História Trevas - Capítulo 1


Escrita por: e Libellule

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson
Tags Jackbam, Libellule, Sobrenatural, Transbordar, Wob
Visualizações 72
Palavras 3.329
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


helou, voltemos com mais um tema~ espero que gostem da fic o tanto que eu gostei de escrevê-la!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Trevas - Capítulo 1 - Capítulo Único

Acordei ao que o carro freou de forma violenta. Por um momento, quis xingar o cocheiro. Meus sentidos ficaram desorientados por alguns segundos, mas logo prendi-me a realidade. Olhei em volta confuso, a viagem pareceu muito mais curta do que uma vez me lembrara, ou talvez a ansiedade de revê-lo me deixou com a sanidade abalada. Com um suspiro, ajeitei melhor as roupas finas em volta do peito, uma sensação avassaladora de temor me tomou como um bobo, o frio que subiu pelo corpo deixou-me estranhamente trêmulo. A porta do carro foi aberta, o mordomo que me esperava do lado de fora não me fez menos ansioso.

Seu rosto velho contava milhares de histórias, mas nenhuma delas parecia boa. Em um pulo, sai do veículo, caminhando logo atrás de si em passos curtos, mas rápidos. Ele era esguio, a pele pálida não parecia tratada de vitaminas há tempos, o que era irônico, pois a mansão era recheada de portas e janelas. Abrir as cortinas aparentemente não era costume dos moradores daqui. Hesitei, por um momento, ao me ver em frente a construção monstruosa. Minha casa agora era grande, mas a dele era imbatível, a maior da região sem dúvidas. Contudo, apesar de ser majestosa em tamanho, era amargamente vazia em aconchego.

A combinação de objetos e cenários não me deixava mais tranquilo. O clima frio e úmido da pequena cidade afastada me fazia tremer os ossos, o lago próximo a mansão parecia como um manto de lágrimas gélidas, uma sensação caótica me abatia sempre que pensava na possibilidade de me aproximar dele. Ao fundo, depois do extenso lago, a floresta que rodeava a cidade se estendia até as montanhas ao fundo. As árvores de troncos escuros e folhas igualmente sem vida remexiam ao vento, e o barulho delas se arrastando pela grama causava-me arrepios. Voltei-me para casa, percebendo que fiquei minutos parado em frente a porta. O mordomo ainda me esperava.

— Perdão. — Murmurei, envergonhado.

Não recebi resposta. Ele voltou a andar como se flutuasse pelo chão de mármore. O acompanhei ainda receoso, evitando olhar para as pinturas de pessoas nuas e sofrimento eterno. As paredes eram forradas de panos estampados, como em um castelo real, e o assoalho de madeira escura parecia prestes a me sugar. Apesar da tentativa, as velas de chama amarelada não me remetiam a aconchego, apenas deixavam o local ainda mais assustador. Abracei meu próprio corpo, focando meus olhos nas costas largas do mordomo, subindo pela escada de degraus forrados com um tapete muito belo, talvez indiano. Eu sabia que ele tinha pedido que acendesse as velas porque eu viria.

A falta de palavras me agoniava. Não só ela, mas também a falta de vida. Nem mesmo animais se via por perto, sequer formigas; duvidava que elas existissem. Conforme me aproximava de seu escritório, sentia o sangue congelar dentro das veias, esfriando cada vez mais. Reprimi outro suspiro, atravessando o corredor de portas escuras o mais rápido que pude, ignorando a sensação estranha em meu estômago. Naquele momento, sentia-me dentro de uma montanha russa, ou sonhando que estava caindo. O vazio na barriga era simplesmente aterrorizante e desesperador.

Paramos em frente a porta do escritório dele. De repente, senti-me ainda mais ansioso. O mordomo abriu a porta, liberando o acesso, mas não ousou atravessar o patente; eu estava sozinho, ele queria deixar isso claro. Mordi o lábio inferior, nervoso, forçando meu corpo para dentro. Ao que a porta bateu atrás de mim, fitei o escritório tão conhecido por mim. As coisas continuavam iguais, os mesmos livros, quadros, instrumentos musicais e, ironicamente, documentos sobre a mesa. Ele sempre estava a cuidar de pendências financeiras com o banco, os empresários de outras cidades deviam-lhe montanhas de dinheiro.

— Você é tão pontual.

