História Trees Tale - Human (Joshler) - Capítulo 8


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Categorias Aurora Aksnes, Harry Potter, Twenty One Pilots
Personagens Aurora Aksnes, Josh Dun, Tyler Joseph
Tags Amor, Fantasia, Guerra, Harry Potter, Humanidade, Josh Dun, Joshler, Magica, Twenty One Pilots, Tyler Joseph
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Palavras 2.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!
Só tenho uma coisa a dizer:
ESCREVER NO CELULAR É MÁ BOSTA!
Eh isto. Obrigado, agradecido. :D

Boa leitura, mores ❤

Capítulo 8 - Trauma Noturno


Era uma segunda-feira bem chuvosa, Josh corria pelos corredores de Hogwarts desesperadamente com a camisa amassada, um dos sapatos desamarrados, o cabelo emo-gótico escuro liso cobria um pouco de seus olhos e as vestimentas ao vento por sua rapidez.

Durante a noite, o jovem teve insônia e consequentemente acordou atrasado para a aula de Minerva McGonagall. Era a terceira vez no mês que Josh se atrasava.

Durante sua corrida, o garoto tropeçava e colidia com outras pessoas, até mesmo professores. Quando vira a direita de um dos corredores, Josh tropeça e cai.

Eram eles, os babacas de Hogwarts, o trio. Desde seus 11 anos aquelas pestes atentavam o pobre Joshua. Atormentando seus dias. Não era necessario citar nomes, para Josh, eles eram os verdadeiros perdedores.

Josh se ergueu e ignorou as gargalhadas dos três, seguindo em frente. Tudo o que ele ouviu, foi a famosa ofensa: "Mula".

E la estava ele, abrindo a porta de sua sala de aula bruscamente com mais de 20 pessoas o olhando. Seu rosto estava vermelho de vergonha, mas mesmo assim, continuou correndo para o seu lugar. McGonagall apenas olhou ferozmente para Joshua, que abaixou a cabeça em respeito. Ele tinha que parar de vacilar assim, assim não formaria.

A aula passou, Josh estava quase dormindo com a voz velha de Minerva. Num susto, algo bateu em seu rosto, que o fez despertar. Josh coçou seus olhos e tentou foca-los na bola de papel em sua frente. Ele olhou para os lados e seus olhos pararam em Brendon, que sorria para ele. Josh retribuiu e desamassou o papel, revelando em grande escala:

"ME ENCONTRE NO BANHEIRO MASCULINO INTERDITADO, LITTLE BIRD"

Little Bird, esse era o apelido dado a Josh por Brendon, desde o dia que o garoto curou um pombo branco e o colocou para voar novamente. Ele, particulamente, gostava do apelido, era próprio para Josh.

Joshua olhou novamente e piscou para Brendon, confirmando sua presença. Assim foi feito. No intervalo, Josh rapidamente se dirigiu ao tal banheiro. Gostava de seus momentos a sós com o amigo, eles conversavam muitas coisas, na maioria subjetivas.

Quando chegou no portão do banheiro, ajeitou sua gravata azul, pertencente a Corvinal, uma casa que, de acordo com alguns alunos, Josh não pertencia. Ele nem se importava com tais comentarios, o que foi feito, esta feito! Josh respirou fundo e abriu a porta. Não havia ninguém, talvez ele ainda esteja vindo.

Joshua andou mais, observando atentamente os detalhes do banheiro, o ferro enferrujado, o estranho cheiro de água sanitária, os espelhos faltando pedaços; que lugar adorável para matar alguém e botar o terror.

- BUH! - Josh sentiu alguém o empurrar.

- AH! - Gritou e se virou.

- Cagão - Brendon disse rindo.

Josh riu e observou o raio de luz iluminando o cabelo negro de Brendon. O garoto era bem popular, bom com todos, cativante, e boa pinta. Praticamente perfeito. Quer dizer, até um certo momento.

- ...Então...o que foi? - Perguntou Josh, andando em direção a uma das pias, se encostando nela e ficando na diagonal de Brendon.

