História True Love - Capítulo 6


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Visualizações 443
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, boa noite povo!

galera eu sei que a fanfic não está tão interessante assim, e na real eu penso em desistir dela umas 80 vezes por dia, mas a vontade de continuar escrevendo é sempre maior... sorry sorry. queria pedir calma e até mesmo desculpas por estar demorando tanto assim, peço que tenham paciência, não quero correr com a fanfic. confesso também que minhas fanfics demoram para ficar interessante (isso é sério, beleza? ) não desistem de mim, por favor

Obrigada pelos resultados

Capítulo 6 - Cinco


Fanfic / Fanfiction True Love - Capítulo 6 - Cinco

Horas mais tarde 

O silêncio reinava e aquilo era realmente estranho, visto que, meus irmãos eram movidos a barulho e conversas extremamente altas, sem contar nas risadas escandalosas – coisa a qual eu odiava, porém eles pareciam não se importar, até porque a minha opinião nunca fora valida. O lado ruim de ser filha mulher no meio de um bando de homens e nunca ter direitos iguais –. 

Lucca provavelmente tivera saído outra vez em mais uma de suas buscas excessiva por namoricos ou transas de uma noite e nada mais – ele daria trabalho futuramente, contudo ninguém se importava,  mas se fosse ao contrario... –. Ele era o irmão número três. Sim eu costumava numerá-los.  

Após levar alguns minutos – quase quarenta minutos, confesso – para desfiar o que Cristiano Ronaldo quisera dizer nas mensagens e ligação, resolvi descer e tentar encontrar alguma alma viva para conversar.

Desci as escadas com os pés descalços, encontrando apenas o senhor Sebastian na sala jogado no sofá numa posição louca, porém confortável para ele.

– Onde está mamãe e os três patetas, vulgo irmãos mais velho? – encarei papai, vagando os olhos pelo local.  

– Sua mãe foi a um chá com porrada. – respondeu ele, sem tirar sua atenção da TV.  

– Porrada? – perguntei sem compreender. – Que é isso? Dialeto novo? – ri anasalado. 

Meu pai às vezes parecia conversa em códigos, deixando-me confusa. Bem mais do que já era.

– Sim porrada! – encarou- me, fazendo careta com se dissesse a coisa mais óbvia do mundo. Não era óbvia para mim. Não tinha ficado tanto tempo fora de casa assim para eles criarem um diálogo novo, ou tinha? – Porrada Luana, sempre rola brigas quando aquele bando de mulher sem o que fazer se reúne.  – revirou os olhos.  – Aquelas bandas de lá é fogo. E sua mãe parece adorar confusão. – verbalizou, referindo-se a um dos bairros onde mamãe supostamente estava. – Ela disse que iria resolver assuntos da loja, mas sabemos que é mentira! E pelo horário sabemos também que ela ira demorar.  Provavelmente está jogando buraco e acabando com o dinheiro do palhaço aqui. – apontou para si.

Segurei o riso, meu pai era definitivamente uma comédia.  

– Seus irmãos estão fazendo o que sabem de melhor, no caso, nada.  E eu estou aqui assistindo bobagens da Disney. – disse sem animo. – Vida de princesa é um tédio! Porque criança gosta deste tipo de coisa?  

– Não sei. Eu gostava de super heróis quando era pequena. 

– Você nunca foi uma criança normal minha filha. – fiz careta pela ofensa. – Mas papai te ama mesmo assim. – piscou. 

Joguei-me no enorme sofá, deitando-me confortavelmente. 

Permanecemos em silencio assistindo bobagens da Disney. 

– Como vai à vida de noiva? – papai quebrou o silencio um tanto curioso, tinha falado pouca coisa a respeito do assunto com ele. 

– Incrível. – sorri pequeno. 

– Fiquei feliz por vocês. – confessou soprando. – Embora não pareça, eu faço muito gosto no relacionamento dos dois! Cristiano é um cara bacana! Sem dúvida algum lhe fará muito feliz. – segredou.

– Isso é, se a mãe dele deixar, né?  

– Por quê? Não vai me dizer que a sogrinha não gosta de você? – assenti numa careta desanimada, fazendo sinal positivo com o dedo. – Quando disse que você deveria aprender a cozinhar, era pra impressionar pessoas deste tipo, mas você preferiu não me ouvir.

– Ela jamais comeria algo feito por mim mesmo, tanto faz. – dei de ombros.

– Eu também não! E olha que eu te amo.  