Sua voz sempre soou prazerosamente arrastada. Como quem canta uma canção de ninar, ele fala tranquilamente, sorrindo ciente do estrago que causa em mim. Mesmo bravo, seu tom permanece o mesmo, o que é quase engraçado levando em conta como se deixa levar por sentimentos negativos tão facilmente. O homem à minha frente, apesar da aparência jovial e gentil, é perverso em muitos níveis que sequer posso imaginar. Não digo isso com provas, mas também não há dúvidas. Com seus olhos ônix, sei bem do poder que ele exerce, como também compreendo como joga entre os membros do parlamento.

Bambam é cruel e isso me tira a sanidade de milhares de maneiras erradas.

— Não sou pontual. Você é, afinal o carro que me busca nunca errou sequer um minuto, ele até se apressa se for necessário. — Aproximo-me de sua mesa, sentando-me no belo sofá em tom vinho, cruzando as pernas. Ouço o rir.

— Acho estranho a voz receosa carregar palavras tão decididas. — Provoca, virando-se em minha direção com um sorriso. — Ainda não sabe fingir bem, Jackson.

— Prometeu que me ensinaria a sobreviver dessa forma, os treinos não estão sendo efetivos.

Seus lábios carnudos acompanham a maldade de seus olhos. Seu sorriso, apesar de lindo, é de tirar o fôlego, e não de uma forma boa, ou ao menos não de uma forma que remete a algo são.

— Muito melhor. — Parabeniza minha atuação, levantando-se. Solto o ar que sequer sabia prender, acompanhando-o com os olhos. — Aceita algo para beber?

— Não, obrigado!

Ele me fita, ainda sorrindo.

— Você fica mais gostoso cheirando a álcool, Jackson.

Não o respondo. Bambam vai até uma pequena mesa e escolhe uma garrafa de whisky pela metade. Ele não pega nenhum copo, apenas volta andando para perto de mim como um modelo, mas também semelhante a um verdadeiro predador. Senta-se ao meu lado, ocupando o espaço vazio do estofado. Suas pernas longas se enroscam nas minhas, seu cheiro forte e amadeirado rapidamente toma conta de nós dois. Mexo meus dedos nervosamente sobre minha coxa, ele não faz nada em frente a mim, apenas me observa saboreando de sua bebida. Talvez esse seja o mais divertido para ele. Bambam sabe que estou ansioso.

Nos conhecemos há seis meses, em Londres. Caminhava pelas ruas do subúrbio sem rumo, havia fugido de meu país natal e revirava a cidade atrás de alguma oportunidade para uma vida melhor, qualquer uma. Me envolvi numa intriga logo que virei a rua; dois homens altos discutiam audivelmente, mas não usavam os punhos. A aparência de ambos era fantasmagórica, com veias esverdeadas saindo da região dos olhos até as extremidades do rosto, os olhos vermelhos como sangue recém coagulado e os lábios manchados deste. Presas afiadas escapavam de suas bocas, prontas para rasgarem o que fosse necessário em prol da sobrevivência.

De primeira, achei-me louco. Era uma cena muito impossível, contudo eu estava sóbrio e também duvidava da minha própria capacidade de enlouquecer, apesar dos momentos ruins que enfrentava. Prestes a correr, fui visto por um deles, que deixou seu companheiro de lado e rumou até mim com passos firmes. Seus olhos pegavam fogo, eram tão puxados quanto os meus, mas menores. Sua postura, apesar de firme, vacilava um pouco, aparentemente ele tinha um machucado na perna. Dias depois, descobri que ele se chamava Jaebum, o outro, que não avançou sobre mim, Youngjae.

Jaebum segurou minhas roupas e puxou-me com facilidade para onde estava. Respirava de forma pesada, seus fios negros como petróleo estavam extremamente bagunçados. Ao que se aproximou de Youngjae, atirou-me na direção dele, bufando.

— Pronto, inferno! — Gritou, completamente enfurecido. — Não estava a reclamar de sua vida monótona e chata longe de mim? Arrumei-te uma diversão!

Youngjae pareceu ofendido ao que me arrastou para longe do outro.

— És louco, Jaebum? — Ralhou, segurando-o pelo colarinho, a raiva transbordando de seus olhos escarlate. Eu tinha mais medo dele, sempre tive. — Os dias na América o deixaram assim? Não irei me ocupar com um humano.

— Não disse que a efemeridade que o assolava era a saudade? Pois junte-se com esse humano e torça que ele não morra de alguma doença!

