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História Trust Me - Capítulo 45


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Notas do Autor


Oieee, estou alguns minutos atrasadas, mas já cheguei.

Espero que vocês gostem, comentem bastante sobre o quê vocês acharam e desculpa pelos erros de ortografia.💙💙✌️😘

NÓS CHEGAMOS EM 200 FAVORITOOOOOOSSSS, OBRIGADA. Muito, muito obrigada por mais essa conquista gente, vamos de rumo aos 300.

Capítulo 45 - Forty- Fifth - The storm


Fanfic / Fanfiction Trust Me - Capítulo 45 - Forty- Fifth - The storm


P.O.V Sabina 


Segunda feira - 21:17 da noite 


Depois de ficarmos um bom tempo no hospital com o Josh, eu e Pepe fomos pra casa, quer dizer, ele me trouxe até aqui. Alguns como: Joalin e Noah, ficaram lá e vão passar a noite com o Josh, para que ele não fique sozinho. Hoje foi realmente um dia daqueles, mas só o quê eu sei, é que se a idiota da Dytto brotar na minha frente algum dia, eu agarro ela pelos cabelos, puxo todos, esfrego a cara dela no asfalto, aofgo em uma fonte dos desejos, porque meu desejo no momento, é que ela tenha os piores dias da vida dela. O Josh não fez nada nessa porra, menina filha da puta... Ah, já me estressei, foda se. 


Assim que entramos em casa, como de costume todos já foram dormir. Meus pais trabalham muito, então atenção é uma coisa que eu quase nem tenho, mas tudo bem... Posso lidar bem com isso. Eles saem pra trabalhar às 7 da manhã chegam às 7 da noite e vão dormir às 8 em ponto, para não terem problemas pra acordar no dia seguinte. Pedi para que Pepe entrasse e ficasse um pouco comigo, até eu me acalmar um pouco, estou muito brava com essa história toda e ele é muito mais compreensívo do quê eu imaginava. 


Subimos até meu quarto e assim que adentramos o cômodo, ele coloca a minha bolsa em cima da cama e eu fecho a porta. Sem nem ligar a luz, eu me jogo na cama. 


Pepe: - Já vai dormir? - Pergunta tirando o casaco e colocando em cima da minha escrivaninha. 


Sabina: - Não. Eu estou sem sono nenhum, Pepe. - Falo me sentando com as pernas dobradas e os cotovelos apoiados no joelho. - Como pode acontecer isso com alguém, sabe? As pessoas não tem mais limites, querem o sucesso à todo custo. - Enquanto falo isso, ele se senta do meu lado na cama e me olha. - Eu fico pensando... Por quê estragar a vida de uma pessoa inocente? Não porquê disso, Pepe... - Falo desacreditada. 


Pepe: - Não tem que ficar pensando nisso, Sabí. - Fala acariciando meu braço - Essas coisas acontecem pra quem é famoso. Isso é mais que normal nesse mundo do entretenimento, entende? É realmente horrível, mas é uma coisa que não dá pra evitar. 


Sabina: - Dá sim, o Josh precisa parar de namorar com gente retardada. - Pepe ri 


Pepe: - Mas ele não namora mais com a Dytto, ela brotou do nada e inventou tudo isso. 


Sabina: - É, mas ele já namorou ela. Ele tem começar à namorar gente que presta. Tipo a Any. 


Pepe: - A Any? - Assinto o olhando - Não se lembra da cena que ela fez no hospital? 


Sabina: - Não sei porquê, mas não acho que ela estava falando sério... Tem alguma coisa rolando. - Me viro de costas pra ele e fico sentada na ponta da cama - Eu só sei que eu cansei de pensar nisso. - Falo passando as mãos no rosto. 


Pepe: - E eu só sei que preciso de um banho. - Beija meu ombro - O treino de hoje foi puxado. 


Sabina: - No futebol? - Ele assente - Quem manda querer ser jogador? Você que lute. - Falo e o mesmo ri - Só espero que quando você for um jogador famoso, não se esqueça de mim. - Cruzo os braços fazendo bico e ele cheira meu pescoço. 


Pepe: - Nunquinha. - Sorrio satisfeita e Pepe beija meu pescoço rapidamente. 


