História Trick it - Capítulo 21


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Categorias Dreamcatcher, Monsta X, Red Velvet, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Dami, I'M, Jeongyeon, Jihyo, Joy, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Chaeyoung, Feel Special, Investigação, Michaeng, Mina, saida, Trick It, Twice
Visualizações 145
Palavras 2.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem os erros, não deu tempo de revisar.

Capítulo 21 - Suspeito identificado


Fanfic / Fanfiction Trick it - Capítulo 21 - Suspeito identificado

- Espera.... - Mina colocou as mãos na cabeça. - Como isso pode estar interligado ao caso 581?

- Óbvio detetive. - Me levantei e fui até o quadro aonde tinha alguns pontos interligando provas do caso. - O sumiço da doutora Park comprova que alguém a sequestrou porque ela descobriu alguma coisa.

- Chang disse que ela foi deixada em um beco de Seul. Por que sequestrar e depois largar em qualquer lugar?

- Eu não sei, mas precisamos achar ela. - Fiquei encarando o quadro. - E se Sana sabe de algo?

- Ela me falaria Chaeyoung, eu confio nela. - Disse pensativa. - Mas...quem é Ha-Yoon?

- Quando a vimos nas filmagens você disse que era Dahyun, mas eu vi Chaeng chamá-la pessoalmente de Ha-Yoon. 

- Pode ser um codenome? 

- Eles disseram a palavra "irmã" Mina. É claramente uma gêmea da Dahyun.

- Então.... Onde Dahyun está, e como Sana não sabe de nada?

- Por que você tem tanta certeza de que ela não sabe de nada Mina?

- Eu... - Ela suspirou. - É a Sana... entende? Se Dahyun a traísse ela não saberia. 

Ao ouvir aquelas palavras me lembrei quando Chang-Kyun perguntou para Ha-Yoon se ela tinha ido ver a namorada ou a amante.

- Mina... - Ela me olhou. - Talvez Dahyun tenha traído a Sana com alguém daqui

- Por que diz isso? - Ela arregalou os olhos.

- Eu ouvi os dois aquele dia.

- Droga... - Se levantou. - Sana pode estar em perigo agora.

- O que pretende fazer?

- Vou atrás dela, e esclarecer as coisas com Dahyun, que dizer... A tal da Ha-Yoon.

- Isso pode ser perigoso. - Segurei seu braço.

- Chae, eu preciso. - Era tão bonitinho ouvir ela me chamando assim. - Ela é minha amiga. 

- Tudo bem, mas... Ha-Yoon disse algo como "vamos esperar a ordem suprema". - O que isso quer dizer?

- Essa ordem suprema pode ser a última chave pra todas as respostas. - Suspirou. - Mas eu preciso encontrar Sana agora.

- Eu vou ver o Chang-Kyun. - Mina fechou a cara. - Não se preocupe, vou confrontá-lo sobre o caso.

- Eu não gosto dele. Isso pode ser perigoso.

- Então nós duas estamos correndo perigo. - Me aproximei dela e segurei sua cintura. 

- Eu não tô ligando mais pro fato de que vou ser demitida. - Envolveu seus braços no meu pescoço. - Tudo o que eu quero agora é saber a verdade.

- Quem está tentando bancar a heróina agora? - Ela sorriu de lado, e depositei um selinho em sua boca. - Toma cuidado.

Nos afastamos e ela pegou a arma, colocando-a no cinto.

- Sabe de uma coisa? - Mina chamou minha atenção. 

- O que? - A olhei.

- Eu acho que te amo. - Disse enquanto arrumava seu distintivo.

- Isso não é uma despedida detetive. - Sorri não contendo toda a felicidade que estava em mim.

- Mesmo assim, é melhor dizer antes que seja tarde demais. - Se aproximou e me deu mais um beijo. Parecia realmente uma despedida.

- Claro... - Eu não sabia o que dizer, então apenas assenti e a vi saindo da sala às pressas logo depois. 

POV JIHYO

- Muito bem, chegamos. - Irene desligou o carro quando parou de frente para uma loja de conveniência.

- Finalmente! - Revirei os olhos e me levantei indo em direção à porta.

- Aonde vai? - Me olhou. 

- Vou sair, já chegamos. - Tentei puxar a porta. - Como abro isso?

- Calma aí princesa. - Ela se levantou. - Você tá me devendo um favor.

Achei que ela tinha se esquecido disso.

- Ahm.... E o que é?

- Quero que você me pague sexualmente.

- O QUE? - Minha voz soou mas alta do que eu esperava. - Você tá maluca? - De ervas, deve estar mesmo.

Ela ficou me encarando.

- Acha que tô blefando? - Me encarou de cima a baixo. 