- Eu estive pensando, Josh. - Brendon pronunciou esta frase num tom divertido, assim como as próximas. - São 3 anos de amizade...

- 3 anos bem vividos - Riu Josh, assim como Brendon.

- Pode crêr! - Disse e correu levemente em direção a Josh, se encostando na pia ao lado e olhando para ele.

- E?

- Quando você ta comigo, sente algo a mais?

- Como assim? - Josh franziu as sonbracelhas, o encarando.

- Tu sente um chama acender, algo crescer dentro de você?

Josh ficou vermelho de vergonha. Era exatamente aquilo que se passava na alma do garoto quando estava e percebeu que Brendon queria chegar em algum lugar.

- Talvez...- Falou Josh pausadamente, inseguro.

- Um talvez mais provável?

- Talvez - Riu.

- Haha, idiota - Ironizou. - Bom, eu estava percebendo algo estranho em mim alguns dias atrás quando ficava com você. - Assim que falou, ele andou para frente, ficando dou outro lada e se encostou em uma das portas de uma das cabines.

- Sei... - Josh estranhou e caminhou para a frente, ficando a poucos passos do garoto. - Você gosta de mim, Brendon? - Josh foi direto e Lion corou, expressando um semblante surpreso.

- Nossa, bem direto. - E riu, mascarando sua vergonha. - Bom, acho que sim. Enfim. Acho que a gente podia ser mais que amigo. Ou tentar algo.

Josh ficou estatificado: - Espera, você quer ficar comigo?

Brendon não respondeu. Devagar, o garoto andou em direção a Josh, olhando para baixo e quando ficou a poucos centimetros dele, ergueu a cabeça, se entreolhando.

- Tenta descobrir. - Falou, alternando o olhar entre a boca e os olhos de Josh, quase sussurando.

Josh engoliu em seco e suspirou. Não iria perder a oportunidade, por que sabia que não iria acontecer novamente e Brendon desistiria dele. Sendo assim, lentamente, Josh aproximou seu rosto ao de Brendon e sentiu sua respiração quente bater em sua boca. Levou sua mão ao rosto do loiro, cobrindo sua orelha e então encostou os labios nos dele.

Ali ficaram. Estava um silêncio quase absoluto, só se ouvia os pássaros do lado de fora, e as gotas de agua que caiam numa das pias.

Os dois tinham os olhos fechados. Mesmo sendo só um simples beijo, eles sentiam seus espíritos se tocarem, fazendo o beijo ter significado.

Passos e risadas se aproximando.

- Mas que merda é essa? - Josh ouviu uma voz bem familiar soar pelo banheiro. Logo Josh e Brendon se separaram ao som do estalo do beijo e observaram os três garotos os olhando incrédulos.

- E-eu... - Josh tentou falar, mas foi interrompido por Brendon:

- Ele me agarrou! - Brendon exclamou se afastando bruscamente de Josh. - Você está maluco?

Josh direciou seu olhar para o garoto em sua frente. Ele expressava decepção em seu semblante. Josh queria e ia xingar o garoto, mas foi interrompido.

- Além de mula, é viado. - Aquela voz nojente pertencente a um embuste. - Marica nojenta. Sai daí Brendon, ele passou dos limites - Assim o fez. Brendon foi em direção a porta, enquanto o trio se aproximava de Josh.

Após isso, ele estava no chão, sendo chutado e espancado, sendo agredido verbalmente. Josh pode observar entre a fresta da perna de alguem, Brendon passar a mão nos cabelos e correr. Covarde. Josh confiou nele. Pior, Josh o amou imensamente, acreditava que ele era seu verdadeiro amor.

Por minutos, Josh foi atacado por três soncerianos, até que deixaram ele lá, imóvel, olhando para o lado, observando o líquido vermelho se espalhar.