Sabina: - Pode tomar banho no meu banheiro, se quiser. - Ofereço o cômodo à ele 


Pepe: - Tá, valeu. - Se levanta e tira a camisa enquanto andava até o banheiro que tem no meu quarto. 


Quando vejo aquele tanto de músculos em seus costas, fico parecendo uma idiota babona, como pode ser tão bonito? 


Assim que ele fecha a porta, eu começo à pensar: Por quê eu continuo pensando na época que eu era apaixonada por ele? Todos esses sentimentos voltaram de forma extremamente rápida e, isso me assustou um pouco. O fato de poder tê-lo, é como uma satisfação pra mim, mas... Por quê tenho que ficar só no beijo? Eu espero por ele desde os meus 14 anos de idade... Tá na hora de realizar esse desejo de uma vez só. 
Já cansei de ficar aqui esperando até alguma coisa acontecer na minha vida, eu mesma quero que isso aconteça e eu quero que seja com o cara que eu mais amei e ainda amo nessa vida. 


Seguindo esse pensamento, eu abro a porta do banheiro e o vejo dentro do box tomando seu banho. Pepe esta de costas pra mim... Que corpo é esse, meu Deus? Não consigo ver perfeitamente, pois está embaçado, mas só assim já está maravilhoso. Tomando coragem, eu tiro o cropped que estou vestindo e logo depois tipo a calça jeans, fazendo o máximo de silêncio possível. Termino de tirar toda a roupa e me preparo pscicológicamente pra este momento que tenho certeza que será o melhor da minha vida. 


Abro a porta do box bem devagar e o observo de cima à baixo, gravando cada detalhe de suas costas musulosas até seus pés de jogador, em minha mente que neste momento... Só pensa no quão feliz eu estou, mas... Posso ficar ainda mais feliz. Coloco o pé dentro do box, fecho a porta e com cuidado, deslizo minhas mãos para seus ombros, o quê fez com que Pepe levasse um pequeno susto e se virasse para me olhar. Quando me vê, seu olhar passeia por todo o meu corpo e repara em todas as minhas curvas detalhadamente. Em meio às suas olhadas, o fogo dentro de mim aumenta e eu só sinto a imensa vontade de começar isso de uma só vez. Ainda olhando meu corpo, ele umidece os lábios e seus olhos se fixam em meus seios, o que faz minha intimidade pulsar pela primeira vez na vida, nunca senti isso antes. Com suas enormes mãos, ele envolve minha cintura abraçando a mesma e grudando nossos corpos devagar e colando os lábios contra a pele sensível do meu pescoço, ação que me faz meu corpo ficar arrepiado. Sentir seu corpo quente próximo ao meu está me deixando louca e com cada vez mais e mais desejo. Enquanto Pepe distribuí diversos beijos por toda a extensão do meu pescoço, eu acaricio suas costas e arranho a mesma de leve. Suas mãos não ficam paradas apenas em minha cintura, ele às locomove pelas minhas costas, pescoço e quando menos espero, sou supreeendida com um fraco aperto em minha bunda, arfo com a sua atitude e sorrimos maliciosos. Aos poucos, sinto meu corpo ficando fora da zona de vergonha, insegurança, ou medo de me entregar; eu estou com fome e a única coisa que pode satisfazer-me tem nome, Pepe. Tomada pelo desejo de tê-lo, eu o empurro contra a parede e selo nossos lábios, que começa rápido, mas que é possível sentir o tesão de ambos os corpos, e explorar cada detalhe de nossas bocas. Minhas mãos passeam por seu abdômen definido, enquanto nossas bocas continuam grudadas em perfeita sincronia e suas mãos apertam minha cintura. Só por está troca de salivas, eu sinto que Pepe esta animado, pois seus lábios estão quentes e sua língua mais ainda. Bom saber que causo esse efeito nele!  Com uma certa rapidez, ele segura minha coxa, à levantando na altura de sua cintura, o quê acaba fazendo minha intimidade se chocar em uma parte um pouco mais acima de seu membro, mas dando pra sentí-lo por um curto segundo, que arranca um gemido abafado de nós dois. Não sei se consigo descrever a sensação disso tudo. É como sentir seu corpo quente por dentro e por fora incríveis e inconfundíveis arrepios em cada canto. A água que desce do chuveiro, faz nossa pele ficar escorregadia e é algo que facilita muitas coisas, além de tornar tudo mais emocionante pra mim, até porque, está sendo minha primeiríssima vez. Sou tirada de meus devaneios, quando Pepe inverte nossas posições, me colocando virada de costas pra ele e de frente para a parede. Aos poucos, senti seu corpo se chocar contra o meu e em consequências disso, seu membro ficar entre minhas pernas e se chocar contra a minha intimidade, me fazendo gemer baixo. Pepe abroxima os lábios da minha orelha e morde a mesma, logo depois sussurando algo: "Como você é maravilhosa!", sorrio feliz com seu comentário e ele percebe na hora. Minhas pernas tremem, quando sinto sua boa começar à distribuir beijos por toda a parte de trás do meu pescoço, depois pelas costas e antes que ele chegasse na minha bunda, eu resolvo tomar uma atitude, não estou mais aguentando ficar só nisso. Volto à selar nossos lábios e Pepe sorri malicioso durante o mesmo, fazendo com quê eu tivesse a mesma atitude. Este beijo foi diferente do primeiro. Nele, havia muito mais desejo, era muito mais quente, provocante, viciante, excitante... Preciso do Pepe dentro de mim... Tem que ser agora. Para provocar, eu mordo seu lábio inferior e ele arfa aos sentir minhas mãos passeando por seu corpo, assim como ele fez comigo anteriormente. Sem mais delongas, Pepe me segura pela coxa e pega no colo, com as pernas abertas e a boca colada na sua, explorando cada canto usando apenas a língua. Assim que ele se prepara para inserir o membro, eu toco em ombro e ele me olha. 


