História Tritões - uma aventura por entre os corais - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Beyond The Scene, Bts, Comedia, Drama, Gay, Gfriend, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Magia, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Romance, Sereias, Slash, Suga, Tritões, Yaoi, Yuju
Visualizações 213
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu de madrugada postando fanfic. Preciso dormir.


Apreciem sem moderação

Capítulo 9 - Uma maluca no meu caminho


- Park Jimin, meu filho! Você está todo queimado! - esta era sra. Park, sua mãe, que acabara de sair de casa para fazer uma visita ao filho, tocando sua pele e notando a certa mudança na sua tonalidade

- Eu ando pegando muito sol esses dias, mãe, relaxe. - ele acalentava, afim de afagar as preocupações da matriarca

- Cuidado com esse sol, filho, ele está agressivo demais nos tempos de hoje. Nunca esqueça o protetor, você é tão branquinho.

Sra. Park era uma mãe angustiada. Desde a saída do filho para uma nova casa, por conta dos ares pós-colégio, seu coração se tornara bastante sensível nos últimos meses. Ligava sempre aos domingos para saber se ele não estava passando fome ou se havia lavado as cuecas. Bem, para ela, Jimin ainda tinha 12 anos.

- Que bagunça você deixou essa casa! - reclamou, olhando de cabeça aos pés a situação do apartamento do rapaz - E essas roupas no sofá? Não vai lavar?

- Eu ia lavar amanhã... - ele respondeu, meio que no improviso, pois ele não ia lavar roupa nenhuma

- E esse sapato em cima da cadeira? Que eu saiba, sapatos ficam no pé.

- Foi uma lerdeza minha, vou já tirar.

- Por deus, Jimin! Seu boné está dentro da gaveta de frutas na geladeira! - reprovou, com muita indignação

- Ora, não sei como isso foi parar aí.

- Não há justificativas para suas bagunças, Jimin. Ah, se não for a mãe, o filho vira o mundo de cabeça para baixo!

- M-Mãe, o que você veio fazer aqui, afinal? - perguntou ele, pois achava que ela vinha matar as saudades e convidar para o almoço, e não reclamar da baderna que era seu apê

- Vim lhe apresentar uma pessoa. - ela veio até o filho com um sorriso no rosto - Mas ela não está comigo, virá nos encontrar na padaria aqui na frente.

- Ela... ela quem?- Jimin sentiu um calafrio percorrer a espinha

- Vamos rápido, ela vai chegar logo.

E puxando a barra da manga da camisa de Jimin, a senhora desceu as escadas do apê para chegar à entrada do prédio. Atravessaram a rua para que chegassem na padaria bem à frente. Jimin escolheu a mesa e logo, Sra. Park passou a falar sobre a tal pessoa.

- Você vai adorá-la. Ela é estudante de biologia, muito popular e bonita, e bastante animada. Vai ser ótimo ter novos amigos agora que está tão crescido.

- Sei... mas... você ainda não me disse quem é ela.

- Estou esperando a hora H, seu bobo. Acalme-se, sei que está eufórico por dentro.

Pelo tom de voz, talvez parecesse eufórico.

Mas Jimin não estava.

- Ah, ela está vindo, estou vendo-a chegar. - disse a mãe, olhando ao longe e realmente vendo uma pessoa se aproximando da padaria

Ela apareceu diante da mesa dos dois e sorriu para a mulher mais velha.

- Me atrasei? - perguntou, com um tom gentil

- Não, não se preocupe! Apenas chegamos mais cedo. Jimin, querido, quero lhe apresentar Yuju. Conheci ela em um mercado, acredita? Ela sabe o nomes difíceis de todos os peixes!

Jimin só conseguia pensar em como o queixo dela era enorme.

- Ah, que nada, ainda estou aprendendo. - ela sorriu, tímida diante do rapaz - A biologia me encanta! Cada canto da natureza me fascina. Principalmente o oceano, ah, lá que tem todo tipo de maravilha. Você não acha?