Finalmente ele se ergueu e observou o local. Suas lágrimas queriam sair e ele deixou. O sentimento de solidão se abateu sobre ele, sabia que ninguém poderia o acolher naquele momento. Abraçou suas duas pernas e enterrou a cabeça nos joelhos.

Josh se sentia um nada. Um idiota por acreditar e confiar em alguem que não deveria. Talvez ele realmente fosse uma uma mula. O que aconteceu era prova disso.

|-/

- Josh? - O topete-rosa ouviu seu amigo Tyler o chamar ainda com a mão apoiada na sua, apertando. - A gente dormiu. - Tyler realmente estava com cara de ter acordado recentemente.

- Meu Deus, sério? - Josh se levantou do colo do amigo bruscamente.

- Acho que por bastante tempo. Deixa eu ver. - Dito isso, Tyler pegou seu celular com dificuldade no bolso traseiro da calça. - 1h24 da manhã! - falou quase como uma só palavra.

- Droga, temos que ir!

Rapidamente, Tyler e Josh conjuraram as vassouras e voaram pelos ares de Columbus. De repente, o ceu começou a piscar em luzes de raios e trovões, somado à forte chuva. "Não para!" Josh gritou para Tyler, sendo um pouco abafado pela chuva. Eles voavam em alta velocidade e a chuva os machucava um pouco, por estaram pouco vestidos.

Finalmente chegaram na divisa de suas casas. Assim que pousou, Josh deu um "Tchal" com a mão e abraçou Tyler ainda na chuva. Se separou e balançou a cabeça, fazendo seus cabelos molhados jorrarem água em Tyler como um cachorro. Os dois riram e Tyler antes de entrar, beijou seu rosto rapidamente.

Josh ficou estático com cara de paisagem olhando o rapaz andar encolhido da chuva em direção à sua casa ainda olhando para ele varias vezes. Ele suspirou e seguiu para seu lar.

|-/

Tyler entrou molhado e passou a mão em seus cabelo, os pressionando para sair o máximo de água.

- Tyler! - Aquela voz grossa e familiar. Era Chris. Possivelmente ja havia chegado da Macusa.

- Pai?! - Chamou.

- Venha aqui! - Sua voz parecia vir da sala e então, Tyler segui para lá.

Chegando, ele deu de cara com seu pai de braços cruzado com uma camisa social branca, calça preta e descalço. Aurora estava sentada na mesa, meio encolhida por saber o que estava por vir.

- Onde você esteve? - Disse Chris firme.

- E-eu estava com Josh, p-pai.

- À 1H DA MANHÃ, TYLER JOSEPH?! - Ele gritou e Aurora mais Tyler se assustaram. Ele estava ficando alterado, nunca era bom quando o Sr. Joseph ficava assim.

- Me desculpa, a gente conversou muito e acabamos caindo no sono. Não sei...

- Uma coisa, Tyler, só te pedi uma coisa! Ficar em casa! Nem isso você consegue fazer?!

- Pai, eu... - As luzes começavam a piscar por toda a casa, até as apagadas.

- Você nunca me escuta! É um imprestável mesmo! - As palavras de Chris acertaram, novamente, em cheio o coração de Tyler. Seus sentimentos foram misturados em tristeza e raiva, o fazendo rebater.

- Há, tal pai tal filho!

- Como é?! - O pai de Tyler elevou mais ainda a voz, avançando um pouco em direção a ele.

- Devo ser seu filho mesmo. Eu sou imprestável, você também é. - Enquanto Tyler falava, Aurora pôde observar uma mudança em seus olhos. Nada haver com o que expressavam, mas fisicamente, seus olhos se tornavam vermenho vivo. - Você nunca foi o pai que sempre precisei, sempre se escondia nas sombras da minha mãe. - Agora, sua voz estava duplicada. Uma mais grossa falava junto dele. - Agora eu sou imprestável?! Você é desprezível!

Pah!

O rosto de Tyler estava vermelho, virado para o lado. Chris havia lhe dado um tapa. Tyler o encarou com a mão no lugar da agressão, incrédulo. Chris nunca tinha o batido, foi a primeira vez, uma tensa primeira vez.

