História Triângulo Amoroso - Capítulo 1


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Categorias Felipe Neto, Luccas Neto
Personagens Felipe Neto, Luccas Neto
Tags Bruno, Bruno Correa, Felipe, Felipe Neto, Gabriel, Gabriel Araújo, Gay, Lemon, Luccas, Luccas Neto, Sex
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Palavras 1.513
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Único


Pov Gabrie

Estou terminando a quinta lata de cerveja, na sala da Netoland. Luccas, Felipe, Bruno e eu estamos bebendo de madrugada para comemorar todo o sucesso de nossas vidas até agora.

Claramente, todos já estão bêbados.

- Vai se fuder, você nem tem bunda! - Luccas provoca Felipe e o empurra de leve, com um sorriso cínico estampado em seu rosto.

- Mas eu consigo excitar qualquer um bem mais rápido que você. - Felipe responde e arqueio a sobrancelha.

- O quão bêbados eles estão? - Pergunto para o Bruno e ele dá de ombros, virando a lata.

- Aposto que você não consegue levar os dois para a cama em um hora. - Bruno sussurra e aperto sua mão com força.

- Se eu conseguir em metade do tempo, você dobra o dinheiro. - Proponho e ele assente, me empurrando levemente para cima.

Levanto calmamente, abraçando Luccas por trás e beijando seu pescoço, pronto para atacá-los.

- Sobre o que vocês estão brigando? - Ironizo e aperto o membro de Luccas por cima da roupa.

Sinto ele arfar e arranhar levemente meu braço, com os olhos fechados e a cabeça tombada.

Felipe o puxa e se joga em cima de mim, ficando a centímetros do meu rosto.

- Me beija. - Ele manda e deposito um selinho leve em seus lábios, percebendo que o deixei extremamente bravo.

- Chupa! O Gabriel não te quer! - Luccas grita e dou risada, segurando a mão do mesmo e admirando o semblante confuso de ambos.

- Qual de vocês vai me chupar? Eu não entendi bem. - Brinco e Felipe morde meu pescoço com força, com o intuito de me provocar.

- Eu faço até garganta profunda. - Ele sussurra e chupa meu lóbulo lentamente.

Me arrepio ao imaginar essa cena e um sorriso malicioso escapa. Porra, seria perfeito, mas eu preciso convencer os dois...

Foco, Gabriel!

- E você, Luccas? - Aperto sua bunda e ele se ajoelha, desabotoando minha calça.

- Sai, garoto! - Felipe o empurra rindo e me seguro para não rir também quando ele cai no chão.

- Tive uma ideia! - Finjo ter pensado nisso agora e os dois me encaram curiosos. - Eu posso fazer o boquete em um, enquanto o outro faz em mim. Aí a gente pode até revezar... - Proponho e ambos negam.

- Nem fudendo eu vou transar com o meu irmão, mesmo que indiretament... - Felipe começa e o beijo, tentando calar sua boca.

- Se for pra ganhar seu beijo, eu também discordo. - Luccas brinca enquanto se levanta e fica ao nosso lado.

- Garotos, seria tão gostoso... vamos tentar... - Insisto, os puxando pelos ombros para perto de mim.

- Mas quem seria o ativo? - Felipe questiona, pegando outra cerveja que Bruno trouxe, tentando me ajudar um pouco.

- Eu posso fuder os dois. - Respondo do modo mais cafajeste possível, com um sorriso de canto.

Luccas passa sua barba pelo meu rosto enquanto distribui beijos em meu pescoço, com leves mordidas no meio.

- Aceito. - Ele diz quando solto um gemido.

- Felipe? - Falo como se fosse sua última chance e sua mão vai para dentro da minha calça.

- Também aceito. - Ele concorda e aperta meu pau por cima da cueca, tirando outro gemido meu.

Pisco para Bruno e me seguro para não rir do seu "carinhoso" dedo do meio levantado.

Eu tenho tudo o que eu quero.

- Vamos transar! - Grito animado e empurro os dois para o quarto do Felipe.

Pov Felipe

Confesso que quando me imaginei transando com Luccas, eu era o ativo, mas meu raciocínio foi para o inferno por causa do Gabriel.

Ele tem esse jeito cafajeste, dominador, como se sempre soubesse o que está fazendo...

Termino de trancar a porta e me viro, observando Luccas beijar Gabriel intensamente enquanto leva tapas na bunda.

- Tirem a roupa para mim. - Gabriel manda e coro, obedecendo em seguida.

Conforme tiro a blusa, noto que Luccas tira o shorts e Gabriel nos encara com desejo puro em seus olhos.

Após alguns minutos, estou totalmente nu e Gab aponta para a cama com o olhar.

Luccas finalmente tira sua cueca e se deita de bruços, com a bunda empinada e com o rosto no travesseiro.

- Deita por cima dele e entra devagar, mas lambe antes para lubrificar. - Gabriel sussurra em meu ouvido e se apoia na parede, tirando suas roupas calmamente.

Fico atrás de Luccas e abro sua bunda, passando a língua por sua entrada. Observo ele se contrair e escuto um gemido alto e manhoso.

