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História Troca de corpos - Capítulo 3


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Notas do Autor


Hey, voltei! :D

Capítulo 3 - Capítulo 3


Ok, estava tudo bem. Quem nunca foi pego por uma individualidade e trocou de corpo com o seu melhor amigo e, nesse exato momento, estava semi nú no corpo do mesmo, se olhando no espelho e, caramba, Kirishima nunca quis tanto um buraco para enfiar sua cabeça.

Para de pensar merda, Eijirou! — pensou — É apenas uma banho, nada demais. — murmurou para si mesmo. Então retirou a última peça que faltava, a bóxer branca. Kirishima rapidamente entrou embaixo do chuveiro, aquilo era um tanto... desconfortável e estranho. Passado alguns minutos, ele terminou seu banho. Suas roupas ficavam um pouco mais folgadas no corpo de Bakugou, devido ao fato do loiro ter uma cintura bem mais fina que a sua, e os ombros menos largos.

Com Katsuki a situação não era diferente. Nunca havia ficado tão desconcertado, para não dizer envergonhado, em toda a sua vida. Era estranho tudo isso. Suas roupas ficaram um tanto justa no tronco do corpo de Eijirou, ele já havia notado o fato do ruivo ter o tronco de seu corpo mais largo que o seu. Não o julgue, a roupa de herói dele mostra bastante essa parte de seu corpo, não tem como não notar, certo? Quem ele queria enganar, vinha reparando o ruivo mais que o normal e, porra, eles também treinavam a maior parte do tempo com o seus uniformes de herói. Nesse momento, Eijirou descia para o primeiro andar, já Katsuki, preferiu continuar em seu quarto.

— Oi, pessoal! — disse sorridente, acenando para as pessoas que estavam ali, que não eram muitas.

— Bakugou?! — falou Kaminari.

— Quê? Não, eu não sou o Bakugou. — falou.

— Cara, 'cê' tá bem? — perguntou — Primeiro, chega todo sorridente conprimentando a gente e depois vem dizer que você não é o Bakugou. Isso 'tá me assustando, bro. — falou.

— Kaminari, seu burro. Não soube, não? — disse Mina.

— Não soube, o que? — perguntou.

— Aquele não é o Bakugou, Bakugou mesmo. Aconteceu um negócio aí onde o Kirishima e ele trocaram de corpos. Aquele ali é o Kiri, só que no corpo do Bakugou, entendeu? — explicou.

— Aaaaah, entendi. Agora tudo faz sentido! — falou.

— Mas é uma anta mesmo. — comentou Sero.

— Ei! Eu não sabia, ok? — falou.

— Mas o Aizawa sensei tinha nos avisado! — falou.

— Eu não 'tava lá quando ele falou! — disse fazendo bico.

— Novidade. — murmurou Mina.

— Er.. gente, eu ainda estou aqui. — falou Kirishima.

— Ah, desculpa Kiri, senta aqui com a gente! — falou, batendo palminhas ao seu lado, indicando onde ele deveria se sentar.

— Ok. — falou sorridente, se sentando ao lado da rosada.

— Cara, isso é surreal. Tipo, é estranho você ver um "Bakugou" todo sorridente, cumprimentando todos a sua volta e depois ver um "Kirishima" que xinga aos quatro ventos, mandando as pessoas morrerem, proferindo palavrões. — comentou Denki.

— É. É realmente estranho, tipo, aqui do meu lado está o Kiri, mas no corpo do Bakugou e 'tá sorrindo e isso buga muito a minha mente. — falou Mina.

— Verdade, eu levei um tempo pra processar a informação. — falou Hanta.

— Vai por mim, é estranho você 'tá num corpo que não é seu. É difícil explicar. — falou kirishima.

— Deve ser mesmo. — falou.

— Imagina quando você tem que tomar banho. — comentou Denki. Comentário esse que fez o ruivo corar violentamente.

— É... Então, agora que você já sabe, vamos jantar, que tal? Eu 'tô morrendo de fome! — falou, tentando mudar de assunto.

— Pode ser,' tô morto de fome! — falou.

— Novidade, você sempre está com fome. — disse Hanta.

Então eles foram comer, alguns minutos depois Bakugou também desceu para jantar.

— Ei, Bakugou! — chamou Denki.

— O quê que 'cê quer, Pikachu? — disse Bakugou, sentando-se eu lado deles.

— Calma, cara. Pra que agredir, não tem necessidade isso. — falou, claramente fazendo drama.

— Eu não 'tô te agredindo, seu desmiolado. Só 'tô perguntando o que você quer. — disse.

— Nada, ué. Só 'tava te chamando 'pra que sentasse junto com a gente, mas no final não foi preciso, já que você sentou por conta própria. Ou seja, você ama a gente. — falou.

— Eu sempre soube que ele amava a gente. — disse Mina.

— Ele diz que não, mas no fundo sabe que ama. — disse Sero.

— Só tenho a concordar, bro. — disse Kirishima.

— O CARALHO QUE EU A- — parou de falar, gemendo de dor — Ai, porra. Mordi minha língua. — falou com um pouco de dificuldade, pondo a ponta da língua pra fora, mostrando um pequeno corte que sangrava um pouco — Malditos dentes pontuados!

— Se eu fosse você, tomava mais cuidado. Vai por mim, eu já quase perdi a língua quando mordi bem forte uma vez. — disse Kirishima.

— Sério, cara. Como você aguenta essa porra? — perguntou.

— Costume. — deu de ombros.

— Eu sempre me perguntei como era morder a língua com os dentes assim, agora depois de ver, não me parece agradável. — disse Denki.

— Ah, não me diga. — disse Katsuki sarcástico.

— É engraçado ver o Bakugou sendo sarcástico, só que no corpo do Kirishima. É estranho. — disse Mina.

— Acho que já 'tá bom de falar que isso é estranho e etcétera. — disse Sero.

— Também acho. — Disse Kirishima.

— 'Tá, parei. Mas bem, e as individualidades? Tipo, eles não sabem controlar a individualidade um do outro. — disse Mina.

— Não deve ser tão difícil ativar o endurecimento, né? — disse Bakugou.

— Na verdade, eu demorei um tempo para conseguir deixá-lo, pelos menos, formidável e útil para algo. — falou Kirishima — Se eu demorei a controlar a minha própria quirk, imagina uma mais poderosa e incrível como a do Bakugou. — suspirou.

— Eu vou te ajudar, ok. Até porque, vai que 'cê explode a cara de um, quero nem ver. — falou e o outro sorriu.

— Valeu, bro. 


Notas Finais


Eu sei, tá um cu.


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