— Eu gostaria que você fosse humano, rato. — disse de forma amarga, uma feição decepcionada enfeitava seu rosto. — Adoraria te ver queimar no fogo implorando por imortalidade, apenas para te transformar em um vampiro novamente e me deliciar com seu sofrimento por conta da eternidade, ainda mais sabendo o quão ruim é sofrer da doença que sofremos... Oh, não, espere! — Riu ironicamente. — Isso aconteceu comigo, não é? Foi ao contrário, que hilário!

Jaebum se aquietou, aparentemente magoado.

— Eu nunca, nunca, gostei de te ver sofrer... Também não fiz o que fiz por egoísmo, eu realmente o amo e, naquele momento, pareceu minha única escolha.

Youngjae parecia prestes a chorar.

— Que ótimo, não é isso que parece. — Resmungou, soltando-o. Seu rosto foi tomando a forma normal, assim como a de Jaebum. Ambos agora estavam pálidos, mas sem olhos vermelhos e veias aparentes. — Estás feliz agora, homem? Trouxe um humano ao meio de nossa briga, o que faremos?

— O matamos, não é simples? — Murmurou, confuso. Youngjae o fitou impaciente. — Não me olhe assim, sabe bem que prezo mais por ti que qualquer humano frágil.

— Estou surpreso que o parlamento ainda o mantém. — Rolou os olhos, virando-se em minha direção. — Me desculpe por isso, senhor.

Recuei, confuso.

— Não irá me matar, irá?

— Eu realmente não queria, mas não há outra escolha. — Sorriu, talvez da forma mais gentil que conseguiu. — Acredite, estarei te livrando de um fardo. Viver, seja por quanto tempo for, é um suicídio lento. Ou foi o que li em um livro.

Prestes a me enforcar de maneira rápida, uma bengala muito bela o atingiu o braço. Youngjae grunhiu de dor, soltando-me no susto. Ao que o fitei, Jaebum já estava em frente ao outro, pronto para protegê-lo, mas recuou ao observar quem agora se colocava em minha frente. De início, assustei-me tanto com sua aparição surpresa que gritei e me encolhi, mas naquele momento, seguro, o observei. Ele era alto, os fios negros caíam de uma forma muito bela pelo seu rosto jovem, como um verdadeiro adolescente. Os lábios carnudos brilhavam, seus olhos reluziam a cor escarlate muito bem.

Ele também era um deles.

— Que agradável surpresa, cavalheiros. — Seu sorriso, apesar de toda a bondade aparente, continha um humor negro e maldoso quase imperceptível aos desavisados. — Cheguei em bom momento?

— Por deuses, os ratos da rainha andam em todos os lugares hoje em dia... — Jaebum grunhiu, rolando os olhos. — Quer nos matar do susto, Bambam?

— Não seja rude, Jaebum. — Riu, deixando a bengala de lado. Os detalhes em dourado dela me chamaram atenção, era ouro puro, certamente. — Afinal, também és um rato da rainha, não?

Ele resmungou algo, ajeitando a postura.

— Não tem como deixá-lo vivo. O homem viu nossa briga, sabe o que somos.

Bambam então tornou-se a mim, sorrindo. O brilho em seus olhos parecia mortal.

— Tenho certeza que posso convencê-lo de que o que viu não foi nada.

Desde aquele dia, nos encontramos em sua casa. A princípio achei que seria morto de qualquer forma, e implorei por minha vida quando vi o carro se aproximar com os dois belos cavalos negros. Nem mesmo o cocheiro quis me ajudar, ele parecia apenas um simples robô pronto a receber ordens. Fiquei o caminho inteiro a pensar o que faria, temendo pela vida que recém tinha adquirido. Bambam não fez muito para me acalmar, pelo contrário, permaneceu a viagem toda me observando de forma divertida, dedilhando seus dedos pelas próprias coxas magras.

Quando chegamos em sua casa, ele disse que queria negociar. Ofereceu-me dinheiro e ouro, jóias e todo tipo de pedraria importante. Ele estava me comprando. Não quis aceitar, meu orgulho era tamanho, mas sabia que do outro lado da balança estava minha vida, então decidi não ser teimoso. Estava a passar por problemas financeiros de qualquer forma, talvez ceder a corrupção humana que tanto me tentava não seria tão ruim assim. Pensei que aquele seria nosso único encontro, contudo minha curiosidade me fez tomar caminhos que, agora observando melhor, estão longe de ser seguros.