Eu não poderia estar mais surpresa. Não achava que aquilo seria real, e engoli seco quando ela soltou uma risada dando um tapa forte no meu braço.

- É claro que tô blefando! - Deu uma gargalha. - Quando eu precisar de você, vou te achar.

- Então... Eu posso ir? - Cruzei os braços. 

- Pode. - Abriu a porta pra mim. - Até mais Jihyo.

- Até mais... - Sua doida. 

Assim que saí, ela cantou pneu novamente e saiu acelerada.

Olhei toda aquela movimentação e percebi que estava no centro de Daegu. Por sorte, era onde a delegacia ficava.

Só algumas quadras dali, e eu já estava no local, mas não importava, eu tinha que ir pra lá mesmo que demorasse.

Mesmo sabendo que falando sobre Dahyun, não teria nenhuma chance com Sana, eu tinha a opção de não dizer nada, mas a razão falou mais alto, então foi o que fiz.

[...]

- Olá, eu gostaria de falar com a detetive Minatozaki. - Me apoiei no balcão da recepção onde estava um policial.

- Ela não está no momento, qual seu nome? 

- Park Jihyo, sou médica legista. 

- É só com ela mesmo? - Ele pegou um papel.

- Bom, se tiver mais alguma detetive aqui responsável pelo caso 581.

- O caso está fechado, se a senhorita ainda não sabe, mas se quiser pode deixar um recado aqui. - Me entregou o papel.

- Ah claro. - Sorri sem humor e o peguei.

Quando ele se virou para fazer alguma coisa na prateleira, eu me abaixei e fui andando rapidamente para dentro da delegacia para que ninguém percebesse.

Passei pelos seguranças sorrindo como se nada tivesse acontecido, e logo fui até o departamento criminalístico. 

- Com lisença, posso te ajudar? - Uma moça de franjinha chamou minha atenção. - Você é desse departamento?

- N-Não... na verdade, estou procurando a detetive Minatozaki. 

- Ela não está. 

- Hmm... Então, Myoi está?

- Ela ausentou no momento, mas sou a detetive Hirai, como posso ajudá-la?

Eu não conheço ela, não posso confiar assim.

- É só com elas mesmo.

- Então vou ter que pedir que se retire e espere na recepção lá embaixo.

Mas que droga, eu preciso falar com alguém!

- Não, eu preciso esperar elas aqui.

- Não pode senhorita, por favor, vou pedir que se retire. - Ela segurou meu braço.

- Me solta, eu já disse que vou esperar aqui!

- Segurança! - Ela aumentou o tom de voz. - Segurança! 

- O que tá acontecendo? - Um rapaz se aproximou.

- Por favor, a leve para fora. - A detetive apontou pra mim e ele veio na minha direção.

- Eu preciso falar com elas! - Gritei quando ele me segurou. - É urgente! 

O rapaz começou a me empurrar para fora.

- Eu sei onde Dahyun está! - Quando disse isso, Hirai ficou paralisada.

- Espera! - Foi até mim. - Deixa ela.

O segurança assentiu e saiu.

- Eu sei onde ela tá 

- Como conhece Dahyun? E como assim, onde está está?

- Ela tá presa em um sítio eu acho, não sei muito bem o que é, e também não me lembro aonde fica, mesmo ela dizendo pra eu prestar atenção no caminho, mas eu não podia, porque tava dopada. - Disse disparadamente a deixando confusa.

- Espera, espera... Tá dizendo que Dahyun foi sequestrada? - Ela me olhou e pegou o telefone.

- Sim, e ela tá em perigo. - Assenti.

- Alô? - Ela colocou no viva voz - Dahyun? Onde você tá? 

- Eu já disse Momo, tô no hotel com Sana, e para de ligar se não ela vai desconfiar.

Hirai sorriu parecendo aliviada e me olhou com um olhar mortal.

- Só estava preocupada, mas tudo bem, vou desligar.

- Tchau...

- Satisfeita? - Cruzou os braços. - Agora saia.

Pensei na possibilidade de Dahyun estar mentindo, e eu acreditar em toda aquela bobagem, mas ter uma gêmea fazia total sentido.

- Ela não é a-

- Doutora Park? - Ouvi uma voz se aproximando rapidamente, e quando me virei, era a estagiária de Mina pulando pra cima de mim com um abraço. - Você está viva!

- Conhece ela? - Momo ficou nos olhando.

- Ela é a médica legista. - Segurou minha mão. - Venha, preciso conversar com você.

Assenti e sorri para Momo enquanto saía com uma ótima sensação, e a outra apenas continuou séria.

[...]

POV CHAEYOUNG

- Espera, então.... Tentaram apagar sua memória? - Tudo fazia sentido completo agora.

