História Tritão - Lyuk - Capítulo 1


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Categorias VIXX
Personagens Hyuk, Leo
Tags Hyuk, Leo, Leohyuk, Luck, Sanghyuk, Spacevixx, Taekhyuk, Taekwoon, Tritão, Vixx
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Palavras 4.018
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - .taekwoon.


Fanfic / Fanfiction Tritão - Lyuk - Capítulo 1 - .taekwoon.

 

O menininho segurava a mão da mãe enquanto estava escondido atrás de sua saia, Han estava escondido assim por medo do que o pai iria mostrar, esse dizia que finalmente teria um bom adorno a sala de descanso no subterrâneo da enorme casa que tinham. Aos cinco anos de idade Sanghyuk viu a primeira sereia de sua vida, um menino que era um pouco mais velho que ele mas ainda sim era uma criança, imaginava que o tritão de cauda azulada estava gostando do enorme aquário que recebeu para morar, era limpo, diferente dos oceanos, e ainda por cima era grandão, ia do chão ao teto além de ser bastante largo. O garotinho achava justo aquele lugar.

Mas o susto veio quando o pequeno tritão deitado no chão do aquário abriu os olhos mostrando uma expressão de desespero, nadou em direção ao topo batendo o corpo contra o vidro e aos lados fazendo a mesma coisa. Suas mãos tateavam todo o aquário buscando um lugar para fugir desistindo ao se encolher em um canto.

Sanghyuk se desesperou indo ao vidro a sua frente tentar alcançar o menino, esse que tinha lindos cabelos escuros que combinavam com a beleza de sua cauda e olhos. Sentia pena dele naquele estado, mas foi impedido de chegar perto por sua mãe acanhada ao tritão virar a mão em direção ao precioso filho dela, mas o menininho queria tocar o outro.

A ordem dada ao menininho de cinco anos era de ficar longe do tanque se estivesse sozinho mas Sanghyuk desde pequeno era desobediente, então toda noite ia ao armazém onde guardavam a comida do pequeno tritão — que ao ver de Hyuk estava magro — e o alimentava escondido. 

E em uma das noites que desceu até a sala onde ele estava finalmente resolveu fazer algo diferente de o alimentar. Desta vez se sentou encostado no vidro e ao seu lado o tritão se sentou.

— Quantos anos tem? — Perguntou mas não obteve nenhuma resposta. — Você parece mais velho que eu...  Você tem 10 anos e seu nome é Taekwoon! É o nome do meu professor mas você é mais bonito que ele, ele fede.

O menininho dizia mas olhava para o outro que parecia confuso e até mesmo triste, então se colocou de pé achando que ele estava com fome, indo ao armário e então subindo os degraus da escada ao lado do tanque jogando para ele mas esse não comeu, torceu o nariz.

— Eu sou Sanghyuk mas meus amigos me chamam de Hyuk, você é o Taekwoon. — Repetiu achando que o tritão havia entendido.

Eu sou… Taekwoon. — Ele disse baixo e acanhado mas o menininho que lhe entregou a comida sorriu.

Desde aquele dia sempre que Hyuk ia até o aquário fazia questão de conversar com o tritão, a ponto de até mesmo ensinar ele várias coisas. Mas com o tempo descobrindo que Taekwoon sabia muito bem falar sua língua e tudo que vinha ensinando foi inútil, mas isso de forma alguma desanimou o pequenino, ele só havia se encantado mais, desejando conversar com ele sempre. 

No aniversário de 10 anos de Han ele decidiu passar a noite com o tritão mas esse parecia desanimado, a ponto de nem mesmo olhar para os olhos daquele que vinha cultivando uma amizade por tanto tempo, Sanghyuk observava como o corpo do mais velho parecia fraco sua cauda nem mais brilhava aquele tom azul escuro. Queria o tirar de dentro daquele aquário, não achava mais justo aquele amontoado de vidro como achou quando era uma criancinha. 

Ele abriu o topo do tanque esticando a mão para Taekwoon, esse na mesma hora se apoiou no vidro, de primeiro momento o pequeno Han achou que era apenas água mas logo podia ver aquele tritão chorar. Não sabia o que fazer então apenas se curvou mais perto da beirada do aquário para abraçar o amigo, o apertando com força, não queria que ele se sentisse sozinho. 

