História Truly, Madly, Deeply. - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Red Velvet
Tags Joyri, Michaeng, Mimo, Mitzu, Seulrene, Seulyeon, Wenrene
Visualizações 90
Palavras 2.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só quem voltou depois de quase dois meses
Eu mesma aeeeee 🎉🎊🎊


Bom gente, desculpem pela demora, é por que eu estou com outro projetos, e com TMD já estar todo escrito eu resolve da uma pausa rápida, mais agora eu to de volta e vou ter muito mais tempo pra postar com freqüência.


Bjs😘😘 e boa leitura.


❤❤❤❤❤❤❤❤🌈

Capítulo 4 - TMD Four


Fanfic / Fanfiction Truly, Madly, Deeply. - Capítulo 4 - TMD Four

Havia um turbilhão de coisas se passando por minha cabeça, tudo tava ficando mais difícil pra mim a cada dia sabe? Ter que aturar Daniel, todos os dias, com aquela cara de cachorrinho sem dono.

Sempre se fazendo de vitima de ante do meu pai, só pra ter logo o casamento comigo, e isso é repugnante. E ainda tem meu pai que enche meu saco o dia inteiro com isso de me casar e ser pastora. E Claro que eu amo a deus acima de qualquer coisa, mas eu não quero ser uma pastora, quero ser apenas uma seguidora de Cristo como qualquer outro cristão.

E eu também não amo Daniel, não dessa maneira, mais sim por que diz na bíblia, "amar o próximo como a te mesmo". E isso é uma coisa que eu levo pra vida. E ainda tem a Wendy minha mãe, e toda a minha família, e isso e desgastante para a mente de um ser humano.

E tem mais uma coisa que não sai da minha cabeça, é a moça da quela noite, a moça da casa noturna, ela não saia dos meus pensamentos, eu queria ter tido a chance de agradecer.

A Wendy me tirou de lá como um furacão que mau tive tempo de agradecer, eu queria muito a encontra de novo, mais eu não vou mais na quele lugar nem, no meu último dia de vida. E eu gostaria muito de ter uma oportunidade de pode vela de novo.

Mais algo nela me entregava o fato dela fala mau de Deus, como se ela tivesse alguma angústia dele, como se ele fosse culpado por algo que aconteceu em sua vida. Ao mesmo tempo em que ela parecia acreditar dele ela parecia o odiá.

Ela parecia acreditar, mas pra ela, ele não era o mesmo ser sagrado como é pra mim.

Ela o tratava como o verdadeiro inimigo, mas o seu verdadeiro inimigo era aquela casa noturna onde, era prostituído homens e mulheres, e mesmo assim ela frequentava aquele lugar e isso não era certo, pelo menos no meu ver, e assim como meu deus ordena.

Eu havia acabado de sair de casa, e tinha que ir trabalhar ultimamente eu estou trabalhando em um restaurante como atendente de mesas. Se foi fácil? Bem na verdade não, foi muito difícil ter que passar por cima de meu pai, e o contrária lo, na mente dele eu não deveria trabalhar pois eu era sua segunda geração, assim somente a Wendy trabalhava, mais poxa eu queria ganhar meu próprio dinheiro e ser uma mulher dependente, e não uma grade líder religioso como ele desejá.

Eu tão eu corri atrás e arranjei esse emprego, não era muita coisa e eu também não ganhava muito, mas era o suficiente para eu poder compra minhas próprias coisas com o meu próprio dinheiro.

Agora eu andava em direção a uma cafeteria que eu costumava ir sempre antes do trabalho, e como eu não havia tomado café hoje cedo, por que não agora ainda nem se passava das nove e eu só teria que ir trabalhar ao meio dia então eu ainda tinha tempo.

Assim que eu empurre a grade porta de viro o sininho anunciou minha entrada e assim eu o fiz entrei e me sentei na mesma mesa de sempre próxima a janela. Para assim ter a total vista de fora, se bem que tudo ali ela vidro.

Depois de alguns minutos eu vi a bela moça, alta de pele morena e lindos cabelos de sempre se aproximar.

-Bom dia Irene, o mesmo de sempre? -Ela perguntou com seu caderninho digital em mão, e um belo sorriso.

-Bom dia Tzuyu, sim eu vou querer o mesmo de sempre. -respondo. -A mais dessa vez pode acrescentar duas rosquinhas de caramelo?

-Claro que sim, já volto. -Ela se vira e sai andando em direção ao balcão.

Tzuyu era incrivelmente linda, e seus traço asiático eram bem mais decididos do que os meus, ela era adorável, e tinha um corpo de dar invejá. Não que eu tenha algum interesse, deus me livre isso é pecado e eu jamais me imaginei com outra mulher ate por que isso e totalmente era do sobre a lei o senhor.