Sabina: - Eu nun... - Me interrompe selando nossos lábios em um selinho demorado e que me transmitia muito carinho e confiança. 


Pepe: - Eu sei... Prometo ir devagar, tá legal? - Assinto e sorrio aliviada. 


Após nosso pequeno diálogo de 10 segundos, sinto a cabeça de seu membro se chocar contra a minha intimidade e eu gemo surpresa. Com muito cuidado para não me machucar, ele me penetra em uma mera lentidão. Muito ao contrário do quê eu pensava, não doeu quase nada e, isso me deixou bem confusa por alguns segundos, até começar à sentir um imenso calor e prazer. Pensando que havia doído, Pepe não se mexeu por alguns segundos, mas assinto com a cabeça fazendo com quê o mesmo entendesse o recado. Suas estocadas estao mais profundas e à cada gemido meu, ele entende como um sinal para continuar e aumentar a velocidade com que penetra. Estamos cobertos pelo desejo, quentes por fora e por dentro, nossos gemidos não podem mais ser abafados pela água que vai do chuveiro acima de nós. Cada vez que a velocidade aumentava, nossos gemidos subiam de volume, chegando até ao ponto de Pepe deixar de me segurar com uma das mãos, para tapar minha boca. Não tenho como descrever a sensação maravilhosa que isso, o melhor ainda, é fazer isso com alguém que você ama... Com o rosto enterrado na curvatura de seu pescoço, para abafar os gemidos, eu acabo soltando uma frase sem querer "Te amo, Pepe", falo em espanhol e automaticamente. Por pouco tempo, pensei que teria feito besteira, mas 25 segundos depois, Pepe aproximou os lábios do meu ouvido e... "Te amo, Sabí.". Naquele momento, meu coração queimou completamente, fazendo parte do grande incêndio que acontecia dentro do meu corpo, o quê ocasionava todos os meus diversos gemidos. Depois que dissemos isso um para o outro, tudo pareceu ficar ainda melhor, parecia que não existia nenhuma barreira que nos impedisse de nos amar, que não existiam erros um no outro... Só conseguimos sentir excitação, gemer o nome um do outro e algo que eu mais fazia: Pedir que fosse mais rápido, ou pedir por muito mais. Entrelaço minhas pernas procurando mais profundidade mas estivas feitas por Pepe, pra quê eu fiz isso? Eu gemia loucamente e sem parar, enquanto ouvia sussuros sujos em meu ouvido, com sua voz rouca e que também sentia que queria muito mais. 