Porém o vidro não era tão forte para aguentar o peso de Sanghyuk e o menino sentiu o corpo ser cortado pelo aquário rompido e cair dentro da água com o outro garoto. Foi pegou de surpresa por não saber nadar e o outro estar fraco demais para o segurar, se não fosse sua mãe invadir o cômodo o procurando teria morrido afogado. 

Não sabia ao certo como foi salvo mas no dia seguinte, acordou com a barriga doendo e vários curativos nela, mas essa dor não o impediu de correr até a sala onde estava o aquário procurando o amigo e onde era para ele estar estava vazio e completamente quebrado. Sanghyuk andou um pouco mais e encontrou um pequeno aquário onde Taekwoon estava extremamente espremido e seu rosto e corpo pareciam machucado, se perguntava se foi o vidro que havia quebrado que o feriu. 

Querendo falar com o ele Han tentou abrir a parte superior do tanque e notou o enorme cadeado. Olhou para o tritão mais uma vez e esse se virou para o outro lado, não o querendo ver de forma alguma. Por meses era a mesma situação, Sanghyuk tentava ter a atenção do mais velho mas esse apenas se virava ao lado contrário, sentia falta de ouvir sua voz, por mais quieto que ele fosse e, uma hora, até mesmo desistiu de ter a atenção dele.

Quando perguntava de Taekwoon a sua mãe a resposta era sempre a mesma: 

—  Ele tentou matar você, acha que ele quer ser seu amigo Hyuk?

Sentia que não era verdade mas não conseguia perguntar a ele pois esse nem mesmo o olhava e também não conseguia se lembrar mas, mesmo que sempre ouvisse a mesma resposta, acreditava que Taekwoon nunca tentaria tal coisa.

 

 

 

 

 

— Tritão burro, se não comer vai acabar morrendo! — O senhor gritava enquanto tentava abrir a boca de Taekwoon.

Esse molhava todo o chão conforme o menino se debatia tentando fugir, o pequenino Sanghyuk via sua chance de finalmente falar com ele novamente, apenas pediu para seu pai ficar afastado, conseguia ver um olhar triste no rosto do mais velho e por isso mesmo queria o animar.

— Ele está certo, se não comer vai acabar morrendo, não quero que morra. — Disse ao tritão que virou a cara.

Já estou morto. — Esse respondeu bem baixinho.

Fazia tanto tempo que não ouvia a melodiosa voz de Taekwoon que sorriu ao ouvir ela, Sanghyuk gostava da amizade com o tritão, por isso sempre queria o ouvir falando, mas não falando algo tão ruim. Ergueu a ele o que tinha que comer e mesmo contra gosto comeu. Aquele dia o mais velho parecia um pouco mais feliz que os outros, mesmo que ainda bastante desanimado.

 

 

 

 

Anos se passaram, claro, o tritão ainda era mantido no subterrâneo da casa dos Han, servindo de atração principal aos convidados, uma sereia ilegal que se fosse pega poderia ser sacrificada por motivo algum. Ao menos agora ele tinha novamente o tanque grande para viver pois seu tamanho cada vez aumentava, segundo a idade que Sanghyuk o havia dado já teria 22 anos.

Taekwoon agora tinha os cabelos curtos pois passou sua adolescência com os mesmos emaranhados nas algas artificiais e pedrinhas daquele aquário que começava a ficar até mesmo nojento com o tanto de cabelo que boiava enquanto não era limpo. No fim, o próprio Sanghyuk cortou eles, após ter feito uma aula experimental de corte de cabelo. O tritão de cabelos negros agora tinha os mesmos — que antes batiam em sua cintura — pouco antes dos ombros e admitia somente a si próprio que havia ficado torto, pois magoaria o pequeno Han se o contasse.

A amizade de ambos nunca mudou. Era extremamente calado e o pouco que falava eram palavras diretas, diferente do mais humano, que simplesmente falava pelos cotovelos, sempre dizendo coisas boas que havia feito com os amigos na escola e nos milhares de cursos que entrava e saía todo ano. O tritão sempre se animou junto a ele, mesmo que falasse pouco, mas no fundo sentia inveja por não poder estar com as pessoas, por mais agradecido que fosse por ter Sanghyuk ao seu lado.

