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História True Love - Camren (adaptada) Season 1 e 2 - Capítulo 57


Escrita por: Lene_jc

Notas do Autor


Oiê Amoré ❤️
BOa Noite pra vocês 😍

Capítulo 57 - 57 - capítulo


                 POV Autora



Allysson saiu da empresa diretamente para o estacionamento, o dossiê estava em suas mãos e não dava para acreditar na sorte que tivera ao ler isso. Bendita seja a Camila por pensar no detetive.

Abriu a porta traseira do carro e jogou o envelope no banco de trás juntamente com a sua bolsa. Fechou á porta e antes que pudesse alcançar a porta dianteira, seu corpo foi virado e imprensado contra a lataria do carro. O susto foi imediato, achou que seria algum bandido, mas... Aquele cheiro invadiu as suas narinas. Inconfundível.

Um bolo de saliva desceu em sua garganta de repente tão seca quando os seus olhos encontraram os dela...

Os olhos de Dinah Jane estavam mais verdes do que o habitual. Parecia uma águia pronta para atacar. O corpo de Allysson reagiu, instantaneamente, era coisa física. Não era da sua vontade.

Depois que conversara com Camila, refletiu bastante o que sentia pela Dinah e descobriu que não era nada relacionado á sentimento, era apenas carnal. Coisa de pele. E isso poderia ser evitado.

Por inúmeros motivos:

Primeiro, não queria trair o seu marido. Não mais. Na hora do ato não se importou porque em sua mente seria uma daquelas noites raras e loucas em que tudo era permitido. Amargou profundamente quando os vestígios da noite foram esfregados em sua cara pela Taylor.

Segundo, sabia que se continuasse com essa brincadeira não daria certo. Não conseguia visualizar um futuro para isso. Era como por um explosivo em uma represa e deixar a tragédia acontecer. Não estava disposta á uma aventura autodestrutiva.

Terceiro, amava o seu marido, tanto que os seus ossos doíam. Ele definitivamente não merecia isso.

Quarto, Dinah era Dinah. Gostava de manusear as pessoas como marionete em prol do seu bem prazer e depois descartava como se fossem lixos. A personalidade e o ego inflamado de Allysson não permita ser usada desta maneira.

Evitou respirar fundo para não dá ênfase á questão em aberto. Sentia o corpo delgado e macio de Dinah no seu, cada polegada. Também sentia a situação entre as suas pernas. Era arrasador. Á respiração de Dinah tocava o seu queixo, indicando o quão os lábios estão próximos.

— Dinah. O que devo o motivo da sua abordagem? — Allysson perguntou, surpreendeu-se por sua voz sair tranquila, comparado a agitação que estava dentro do seu ser.

— Você sabe muito bem o que eu quero... — Dinah falou sedutora. As suas unhas passearam no braço da outra, bem sugestiva.

A baixinha balançou a cabeça em negativo, lutando contra o arrepio do seu corpo. Não iria se submeter á isso, já tinha chegado a essa conclusão. Delicadamente pôs as mãos nos ombros nus de Dinah e a afastou, para incredulidade da outra que achava abominável ser rejeitada.

— Não estou disponível. — Allysson disse com voz firme, era mais fácil em pensar quando o corpo de Dinah estava longe do seu. — O que aconteceu entre nós na boate foi muito bom, não posso negar... Mas foi apenas aquilo. Não tenho interesse em continuar algo á mais. Achei que tinha entendido o recado com o meu silêncio.

Pela primeira vez na vida, Dinah ficou sem palavras e sentiu um gosto estranho na boca. Foi um choque receber um fora tão abertamente e também um golpe para o seu ego. Olhou para Allysson a mediu dos pés á cabeça e sentiu muita raiva pela rejeição. Mulheres mais charmosas e interessantes tinham lhe dado bola, não deixaria que uma mulher como Allysson Jauregui arrasasse o seu egocentrismo.

Empinou o queixo com arrogância e lançou um sorriso sarcástico para a outra.