( ... ) 


Depois de mais MUITAS estocadas, finalmente chegamos ao nosso ápice, mas antes REALMENTE chegar lá, Pepe tira seu membro desportegido de dentro de mim e goza fora, enquanto acontece praticamente o mesmo comigo. O moreno me coloca no chão novamente e nós nos abraçamos, com muito carinho e extremamente ofegantes. Demos mais alguns beijos, trocamos carícias, algumas últimas mãos bobas, mas depois tomamos um banho rápido. 


Saímos do banheiro sem desgrudar um do outro, eu visto a camiseta dele e uma calcinha e, ele veste a mesma cueca que usava antes de isso acontecer. Nos deitamos na cama, eu me viro de costas pra ele e o mesmo passa os braços envolta do meu corpo, me abraçando e logo depois, nos cobrindo com o meu cobertor de sempre. Ele beija minha nuca e eu sorrio feliz. 


 Eu tive a minha primeira vez hoje e... Foi mágica! 


P.O.V Diarra 


Terça feira - 6:48 da manhã 


Como sempre, eu chego o mais cedo possível no colégio e fico na sala que será minha primeira aula do dia, nem sei exatamente o porquê, mas prefiro fazer isso do quê perambular por aí sem rumo nenhum e acabar perdida nessa escola enorme. Desde ontem, a única pessoa com quem eu conversei por mensagem e depois por ligação, foi com o Noah. Nunca pensei que poderíamos ser tão amigos, sabe? Ele é muito legal comigo e, podemos ser melhores amigos algum dia, não sei. Sabe quando você começa uma conversa com o seu amigo e parece que vocês vão criando mais um monte de assuntos durante a noite? Então, foi exatamente isso que aconteceu ontem. Acho que nós nunca tínhamos tido uma conversa tão longa desse jeito, a gente só conversava quando estava com o grupo todo, só mandava mensagem no grupo, mas agora... Ficamos em uma ligação por whatsapp que durou até 3 da manhã, amizade respeito que chama?!


Me sento no mesmo lugar de sempre, no fundo da sala e na carteira logo ao lado da janela que dá para o jardim, gosto de olhar. Esse é o bom da aula de história, tem várias janelas pela sala, por isso é bem arejada e até mais confortável de se estar. Abro meu fichário, pego uma caneta azul, uma preta e uma vermelha, e começo à fazer algumas anotações importantes da aula passada. Tenho certeza de que vou me dar bem nessa prova. Semana de prova é um inferno, né? Ainda mais quando se tem um monte de coisa acontecendo. A primeira prova foi ontem, a de inglês, mas ainda temos mais um montes de provas pra fechar o ano com chave de ouro e entrar nas férias, porque eu é não vou ficar aqui na recuperação, Deus me livre.


Sou tirada de meus devaneios, quando Heyoon e Shivani entram rindo e conversando entre si sobre algum assunto do qual não tenho conhecimento. Heyoon se senta na carteira à minha frente e Shivani na carteira ao lado da minha.


Diarra: - Bom dia, meninas risonhas! - Falo sorrindo e elas fazem o mesmo enquanto me olham


Shivani: - E aí, Dih? - Diz colocando seu material em cima da mesa.


Diarra: - Sobre o quê era a conversa de vocês? - Pergunto curiosa


Heyoon: - A Shiv tava me contando aquela mesma história do cachorro quente, se lembra? - Assim que me vem a história na cabeça, começo à rir e elas também automaticamente.


Diarra: - Até hoje, ela não explicou como conseguiu pagar a mulher - Falo ofegante de tanto rir


Shivani: - Eu não paguei, saí correndo dali. - Rimos ainda mais


Heyoon: - Essa história ainda vai te dar muito dinheiro, viu, dona?


Shivani: - Não sei porquê vocês gostam tanto dessa história, gente. - Fala negando com a cabeça


Heyoon: - Ah, cala a boca, é muito engraçada. - Assunto concordando. De repente, Sabina entra correndo e sorridente.


Diarra: - Lá vem a doida - Ela ignora meu comentário e se sena em cima da minha mesa. - Sua primeira auka nao é história, é física.


