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História Truly In Love With You - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Truly In Love With You - Capítulo 1 - Chapter One

 Regina acordou naquele dia às 6 da manhã pois estava muito animada para trabalhar pela primeira vez num hospital. Naquele dia ela iria começar o seu tempo como interna no hospital Boa Esperança que era um dos melhores hospitais em Miami.

-Bom dia, sis! – ela exclama assim desce as escadas da grande casa já vestida e encontra a irmã mais velha na cozinha. Zelena adorava aparecer no apartamento da irmã de surpresa, ainda mais tendo as chaves.

-Bom dia, minha médica preferida! – Zelena abraça a irmã – Pronta para o primeiro dia?

-Mais do que pronta! Mal posso esperar para chegar ao hospital. Espero que todos lá gostem de mim.

-É impossível não gostar da minha nerd preferida.

Regina dá um beijo na bochecha da irmã e senta-se à mesa – E a Belle?

-Deixei-a a dormir, cansei-a muito ontem à noite e não a quis acordar tão cedo.

-Meu Deus, Zelena, tens de parar de me dar detalhes do teu casamento! – resmunga a morena fazendo a mais velha soltar uma risada.

-Até parece que a Dona Regina é santa. – ironiza Zelena.

-Sou santa sim. Perto de ti, eu sou a pessoa mais santa do mundo, sua tarada.

A ruiva dá mais uma risada – Ai, sis, tu és uma figura. Só mesmo tu para me fazeres rir a esta hora da manhã.

~

Robin foi acordado pelo barulho irritante do despertador às 8 e meia da manhã. O loiro bufou ainda de olhos fechados e desligou o aparelho. Ao contrário de Mills, Locksley não estava nem um pouco animado para aquele dia. Ele odiava treinar internos, mas Gold, o chefe do hospital onde o loiro trabalha, tinha lhe dado a responsabilidade de treinar uma tal de Regina Mills.

Depois de ganhar coragem, Robin levantou-se da cama e foi direto ao banheiro onde fez a sua higiene pessoal. Ao sair do banheiro, o loiro vai até o seu closet e veste um sweat cinzento e umas calças de ganga. Muitos médico iam de terno para o hospital, mas Robin achava que roupa prática era muito mais fácil e nunca ninguém reclamou por ele ir assim.

Tomou um café antes de sair de casa e dirigiu o seu Land Rover LRX preto até o estacionamento do hospital. Ao entrar no grande edifício encontra Mary Margaret, amiga dele há 3 anos, desde que ele entro no Boa Nova, na receção.

-Bom dia, Robin! – Mary estava sempre animada, vinte e quatro horas por dia, algo que Robin não conseguia perceber. Ele estava sempre de mau humor antes de tomar café e sempre que tinha um paciente em estado grave.

-Bom dia, Mary. – o loiro responde pegando numa prancheta do balcão – A minha nova interna já chegou?

-Sim. – a mais nova responde com um sorriso sugestivo.

-O quê? – Robin pergunta olhando para a amiga confuso.

-Ela é mesmo gata. Vocês fariam um belo casal. – sugere Margaret com o seu sorrisinho no rosto fazendo Locksley revirar os olhos.

-Sabes que eu não quero relacionamentos depois de Marian. – ele diz fechando a cara – Onde ela está?

-Desculpa. – a rececionista suspira. Ela sabia que ele odiava aquele assunto – Ela está ali na máquina de café.

Robin anui e caminha até uma mulher baixinha, deveria ter um metro e sessenta e quatro, os cabelos dela estavam soltos até o meio das costas permitindo ao loiro reparar nos lindos cachos dela. O neurologista apagou esse pensamento da sua mente e, por detrás da morena, disse – Esse café é horrível.

Regina assustou-se com uma voz atrás de si e virou-se de repente espalhando todo o seu café pelo sweat cinzento de Robin – Oh meu Deus, desculpa! – ela pede atrapalhada – Eu sinto muito! – a mais nova pega em alguns guardanapos que estavam ao lado da máquina e começa tentar limpar a camisa do loiro que agora estava irritado. Será que aquele dia podia ser pior?

-Desastrada desse jeito e ainda quer ser médica?! – o homem diz irritado se afastando alguns centímetros dela.

-Eu já pedi desculpa e você é que me assustou. – retruca a morena colocando os guardanapos no caixote do lixo.

-Eu só falei. – responde Robin já odiando aquela garota.

-Gente, ainda estamos na receção de um hospital. - Mary intervém acalmando os ânimos – Robin, vai mudar-te de roupa e, Regina, podes esperar aqui por ele para depois ele te fazer um tour pelo hospital.

Robin revira os olhos e sai em direção ao balneário deixando as mulheres sozinhas.

-Vejo que já conheceste o Robin. – comenta Mary com um sorrisinho.

-Não acredito que vou ter de passar o dia todo com ele. – Regina massaja as têmporas chateada – Ele é um idiota.

-Vocês vão se dar bem, eu tenho a certeza.

-Eu não tenho tanta certeza. – Regina tira outro café – Espero que nem todos os médicos aqui sejam idiotas.