— Não sou mulher de ficar se arrastando por ninguém. Se você não quer o que eu posso oferecer, existem outros e outras que querem. — Dinah parou de sorrir e fez uma carinha de deboche. — Esqueci-me completamente que é uma mulher de família que prefere ficar reclusa á um marido sem graça do que viver. Lembre-se de uma coisa, Allyzinha: Mulheres que andam na linha, o trem atropela. — dito isso, deu ás costas para outra e se afastou graciosamente.

Allysson ainda ficou sem reação vendo a Dinah se afastar. Não era uma mulher reclusa! Apenas a Dinah que tinha um estilo de vida completamente diferenciado. Era feliz com Troy e sentia-se bem satisfeita com a sua vida. Resolveu não dá ênfase para as palavras envenenadas de Dinah.

Ignorando o acontecimento da garagem, entrou em seu carro e foi ao encontro de sua cunhada...

Camila chegou ao restaurante na hora marcada, parecia bastante afobada quase derrubou o garçom que trafegava com uma bandeja de bebidas. Desculpou-se aparentemente envergonhada, o que rendeu uma boa diversão para Allysson...

— Não se rir de uma mulher grávida. — Camila reclamou assim que se sentou.

— Desculpe-me, mas não tenho culpa se você é desastrada. — Allysson disse rindo. — Falando em gravidez, como estão os meus sobrinhos?

Allysson tinha orgulho em pronunciar essa palavra “sobrinhos”. Sua boca até se enchia de satisfação. Desde que soube que Camila estava grávida que praticamente não pensava em outra coisa, secretamente, vinha comprando uns presentes para os seus sobrinhos, mesmo sem saber o sexo. Imaginava os três com a mesma carinha, vestindo também roupas idênticas. Iria estragá-los muito de tanto carinho e amor que os daria.

Estava ansiosa também para ver a barriga de Camila crescer! Por hora, apesar dos quadris terem ficado largos, nenhuma protuberância avantajada era vista na sua cunhada.

— Ótimos. — Camila sorriu, então, olhou para a mesa ao lado.

Allysson assistiu os olhos de Camila brilharam, até jurou que as pupilas tinham crescido. Olhou para o lado em busca do interesse de sua cunhada e a viu babando literalmente por um prato de lasanha.

— Eu acho que você já decidiu o que vai comer, não? — Allysson perguntou com meio sorriso.

Um tempo depois, Camila afastou o prato vazio para o lado, sentindo-se imensamente satisfeita. Allysson tinha ficado apenas com a salada, estava querendo emagrecer os quilos que ganhara no final do ano.

O garçom surgiu e limpou á mesa, ainda ofereceu sobremesa. Allysson declinou, mas Camila aceitou e um merengue de morangos surgiu em sua frente. Ela quase engolia a colher junto com a sobremesa.

— Se andar nesse ritmo, acho que no quinto mês, você não anda mais. — Allysson implicou, apenas por fazê-la.

Camila fez uma careta.

— Então. O que descobriu da cobrinha loira? — Camila perguntou com a boca cheia.

Allysson relatou para Camila tudo que o detetive tinha descoberto. A boca de Camila quase foi parar no colo de tão aberta que ficou, rapidamente soltou a colher dentro da taça e ergueu-se, atraindo á atenção não apenas da cunhada, mas das pessoas ao redor pelo movimento rápido.

— O que estamos esperando? Vamos agora para empresa confrontar essa safada! — Camila buscou a sua bolsa, e dirigiu-se para o fora do restaurante.

Apressada, Allysson retirou umas cédulas altas que daria para pagar muito bem o garçom e ainda ficava uma boa gorjeta. Foi atrás de sua cunhada. Tudo foi feito muito rápido, desde entrar no carro, como dirigir até a empresa. Pareciam que estavam em uma fórmula um.

Entraram no setor de criação, afobadas, e antes de entrar em sua sala, Allysson pediu para a sua secretária ligar para presidência e solicitar a presença de Taylor Swift. Hoje, a cobra iria experimentar do seu próprio veneno...



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