O tritão sempre ouvia coisas que lhe deixavam estranho, algo que substitua a dor da solidão por um medo maior de ficar totalmente sozinho. Quanto o menino lhe contou sobre seu primeiro beijos, sobre como estava apaixonado por uma jovem de cabelos escuros e longos e como amava cabelos compridos. Naquela mesma época Taekwoon entrava em pânico quando sentia seu cabelo prender, queria ter os mesmos longos para alegrar Han e, naquela noite que seu cabelo foi cortado pelo próprio humano que tanto tentou agradar, chorou sem nenhum tipo de medo por saber que já era de madrugada e ele não mais viria o ver.

Sentia que agora não mais seria amado.

Naquela noite Sanghyuk tinha estabelecido que seria seu aniversário, por mais que o tritão pouco ligasse para envelhecer, seu corpo já estava desenvolvido, magro, porém já crescido, mas o mais novo sempre queria fazer aquelas besteiras.

— 22 anos hyung. — Disse ao entrar no cômodo com um presentinho em mãos.

Evitando de animar muito foi a beirada do tanque olhando um Sanghyuk de dezessete anos abrindo uma caixinha e fingindo espanto, Taekwoon apenas arremessou gotinhas de água em seu rosto, ouvindo o moleque reclamar alto. Finalmente soltando um leve sorriso.

Dentro da pequena caixa preta com adornos em forma de conchas, das quais estavam tortas — Taekwoon julgou ter sido feita pelo mais novo, por isso ficaram tão feias —, havia um pequeno colar, esse que ficava colado ao seu pescoço como uma gargantilha, parecia feito a mão e aquilo mostrava que era feito especialmente para ele. O tritão se animou sorrindo ao ver seu reflexo.

— Hyung, eu tenho que sair hoje, então vim apenas lhe dar esse presente, meus pais estarão fora até a segunda feira e, como amanhã é sábado, pretendo ficar a madrugada toda ao seu lado. — Han dizia animado, rindo ao ver o tritão confirmar baixinho.

— Estou te esperando… — Comentou antes de ouvir o bater da porta.

O tritão se arrumou no aquário, fechando os olhos para dormir mas estava nada cansado. Estava totalmente desanimado, queria chorar novamente, em seu aniversário Sanghyuk nem mesmo iria passar a noite ao seu lado, provavelmente iria sair com os amigos.

Sentia-se cansado de tanto ficar solitário e de simplesmente parecer não fazer diferença, claro, aceitava o fato de ser apenas um enfeite para a sala dos Han. Mas tudo que queria era poder tocar o rosto do outro e estar ao seu lado a todo momento, poder andar ao lado de Sanghyuk e segurar sua mão enquanto riam baixinho. Taekwoon sentia aquela necessidade.

Pela primeira vez o tritão pediu por alguém que pudesse o tirar daquele aquário onde viveu doze anos, sair daquele aquário e poder voltar para os braços de quem amava, bem, os braços de quem amava não eram mais os de seus pais, queria poder se encolher no peito do humano, trocar seus carinhos, mostrar que sentia uma enorme paixão por Hyuk.

Nunca desejou algo com tamanha força.

 

 

 

Quem sabe fosse um sonho mas, quando começou de seu sono por ouvir a porta tentou nadar à superfície do aquário se agarrando ao vidro. Sorria para Sanghyuk feliz por ele ter voltado mas o grito deste foi algo que assustou o tritão.

Um clichê sobre sereias, era isso que Taekwoon estava vivendo, ele havia ouvido uma lenda que o pequeno Han o leu uma vez, sobre uma sereia que amava tanto um humano a ponto de ganhar pernas apenas para estar a seu lado mas esta perdeu a voz. O tritão olhou para baixo vendo um par de pernas pálidas e um tanto finas, rindo baixinho ao as vez.

— Você vê?! — Disse animado o tritão.

Sanghyuk concordou com a cabeça, ajudando o mesmo a sair do aquário, molhado totalmente sua roupa, estava incrédulo, assustado com o fato de seu tritão ter se transformado em um humano completo, nem mesmo havia o mesmo brilho nos olhos dele. Era, estranhamente, humano. E ao tirar ele fez seu melhor para o deixar no chão, estava pasmo.