– A minha sogra me odeia literalmente falando. Se ela pudesse me matar com apenas um olhar fulminante, sem dúvida alguma ela faria isso, ou seja, eu não estaria vida... – fiz uma pausa encarando papai.  – Mas eu não me importo tanto quanto ela deseja que eu realmente me importe. E talvez isso faça com que ela me deteste cada dia mais. – papai fazia umas reações engraçadas. – Ela acha meu trabalho vulgar por conta dos desfiles sensuais e ensaios fotográficos imorais. – forcei uma voz que não era minha tentando em vão imitar minha não tão adorável sogra. – Às vezes ela parece se esquecer que conheci o filho dela num desses trabalhos “imorais”. – pontuei. 

– Menina é mesmo? Conte-me mais querida, jogue esses babados babadeiro madrilenho na rodinha. – papai afetou a voz me fazendo gargalhar horrores, eu tinha o melhor pai do mundo e não trocaria por nada no mundo.

– Para, pai! – disse dando um leve tapinha nele. 

– Termina de contar garota, não me faça perder a criança.  

– Você acredita que na mente fantasiosa dela, ela costuma pensar que todas as vezes que venho ao México e para me encontra o Maluma? E que além de ex, ele é meu amante? – perguntei raivosa. – Justo o Maluma? O cara que eu mais quero distancia! – murmurei rancorosa. 

– Ele pergunta por você sempre, hein?! Sei não se ela não tem razão nessa história toda aí. – papai brincou em provocação. 

– Tão engraçado. – revirei os olhos.

– Sua sogra quer apenas o melhor para o filho dela, isso todos nós sabemos! Eu mesmo cometi inúmeros deslizes com o Cristiano no começo do relacionamento de vocês dois! E me arrependo até hoje. – fez careta em negação. – Mas aos poucos as coisas estão se acertando. Talvez demore um pouco para ela te aceitar na família e se acostumar com o fato de que dessa vez o filho dela realmente foi laçado, por não se permitir te conhecer a fundo. – papai puxou-me delicadamente para deitar em seu colo, suas mãos másculas e familiares afagavam meus cabelos num carinho gostoso. 

– Espero que não demore muito. – proferir de olhos fechados.

– Tenho certeza que não bebezinha! Ela ira gostar de você, mais cedo ou mais tarde. Mas precisando, é só correr para os braços do papai rock, aqui. – murmurou de volta, beijando minha bochecha. – E pense pelo lado positivo, pelo menos ela gosta de mim.

– Claro você não convive com ela. – revidei.

– E nem quero, de sogra já basta à chata da sua avó.

– Minha vó não é chata.

– Claro ela não pega no seu pé. – contra-atacou.  – Deus fez a mãe e o Diabo fez a sogra. Sogra não é parente, sogra é acidente.

– Isso aí ‘ta mais pra filosofia de boteco. – debochei.

Conquistar minha sogra séria uma missão difícil e um tanto quanto impossível – muito impossível. Bastante impossível. Extremamente impossível. Aquilo me cansaria, e talvez, só talvez, eu desistiria no meio do caminho, na primeira oportunidade.  Mas ok, ninguém precisa saber – Dona Dolores, era clara e objetivo, e demonstrava muito bem nas suas atitudes para comigo. E, apesar de estar acostumada com todo aquele tratamento negativo, desejava uma mudança produtiva, para que assim meu casamento desse certo futuramente.  

Contudo, por ora, nenhum dos seus planos e idéias mirabolantes me faria desistir de Cristiano.  

Não facilmente. 

E rezava mentalmente para que ele também pensasse e seguisse a mesma linha de raciocínio. 

Estava quase dormindo quando papai voltara a falar, entretanto estava com muito sono para responder mais uma de suas brincadeiras. 

– Sobre o Maluma... não era mentira. – em resposta bati em sua coxa. – Deselegante, não irei te carregar até a cama. 

– Eu sei que vai.

Juan Luis Londoño Arias – no particular Maluma – era um filho da mãe de primeira. Um cafajeste incorrigível que costumava brincar com os sentimentos alheios, como se eles não fossem nada, se importar com a dor que o ato causava. Ele era um verdadeiro dirty boy.

Fora nada mais que dois anos de relacionamento marcados por traições, mentiras e uma coletânea de deslizes imperdoáveis, que embora eu tenha perdão, esquece sempre fora algo meio complicado.

Nosso relacionamento tóxico fora o suficiente para me desestabilizar, deixando-me assim de coração partido até a chegada oficial de Cristiano.

Ele era o tipo de pessoa que eu queria distancia. 

Maluma era bonito por fora, contudo feio por dentro.


Notas Finais


eu adoro o Maluma dirty boy, sério...


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