História Tríplice infinit - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Conto De Fadas, Magia, Revelaçoes, Romance, Violencia
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Palavras 925
Terminada Não
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


até mais e não desistam da historia por que só ta começando.

Capítulo 2 - Só é um dia comum... nada demais


 ‘’ Quando eu nasci, minha mãe disse que uma estrela cadente passou pela terra e o céu ficou lilás como um raio caindo num dia de tempestade... o que ela não sabe é que essa estrela era meu pai indo embora da terra e o raio era eu nascendo.’’

 

 

Hoje só é mais dia comum da minha vida pacata em Nova York. Eu acordo, tomo banho, visto meu uniforme da escola do terceiro ano do ensino médio Ângelus graison. Desço as escadas e vejo café da manhã já a mesa posto pela empregada. O dia chuvoso com gotas de agua caindo com força, como se fosse cair uma tempestade ou se o mundo fosse acabar. Raios e mais raios caindo. É parece que é hoje mesmo. A empregada espanhola me olha como se eu fosse louca. O ar de mormaço chega mim e a chuva para, alguém bate na porta e a espanhola vai abrir e é ninguém menos que o motorista. Me levanto e pego minha mochila, olho para foto do meu pai e sorrio. É sempre assim, super chato a minha vida. Chego a escola e vejo alguém diferente saindo de uma limusine branca com duas motos e vários homens de segurança. Deve ser mais um filho de um riquinho. Uma garota loira sai do carro, bonita por sinal. Ela anda sofisticadamente com vários seguranças. Saio do meu carro e entro no colégio, todos focados na garota nova. Entro na sala sem ser percebida pelos outros e sento em minha mesa. Vejo a porta se abrir e junto ao professor a garota nova. Mas que merda é essa. A garota fica ao lado do professor para se apresentar. – Alunos, quero apresentar a princesa... – o professor é interrompido por um aluno. – Já sabemos quem é ela! – outro aluno fala. – ela é a princesa de Valasky, o melhor lugar do mundo – e outro fala uma idiotice. – Ela é gata – o professor se fecha, todos percebem e ficam quietos. O professor pirragueou antes de falar. – Bem... como eu estava falando, essa é a princesa Jennifer de Valasky... quer falar vossa alteza? – ele perguntou a ela. A mesma sorriu e balançou a cabeça de forma negativa. – Então pode senta ao lado da senhorita Wander – Ah não... do meu lado não. E ela sentou. – Olá... eu sou Jennifer... qual o seu nome? – disse graciosamente. – Sou Audrey… – disse fria. Ela simplesmente sorriu. Aquilo me incomodava de tal maneira. Me encolhi na mesa e baixei a cabeça, o professo começou a dar aula. Não ouvi nada que ele disse. Senti alguém me cutuca no ombro, olhei pro lado e Jennifer sorrindo com o livro na mão. – Então... sobre o que é a aula? – perguntou. Olhei tosca para ela. – Pergunte ao professor... não a mim – falei ríspida. Ela apenas sorriu e disse. – Okay... obrigado-

Voltei aos meus pensamentos e ao sono profundo. De repente a aula acabou no pisca de olhos, todos estavam conversando sobre Jennifer e ela estava no meu lado olhando bem nos meus olhos como se fosse descobrir meus piores segredos. – O que é que você quer olhando para mim? – falei. – Por que você é tão má? – falou fazendo bico. – Por que sim... – falei ligeira. Ela não gostou muito e saiu da sala. Todos saíram da sala e fiquei sozinha, no fundo sozinha. Jennifer aqui, Jennifer lá, Jennifer Blá, blá blá.

Tudo agora na escola gira em torno da princesa do reino encantado, onde tudo é magia, onde os sonhos se tornam realidade e onde garotas pobres se tornam princesas, modelos ou qualquer coisa que te faça famoso. Ou seja, tudo fácil, mas como minha mãe fala ‘’ tudo que vem fácil, vai fácil’’. O tempo passou e quando vi o sinal já tinha batido, todos já tinham pego suas mochilas e eu tinha ficado. Me levantei e peguei minha mochila. Enquanto eu saia ouvir alguém me chamar. –Ei espera!!! – era a loirinha correndo em minha direção. Ah o que ela quer agora?  - O que é? – perguntei. – O-obrigado – ela disse. Fiquei sem entender nada. – Obrigado por que? – perguntei. – Por me fazer me senti normal – Anh? Que? - Você foi a única a me tratar de igual... – Cortei ela. – Você é igual a todo mundo, a única coisa que ti faz diferente é seu título idiota – falei. Ela revirou os olhos e me deixou no corredor, batendo forte o portão da escola. Grandes merdas. Fui para casa pensando no dia de hoje. Quando cheguei minha mãe já estava sentada na meda de jantar, comendo espaguete com almondegas. – Oi filha... – disse mastigando. – Como foi a escola hoje? – perguntou tomando um copo de suco. Suspirei fundo e sentei. – A mesma coisa... tirando a parte onde a princesa de Valasky está aqui em Nova York, estudando na mesma escola e na mesma sala que eu – falei. Ela quase se engasgou. – Tudo bem mãe? – perguntei preocupada. – Sim... é que é incrível como alguém da nobreza mágica.... É filha por que você tá de lente de contato? – perguntou confusa. – EU NÃO TÓ... – peguei um espelho e meus olhos estavam lilás. – Mãe.... Por que meus olhos estão lilás? – perguntei com medo. – Não sei eu... nunca vi nada igual – minha mãe chegou perto de mim e abriu mais os meus olhos e colocou uma lanterninha.

Os meus olhos ficaram assim a noite toda. O tempo depois ficou chuvoso e caiu raios e trovões 2 dias seguidos e nesses dois dias seguidos fiquei de olhos lilás. E foi assim que tudo começou, de um dia normal, para dias de puro terror para alguns... começando por Valasky.


Notas Finais


até quinta que vem <3 bjs


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