Antes que pudessem falar alguma coisa, uma explosão pode ser ouvida a uma certa distância lá fora. Depois gritos.

Chris correu para fora com o intuito de ver o que estava acontecendo. Tyler olhou para Aurora e os dois seguiram o Sr. Joseph. Chegaram la fora com a chuva ainda pior.

No final da rua uma casa pegava fogo. Haviam pessoas ali em frente. Chris estava correndo em direção a ela e logo em seguida, Tyler viu Josh saindo de casa correndo naquela direção.

- Eles ja devem ter contatado os bombeiros. - Disse Tyler. - Fica em casa, Aurora! - Ordenou e começou a correr naquela direção, tropeçando e derrapando por causa da chuva algumas vezes.

- O que houve?! - Perguntou Tyler quase gritando por causa da chuva para Josh.

- Tem uma criança la dentro! - Josh disse e correu para dentro da casa em chamas, junto a Chris.

- Josh!!! - Tentou o chamar, mas Josh não o ouviu.

Na rua em frente a casa, havia aproximadamente 5 pessoas, cujas duas abraçavam uma mulher chorando. Era uma bruxa, pois Tyler ja havia a visto no clube.

Tyler olhou em volta e viu um homem com macacão cinza levar um garoto de mãos dadas bem atras da casa. Josh e Chris saíram dela e Tyler conseguiu os chamar. Eles correram até ele já falando:

- Não há ninguém na casa! - Disse Josh.

Chris que foi falar com a mulher se direcionou onde os garotos estavam.

- Eu vi um homem levando uma criança bem ali. - Informou Tyler apontando para a lateral da casa em chamas.

- Vem Josh! - Chris chamou Josh.

Os dois seguiram a direção que Tyler apontou correndo e o mesmo os seguiu.

Atrás da casa havia uma densa floresta e como estava de noite, somado à chuva, Tyler se perdeu dos dois.

- Josh?! Chris?!! - Tyler chamava, mas nada. Ele andou com os braços cruzados andiante, mas estava escuro demais, como se não houvesse saída.

Barulho de passos ecoam pelo local. Tyler para e olha o seu arredor e se tranca de tanto medo. Os passos ficavam variando; uma hora estavam em sua frente, outrora atrás e dos lados. Pareciam várias pessoas presentes.

"Lumus" - Tyler conjurou a luz na varinha e num susto, revelou varios seres encapuzados formando um circulo em sua volta.

- Meu Deus, que merda é essa?!

Assim que ele disse, os encapuzados começaram a pronunciar palavras sem sentido. Tyler sentiu um puxão em seu estômago, que o fez gritar de dor. Sua cabeça começou a latejar, pois começou a ouvir barulhos desagradáveis.

O jovem de 17 anos sofria com as dores, enquanto os encapuzados cantavam em unissono uma música totalmente macabra. Tinham no mínimo 20 encapuzados perto de Tyler; cada um fazia uma coisa diferente. Uma parte cantava, outra parte aplaudia, outra ria, estava uma bagunça.

Tyler se contorcia no chão, o barulho feito pelas vezes daqueles seres estavam ficando mais alto e eles se aproximavam. Logo depois, Tyler sentiu sua barriga pegar fogo e os trovões serem mais violêntos.

- TYLER! - O garoto ouviu a voz de Josh o chamando e ao mesmo tempo, aqueles seres foram sumindo na escuridão, deixando o silêncio dominar. - Meu Deus! Tyler, o que aconteceu?!

Tyler sentiu que estava deitado em Josh e ele o segurava com força. Chorava. A dor tinha passado, mas a sensação e o terror que Tyler tinha sentido fora horrível.

- Tyler Tyler, fala comigo, por favor! - Josh ainda o chamava, mas Tyler estava em choque, ainda chorando muito aos soluços.

- Tyler! - Chris chegou correndo. - Oh meu Deus! O que houve?!