-Não são, eles até que são bem legais. – Margaret sorri – Falando nisso, acho que os devias conhecer. Todas as sextas feiras à noite nós saímos todos juntos num barzinho chamado “Toca do Coelho". Esta sexta devias vir para conheceres todos melhor.

-Okay, eu vou. É sempre bom fazer amigos no trabalho. – a interna dá um sorriso à mais nova e Robin aparece fazendo o seu sorriso desaparecer.

-Vamos que eu não tenho tempo para brincar de turista. – chama o loiro de maus humor.

Regina lança um olhar de socorro a Mary e segue o neurologista pelo corredor que os levava até a área de pediatria do hospital.

-Aqui é a nossa área de pediatria, mas acho que já percebeste isso pela quantidade de cores nas paredes. – explica Robin sem paciência.

Regina abre a boca para lhe responder quando é interrompida – Hey, Rob! – ela olha para trás de si e vê um médico bem gato de olhos azuis.

-Hey, Killy. – Robin bate nas costas dele em cumprimento – Esta é a Regina, a minha interna.

-É um prazer conhecê-la. – Jones pega na mão da mais nova e beija-a – Tem paciência com o nosso Robin, ele é um chato, mas às vezes ele consegue ser porreiro.

-Vou tentar. – ela sorri como se estivesse brincando, mas não estava. Tinha conhecido o Robin há 10 minutos e já o achava incrivelmente insuportável.

-Queres conhecer algumas das crianças? Elas são muito fofas. – pergunta o pediatra colocando um braço em volta dos ombros da morena.

-Claro, parece divertido.

-Nós não temos tempo para isso, tenho que te mostrar o resto do hospital antes de voltar ao trabalho. – resmunga Robin.

-Rob, não sejas chatinho. 10 minutos não te vão matar. – responde Killian colocando o braço livre por cima de Robin o fazendo suspirar derrotado.

Killian guiou-os até um quarto onde estavam algumas crianças brincando e outras assistindo desenhos.

-Oi, criançada. Eu trouxe o tio Robin para vos ver e ele trouxe uma amiga. – começa Jones fazendo as crianças se levantarem e correrem para eles.

-Tio Robin!!! – uma menina sem cabelo nem sobrancelhas, mas com uns olhos castanhos enormes saltou para o colo do neurologista.

-Olá, princesa. – Regina vê Robin dar um beijo na bochecha da menininha – Como estás hoje?

-Hoje estou melhor, tio.

-Isso é muito bom. Tenho a certeza que daqui a pouco estás novinha em folha, pronta para brincar e correr na rua.

-Esse é o meu sonho! – ela diz entusiasmada.

-E o tio Robin vai brincar contigo também. – Robin sorri a abraçando.

-Quem é aquela? – a mais nova pergunta desconfiada olhando para Regina que estava a falar com um menino que estava numa cadeira de rodas.

-Ela é nova aqui no hospital, chama-se Regina.

-Ela é bonita. Gostas dela, tio Robin? É tua amiga?

-Não, ela só trabalha comigo e eu vim mostrar-lhe o hospital.

-Ela nunca esteve num hospital? – ela pergunta muito chocada.

-Provavelmente sim, mas ela nunca esteve neste hospital.

-Hum, acho que entendi. – a pequena diz e deita a cabeça no ombro de Robin – Estou cansadinha, tio.

-Vou levar-te ao teu quarto então, pequena. – ele aproxima-se de Regina – Vou leva-la para o quarto dela e depois vamos ver o resto do hospital.

-Claro, eu espero aqui por ti.

Robin caminhou com a garotinha ao colo até um pequeno quarto onde havia alguns brinquedos num cantinho no chão, uma cama com lençóis da Minnie e um sofá onde ele já tinha encontrado a mãe de Nala a dormir várias vezes – Descansa essa tua cabecinha mágica que o tio vem te ver mais logo. – ele deitou o pequeno corpinho na cama e sorrio vendo a menina fechar os olhos antes de ele sair do quarto.

-Vamos? – Pergunta Regina se levantando assim que vê Robin voltar.

-Vamos. – ele levanta a mão direita se despedindo de Killian e sai sendo acompanhado por Regina.

-Quem era aquela menina? – a more pergunta curiosa.

-Quem?

-A que estava no teu colo.

-Ah. – ele coloca as mãos nos bolsos – O nome dela é Nala e tem 8 anos. Anda dentro e fora deste hospital há 1 ano quando foi diagnosticada com um cancro no cérebro.

-E não se pode operar?

-Se pudesse, achas que ela ainda estaria aqui?

-Eu só estava perguntando. -a interna levanta os braços em sinal de rendição.

-Nós estamos tentando diminuir o tumor para depois conseguir operar.

-Ela vai ficar bem.

-Não sabemos disso. Como médica nunca deves afirmar coisas se não tiveres a certeza. - Robin ouve o toque do seu pager – A nossa tour acabou, estão precisando de mim na neuro. – ele começa a correr.

-Não queres dizer “de nós"? - ela corre atrás dele.

-Tanto faz.


Notas Finais


Espero que gostem desta minha nova história!❤
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