Jimin não estava se sentindo nada à vontade.

Mas concordava com Yuju.

Ah, o oceano tem cada maravilha... Mesmo as maravilhas que adoram se meter em encrenca.

- S-Sim, eu também acho. - foi o mínimo que poderia dizer - Você cursa que ramo da biologia?

- Biologia marinha. Estou na metade, agora. Esses tempos ando pesquisando a existência de animais marinhos que até então eram considerados mito.

Essa não.

- Mito? Você quer dizer as...

- Sereias? Ah, sim. Eu gosto de saber sobre elas. Muitos me chamam de louca por isso, acham que minha pesquisa é uma perda de tempo. Mas há quem acredite nas minhas teorias, e se eu tornar com meus estudos vou provar a todos que sim, elas existem! - disse ela, com muita, mas muita empolgação

Tal empolgação causou receio na mente do humano. Essa cientista maluca poderia acabar descobrindo sobre Jungkook, cedo ou tarde, sabe-se lá o que faria com ele ao descobrir!

- Espero que se divirtam! - disse a mãe, alegre por terem tido o primeiro contato - Tenho que ir agora, depois nos falamos. Tchau, filhote, vê se arruma sua bagunça depois!

E a matriarca saiu, deixando os dois sozinhos.

Por que sua mãe queria que ela fosse sua amiga? Yuju se tornou uma péssima presença naquele momento.

Mas ela não parecia se importar muito.

- Quer beber algo? Vamos pedir um café. Quero ouvir sobre você. - ela sorriu, com uma sincera inocência

Jimin, que não sabia se corria ou se continuava ali, manteu sua cabeça fervendo em pensamentos a respeito do perigo que seu tritão correria caso ela aprofundasse seus estudos. Olhou no fundo dos olhos dela e percebeu que, se não fizesse nada, ela poderia colocá-lo num cativeiro e fazer experiências bizarras com este.

Precisava impedi-la!

- Você está aí? Alô? - ela acenou, e Jimin sacudiu a cabeça, voltando à Terra

- Ah, claro, quero beber algo sim. Vamos à uma cafeteria, se quiser. - respondeu ele, mantendo a educação

- Tem uma Starbucks perto da loja de vinhos. Vamos?

- Como quiser...

Durante o trajeto, Yuju quis saber sobre Jimin. Ele respondera o seu curso, seus planos e seus gostos. Percebeu que ele tinha um amor pela praia, como ela. E que ele sonhava em trabalhar com foco em lugares com mar, como ela. De preferência, ambos gostavam da BPY.

- Sua mãe estava certa quando disse que iriamos nos dar bem. Você é uma pessoa super legal, Jimin. - confessou ela, enquanto bebericava seu cappuccino, sem um pingo de timidez

- Sim, eu também acho... - Jimin não tinha certeza do que estava dizendo

- Mais tarde terei que ir à praia coletar amostras de conchas de ostra para uma pesquisa. Quer ir comigo? Adoro companhia.

Ele pensou. Talvez não fosse má ideia. Ele adorava a praia, de todo modo. Aceitou o convite, e ela sorriu para si.

- Às 17h30, pode ser?

- Não vejo problemas.

Minutos depois, ela agradeceu pela conversa e saiu, pois precisava ir ao petshop comprar comida para seus peixinhos.

Mais uma coincidência. Jimin também tinha um peixinho.

Em casa, o humano olhava as horas. Ainda era cedo, não costumava sair de casa às 16h. Porém não tinha nada a se fazer quando não tinha aula na universidade. O jeito era mexer na internet até altas horas, ou então arrumar a bagunça que sua mãe cismou que estava em situação urgente.

Pegou a bandana, amarrou na cabeça e vestiu um avental. Com uma vassoura, uma cesta de roupas e uma pá, seu espírito de empregada se levantou das trevas e logo, senhorita Jimin começou a varrer. Varrer, varrer, e varrer. Como poderia uma casa ser tão bagunçada?!