Criamos um tipo de relação. Eu me mostrei muito interessado em sua forma de vida soturna e misteriosa enquanto ele se mostrou muito interessado em meu físico. De começo, levava-me a lugares inóspitos, mostrava-me a forma que os humanos viviam nos subúrbios, contava-me segredos do parlamento. Virei seu confidente. Bambam contava-me o que podia e não podia, me comprava o mais belo tecido para exibir o jovem humano tão bonito que tinha arranjado, pagava pintores franceses e alemães para me imprimir em telas enormes. Ele, por um momento, chegou a segredar-me que éramos perfeitos um para o outro.

E talvez fossemos, mas ele não aprendeu a me amar, e eu também nunca soube o que era isso.

— Se fica tão ansioso em vir aqui, deveríamos nos encontrar em sua casa. — Puxou-me para perto. Eu, sem vergonha alguma, levantei-me e sentei em seu colo da forma que consegui. Aquele sofá, apesar de espaçoso, não nos recebia bem como eu desejava. — Não fique com medo, Jack. Ninguém irá te machucar aqui.

Por muitos momentos, fui ameaçado por andar com Bambam. Ele era um cão da rainha, obedecia qualquer ordem dela e cuidava do parlamento da forma dele — o que, em minha cabeça, não soava bom. Em certos dias, precisei ser escoltado para o centro de Londres para vê-lo, pois atacavam minha casa e eu não podia permanecer nela. Então ambos nos mudamos para uma cidade mais afastada, apesar dele ficar longos dias fora. Ainda temo ser atacado, ameaçaram atear fogo em minha casa um dia, nunca me esquecerei do pavor que passei.

— É difícil. — Murmurei, tocando seu rosto. — Sinto-me vigiado a todo momento.

Bambam sorri.

— Sou apenas eu, te garanto. — Sussurra, deixando a garrafa de lado, tocando-me as coxas de forma depravada. — Eu te acompanho em todos os lugares.

— Não sei se isso me deixa mais calmo. — Rimos, Bambam aproxima-se de mim, plantando beijos molhados em meu maxilar.

— Retiro oque disse sobre você ficar melhor cheirando a álcool... — Arrasta suas presas pelo meu pescoço, fazendo-me arfar. — Seu cheiro e gosto natural são... Perfeitos.

— Bambam... — Sussurro em tom de alerta, apertando seus fios entre meus dedos.

Ele ri soprado beijando meu pescoço e apertando-me entre seus braços como quem depende disso para viver. Eu arfo com o atrito de nossos corpos, o movimentar dele, apesar de sereno, tem uma intensidade capaz de deixar-me arrepiado por completo. Suas mãos, antes em minhas coxas, caminham até minhas costas as arranhando ainda por cima do tecido. Com um murmúrio, levanto-me ligeiramente, e elas descem até minhas nádegas, apertando-as. Suspiro pesadamente, arrastando minhas mãos pelo seu corpo, apreciando sua pele pálida. O toque de Bambam é frio, mas me aquece em demasia.

— Como pode ficar tão excitado com tão pouco, Jack... — Beija-me os lábios brevemente, novamente ocupando-se em distribuir beijos pelo meu rosto em seguida. — Dessa forma, meu ego ficará enorme.

— A culpa é sua. — Sussurro, percebendo como o volume em minha calça se formou rapidamente.

Bambam me fita com seus olhos escuros. Ele é trevas por completo. Seus dedos vão até meu peitoral e começam a desabotoar minha camiseta fina de cetim, botão por botão, observando-me maliciosamente. Minha pele, agora exposta, cede aos seus toques rapidamente, avermelhando-se conforme suas unhas arranham-na. Bambam expõe um de meus ombros, beijando-o, me fitando em seguida. Sinto-me ansioso apenas por saber o que vem a seguir, mordendo meu lábio inferior conforme vejo seu sorriso tão belo enfeitar seu rosto. Ele sabe que eu adoro essa parte, mesmo que negue por conta da vergonha.

— Posso?

Concordo, vendo-o rir.

— Ah, Jackson. Você me faz bem até demais.

Antes que possa retrucar, suas presas rasgam a pele de meu ombro. Aperto seus fios entre meus dedos com a dor, suspirando extasiado em seguida. Bambam suga meu sangue lentamente, apertando minhas coxas no processo, caminhando uma de suas mãos até meu membro. Arfo ao senti-lo me apertando suavemente sobre o tecido, gemendo baixinho ao vê-lo lamber o sangue que sai de meus ombros. Os lábios de Bambam estão vermelhos, ele os lambe antes de voltar a me beijar. Apesar disso, sinto o gosto férreo em sua língua, e isso, apesar de estranho, me deixa louco. Mexo-me sobre seu colo, atritando nossos membros, gemendo ao que ele voltou a me tocar.

