História True Love - Capítulo 7


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Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


hey, boa noite povo! oh quem voltou, é aquio... tardo, mas não falho.

acho que voltei ao meu horário oficial de postagem, ou seja, esperem algo a partir deste horário (em diante). sou um ser noturno como fora dito antes.

mais um capítulo para vocês curtirem o casal, afinal as tretas estão começando a bater na porta. salve-se quem puder...

obrigada de verdade pelos favoritos e comentários, cês são demais mermão ❤️❤️

Capítulo 7 - Seis


Fanfic / Fanfiction True Love - Capítulo 7 - Seis

México, Cidade do México 

Luana D’Ávila – Point of view

Acordei no meio da madrugada – tendo a plena convicção de que papai não cumprira o combinado de não me carregar até o quarto – ao ouvir uma movimentação um tanto insuportável aos ouvidos no corredor, contudo permaneci de olhos fechados torcendo para que aquele maldito barulho acabasse logo, detestava ser acordada assim, quer dizer, eu detestava ser acordada de qualquer outra forma existente – típico dos meus irmãos, chegando da farra –. 

– Sério? E onde ele está? Hm... quero conversa com ele!  – Ouviu a voz de Lucca perguntar.

Ele quem?

Agora sim, ele estava devidamente bêbado.

– No quarto dela palhaço! Queria que ele estivesse onde? No seu? – papai respondeu rapidamente. – Agora vai dormir. Espero que não tenha bebido tanto assim por causa de alguma mulher, porque se for, minha razão estará com ela, afinal você não vale muito à pena. – no fundo ele estava mentindo e brincando. O senhor Sebastian, estava apenas fazendo uso do seu papel de pai, deixando claro o quando odiava festas e bebidas alcoólicas.

– Que mulher o que, que mulher o que. Quem precisa beber por causa de mulher, quando se tem faculdade meu velho? O bagulho é louco! – riu como se tivesse acabado de contar a melhor piada do mundo. – Faculdade é um inferno na terra, que tem o prazer de sugar sua energia e destruir sua vida. Acho que não aguento até a formatura. – confessou choroso. 

 – A mais é claro que você aguenta. Se não aguentar, eu te cubro de porrada garoto. – verbalizou autoritário.  

Ignorei aquela conversa descabida e ainda de olhos fechados tentei em vão voltar a dormir, entretanto, ao tentar mover meu corpo sentira meu coração disparar; braços fortes rodeavam minha cintura, apertando-me contra um corpo tão forte quanto e o meu perfume favorito invadirá minhas narinas.  

Cristiano. Não tinha dúvidas. O conhecia tão bem.

Ok. O “ele quem?” referia-se ao meu noivo. Ok. Esqueci-me de abrir a porta para ele como fora combinando. Ok. Existia um culpado e este era o sono, ele entenderia? Hm.. talvez não. 

Pronuncie-me quebrando o silencio, até porque pelos meus cálculos ele aparentava estar acordado, no entanto permaneci de olhos fechados. 

– Se o seu plano era me assustar, lamento informar, mas não deu muito certo.  – proferir baixo, mais rouca que o normal. 

– Tão sem graça... – beijou meu pescoço. – Como sabia que era eu? Você estava dormindo! Isso é impossível! 

– Meu amor se eu não conhecesse o seu toque e o seu perfume, não teria sentindo algum nós nos casarmos, não acha? – entrelacei nossas mãos, permanecendo da mesma forma. Talvez eu estivesse com preguiça de abrir- los e mudar de posição. Sem julgamentos.

– Deu certo da última vez. – protestou. 

– Claro. – concordei rápido. – Eu sei fingir muito bem baby. – confessei. 

– Não acredito que me deixou permanecer acreditando nessa mentira até os dias de hoje, você não vale nada Lua... – protestou dessa vez, rancoroso. 

Quem em sã consciência arma um assalto de brincadeira para a com noiva, enquanto está o espera divinamente bela no lugar marcado e o assaltante fajuto não faz questão de mudar a voz? Exatamente, Cristiano Ronaldo. Foi patético, mas vida que segue.

– Sua cara naquele dia foi tão fofa. – apertou-me um pouco mais. – Fiquei com pena de desmentir, ué.  – ri baixo.

– Falei que não ia dar certo papai. Ela é esperta demais. – Júnior disse entre risadas divertidas. 

Abrir os olhos pela primeira vez, deparando-me com o  sorriso envergonhado do mesmo. Sorri de volta. Ele estava deitado na minha frente, enquanto Cristiano permanecia me abraçando por trás. 

Estiquei meus braços puxando-o para mais perto.

– Que saudades eu tava de você bebê. – o abracei, beijando sua bochecha inalando seu perfume. Fazia um pequeno tempo que nós não nos víamos. Ele estava em Portugal com a avó. Contudo, eu sentia saudades dele quando estava longe, Júnior era uma criança adorável, a qual eu amava. 

– Também titia. – disse simplista. – Sabia que você é guapa enquanto dorme? – segredou tímido.  

– Isso aí é mentira, que eu sei. – pincelei seu nariz, vendo-o negar risonho. – Esta aprendendo a mentir com seu pai Júnior? Que feio! – fingi repreensão.  

– E eu lá sou homem de mentiras? Respeita o pai dos seus filhos Luana. – o português beliscou a extensão da minha coxa por baixo do coberto, propositalmente. Gemi baixinho, sentindo seu riso soprado bater em minha pele. Filho da mãe. 

– Oh Júnior, seu pai está me beliscando aqui ó.

