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História Treinada para lutar - Capítulo 1


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Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!! Brigada😁

Capítulo 1 - Cap 1- Alice


Colômbia, 2020

Colômbia... mamá sempre quis visita-la. E adivinha, acabamos de embarcar em um voo para lá em comemoração ao seu aniversário. Me lembro quando ela chegou em casa toda animada para dar a notícia, ela estava tão feliz... que mal fazia ideia do que estava por vir.

Assim que chegamos, fomos direto pro hotel onde estávamos hospedados, porém como já era tarde fomos apenas a piscina. No dia seguinte pegamos um ônibus junto com outras pessoas para uma praia famosa de lá, passamos o dia inteiro e na hora de ir embora foi quando tudo aconteceu. Todos já estavam no ônibus, estávamos prontos pra partir rumo ao hotel, só que acabou que ninguém acabou chegando lá.

Não me lembro ao certo o que aconteceu, tudo o que sei é que acordei em um hospital, dolorida e com uma faixa cobrindo os meus olhos. Nunca fui muito boa com sentimentos, mas tive certeza disso quando me disseram que minha família havia morrido e nem sequer uma lagrima caia dos meus olhos.  Depois de 10 dias sem poder enxergar tiraram a faixa e, o que antes era um marrom escuro, agora era um branco perolado com uns traços de preto. 

Sabia que se voltasse para o Brasil iria ser mandada para um orfanato, então segui os conselhos de minha falecida avó e segui a tradição da minha família, ou como ela gostava de dizer, meu clã. Quando todo menino completava seus 15 anos, ele era mandado para o seu país de descendência e lá era treinado até completar os seus 20 anos, aí eram selecionados os melhores para representar o clã. Muitos se recusavam a servir e com a pressão acabavam se suicidando.

Como descendência temos a Itália e a África, porém a muito tempo atras tinham aqueles com descendência japonesa. E de todas as pessoas que poderiam nascer com essa descendência, logo eu fui escolhida para esse cargo.

Porém, como eu disse antes, apenas os meninos iam treinar e raramente uma menina entrava no programa e, as que conseguiam, nem sequer chegavam perto de serem escolhidas para a AMBU.

1 semana depois

Eu havia pego um voo para o Japão, graças as economias que tinha feito desde meus 5 anos, que não foram muitas por sinal. 

Como eu já disse anteriormente, iam aqueles que completavam 15 e raramente entravam mulheres, e lá estava eu uma menina com apenas 13 anos indo para o Japão cumprir o legado de sua família. 

Desde pequena já treinava junto a meu irmão mais velho, sou considerada um prodígio e, por conta da minha descendência, possuo dois poderes oculares: o sharingan e o byakugan. Geralmente as crianças, com a descendência japonesa, só despertam apenas um deles, o que faz com que eu me torne perigosa aos olhos da sociedade.

Horas depois o avião havia pousado, lembro-me exatamente dos olhares espantados ao verem um AMBU se aproximar de mim. Entramos em um carro preto e fomos direto a sede, sem perguntas, sem palavras, apenas o silêncio.

Chegando lá fiz o teste e como o esperado havia passado, realizei missões de pequeno porte, como transporte de pergaminhos e transporte de pessoas importantes. Depois de 2 meses fui chamada oficialmente para a AMBU.

2 anos depois, atualmente

Agora aqui estou eu treinando sozinha como sempre, depois que despertei o meu manguekyou nenhum menino se atreveu a chegar perto de mim e é melhor assim, tudo o que eu toco ou me relaciono acaba morrendo.

Como sou a unica menina aqui sempre fico recebendo comentários ruins e xavecos ridículos, receio que se isso permanecer minha paciência irá acabar.

Continuo com o meu treinamento até que sou chamada para a sala do nosso supervisor, o que é muito estranho, pois minhas missões já acabaram. Entro em sua sala e espero ele começar a falar

- Olha...eu sei que está de folga das missões porem temos um menino transferido e preciso de alguém para treina-lo- ele diz 

- E por que você não pede para outro ninja- 

- Porque depois de décadas temos um menino com sharingan- ele fala se levantando e vindo em minha direção

- Entendo...Mas não espere que eu pegue leve com ele- 

Saio de sua sala e vou para o meu dormitório, tomo um banho e me deito ( espero que ele não me trabalho ).

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Me levanto da cama, tomo um banho e coloco um top e shorts, não é porque estou rodeada de meninos que tenho que treinar presa dentro de um moletom. Saio do meu dormitório e vou em direção a arena, vou para um lugar distante de todos e passo a alongar.

- Oi princesa, você não acha que essa roupa ta mostrando muito- um menino diz me secanto com os olhos

- Se eu fosse você ficaria na tua, não to com paciência hoje- 

- E se eu fosse você abaixaria esse tom, tá muito assanhadinha pro meu gosto- diz se aproximando demais com um sorriso malicioso

Ele tenta pegar em minha cintura, mas em um movimento rápido afasto sua mão e lhe dou um soco do rosto, fazendo com que todos parassem o que estavam fazendo em passassem a olhar para mim como se fosse uma louca.

- Jamais ouse tocar em mim novamente- digo olhando para o ser deitado no chão- ISSO É PRA TODOS VOCÊS-

Termino de falar e vou em direção a saída da arena, mas paro assim que sinto alguém se aproximando de mim rapidamente, ( hoje não é o meu dia ). No ultimo segundo desvio de um chute direcionado a mim

- Você não cansa de apanha não? - pergunto me preparando para lutar

- Pelo menos eu tenho uma família - 

- .....

- Todos sabemos que você não tem família, a garotinha sobrevivente do atentado, você não é nada alem de uma órfã-

- CHEGA - ativo meu sharingan e vou correndo em sua direção

Começamos a trocar chutes e socos, ninguém se atrevia a tentar parar a briga.

- Seus pais deveriam estar muito decepcionados com você, não consegue nem me acertar um soco direito - 

Lhe dou um chute no estomago e em seguida um soco no rosto, ele cai pra traz, subo em cima dele e lhe dou sequencias de socos em seu rosto. Só paro quando me tiram de cima dele, viro de costas e ando para a saída, mas antes de sair escuto ele falar

- é por isso que seus pais morreram, eles não queriam ter uma filha bastarda - ele diz em um sussurro 

Foi ai onde perdi todo o pouco de sanidade que restava em mim. Corro em sua direção com uma kunai na mão, pronta para acabar o que comecei. Porém antes mesmo de acerta-lo sou parada por 5 AMBU's, dois segurando meus ombros, um me segurando por traz, um na minha frente empurrando minha cintura pra traz e um com a mão na minha cabeça.

- Eu to bem, já podem me soltar -

Eles me soltam e ficam me encarando, saio da sala de treinamento e entro no corredor dos dormitórios vendo uma figura nova.

- Oi, eu sou nov..- o desconhecido tenta falar

Entro no meu dormitório o ignorando, esse dia não tá colaborando pra mim.


Notas Finais


Essa n é a minha primeira história, mas tenham paciência e me cobrem pra postar novos capítulos, tanto nessa quanto na outra história!!!!
Como sempre, desculpe pelos erros, se puderem comentem o que vcs estão achando e votem!!! É importante pra mim, acaba me dando um incentivo a mais pra continuar escrevendo!!😁😁😁😁


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