Sabina: - É, mas eu tenho notícia mega, ultra, super demais pra contar pra vocês. - Fala cansada por correr tanto


Shivani: - Díos mio - Imita o quê a mexicana sempre fala


Sabina: - Eiii, isso é meu - Se refere à frase dita por Shivs


Heyoon: - Não importa, tá legal? Fala logo, o que aconteceu de tão mega, ultra, super demais? - Pergunta extremamente curiosa, assim como todas nós


Sabina: - Então... Eu... Cresci. - Franzimos a testa - Não é demais? - Fala ansiosa


Shivani: - Ah, Sabí... É que você já é alta, sabe?


Heyoon: - Eu que o diga. - Assinto


Sabina: - Não é no sentido de altura não, suas doidas.


Diarra: - Olha quem fala - Digo tirando sarro e ela me bate de leve


Heyoon: - Perai... Acho que já entendi... - Se levanta boqueaberta e olhando para Sabina - Você e o Pepe?


Sabina: - Sim - Diz sorridente e finalmente, eu e Shiv entendemos sobre o quê elas estavam falando.


Shivani: - Perai, você nunca tinha feito isso? - Pergunta incrédula e Sabina nega


Diarra: - Caramba, foi especial, né? - Ela Assente super feliz e eu à abraço - Parabéns, Sabí!


Heyoon: - Mas como foi? Você gostou? Doeu? - Pergunta preocupada


Sabina: - Foi perfeito, eu amei e por incrível que pareça, não doeu nada, só incomodou um pouquinho, mas nada demais.


Diarra: - Nossa senhora, a minha doeu pra um caralho. - Falo e me arrepio só de lembrar da dor


Heyoon: - A minha não doeu tanto, mas sei lá... São poucas as mulheres que não sentem dor como a Sabí disse que foi. - Concordamos


Sabina: - Vocês duas perderam com o Lamar? - Pergunta franzindo a testa


Shivani: - Não, a Dih perdeu com o Nicolas - Sabina fica confusa - É um ex dela, antes do Lamar.


Heyoon: - Mas a minha primeira foi com o Lamar sim e, foi muito especial pra mim. - Diz sorrindo


Diarra: - Mas diz aí, Sabí. Está feliz, ou muito feliz? - Ela sorri de orelha à orelha com a minha pergunta


Sabina: - Estou radiante, Dih! - Fico tão feliz de vê-la assim e, tenho certeza que Shiv e Yoon pensam o mesmo.


Heyoon: - Não esquece de marcar um médico, tá? É importante saber tudo certinho pra não dar merda.


Sabina: - Eu sei, mamãe. - Rimos e vimos Sofya entrar com Hina na sala, ambas estão sem a mochila nas costas.


Sofya: - Ouvimos os gritinhos de vocês e viemos aproveitar que nossa aula ainda não começou pra saber o quê está acontecendo. - Se senta na cadeira à frente de Shiv


Hina: - Queremos saber tim-tim, por tim-tim - Fala fofa e se senta no colo da Indiana, que dá logo um selinho em sua boca, são TÃO FOFAS.


Shivani: - A Sabí Estava contando na noite dela com o Pepe.


Sofya: - Espera ai... Rolou? - Fala sorrindo ansiosa


Sabina: - Sim e, foi mágico. - As duas fazem high five enquanto sorriam felizes.


Hina: - Pensei que eu fosse a única virgem de 18 anos - Rimos


Heyoon: - Você não é, acredite. Tem mais uma que também nunca fez isso no nosso grupo, mas aí já é pessoal dela e, é melhor não falar sobre isso.


Shivani: - Você nunca fez isso, minha samurai? - Pergunta à olhando e Hina nega.


Sofya: - Trate de fazer bem na primeira vez de vocês, Shivani Paliwal. - Fala provocando risos nossos e Shiv bate nela envergonhada.


Diarra: - Só eu que já sinto muita saudade da Any com a a gente?


Hina: - Não, todo mundo sente.


Heyoon: - Eu tenho pra mim, que tudo o quê ela disse ontem, não foi verdadeiro.


Sabina: - Eu também acho. - Concorda


Diarra: - É, eu também. Ela gosta muito do Josh, gente.


Sofya: - Eu não acredito que ela pense que meu irmão faria isso com alguém.


Shivani: - Tem alguma coisa acontecendo e, ela não que nos dizer.


Sofya: - Só sei que minhas irmãs estão bem chateadas com ela e o Josh nem se fala. A Joalin disse que ele quase nem dormiu essa noite.