- Eu não sei, senhor. Eu encontrei ele no chão se contorcendo e gritando. - Josh finalizou.

Chris e Josh levaram Tyler para casa descordado.

Uma semana se passou, era sábado, 14h. Tyler estava sentado em sua cama, ouvindo Strong, de London Grammar. Às 16h havia reunião no CBC. Josh tentou ligar, mandou várias mensagens por estar preocupado, mas nem um sinal de vida de Tyler. O jovem de 17 anos ainda digeria o que aconteceu naquela noite de sexta-feira. Foi tão forte, tão dolorido e tão aterrorizante. Por que aquelas..."coisas" estavam ali, meio que cultuando Tyler? Não fazia sentido, na verdade, nada fez muito sentido depois que Tyler fez aquilo à sua mãe. E aquela maldita dor, do nada. Tyler sentiu algo a mais. Como se algo crescesse dentro dele, algo vivo, diferente e estrado.

"Toc-toc" esse som foi ouvido em sua janela

- Josh - Tyler gemeu de alívio o seu nome. Ele estava agachado na janela, olhando para Tyler com aquele sorriso que matava o garoto. Josh entrou no quarto e se sentou na cama, bem em frente ao garoto, perto de suas pernas. - E-eu...me desculpa por não te responder.

Josh segurou um de seus pés com força.

- Relaxa. Está tudo bem. Na verdade, eu queria saber como você está. Seu pai me falou que você não têm saído do quarto. - Josh falou e certo silêncio pairou no ambiente. - O que aconteceu lá?

A música foi trocada, agora tocava Youth, de Daughter. Tyler passou as mão nos cabelos e suspirou. Saiu da antiga posição e se sentou bem ao lado do amigo com os pés no chão.

Finalmente, Tyler contou tudo o que aconteceu. Porém, enquanto contava, uma angústia subiu em seu coração, como se ele estivesse voltado ao momento do tormento. Ouviu a gritaria e cantoria bem em seus ouvidos e desabou.

- Ei, Tyler! - Josh o chamou enquanto Tyler apoiava as mãos nos ouvidos com força, chorando.

- Consigo ouvi-los - Tyler disse com a voz trêmula e angustiante, rangindo os dentes. - Eles estão na minha cabeça. - Quando disse isso, Tyler jogou seu tronco no colo de Josh e o mesmo o abraçou ainda com as mãos no ouvido.

- Shhh - Josh passava a mão em seu cabelo. - Shh, ei Tyler, calma.

As vozes pararam na cabeça de Tyler, mas ele não disse nada, se sentia bem nos braços de Josh.

- Ei, vamos sair, descobri um lugar foda pra relaxar. Você precisa e eu também. - Disse Josh, quando Tyler parou a choradeira. Ele apenas assentiu e os dois sairam.

Enquanto andavam pelas ruas, Tyler apoiava a cabeça no ombro do amigo, com um dos braços envolta do pescoço. Algo crescia dentro de Tyler; não o lado estranho, mas algo relacionado a Joshua. Além de ficar muito bem com o amigo, Tyler sentia certa atração sexual por ele. Ele gostava de seu cheiro totalmente natural, deslumbrava seus olhos quando o rapaz tirava a camisa, seu coração batia forte quando ouvia sua voz.

Tyler estava confuso e perdido, mais perdido que cego em tiroteio em relação a tudo. Dúvidas começavam a surgir em sua mente, não só em relação a Josh, mas a tudo em sua volta.


Notas Finais


Hauhauhauahaua
Olha os sentimentos aflorando no jovem Tyler hehe :3

O que vcs estão achando? Começei a me animar com a história de novo. Várias ideias surgiram na minha cabeça, mds. Difícil é passar pras palavras. Mas vamo ae, tem muita lenha pra queimar ainda.

Vou tentar lançar um capítulo por semana. Começaram as aulas de novo e fica sad pra eu planejar e escrever.
Posso até demorar, mas é certo que vou entregar com qualidade.

Ainda quero saber o que estão achando, comentem!!


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