História Trauma - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe, Jeon Wonwoo, Kim Mingyu, Seungcheol "S.Coups"
Tags Seventeen
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Palavras 791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Na medicina, traumatologia é o estudo de feridas e lesões causadas por acidentes ou violências a uma pessoa, e a terapia cirúrgica e reparação do dano. A traumatologia é um ramo da medicina...

Capítulo 1 - TRAUMATOLOGIA


Fanfic / Fanfiction Trauma - Capítulo 1 - TRAUMATOLOGIA

Chicago, Gold Coast às 01:19pm:


- por favor tenha piedade de mim 

- sua vadiazinha cala a boca 

Estava a prestar tanta atenção no filme que nem virá sua mãe saindo do quarto sonolenta.

- vamos Kim Mingyu para sua cama - a senhora mais velha disse rude do jeito que sempre é com o filho. 

O garoto que não disse nada, simplesmente desligou a televisão e passou reto pela mãe que nem se importou com o estado do filho, era normal, tanto para senhora Kim tanto para Mingyu fingirem que um e outro não existe, sempre forá assim, e porque iria mudar agora?. Tanto a mãe, tanto o filho, não tinha uma relação boa, viverá numa casa ótima com uma grande quantia de dinheiro, para que ambos não precisasse se falar, somente se olhar. O garoto que em si, sempre tomará conta de si mesmo sozinho não se importaria em ficar sem mãe, e tanto sua mãe que não se esforçará a ter a amizade do filho, viverá com o mesmo sentimento de rancor e ódio do filho, que ambos soltavam um para o outro gratuitamente. 

O garoto que entrou em seu quarto e viu na porta grende de sua varanda a rua mais movimentada de Chicago, respirou fundo e foi para o banheiro, onde se despir e tomou um banho gelado e doloroso por conta dos machucados que vivia em sua pele desde de pequeno. Agressão em si, para Mingyu, não era uma coisa pesada, mas, sim muito pelo contrário, preferiria apanhar do que escutar o que escutará, era doloroso de fato levar um tapa e chutes, mas para que magoa mais o que já estava magooado com palavras, era tão difícil escutar tudo que lhe falavam que resolveu apanhar, resolveu optar por apanhar.

Com a cabeça encostada no azulejo do banheiro, Mingyu chorava baixo, suas lágrimas que caiam como folhas de uma árvore no outono, fazia com que os olhos do garoto ardesse como fogo e quanto mais coçava ainda mais ardia, não queria mais gritaria por isso não gritava, queria paz por isso ficará quieto e invisível, e só em falar que terá escola ainda hoje de manhã, deixará Mingyu ainda mais depressivo.

O adolescente que não negará odiar a escola, e sua família queria somente sumir ou melhor dizendo morrer, de algum modo o jeito mas acabará pensando melhor e não fazendo isso pois saberá que não irá demorar para acontecer sua morte.





‡‡






New York, Brooklyn às 02:19pm:


Hansol Vernon Chwe se encontrava se encontrava deitado na sua cama dormindo.

Tudo estava como estava sempre, ele andará por essa caminho sempre, todos os dias e nunca chegará a onde sei lá aonde deverá chegar, suas mãos suavam, seus olhos estavam lacrimejando, ele sentirá novamente aquela dor insuportável e ele estava chegando, chegando mais perto, fazendo com que Hansol corresse o mais rápido possível, era um problema, ele nunca chegará tão perto de Hansol do jeito que chegará, e a sombre preta que agora sorrio com os dentes amarelos, pegou aquela maldita cin... e...

Respirou forte, os olhos se encontraram vermelhos e sua mão como todo seu corpo, completamente molhados de suor, Hansol acordou. 

Sempre sonhou isso, sempre lembrará do que aconteceu e isso o fazia estremecer, era complicado para Hansol ter aquela imagem novamente na sua cabeça, mas era angustiante saber o que iria acontecer e nunca acontecerá, era como se fosse um carro que tiverá sua localização mas nunca o encontrará. Hansol viva com isso na cabeça, e não poderia ver alguém do jeito “dele”, que corria o máximo que pudesse, mesmo sabendo que aquele “cara” se encontrava morto e provavelmente no fundo da terra num caixão. Mas mesmo sabendo disso, ele sentirá medo de tudo, já forá em vários lugares ver o que acontecerá na sua cabeça, mas nada trazia uma explicação exata, e isso matava aos poucos Hansol Vernon Chwe, que não conseguirá viver por conta disso. 

O vento que passará em seu corpo ainda quente, fez com que dessa uma fungada em seu nariz, se encontrava mais uma vez gripado e isso não era novidade para Hansol, acendeu o masso de cigarro o protegendo do vento forte que estava tendo, o colocando na boca, puxando aquele ar tóxico de nicotina, monóxido de carbono e acroleína, tirando com consciência minutos de sua vida e pouco de sua sanidade, indo para a cozinha de seu apartamento minúsculo, passando por roupas e una garota totalmente desnuda, abriu a geladeira e pegou o resto de uísque escocês que se encontrava ali, tomando uma grande colada, o levando para fora de casa e colocando no lixo o que fazia ele perde a consciência. 

E olhando para dentro de sua casa, respirou fundo e começará a arrumar tudo que passou...



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