 

Hina: - Mas tenho certeza de que vai dar tudo certo e nós vamos voltar à ser um grupo normal. - Todas olhamos pra ela com a sobrancelha arqueada. - Tá, o NOSSO normal.


Sabina: - Um normal bem doido, né? - Rimos.


P.O.V Noah 


Acordo com as costas mais doídas do quê se eu tivesse dormido no vejo na noite passada. Eu e Joalin dormimos em duas poltronas separadas, uma ao lado da outra e de frente para a cama onde Josh dormia profundamente. Quando olho para o lado, vejo Joalin dormindo toda encolhida por conta do frio que faz aqui dentro, resultado do forte ar condicionado ligado a noite toda.


Tiro a jaqueta de couro que estava vestindo e cubro a mesma, que sorri fraco e volta para seu sono. Me levanto da poltrona, confiro de Josh está bem ali e obtenho resultados positivos, conseguindo ficar tranquilo pra sair do quarto e tomar um café na recepção.


Ainda no andar que há o quarto que eu estava, vejo o mesmo médico de ontem, o médico que estava cuidando do Josh e me aproximo dele. Apertamos as mãos e eu o cumprimento com um "Bom dia!".


Noah: - Bom dia! - Sorrio com os olhos levemente fechado por conta do sono.


Doutor: - Bom dia, senhor Urrea! A poltrona é muito ruim? - Pergunta notando que eu estava com um incômodo nas costas enquanto ainda falava com ele


Noah: - Ruim não é, mas pra dormir é um inferno - Ele ri


Doutor: - Como está a senhorita Joalin? - Pergunta


Noah: - Ela está dormindo ainda. Será que tem como você diminuir o ar condicionado do quarto? Está muito forte. - Peço


Doutor: - Vou pedir para algum funcionário passar lá e arrumar. Não sei mexer e posso acabar quebrando tudo. - Solto um pequeno riso


Noah: - Doutor, sabe mais ou menos quando o Josh vai receber alta? - Pergunto com um tom de preocupação


Doutor: - Ainda hoje ele pode receber alta, mas sem forçar muito o pulso e mão direita, porque ainda está engessado, muito quebrado e, é perigoso piorar a situação.


Noah: - Então tá bom, fico mais aliviado em saber que ele sai hoje. - Sorriso aliviado - Obriga... - Meu celular toca e eu pego o mesmo, que estava no bolso de trás na minha calça jeans. Assim que olho para a tela, aparece a Sina e uma foto da mesma, indicando que ela estava me ligando.


Doutor: - Namorada? - Pergunta


Noah: - Pois é. Com licença, doutor. - Ele assente e eu me distancio para atender.


Ligação on


Eu: - Oi princesa - Falo sorrindo


Princesa: - Oi príncipe. Como está o Josh e a Joalin?


Eu: - Ambos estao dormindo.


Princesa: - A poltrona é ruim, né?


Eu: - Péssima - Ela ri... Como eu amo essa risada!
- O doutor disse que o Josh receberá alta ainda hoje.


Princesa: - Que ótimo! Mas você já viu como está o tempo hoje, Noah? Vai cair um toró daqueles.


Eu: - Deixa eu ver - Vou até uma das janelas do corredor e vejo o céu, que estava SUPER escuro. - Puta merda.


Princesa: - Minha casa é muito longe daí do hospital. Vê com o Lamar, ou com o Bailey, se tem como vocês irem pra lá direto, é mais perto. Vocês passam a noite e voltam amanhã quando a chuva estiver mais fraca.


Eu: - Tá, eu vou ligar pra um deles e ver se tem como passarmos a noite lá.


Princesa: - Ok e, saíam antes da tempestade, Noah.


Eu: - Pode deixar, princesa. Beijo, te amo.


Princesa: - Beijinho, também te amo.


Ligação off


Operação: Ligar pro Lamar e perguntar se rola de passarmos a tarde e a noite lá.


Mensagem on


LAmarelô


Eu: E aí, cara? Desculpa te atrapalhar no seu trabalho ai, mas tá vindo uma puta tempestade aí e, sua casa é a mais perto daqui do hospital. Será que eu, o Josh e Joalin, podemos ir pra aí e dormir aí?


