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História TRÍADE- Imagine G-Dragon (Big Bang) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Eu sei que não deveria estar criando uma fanfic nova, mas acabar as outras. Porém eu não consigo resistir. ㄱㄱㄱ


Boa leitura nessa quarentena para vocês!

Capítulo 1 - O começo do fim.


Fanfic / Fanfiction TRÍADE- Imagine G-Dragon (Big Bang) - Capítulo 1 - O começo do fim.

                2030 - Era Tríade 

            UMA SEMANA ANTES

- Pega ela  - Gritava um dos soldados correndo atrás de mim. Sua voz era rouca, abafada pela máscara da armadura. O barulho de seus pés contra o chão sujo formavam um coral. Os tiros de sua arma eram como músicas, em um ritmo perfeito. 

Corro sem preocupação, sou tomada pelo cheiro do esgoto. O submundo estava perto, a visto um antigo museo. O que um dia carregava arte e beleza em suas paredes, hoje é manchado de sangue, caindo em ruínas. Entro pela porta já quebrada, consequência dos vários adolescentes que encontravam diversão em ruas que só carregavam dor. Eu sabia o que fazer, sigo em direção às escadas, subindo escadas, virando curtas, abrindo e fechando portas, pulando e trocando de prédio. Não importa o quão rápido os soldados eram, eu sabia que era mais. Eu conhecia as ruas melhor do que a mim mesma.

Não demora muito para as vozes dos soldados serem apenas um sussuro, anunciando que mais uma vez eu a via conseguido escapar.

Olho ao redor e um sorriso vitorioso se forma em meus lábios.

- Em casa finalmente. - Digo feliz de estar novamente ao submundo.

Ando pelas ruas com cada mão segurando uma alça das minhas mochilas nas costas. Minha respiração se torna leve enquanto olho ao redor e caminho tranquilamente. 

- Boa tarde S/N 

Me viro para trás nas pontas dos pés  ainda em movimento, levando minha atenção ao senhor que cuidava de seu bar.

- Boa tarde, senhor Yang! - Digo já com as mãos balançando no ar.

[...]


Já em frente a uma boate do submundo, entro sem aviso. As pessoas vem me cumprimentar sem cerimônia, já tendo consciência de quem eu sou. Não demora muito tempo para eu avistar quem procurava.

- Como vai meu cliente preferido? - Digo já me aproximando da bancada do bar da boate, onde o homem em seu terno branco bebia.

- Branco? Não combina com o submundo. - Falo sincera o lembrando que o submundo não é Tríade. E sim um local destruído e sujo.

- O que tem para mim hoje? - Diz o mesmo me lançando um sorriso e tirando sua atenção da moça que roçava em seu corpo.

- Muitas coisas. - Respondo já apoiando minha mochila na bancada do bar e sentando em uma das banquetas. 

- Ow, S/N. Me consegue um amplificador. - Diz Kim se aproximando.  Kim aos poucos se tornava um cliente fiel.

- Vou pensar no seu caso, jovem. - Falo com a sobrancelha erguida - Boatos dizem que você e seus amigos idiotas querem ir para Tríade. Vocês enlouqueceram?

- Você consegue, a gente também pode.

- Ela é uma Kailan - Diz o barman me olhando por baixo de seus cabelos que tampavam os olhos.

- Eu vim para negócio, vamos continuar. - Falo tentando diminuir o assunto o que acaba sendo inútil porque o jovem rapaz continua.

- O que tem ela ser uma Kailan?

- Aigo, chega Kim

- Obrigada Léo - Respondo já revirando os olhos para Kim que sai chateado.

Léo era meu melhor cliente, era o mais rico do submundo... e meu melhor amigo. Ambas coisas não fazia sentido, ele era rico demais para morar no submundo e não em Tríade. E era mulherendo demais para ser meu melhor amigo.

Mexo em minha mochila, tirando as mais diversas peças para computador. 

- Eu não acredito que você conseguiu tudo que eu pedi! - Diz o mesmo conferindo cada peça.

- Nerd - Falo ao ver a animação de meu amigo. Léo já era um homem, mas eu ainda o via como um menino. O meu menino.

- 2000 euros globais cada peça, ok? - Falo lhe lançando uma piscadela.

- Cada peça? - Ele diz esbugalhando os olhos em protesto - Qual é AY, a gente é quase irmãos. 

Fecho minha cara ao ouvir o apelido dado pelo mesmo a mim quando eu tinha 7 anos.

- Negócios são negócios, meu menino 

- 1500

- 2200

- 1600

- Eu vou aumentar para 3000 - Aviso o mesmo que parece desistir da negociação.

- 2000 globais cada? Pega. Vou ficar com todas. 

Dou uma última contada, guardo o dinheiro e fecho a mochila. 

- Tchau Léo  - Falo me despedindo com um selar em suas bochechas.

O mesmo me retribui com um sorriso

[...]