Era como um clichê mal feito, Taekwoon desejou tanto Sanghyuk que nem mesmo precisou de um vilão para o ter, estava ali, sonhando acordado. 

Fora pego pelo outro nos braços, uma vez que esse viu sua nudez, dizia que precisava o secar ou o dar um banho, claro Taekwoon não tinha nem como reclamar já que suas pernas não tinham forças nem mesmo para tocar o chão e se manterem. Logo que fora daquela sala onde podia ver tudo pelo aquário, o tritão se apaixonou pelo resto da bela casa, era glamourosa e mostrava a riqueza dos Han, era lindo todo aquele lugar.

Mas o mais lindo era poder abraçar Sanghyuk enquanto era carregado por ele.

Quando atravessaram o corredor ao quarto do mais novo Taekwoon foi deixado sobre a enorme cama, uma daquelas que parecia tão macia de longe e quando deitou nela teve a certeza de que era. Com certeza mais confortável do que onde dormiu por 12 anos de sua vida. 

Seu corpo fora seco por uma toalha grossa, daquelas que sempre via enrolada nos cabelos do menino quando vinha o visitar após tomar banho quando pequeno, Taekwoon tinha todas suas memórias de Sanghyuk guardadas com todo amor, dizia sempre que sua favorita era quando trocou um selinho com o menininho ainda quando crianças, mesmo que após tenha apanhado do senhor Han, apenas de ter dado aquele beijinho no amigo já fazia a vida daquele tritão triste um pouco mais suportável.

E aquela ideia rodava em sua cabeça, a ponto de se esforçar para se sentar com aquelas pernas das quais nem mesmo sabia mover, eram mais leves que sua cauda, e eram duas. As mãos de dedos longos de Taekwoon alcançaram o rosto do mais novo, que se assustou mas logo riu ao ver o que era.

— Você pode me dar um presente? — Perguntou o tritão.

– Que tipo? 

Não era comum ouvir Taekwoon falar mas naquele momento o mesmo parecia pensar em milhões de palavras para dizer ao mais novo. Então as mãos de seu rosto desceram lentamente até as mãos dele, pensando que podia ser algo qualquer mas que fosse diferente.

— Algo que me lembre para sempre. Não sei o quanto de tempo ficarei assim. — Disse olhando nos olhos do mais novo. — Algo que sempre quis me mostrar.

O humano pareceu pensativo, baixando a cabeça em várias negações antes de soltar um breve riso antes de falar:

— Lembro-me daquele beijinho que me deu quando éramos crianças, você tinha o que? 15 e eu 10? Foi só um selinho que eu pedi para meu hyung quando estava triste por minha mãe ter brigado comigo. É uma lembrança que guardei tanto tempo, hoje eu quero me recordar dela novamente, hyung, pois foi aquele beijinho que me fez dormir bem a noite toda ao invés de chorar por algo que não tinha culpa. — Seu tom era baixo e o mesmo nem olhava para si.

Taekwoon sorriu para o mais novo segurando seu rosto e então deixando um beijinho calmo em seus lábios. Não esperando que a forma que foi retribuído fosse tão diferente do que fizeram sete anos atrás. Não parecia mais inocente afinal Han fazia questão de aprofundar algo que devia ser só um selinho. E finalmente o tritão sentia como se existissem bolhas em seu peito, estourando uma a uma criando uma sensação de ansiedade.

O quando ele havia crescido nesse tempo, Sanghyuk não parecia mais o mesmo e de fato não era mais aquela criancinha da qual se apaixonou por ser a única pessoa que deixava as coisas mais suportáveis.

— Vou lhe dar algo para nós nunca esquecermos… — Murmurou Sanghyuk com um riso travesso. 

Não entendia mas queria sentir ele, o tritão fora colocado sentado sobre o colo do mais novo e esse começou novamente um ósculo do qual não estava nada preparado. Sanghyuk era imprevisível às vezes, principalmente para o inocente Taekwoon, que mal sabia corresponder a altura. Apenas abraçou sua nuca tentando fazer algo certo, não entendia sobre nada daquilo e muito menos no que seu corpo tinha se transformado, mas, o desejo crescia conforme sentia a língua do humano invadir sua boca.