Enfio minha língua o máximo que consigo e faço movimentos lentos, com a intenção de provocá-lo o máximo possível.

- M-mais rápido... por favor... - Luccas geme e atendo ao seu pedido, com um sorriso malicioso em meu rosto.

- Vocês são tão gostosos. - Gabriel comenta rindo e noto que ele está batendo punheta enquanto nos encara.

Tiro meu rosto de dentro do Luccas e fico de joelhos, me posicionando atrás dele e entrando lentamente.

- Porra... que apertado... - Deixo gemidos escaparem e olho para o lado, admirando Gab gozar, apoiado na parede.

- Acho que agora chegou minha hora. - Ele brinca e fica atrás de mim.

- Como você v...? - Tento perguntar, mas Gabriel me empurra em cima de Luccas e fico praticamente de quatro para ele.

- Implora um pouco, vai! - Gab manda e dá um tapa em minha bunda, tirando um gemido alto de mim.

- Mete com força em mim! Por favor! - Grito e ele enfia dois dedos molhados de saliva em mim, os movimentando lentamente no meu interior.

Começo a me mexer como forma de descontar prazer e noto que Luccas está sentindo dor ainda, então evito ir muito rápido.

- Posso entrar? - Gabriel pede baixo e afirmo, já ofegante.

O quarto está tão abafado que mal consigo respirar, parece que meu pulmão nunca recebe ar suficiente...

- Ah... porra... - Luccas geme e tento não me movimentar tanto, mas se torna impossível quando Gab começa a aumentar a velocidade.

A sensação de ser preenchido e estar preenchendo ao mesmo tempo é inexplicável, fazendo todos os centímetros do meu corpo pegarem fogo de tanto prazer.

- V-vai mais... caralho... Gabriel... - Tento falar, mas sou cortado por meus próprios gemidos.

Conforme Gab aumenta a velocidade, faço o mesmo e acompanho seu ritmo, levando Luccas à loucura também.

- F-felipe... mais fundo... - Luccas implora e faço o que ele pede, obrigando Gabriel a fazer o mesmo.

Luccas goza e seu corpo cai na cama, sem forças, apertando o lençol e tentando normalizar sua respiração.

Gabriel puxa meu tronco e gruda em seu corpo, acertando minha próstata e me fazendo gozar também.

Meu corpo perdeu as forças e me deitei ao lado de Luccas, segurando em sua mão e apertando com carinho.

- Quem está disposto a engolir meu gozo? - Gab pergunta e Luccas se arruma, lambendo o membro dele de cima a baixo e fitando seus olhos.

Me acalmo após alguns segundos e admiro o último orgasmo da noite, com o sêmen escorrendo pela barba do Luccas.

Sorrio com a cena e fico entre os dois quando seus corpos se jogam na cama.

Transar nunca foi tão bom...

[...]

Pov Luccas

Acordo cansado, com minha cintura e minha cabeça doendo.

Olho para o lado e estou de cueca na minha cama. Me sento e analiso o cenário ao meu redor, extremamente confuso.

Eu fiz sexo ontem? Ou tudo aquilo foi um sonho louco?

Vou ao banheiro fazer minhas higienes, me troco, desço em seguida e noto que Gabriel Bruno já estão no sofá.

- Olha quem chegou! - Felipe grita saindo da cozinha e coloco a mão na cabeça, sentindo ela latejar.

- Para de gritar, filho da puta... - Reclamo e ele ri, me entregando uma xícara de café.

- Se lembra de ontem? - Bruno questiona rindo e afirmo, com a sobrancelha arqueada.

- Você não estava lá. - Digo e Gab se levanta, dando um tapa leve em Bruno.

- Bom, eu vou lá no estúdio arrumar as coisas para... - Ele começa e Felipe segura o seu braço.

- Na verdade, eu queria conversar sobre... nós. - Ouço seu quase sussurro e agarro o outro braço.

- Eu quero estar nessa conversa! - Deixo claro e Gabriel se solta, com um sorriso em seu rosto.

- Garotos, aquilo foi só uma noite, ok? - Ele fala e meu coração se aperta.

- C-como assim? - Gaguejo e Felipe aperta minha mão carinhosamente, me puxando para perto dele.

- Na verdade, meio que foi uma aposta com o Bruno... - Gab admite e uma lágrima escorre do meu rosto.

Felipe limpa meu rosto e me abraça de lado, respirando fundo.

- Você está querendo dizer que nós somos a porra de uma aposta para você? Só por que estávamos bêbados? - Ele começa a brigar e o seguro, para evitar uma possível troca de socos. - Vai tomar no cu, Gabriel! - Felipe finaliza o empurrando.

Encaro seu rosto alguns segundos enquanto mais lágrimas caem e meu coração é apertado, como se um grande peso o pressionasse.

O que eu fiz de errado? Eu não mereço isso tudo só por causa de uma noite bêbado.

- Luccas, você entende que eu não queria...? - Gabriel começa e nego, o interrompendo.

- Não piora o que já está ruim. - Peço e volto ao meu quarto, com os piores sentimentos possíveis em mim.



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