Não que eu não tenha algo contra. Na verdade eu sou bem mais mente aberta do que meu pai, ela abolir isso como o maior pecado do mundo, bom eu não vejo assim eu acredito que todo tipo de amor é valido, mais não pra mim.

Mais isso não impede as pessoas de gostarem de outra pessoa do mesmo sexo, se bem que minha opinião não conta muito pra eles, eles nem se quer ligam para minha opinião, por isso eu nunca opinou sobre a sexualidade aléia, eles que sejam felizes, mais nesse caso eu prefiro me casar com Daniel, do que gosta de uma mulher.

Alguns minutos depois ela voltou com

Meu espreço e minhas rosquinhas.

-Aqui estar Irene. -Ela fala pondo meu pedido sobre a mesa.

-Obrigada. -Agradeço e ela novamente volta a se afastar, voltando ao seu trabalho.

Depois de algum tempo eu peguei um livro qualquer que eu sempre levava na minha bolsa e comecei a ler o mesmo. E assim os minutos foram se passando ate novamente o sininho da porta de entrada anunciar uma nova pessoa.

Por pura curiosidade ou ansiedade, eu não sei o porque, eu direcione meus olhos ate a porta, vendo a mesma mulher da quela noite como se fosse algo do destino, ela estava alí, eu poderia a agradecer.

Ela trajava uma causa jeans preta rasgada nos joelhos e um sapato da mesma cor, junto de uma blusa branca, e uma jaqueta de couro também preta e eu seus rosto um belo óculos de sol, era ate estranho mais eu a conhece, mesmo sem poder ver seus olhos e seu rosto completamente eu sabia que era ela. Eu vir ela atravessar todo o estabelecimento se sentando em um dos bancos que ficavam a frente di balcão, eu a vir fazer o seu pedido mesmo não podendo escutar vir Tzuyu assentir com a cabeça.

E logo depois pós uma xícara em sua frente, em seguida ela tirou os óculos e deu uma rápida olhada pelo local, estava tudo bem ate seus olhos virem em minha direção, e assim que ela me viu eu tratei de desviar o olhar, mas logo voltei a olhar para a mesma, que ainda me olhava de cenho franzido, como se tentasse me reconhecer.

Eu vir sua feição se suavizar e ela levantou de seu banco deixando o seu café para trás, e veio caminhado e minha direção com paços lentos mais firmes, e por um segundo meu coração errou uma batida, e eu não sabia mais como respirar, minhas mãos estavam suando, e um calafrio percorria sobre meu corpo, ela estava alí bem ali andando ate mim, enquanto o universo fazia tudo isso acontecer em câmera lenta.

Ela parou de ante de mim e ficou me encarando com aqueles profundos olhos escuros e penetrante, sem dizer qualquer palavra, enquanto meu coração me destruía por dentro.

-Com licença. Nos nos conhecemos? - Ela pergunta mais eu não sabia responder não sabia o que falar.

Mais pera como assim ela não se lembra de mim? Só faz umas duas semanas des do ocorrido e ela já se esqueceu.

-Bom... Eu a-acho... Eu acho que sim. -Respondo gagueijando por conta do nervosismo, e da respiração falha.

Mais afinal o que tava acontecendo comigo? Meu corpo não me respondia, e era só a moça que me salvou de um estrupo tava tudo bem era só agradecer e proto, qual a dificuldade nisso?

-Certo. E de onde nos conhecemos? -Pergunta de uma forma gente mais rude ao mesmo tempo.

Eu não sabia o que dizer mais tomei folego voltando a minha respiração normal, e a tratei de responder.

-Digamos que você me salvou, a umas duas semanas atrás. - Vir ela novamente franzi o cenho mais uma vez. -De um quase estrupo, em uma casa noturna. -Explico.

-Assim você é a seguidora de "Cristo" - faz aspas e volta a sua feição normal.

Eu fiquei totalmente incomodada com a sua maneira de fala, de Cristo, isso soou tão egoísta, como se deus não fosse nada apenas, algo que seguimos, mais eu não me deixei abalar por isso.

-Sim eu mesmo. -respondo com firmeza, e ela sorri irônico.

-Vocês cristãos e suas manilhas de tentar fazerem as pessoas acreditarem em seu deus. -Mais uma fez ela fala com sarcasmo, mais dessa vez isso me irrita, e só conseguia mais me controlar.

-Olha moça, você não pode acreditar, mais eu acredito e nós não estamos tentando fazer ninguém acreditar em deus, eles nós deu o livre arbítrio, para escolhemos acreditar ou não, e eu estou apenas fazendo meu papal de passar a palavra . -Me levanto ficando cara a cara com a mesma. -Por tanto não julgue, eu só queria agradecer, por ter me ajudado... Passar bem. -Fala indo ate o balcão e pagando minha conta para Tzuyu e saindo do estabelecimento, vendo a mesma parada no mesmo lugar.