Gemeu baixinho, sem entender que reação era aquela, ao ter as mãos frias de Sanghyuk sobre seu peito tocando seus mamilos. Se encolheu brevemente colocando as mãos sobre, uma sensação totalmente nova que lhe deu uma certa hesitação, mas o mais novo riu disso.

— Quero fazer amor com você, Taekwoon-hyung. — Disse baixinho ao deitar o mais velho sobre a cama. — Vai ser estranho mas você vai gostar.

Mesmo sem entender nada aceitou com um mero movimento de cabeça, tentando não pensar tanto sobre aquilo. Sanghyuk nunca faria algo para o machucar e acreditava que seria a melhor memória que guardaria em sua vida e, se morresse após isso morreria feliz.

Sentiu novamente os lábios do humano, mas desta vez não mais em seus lábios, desta vez ele deixava leves beijinhos sobre a pele de seu pescoço e clavícula enquanto a mão abria o zíper da calça, Taekwoon não entendia e o que podia fazer era ficar parado aguardando-o. Ao menos foi o que pensou pois o pequeno Han — que era mais alto que o tritão — puxou sua mão para que juntos tocassem a nova intimidade do mesmo. Não compreendia mas ao sentir a própria mão guiada pela de Sanghyuk no meio de suas pernas gemeu sem graça e os pelos que tinha pelo corpo arrepiaram-se sem pudor.

O vai e vem lento e fraco era extremamente gostoso, o humano sabia bem o que fazia, a pressão que deveria colocar nas mãos, Taekwoon nunca teve a oportunidade de se tocar, sua inocência era máxima e, agora a mesma era tirada aos poucos pelo humano.

Mas durante o vai e vem Taekwoon olhou o volume pelo zíper aberto de Han, este parecia estar tão excitado quanto o ex-tritão. Sem muitas esperanças esticou a mão o máximo que pode para alcançar sua intimidade também. Quando os dedos invadiram levemente a cueca azul escura pode sentir a pele do outro. O corpo quente que esse tinha, estava ansioso para poder ouvir seus murmúrios e gemidos, por esse motivo invadiu a mesma tentando imitar os movimentos, tendo a mão tirada segundos após.

— Estava ruim? — Perguntou tímido.

Não obteve resposta, apenas foi abandonado pelo humano sobre a cama, não entendendo aquilo de forma alguma, estava confuso, Sanghyuk não havia gostado de seu novo corpo? Envergonhado escondeu a intimidade com as mãos, mesmo que essa pedisse pelo mais novo.

Sanghyuk por outro lado estava distante da cama buscando em uma das gavetas que tinha o que pretendia usar com o tritão, encontrando a proteção e o gel lubrificante, ele era virgem, extremamente inocente, não queria que ele sentisse tanta dor. Taekwoon sempre foi medroso, iria chorar se sentisse algo que não gostasse.

E quando voltou a cama com tudo em mãos via o pequeno tritão, soltando um leve riso, na beira tirou sua cueca e então levou as mãos até às de Taekwoon, puxando sua destra, ajudando ele a o tocar, o pequeno tritão fazia com a ajuda de Han mas quando as mãos de Sanghyuk não estavam mais juntas a sua notou algo inesperado, estava sendo tocado também. Um fazendo o outro sentir algo gostoso.

— Precisamos disso para você não sentir dor, eu prometo que vai ser gostoso depois de um tempinho...— Disse o Han encarando o lubrificante ao lado.

Mesmo dizendo algo como aquele apenas para distrair o tritão e então o masturbar mais rápido, de forma repentina, fazendo aquele soltar um gemido alto e soltar sua intimidade para cobrir o rosto ao enfim gozar. Sanghyuk achou sua reação tão fofa, de como seu rosto ficou vermelho.

Se deitando sobre o mais velho o menino beijou seus lábios descendo as mãos para as pernas do tritão, colocando as mesmas em volta de sua cintura, Taekwoon pela primeira vez conseguiu fazer força nas mesmas apertando a elas no corpo do mais alto. Não entendia aquilo mas com Sanghyuk sentado sobre os joelhos e derramando aquele líquido nos dedos e esfregando o gelado contra sua intimidade Taekwoon gemeu.

