História ;trust me - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente
Visualizações 28
Palavras 341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - ;moonlight


09 de agosto de 2018


Buenos Aires, Argentina, Jam & Roller


— Então, você tem um caso com a Ámbar? —


Perguntou Nina, pela décima quinta vez, deixando Luna mais irritada e com uma enorme enxaqueca – mania essa que absorveu após passar a conviver com a Smith.


— Não estamos tendo um simples caso, Nina. — Luna estava furiosa com as insinuações da amiga, como ela ousava chamar o seu relacionamento com Ámbar de... Caso? — Estamos juntas, nos amamos e estamos namorando.


— Ah, eu já sabia. — Comentou a castanha divertida. 


— Como? —


— Eu vi vocês duas se beijando quando fui te visitar, até tirei foto e mandei para a Jazmín. — Agora sim a Valente ia cometer um assassinato.


Quando esteve a ponto de esganar a melhor amiga, um par de mãos se pousou em seu ombro, se virou rapidamente, dando de cara com o belo sorriso de sua bela garota.


— Ei Luna, eu gostaria de saber se quer sair hoje, amor? —


— Pela noite? —


— Sim, prefiro pela noite. — A loira deu de ombros, apesar de não gostar de sair muito tarde, Luna aceitou com um enorme sorriso tolo.


— Perfeito, te vejo hoje de noite na porta da mansão Benson. —


— Amor! — Chamou Luna, um pouco alto demais, além de conseguir a atenção de sua namorada, também conseguiu a de metade do Roller.


— O que foi? —


Ámbar queria se matar de rir da expressão de vergonha de sua menina, mas apenas se aproximou lentamente – mais uma vez.


— Porque a noite? Você prefere andar de dia. —


— A antiga "eu" amava sair de dia, a nova "eu" ama sair de noite e também... — A loira se aproximou dos ouvidos da mais nova e sussurrou sedutoramente.


— Queria andar sobre a luz da lua. Sabe o porque, meu anjinho? —


Luna apenas negou com a sua cabeça.


— Porque nosso amor é como a luz da lua; ele pode até não ter o brilho majestoso do sol, mas ilumina a escuridão da noite vazia e fria. Você é a minha luz da lua, anjinho.



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