- Sim, e tinha essa pílula azul que Dahyun disse pra eu tomar. 

- Mina vai ficar doida quando souber disso.

- E Dahyun disse sobre um cara que deu a pílula pra ela, então ela se lembra de tudo.

- Eu acho que sei quem é esse. - Conversávamos enquanto andávamos na rua. - É o mesmo que eu estou indo ver agora.

- É bom que eu vá com você pra confirmar tudo. - Jihyo assentiu.

- E como você está? Tem efeitos colaterais?

- Quase sempre. - Disse de uma forma triste. - Mas eles vão pagar por tudo isso.

- É tudo muito sinistro. - Respirei fundo. - Principalmente esse negócio de não serem humanos. O que você acha que é?

- Pode ser qualquer coisa, mas eu não faço a mínima idéia. 

Paramos de andar assim que chegamos de frente pra uma casa verde.

- Como sabe que é aqui? - Tocou meu braço.

- Eu olhei nos registros, tem que ser aqui. - Puxei ela pra irmos até a porta. - Devemos bater? - Senti minha respiração aumentar.

- É isso ou nada. - Ela levou sua mão até a madeira, e quando fez menção de bater, a porta se abriu.

- Olá I.M - Meu tom de voz agora saiu forme.

- O que está fazendo aqui? - Olhou pra mim, e quando percebeu a presença de Jihyo, ficou completamente imóvel.

- O que foi? Reconhece ela? - Perguntei.

- Não sei quem é. - Engoliu seco. - Você não respondeu minha pergunta.

- Podemos entrar? - Falei já entrando e olhando todo.

- Chaeyoung, eu não estou entendendo.

- Quem é Ha-Yoon? - Dessa vez foi Jihyo quem perguntou. - Eu sei que foi você que me sequestrou, e pelo jeito foi a mando dela.

- Não sei do que você está falando. - Ele colocou a mão nas costas.

- Responde a pergunta dela! - Alterei a voz. 

- Pra onde você me levou? - Ela se aproximou dele. - Onde Dahyun está, e por que estão fazendo isso?

- Se afasta de mim. - Ele disse alterado. 

- Reponde a porra da pergunta! - Gritei 

- Eu mandei se afastar! - Tirou uma arma da cintura e rapidamente bateu na cabeça de Jihyo, a fazendo cair no chão inconsciente.

Não deu tempo nem pra que eu pudesse agir, e ele apontou o objeto na minha direção.

- Por favor Chang, não atira. - Levantei as mãos.

- E acha que vou deixar você ir assim e depois fofocar tudo pras suas amigas?

- Eu sabia que tinha que ficar de olho em você.

- Foi por isso que aceitou sair comigo? - Ele foi se aproximando. 

- Eu tenho nojo de você. - Cuspi em seu rosto.

- E você é uma vadia puta! - Ele puxou o gatilho.

- Vai, me mata logo. - Respirei fundo. - Assim como fez com Dahyun.

Ele sorriu e colocou o revólver na minha testa.

- Vou não merece esse favor. - Sorriu.

- Você não tem coragem de fazer isso.

- Nos vemos no infern-

Foi interrompido por um rádio imenso acertando sua cabeça, o fazendo desmaiar.

- Ele fala demais. - Jihyo jogou o objeto no chão.

- Obrigada. - Suspirei fundo percebendo que tinha acabado de ver a morte passar diante dos meus olhos.

- O que fazendo com ele? 

- Vamos amarrá-lo. - Peguei a arma do chão e guardei comigo.

[...]

- Olha o que eu achei. - Jihyo entrou na sala segurando um mapa 

- Onde achou isso? - Me levantei e fui olhar quando ela o abriu no chão. 

- Estava debaixo da cama dele. - Ela apontou pra um círculo vermelho selecionado no papel. - Qual a porcentagem de chances desse ser o tal sítio?

- Muitas. - Peguei meu celular e fui procurar o nome do local e encontrei as imagens. - Olha. - Mostrei pra ela. - Consegue reconhecer? 

- É essa casa! - Pegou o celular da minha mão. - São cinco quilômetros daqui até lá. 

- Temos que ir.

- E o que fazemos com ele? - Apontou para Chang que estava adormecido amarrado na cadeira.

- Vamos levá-lo junto. Mas... Preciso avisar Mina antes.

- Onde ela está Chaeyoung?

- Eu não sei, tentei ligar para ela, mas só dava ocupado. - Cocei a nuca. - Precisamos de mais ajuda pra ir até lá.

- Vamos chamar aquela Hirai, talvez ela possa ajudar. 

- Mina vai ficar furiosa se eu contar pra mais alguém. 

- Não temos escolha. - Jihyo se levantou do chão. - Sozinha nós não vamos conseguir.



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