—Vai ser estranho mas estará tudo bem.

Aquela fala de Sanghyuk fez com que o coração do tritão acelerasse e logo sentiu aquele mesmo dedo que esfregava sua intimidade o invadir, soltou um leve grito, aquilo era estranho e o incomodava, nunca pensou em algo assim.

— O que você fará com isso, Hyuk? — Perguntou perdido, aquilo era estranho.

Sua intimidade tentava a todo custo expulsar e o movimento de vai e vem que fazia as pernas humanas do tritão se moverem em um espasmo. Logo mais um, junto de mais gel gelado. Estava implorando para aquela dorzinha passar por inteiro, por ser gostoso sentir o mais novo. Mais um dedo o invadiu fazendo as mãos longas do mais velho apertarem o lençol, suplicando baixinho para ter um pouco de paciência consigo.

Sanghyuk o beijava com ternura enquanto abria os dedos como uma tesoura dentro de seu interior, esse que parecia alargar. Mais um dedo fez companhia, esse sendo mais difícil aguentar, por mais que o mais novo fosse gentil sentia o corpo repudiar enquanto Taekwoon pedia mais. Porém, mesmo depois desses todos movimentos nada havia começado.

Fora colocado de costas para o mais novo, sentindo-se exposto e o barulho de uma embalagem fez o coração do tritão gelar mas esse foi proibido de olhar para trás, pela mão de Sanghyuk que virou sua cabeça para frente. O mais novo que usava calças até os joelhos e a camisa levemente dobrada até a altura das costelas vestia em si algo em sua intimidade, lambuzando-a com o gel gelado junto da entrada que se contraia de Taekwoon.

— Irá doer um pouco, querido… —Disse baixinho e o tritão em antecipação já apertava os lençóis.

Sanghyuk afastou uma das bandas da bunda do mais velho e roçou em sua entrada antes de começar a estrada lentamente, aquele interior era apertado a ponto de parecer que nem o preparou. Taekwoon gritou de dor, contendo em apenas um gemido, mas seus lábios sofreram por terem sido mordidos.

O mais velho ficou estatístico junto do humano, apenas aguardando que ele fizesse uma ação e se assustou com o mínimo movimento de sentir ele beijar suas costas, logo relaxando, Sanghyuk se movia tão lentamente dentro de si que aquela dor desconfortável vinha, aos poucos, se tornando um prazer. Jurava que jamais se esquecia da sensação que sobrepunha toda aquela pontada.

Tinha o corpo colado ao dele, Sanghyuk segurava sua cintura com demasiada força, levando em consideração que o tritão pouco tinha qualquer tipo de equilíbrio ou forças nas pernas, era a primeira vez com aquele corpo, com aquela biologia, entendia seus motivos para cair tantas vezes. E, depois de longos minutos no vai e vem lento e prazeroso, Taekwoon se sentia confiante para sentir mais do outro, pois esse sempre estava tentando o acalmar, desde beijos em seus ombros, até pequenas carícias com o polegar em sua cintura. Estava pronto para sentir tudo que Sanghyuk poderia o dar.

Nisso o mais novo começou a dar investidas mais rápidas e fundas, tocando a intimidade do tritão querendo que ele não sentisse nenhuma dor, o que foi impossível. Claro que estava amando e todo o bom sentimento que valia, aquele que guardaria em sua memória, mas a dor fazia parte daquilo e seria o mais se lembraria na manhã seguinte.

Taekwoon não resistiu, com uma estocada forte sentiu seu corpo todo estremecer, se desfazendo sobre a cama de Han, e esse sentiu bem aquela sensação pois o interior que estava se fechou o fazendo não resistir em também se liberar.

Agora, tanto Taekwoon quando quanto Sanghyuk estavam jogados na cama, trocando breves carícias das quais esperaram a vida toda para dividir. Principalmente para o tritão, que agora teria uma memória melhor que a primeira para se lembrar que pertencia a Sanghyuk e que jamais poderia o largar, quando voltasse ao aquário

— Feliz aniversário hyung, espero que esse tenha sido o melhor presente. 


Notas Finais




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