Enquanto cruzo o grande salão da boate procuro Lian, o comerciante idoso que fazia da boate seu ponto de venda.

- Lian  - O comprimento ao avistar em frente à uma das dançarinas de polidance.

- Kailan! 

- O que tem para mim hoje? - Pergunto 

- Café! 

- Café? - Pergunto já com as sombrancelhas erguidas.

- Não é qualquer café Kailan, é café brasileiro. Alta qualidade, mais difícil de achar atualmente. 

Pego o saquinho com o produto em minha mão e cheiro por um segundo. 

- Me da um

- Mais alguma coisa? 

- Uma laranja e um chocolate também.

Pago o mesmo que antes de me entregar todos os produtos me diz a fala de sempre.

- Você poderia ta ajudando a revolução Kailan!

- Eu não ligo para nada disso, Lian. 

- Porque você foi criada em meio a isso, mas o mundo era e é  mais que esse caos Kailan. 

- O seu mundo era mais que esse caos Lian. O meu é isso aqui. - Falo ríspida já tirando as coisas de sua mão.

- Você sabe que ta desperdiçando seu talento... Você é a unica que entra e sai de Tríade e do submundo a hora que quer sem ser pega!


Viro as costas fingindo ignorar, eu sabia que ele tinha razão. Eu estava sendo egoísta, mas não é como se eu odiasse o submundo. Eu nao poderia me unir a destruir meu lar. Não por um mundo de conto de fadas que mamãe obrigava eu ler sobre em livros.

Um mundo que eu só ouvia mamãe me descrever antes de dormir. 

          LEMBRANÇAS ON

- AY, os prédios não eram quebrados em ruínas. Eram altos, limpos em suas cores cinzas. Sem natureza os invadindo. Os pássaros disputam os céus, que antes era azul, limpo. E não repleto de fumaça.

- Eu gosto dos prédios assim mamãe!

- Você é muito nova AY, esse mundo que a Tríade criou só tem morte e destruição. Isso é sobreviver, não viver AY. 

A decepção em sua voz era evidente.

             LEMBRANÇAS OFF


Enquanto eu entrava em um dos becos sou suprendida por uma mão que segura meu braço me puxando contra a parede. 

- Lacost fica onde garota?

Encaro o rapaz em minha frente, suas roupas apesar de simples deixavam claro nao ser do submundo. Limpas, cheirando a lavanda. Seu cabelos vermelhos metade coberto pelo capuz o deixava incrivelmente sexy. 

- É muda guria? - Dispara o rapaz, o que me tira de meus pensamentos. 

- Olha como fala comigo! - Digo já o encarando no olhos, eu podia sentir seu hálito de menta contra meu rosto.

- Senão? Vai fazer o que?

Vejo o mesmo me olhar de cima a baixo e um sorriso de canto se formar em seus lábios.

- Pessoas de Tríade não deveriam estar no submundo. - Falo por fim, o que faz o mesmo me encarar.

- Por que acha que sou de lá?

- Você cheira a lá - Me solto do mesmo, pego minha mochila e começo andar pelo beco. - Ninguém do submundo cheira tão bem.

- Vou considerar um elogio - Fala o mesmo me seguindo pelo beco 

Paro por uns instantes, tiro 2 latas de spray, um casaco sujo e por último um boné velho e surado.

- Pega

- Por que eu deveria?

- Aqui não é Tríade, playboy. Se quer viver, é bom entender isso.

Me aproximo do mesmo, tiro o casaco do rapaz mesmo ele relutando. Mando ele vestir o casaco sujo que eu dei.

- Estende as mãos 

Passo tinta em suas mãos, o mais comum entre os jovens do submundo que vivem pixando tudo. Por último dou o boné a garoto que me olhava desconfiado, mas vestia sem exitar.

- Era para você odiar pessoas como eu.

- Eu não ligo nenhum pouco para vocês. - Visto a mochila novamente - Lacost é uma galeria de arte antiga, assim como tudo aqui o prédio ta em ruínas... não vai sozinho. Volta ao começo do beco e segue a estrada reto a contra mão. Vai ter uma boate.

- Boate? - Diz o mesmo me olhando confuso.

- Puteiro, boate. Chame do que quiser, o letreiro ta caido, mas da para reconhecer de longe a placa verde. La pede pelo Kim, diz que tá a mando da S/N Kailan. Kim vai te levar até Lacost.

- E se ele não me levar?

- Ele vai! - Falo por último já me afastando do garoto.

- Como posso te recompensar?

- Se mantém longe de mim, playboy. - Falo dando uma última olhada para trás e o lançando um sorriso.

- G-dragon, me chamo G- Dragon.

É tudo que eu ouço enquanto continuo seguindo pelo sujo beco. Eu não sabia, mas depois daquele dia. Meu mundo mudaria.




Notas Finais


Espero que não tenha ficado tão confuso, e tenha dado para entender que é um governo autoritario. Onde Tríade é a elite, ricos. E o submundo pobreza e caos.


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