– Papai seu ogro, isso não se faz, é feio! – o reaprendeu, sentando-se na cama cruzando os braços forçando uma pose séria.  

– Isso aí.  – o puxei de volta, deitando-o em meus braços. – Ele não entende. – Júnior concordara com um aceno de cabeça.

– Ela gosta. – Cristiano murmurou rouco. 

– Não gosto não. – retruquei.

– Hm... não é o que você fala quando estamos sozinhos, entre quatro paredes. – ditou em sussurros, outra vez rouco, mordendo o lóbulo da minha orelha. Arrepiei-me e agradeci mentalmente por estarmos em baixo do cobertor felpudo e numa posição oposto, seria vergonhoso demais encará-lo com o pequeno Júnior do lado. 

– Cala a boca, Ronaldo. – o belisquei de volta.  Que vença o melhor. – Criatura safada. – dei-lhe um segundo beliscão, usando um pouco mais de força, visto que, ele gemeu. 

– Oh Júnior, sua tia está me beliscando aqui ó. – imitou minha frase, tentando em vão, ou até mesmo pateticamente, imitar minha voz. Quanta audácia.  

– Não posso fazer nada papai. Eu trabalho apenas defendendo mulheres, não gosto de homens! – respondeu sonolento. 

– Acho que alguém estar com sono... Vem vou te levar para o quarto de hospedes, ficara mais confortável lá. – Júnior assentiu levantando-se da cama. Levantei-me em seguida fazendo com que o mesmo segurasse minha mão, no entanto ele abraçara minha cintura. Cristiano apenas sorriu diante tal cena.

 [...]

– Vem cá, e de mim ninguém sentiu falta não? – Cristiano perguntou assim que me virá retornar ao quarto. Ele estava sentado na cama com as costas escoradas na cabeceira, desprovido de calça e camisa trajando apensar uma cueca boxer. 

– Tsc tsc, não. Tipo, nenhum pouco mesmo, sabe? – fiz pouco caso encarando as unhas, negando brincalhona. 

Eu adorava tirar uma com a cara dele.

– Beleza. Deixa você, sua ingrata. – fez bico. Ri da sua atitude um tanto infantil.

– Que criança você. – mordi a língua contendo a risada.

Caminhei preguiçosamente em direção a cama, sentando-me em seu colo, suas mãos serpentearam minha cintura, dando-me abrigo. Adorava fazer aquilo, era reconfortante.

– Isso aí eu sei fazer muito bem... ‘Ta afim? – pergunto safadamente.

– Hm... no momento não.  – beijei seu pescoço. – Senti MUITÃO a sua falta. – gritei contida em seu ouvido. 

– Isso é bom. – disse raspando nossos lábios. – Eu precisava muito de você. – beijou-me calmo. 

– O que aconteceu com você? – encarou-me, sem compreensão. – Você estava feliz da última vez que nos vimos... – acaricie seu rosto. – E agora parece tão triste... cansado. Brigou com a sua mãe de novo? – permaneceu em silencio, respondendo-me automaticamente. – Não gosto quando brigam por minha causa. Sinto como se estivesse destruindo a relação de vocês. Por mais que ela não goste de mim. – suspirei frustrada. – Relações bonitas não merecem ser destruídas. – verbalizei simplista. – E pelo que me lembre o senhor tinha prometido se controlar em situações assim, o que aconteceu com essa promessa, Ronaldo?

– Você se preocupa demais comigo sabia? – fechou os olhos por breves segundos, fazendo bom proveito das caricias a qual lhe fazia com tamanho carinho. – E talvez isso me deixe cada dia mais dependente de você. De modo que, ficar longe por muito tempo machuque e quase angustia. – segredou, roubando-me um selinho demorado. – Acho que não consigo ficar sem você por muito tempo! É como se sugassem minha egrégia, roubando minha vontade de viver. – confessou pegando-me de surpresa, Cristiano era romântico na medida certa, no entanto, ele era um tanto quanto travado quando o assunto em questão envolvia confessar sentimentos. 

– De uma coisa eu tenho certeza, não te enfeiticei com sua mãe costuma dizer por aí. – disse convicta fazendo-o gargalhar. – Não teria dado certo, caso eu realmente tivesse feito! Sua noiva é um pouco azarada, embora tenha você, este Deus Grego, na vida dela. – vaguei minhas mãos por seu abdômen, contornando-o.

– Você é o meu sopro de vida. Meu acaso mais bonito! A mulher a qual agora, de caso pensado, eu quero levar para o resto da minha existência! – beijou meu ombro deixando-me mole em seus braços. Meu corpo estava quente. Meu coração batia fortemente dentro do peito, com se a qualquer momento fosse saltar para fora. Oh céus!

Encarei seus lábios desejáveis e convidativos, a qual a sensação de beijá-los era como tocar o céu, literalmente falando. E eu era extremamente apaixonada. Voltei a acariciar sua pele morena e macia fazendo com que nossas respirações mesclassem-se. 

– Está me deixando mais apaixonada por você, e isso é jogo baixo. – murmurei manhosa, fazendo-o apertar minha cintura. – Eu te amo muito, meu sopro de vida. – tomei seus lábios, vendo-o ofegar ao se entregar ao beijo. 

Acho que tudo que eu já ouvira a respeito de Cristiano, fora apenas mentira das conspirações contra, pessoas que não se permitia conhecê-lo a fundo e divertia-se propagando o que não era verídico. 

Ele era o oposto de tudo aquilo. 


Notas Finais


no próximo capítulo termos Dona Dolores pistola na área outra vez...


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