Jimin achou sua meia da Tinker Bell debaixo de uma almofada, um de seus cintos no meio de um monte de cuecas, seu pijama no chão do banheiro e sua viseira atrás de uma bolsa de carteiro. Ele nunca havia percebido, mas era um baita porco.

Varreu a sala, lavou as roupas, limpou o banheiro e organizou a louça por ordem de cor. Dobrou as roupas, enfileirou os cosméticos e guardou os sapatos no lugar certo. Tirou as chaves de dentro da geladeira e os bottons de desenho de cima da mesinha de centro. A paz voltou a reinar em sua casa.

Quando terminou de arrumar tudo, já beirava as 17h20. Tratou de correr ao banheiro e tirar o suor do corpo por uns cinco minutos. Escolheu a primeira roupa que viu e finalmente, com tudo arrumado, saiu de casa e foi ao encontro de Jungkook.

E Yuju também, é claro...

Yuju quem se atrasou, afinal. Jimin ensinava ao tritão, que estava com o celular do humano, tentando descobrir o que era de fato aquele quadrado. O mais baixo tentava a todo custo ter sua atenção, mas o tritão queria apenas saber mexer naquilo.

- Me dê este celular! - tirou o aparelho de suas mãos e o ouviu grunhir, mostrando os dentinhos pontudos que já não assustavam mais o humano - Repita comigo: Eu sou Jungkook, e moro na água.

Esperou uns segundos, pois o garoto era muito lerdo.

- Repita, Jungkook. Eu sou Jungkook e moro na água.

- Eu... - ele repetiu, falho - Sou Jungkgkfkfkf...

Ok, ele não sabia pronunciar o próprio nome.

Jimin iria ensinar a falar seu nome, porém, quando Yuju apareceu na praia, a primeira coisa que fez foi tentar empurrar Jungkook para debaixo d'água. Se esqueceu de que aquela garota era uma cientista maluca que poderia levar seu tritão para um aquário. Não teve saída a não ser escondê-lo.

Mas também se esqueceu de que era com Jungkook que estava lidando. E o levado simplesmente não queria mergulhar.

- Não! - proferiu ele, alto

- Fale mais baixo! Ou vão te ouvir!

- Quem vai ouvir, Jimin? - perguntou a garota, aparecendo atrás da pedra

Mas quando achou que teria resposta, Jimin foi rapidamente levado para dentro da água, sendo puxado para o fundo e se debatendo por ter pouco tempo para juntar fôlego. Não conseguia abrir os olhos por causa do sal e não podia voltar para a água com um tritão para que a humana o visse. Estava em um beco sem saída.

Foi aí que, durante seu desespero para respirar, Jimin sentiu algo tocar seus lábios de um jeito tão suave que sentiu seu corpo se tornar leve.

Abriu os olhos minimamente e não sentiu dor. Olhou ao redor e percebeu que estava dentro do Pacífico. Jungkook estava bem à sua frente, e pôde constatar um fato inesperado.

Jungkook havia o beijado.

E agora, ele poderia respirar debaixo d'água.

O beijo de um ser das águas tem a capacidade de repassar as competências do mesmo ao indivíduo que é beijado. Além de enxergar, pode respirar debaixo d'água.

E enxergava com clareza, naquele momento, a incrível existência de Jungkook.

Respirou fundo, e começou a nadar para longe da rocha, para esconder o tritão inocente das garras de uma cientista radical.

E não podia enrolar muito.

Yuju estava esperando na superfície.


Notas Finais


Gente do ceu teve bjjjjjj
To pasma, nem eu sabia q ia ter beijo
To feliz

BPY: Black Pearl Yuwol, companhia maritima mais influente de seoul dentro do universo das fanfics da cheanderella, para quem ficou com duvida

Tadinha da yuju

~Gilaozinho


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