LAmarelô: Claro que podem, cara. Eu não fui trabalhar hoje não, eu vi a chuva e liguei pro meu chefe avisando que ano ia ter como ir pra lá.


LAmarelô: Que horas vocês vão sair daí?


Eu: Assim que os dois acordarem.


LAmarelô: Beleza, quer que eu mande o Bailey pra buscar vocês?


Eu: Não, eu to de carro. Posso dirigir até aí. Só me passa o endereço, porque eu nunca foi na sua casa.


LAmarelô: Ok. Endereço: Xxx Xxxxxx Xxxxx. É a terceira casa do lado direito da rua.


Eu: Tá bom, Valeu cara, tô te devendo isso.


LAmarelô: Que isso, tranquilo.


Mensagem off


Pronto, agora eu só tenho acordar a Joalin, avisar da tempestade e torcer pro Josh acordar o quanto antes. Não podemos sair depois de meio dia, até lá a chuva já começou, aí fode tudo.


P.O.V Any


A a prova de hoje foi mega fácil, eu domino muito bem a matéria: história. Estou me saindo muito bem, não falei com nenhuma das meninas a manhã inteira, mas... Confesso que esta sendo muito difícil pra mim. QUE DROGA, por quê tem que ser tão difícil? Mas... Tudo bem... É pô um bem maior.


Assim que saio do colégio, vejo Cameron com as costas encostadas na porta de um carro preto e sorrio. O mesmo acena pra mim quando vê e eu ando até onde ele estava.


Cameron: - E ai? - Beija minha bochecha amigavelmente


Any: - Oi. O que faz aqui? - Pergunto estranhando o fayod e ele estar ali.


Cameron: - Eu estava pensando que poderíamos ir tomar um sorvete pra desestressar, o quê você acha? - Propõe


Any: - Não sei... Amanhã eu tenho prova de geografia, tenho que estudar. - Falo insegura


Cameron: - Ah, qual é, Any? Geografia é muito fácil, vai se sair bem mesmo se não estudar.


Any: - Não sei... - Falo na dúvida e ele coloca a mão no meu ombro


Cameron: - Eu prometo que será muito mais legal que ficar em casa estudando pra um prova, de uma matéria que nem tão difícil é.


Any: - Ai, tá bom, tá bom. - Cedo e ele sorri vitorioso - Mas não pode durar a tarde toda, tenho que voltar pra casa, entendeu?


Cameron: - Sim senhora - Fala e eu rio. Cameron abre a porta do passeiro pra mim - Por favor, senhorita Any. - Diz brincando e eu seguro o riso.


Any: - Olha só, que cavalheiro, não é mesmo? - Demos risadas e eu entro no veículo sem dizer mais nada.


( ... ) 


P.O.V Josh 


São exatamente 18:35 da noite e eu já estou aqui na casa do Bailey e do Lamar. Eles nos receberam muito bem e sem problema embora, eu não possa deixar de notar que falta alguém nessa casa. Cadê a Any? O horário que ela sai da escola já passou faz tempo, nós também já chegamos faz um bom tempo e nada de a bonita aparecer por aqui. Por quê eu ainda me preocupo? Mais que merda. Para com isso, Joshua.


Noah e suas péssimas habilidades em cozinhar, estão neste momento terminando de fazer uma comida para o resto de nós. Eu estou torcendo muito pra dar alguma merda e ele se responsabilizar. Por quê? Só pelo tanto de vezes que ele já riu de mim quando eu fiz alguma merda enquanto cozinhava e, ainda gravou. Estou sentado em cima do balcão do mesmo cômodo em que ir estadunidense está, Joalin e Bailey estão arrumando a mesa e Lamar está arrumando um lugar para eu e Noah dormirmos.


Josh: - Tem certeza de que já está bom, Noah? - Pergunto estranhando a rapidez com que ele fez a comida.


Noah: - Confia no pai, isso aqui está divino. - Faz um "ok" com a mão esquerda e com a outra segura uma panela.


Josh: - Eu tô morto de fome. Ninguém merece comida de avião. - Ele ri


Noah: - É, então dá próxima vez, pense antes de fazer alguma coisa, tá? - Reviro os olhos - Não quero perder meu marido bem no meio da minha gravidez.


Josh: - É, né? Tem razão, minha vida. - Falo entrando na brincadeira - Vou me controlar da próxima vez.