— Confesso amar o fato de você ficar excitado quando eu te mordo. — Murmura, desabotoando minha calça dessa vez.

— Eu gosto quando você me devora.

Ele me olha, a escuridão dele me envolvendo completamente. Bambam retira meu membro para fora, me fazendo gemer em deleite. Ele sorri, animado.

— Eu poderia fazer isso o dia inteiro, amor.

Bambam começa a tocar-me mais intensamente, deixando sua mão subir e descer sobre meu pau de forma ligeiramente rápida. Gemo mais alto começando a rebolar sobre seu colo, delirando ao sentir seu membro contra minha bunda. Arrasto-me sobre seu colo para frente e para trás sentindo-o por completo, esfregando meu corpo atrás de mais e mais contato. Bambam também deixa um arfar escapar de seus lábios, deixando meu membro por um segundo para segurar-me no lugar, ditando meus movimentos. Ele, com as mãos em meu quadril, começou a tornar tudo lento, mas estranhamente prazeroso.

— Eu quero você dentro de mim... — Digo baixinho, com tom arrastado. — Agora.

— Não negarei tal pedido. — Sorri.

Com os joelhos apoiados no estofado, levanto-me de seu colo e fico de pé, retirando minhas roupas por completo, deixando-o livre para desabotoar a própria calça, abaixando-a junto com a peça íntima. Bambam toca o próprio pau por um momento, gemendo baixinho ao espalhar o pré-gozo por ele. Mordo o lábio, ansioso, fitando-o com expectativa. Bambam ri, puxando-me de volta para perto, segurando minha cintura com uma mão e seu pau com a outra, me fazendo descer por ele lentamente. Solto um arfar de satisfação, sentindo-o me invadir cada segundo mais perto do meu ápice. Ao que entra completamente dentro de mim, soltamos ambos um gemido de alívio.

Começo a me mexer sedento por mais. Bambam não tenta me controlar, ele apenas relaxa e acaricia minha pele calmamente, sorrindo sempre que encontra meus olhos. O som de nossas peles se chocando me deixa enlouquecido, apoio-me em seus ombros e começo a ir cada vez mais rápido, observando como ele deixa sua cabeça pender para trás e geme, sem se preocupar se está sendo alto demais ou não. Hora ou outra, vou lentamente, sentindo-o por completo, subindo e descendo pelo seu pau, enquanto Bambam apenas suspira, extasiado demais para dizer qualquer outra coisa. Sinto-o tocar meu ponto sensível, e não consigo evitar todos os gemidos manhosos que escapam de minha boca. Ele sorri.

Volto ao ritmo mais rápido, sentindo meu ápice cada vez mais perto. Cada vez que o sinto alcançar aquele lugar, não consigo evitar o barulho que escapa de minha boca e os espasmos loucos que me fazem rolar os olhos. Em pouco tempo, sinto-me livre, gemendo ligeiramente mais alto, dizendo seu nome em sussurros enquanto continuo me movendo para alongar mais ainda a sensação boa. Bambam sorri, beijando meus lábios. Saio de cima de si o fazendo sair de dentro de mim soltando um pequeno arfar com a estranha sensação de estar vazio. Ajoelho-me a sua frente, vendo-o tomar o próprio pau e passá-lo suavemente sobre meus lábios, provocando-me.

— Abra a boca, Jack. Sei que adora me provar.

Obedeço-o, engolindo seu membro ao máximo que consigo. Começo a chupá-lo, arrastando minha língua por ele; ao mesmo tempo que faço isso, também volto a ficar excitado, pois a visão de tê-lo bagunçado é uma das mais prazerosas possíveis. Por alguns segundos foco em sua glande, vendo como ele se desespera e puxa meus fios em alerta, informando-me que está próximo de seu ápice. Ao que continuo sugando apenas sua glande, ele goza e eu engulo tudo. Após alguns segundos de espasmos, Bambam se vira para mim e me puxa pelo queixo, beijando-me com volúpia e necessidade, sussurrando sobre meus lábios o quanto precisa de mim para sentir-se vivo. É nesses momentos, apesar da ansiedade constante de viver em sua presença, que me sinto muito amado.

Bambam é trevas, mas eu nunca tive medo de escuro.


Notas Finais


espero q tenham gostado! obrigada @min_lanne pela betagem e amor ao wob sz


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