver na sombra dos outros, essa sou eu e bem, ela vai ter que aceitar. - me surpreendo com a coragem da morena. Assim como me orgulho.

- Que bom Clarinha! Mas... E agora? Provavelmente ela deve me odiar! Suponho que a reação não tenha sido das melhores considerando o jeito que ela falou comigo... - tô preocupada com a Clara, é duro ouvir a própria mãe dizer que não te aceita como é. Me aproximo dela, enquanto finalmente a vejo descer da cerca.

- É... Ela meio que surtou. Mas tô extremamente aliviada! Tanto tempo pra falar... E no final das contas é libertador! - diz ela sorrindo e se aproximando também.

- É sim... Clara, não aguento mais enrolar pra finalmente ter algo contigo, eu sei que sem dúvida temos algo, mas... Digo mais oficial, sabe? Sem ligar pra quem vai saber! Sem ligar pra quem vê, critica ou qualquer outra coisa. Porque... Eu te amo.

- E-eu também te amo!

Finalmente chegamos uma até a outra, finalizando com um abraço apertado.

- Eu te amo, muito, muito, muito! - digo enquanto aperto ela, fazendo a mesma rir. E que risada...

- Também te amo, maluca!

- V-você dizia isso quando começamos na época da escola... Nunca esqueço.

- Eu também, nunca esqueço.

Ficamos mais um tempo ali em cima, não exatamente conversando, diga-se de passagem.

...

Encaro as escadas, nervosa? Sem dúvida. Isso que está prestes a acontecer pode ser bom, ou acabar com minha vida!

- C-Clara, tem certeza? Eu entendo e tals... Mas eu amo a terra! Não quero partir!

- Como você é dramática! Eu em... E tenho sim. Agora me dá essa mão de volta por favor?

- Você que sabe senhorita...

Cada degrau minhas chances de desmaiar aumentam, a Chica pode estar no saguão! E a Clara quer andar de mãos dadas? Eu não sei em que momento influenciei essa garota a gostar de loucuras. Chegando no santuário da morte, olho pra Clara.

- O que foi? Coragem! Ela não pode fazer nada quanto a isso.

- Será que não pode mesmo?

- Boa tarde senhoritas?

- Boa tarde! - um homem que aparenta ter a mesma idade que a gente aparece.

- Desculpe o incômodo, procuro pela... Marina Meirelles? Me informaram hoje sobre algo no terraço, e pediram pra senhorita ir na recepção pra ser encaminhada pra supervisão.

- Como assim?!

- Ah, é... O que aconteceu com o segurança que tinha falado comigo? - Clara se pronuncia.

Percebo que o garoto fica um pouco nervoso depois da Clara perguntar.

- B-bom... Ele pediu pra eu fazer o serviço! Mas... Desculpe! Não era pra eu falar essas coisas, eu só... Sou novo aqui, por favor não reclamem pra eles!

- Ei relaxa moço! O que tá acontecendo? Sobre o terraço?

- Mais cedo um segurança me abordou duas vezes perguntando sobre o porque de termos ido até o terraço ontem. Eu tava ocupada e acabei sendo grossa, provavelmente ele não quis chamar nenhuma de nós duas de novo!

- Como assim?

- É... Exatamente. O terraço é restrito, suponho que ele tenha dito isso. - novamente o garoto fala, mais assustado ainda.

- Ah! Entendi. Beleza, vamos lá conversar então.

- Sério? Obrigada! É só passar na recepção, okay?

Finalmente ele sai, deixando tanto eu quanto Clara loucas pra rir do tamanho nervosismo.

- Clara Fernandes, a destruidora dos seguranças! Wow, pra ele estar assim você deve ter dado um xingão e tanto no outro cara.

- Diga-se de passagem... Me arrependi de ter feito isso, mas pelo menos ele parou de perseguir! Vamos resolver logo isso?

- Vamos.

...

- Então senhoritas, desculpem o incômodo, mas nossas câmeras pegaram imagens que confirmam que ouve acesso clandestino no terraço ontem à noite! Podem se explicar?

- Bom... Eu assumo que tive a idéia! A Clara não tem culpa, mas... Eu não sabia que era restrito!

- Na verdade, como eu disse pro senhor que me chamou mais cedo, a concorrência dá acesso livre ao terraço, por isso achei que aqui acontecesse o mesmo! Mas, entendo que não... - Clara e eu nos encaramos, como que se por telepatia entendessemos o plano uma da outra.

- Ah, sim! No último hotel em que nos hospedamos, tinha acesso livre.

- É? Bom... Entendo! Mas é cabível perguntar na recepção quaisquer dúvidas que possam surgir.

- Tem razão! Peço desculpas pelo mal entendido! Mas, era só isso então? - noto que a morena aumentou levemente o tom, causando mais constrangimento ainda pro senhor que parece comandar esse lugar.

- Bom... O tempo dirá, se notarmos algum dano causado lá em cima, avisamos!

Mas o quê? Sem dúvida ele só disse isso pra não admitir perder. De qualquer forma, estamos liberadas da "sessão detenção adulta". Saímos de volta pro saguão, que agora tem pouco movimento de mãos dadas.

- Aquilo foi um saco em... Nossa, já são seis horas! Tá escurecendo.

- Pois é! Ei, seu vôo tá agendado pra depois de amanhã né? De acordo com a programação?

- Claro que sim! Não ia perder a chance de ir no mesmo avião que você.

...

Pov's Clara

Depois de ficarmos em um clima leve, principalmente por não termos encontrado minha mãe, recebo um convite:

- O que acha de jantarmos na casa da Raquel amanhã? A Van me convidou por mensagem agora. É meio que uma despedida antecipada, ela não vai poder voltar com a gente, tem trabalho aqui e tudo mais.

- Pode ser! Gostei dela.

- A Vanessa vai sentir falta dessa garota, ela ficou toda diferente depois de conhecer... Nunca vi ela assim.

- Eu aposto que ela tá apaixonada! Mesmo parecendo que nem coração tem.

- Também acho isso, o que é bom, assim ela larga do meu pé. E outra, vai ser legal pra ela se envolver de verdade com outra pessoa, quem sabe tira essa amargura toda?

- Concordo! E assim a Raquel larga do TEU pé... - ela me olha com um sorriso sínico, apenas devolvo com um soco de leve. - Mas então, Meirelles... Agora eu quem tenho um convite.

- Diga!

- Janta comigo hoje? Não aqui, em um restaurante mesmo...

Me sinto estranhamente nervosa, ela tem esse poder sobre mim.

- Claro que janto! Fofa!

- É que sei lá... Não tivemos um encontro de verdade mesmo, é uma bela oportunidade não acha?

- Sem dúvida!

        Continua


Notas Finais


Não sei se pra vocês têm esse espaço enorme até o "continua", é um bug que tem quando vou postar e dessa vez não deu pra corrigir, foi mal!


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