Caminhei apressadamente ate o outro lado da rua. Mais foi parada por uma forte mão segundo meu pulso.

-Espera. -Ela pede, direcionando seus olhos para os meus e respirando fundo. -Me desculpa, eu só fiquei um pouco chateada com os últimos acontecimento dos últimos anos, deus não foi muito justo comigo. -Ela responde de forma rápida tentando me explicar.

-Tudo bem. -respondo, e sinto ela afrouxar meu pulso mais ainda me segurava eu que dividiria se deveria me soltar ou não, mais eu não o fiz. -Eu sei que agente não se conhece... mas você gostaria de me conta o que houve? Quem sabe eu possa ajudar.

-Acredite em mim, você não pode -Sorri tristemente e solta meu braço.

-Podemos tentar. -Sugiro.

-Tudo bem. -Responde ela caminhando ate um banquinho alí perto e se sentando. -Eu não vou te falar muita coisa apenas o básico.

-Por mim tudo bem. Quer dizer que isso já é um começo. - sorri pra mesma e me sento ao seu lado.

-A um ano atrás eu perde duas pessoas muito importantes pra mim, sabe? Por isso eu não considero ele como um deus justo como dizem, poxa eu pedia dia e noite para ele, e tudo foi em vão, então nado do que eu fiz faleu a pena. -diz sem olhar pra mim, apenas fitando o chão, ela me parecia ser uma mulher extremamente forte. -E depois disso eu voltei a fumar e a beber loucamente. E eu te pergunto então por que? Por que se ela é um Deus tão justo? -Agora ela me fitava mais com uma certa angustia.

-Deus escreve certo por linhas tortas. -Sorri. -Ninguém explica o inexplicável.

-Então você quer dizer que foi o certo, eu perder as duas pessoas que eu mais amava no mundo? -Petguna indignada.

-Bem de certa forma sim. Talvez tudo aquilo que você perdeu você ganhem em dobro no futuro, sempre iremos passar por grades tribulações, mais sempre tem algo maior nós esperando na frente.

-Você não entende, não entende a minha dor. -ela novamente volta a fitar o chão.

-É talvez eu não entenda, mas talvez seja isso o que ele quer, já se perguntou o por que de você ter me salvado? -Pergunto e ela me fita sem entender. -Talvez ele des de o começo sempre quis que eu esteve em sua vida como um canal da palavra, assim como você estar na minha.

-Isso é só uma conhecidencia.

-Sim, talvez seja.



                           [ .... ]



-Podemos conversar? -Wendy me pergunta assim que se levanta da cadeira estávamos portas para ir embora após o culto.

-Sim, claro que sim. -me levando e fico de ante dela.

-É sobre o que aconteceu hoje. -Des e eu franzi o cenho.

-Como assim sobre hoje? -Pergunto sem entender nada afinal, só a vir agora a noite no culto.

-Eu tinha ido ate a pracinha central e te vir com a que mulher. -responde.

-Assim, é eu estava com ela, estamos conversando, eu estava falando um pouco das minhas experiências com deus. -Sorri para a mesma que continuava seria e com um semblante de preocupação.

-Ela não parece confiável. -Diz ainda seria.

-Você nem a conhece. Mais você não acha que todos merecem um votos de confiança? -Pergunto indignada com sua resposta.

-Sim, sim, mas por favor toma cuidado, não podemos apostar todas as nossas confianças em alguém.

-Você estar sendo rude Wendy, não é isso que deus quer nós passar. - a repreendo.

-Não to sendo rude to apenas te  aconhecendo ta legal?

-Certo, tudo bem então. Agora vamos pra casa. - ambas saímos do local afinal Daniel era quem estava encarregado de deixar a igreja hoje.

Ate aí estava tudo certo Irene queria ajudar a moça na qual ela havia se esquecido de perguntar o nome, e ela iria fazer de tudo para mudar seu pensamento diante de Deus, mas tudo era questão de tempo e paciência, tudo estava dando certo, ela só não contava com o fato de Daniel ter escutado de toda a conversa e esse ela mais uma boa chantagem para que a outra casasse com sigo.

Então vamos ver no que vai dar, ainda temos muitas coisas para aprender e acompanha com essa galerinha, então vamos em frente.







Notas Finais


E ai o que acharam meus amores?

Bom eu queria ter voltado com um capítulo maior mais é o que temos pra hoje.

Ate o próximo.
❤❤❤❤❤❤❤🌈


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...