Noah: - Isso mesmo, bebê. - Demos risada disso tudo que estávamos falando e eu escuto a porta da casa ser aberta. Logo depois, Any entra e franzi a testa ao ver Joalin ali. Ela até agora não viu nem eu e nem o Noah na cozinha, mas eu não consigo tirar os meus olhos dela.


Bailey: - Finalmente a margarida chegou, né? - Fala de frente pra ela - Onde você tava?


Any: - Depois da aula, eu fui pra sorveteria com um amigo e depois pra uma biblioteca estudar para a prova de amanhã. Acabou o interrogatório? - Quando ia entrar na cozinha, me vê sentado no balcão e, logo desvia o olhar, indo até a geladeira e abrindo a mesma. - Por quê eles estão aqui? - Pergunta enquanto pega uma garrafa d'água.


Lamar: - Eles vão dormir aqui hoje. - Diz descendo a escadas com o colchão inflável nas mãos.


Any: - Aff, sério isso? - Pergunta e toma um gole de água


Lamar: - Seríssimo. Tem uma tempestade forte vindo aí e, a casa deles não é nada perto do hospital em que estavam. - Larga o colchão no chão da sala de estar


Joalin: - Mas pode ficar tranquila. - Se aproxima de Any - É só esta noite, ninguém aqui quer ficar muito tempo no mesmo ambiente que você. - Rapidamemte, eu desço do balcão e entro no meio das duas.


Josh: - Nem começa, Joalin. Deixa ela em paz. - Falo tentando evitar uma briga


Any: - Eu sei me defender sozinha, obrigada. - Diz debochada, mas eu ignoro seu comentário e continuo olhando para Joalin.


Noah: - Gente, vamos comer logo. - Fala levando as panelas até a mesa de jantar e todos, com exceção de mim e da Any, vão se sentar. Antes que eu pudesse sair da cozinha, ela quebra o silêncio entre nós.


Any: - Como está a sua mão? - Pergunta e eu fico surpreso com sua preocupação


Josh: - O médico disse que eu não posso fazer muito esforço com ela, mas fora isso, não dói nem nada.


Any: - Ata... - Novamente, o silêncio se instala na cozinha e ficamos levemente sem graça, mesmo que Any tentasse não demonstrar nada disso.


Josh: - E você... Teve prova hoje, né? - Ela assente - Como foi?


Any: - Fácil - Fala simples e sai do cômodo, me deixando sozinho lá.


Suspiro bobo com nossa curta conversa e vou até onde todos estão: Sala de jantar. Me sento do lado do Noah e Any senta na minha frente. Com os pratos já feitos, conversamos bastante, pena que a única pessoa que eu queria que falasse comigo, só ignorava o fato de ter muitas pessoas ali, nem olhava pra mim, nem pra ninguém... Odeio isso. Desde que começamos o jantar, não à vi comer nem sequer um quarto da comida, só estava revirando a mesma com o garfo. Ela consegue ser linda até distraída!


( ... )


Deitado no mesmo colchão do Noah, é quase impossível, ele se mexe DEMAIS. Mas isso tudo se torna ainda mais difícil, quando tem barulhos vindos da cozinha, que te despertam às 2 da manhã e te impedem de dormir tranquilamente. De mau humor e puto da vida por ser acordado, eu sigo ate a cozinha, que era de onde vinham os irritantes barulhos.


Assim que adentro a mesma, vejo Any sentada no chão, comendo salgadinho. Não era só isso, haviam vários pacotes de bala, um porte de sorvete, pedaço de bolo... Não me diga que ela está fazendo isso de novo. Fecho a porta do cômodo e ligo a luz, assinando a mesma e à fazendo olhar pra mim.


Josh: - Any! - Falo em tom de reprovação. - Tá maluca? - Pergunto e eka se levanta colocando o prato com várias coisas em cima do balcão.


Any: - Ô Josh, você cuida da sua vida. - Diz terminando de mastigar algo


Josh: - Eu cuido da minha vida, você é que não tá cuidando da sua.


Any: - Ei, me deixa. - Pega um bala e come na minha frente


Josh: - Vem cá, por que você faz isso hein? Você nem tocou no prato de comida.


Any: - E como é que você sabe? - Pergunta se alegrando


Josh: - Simples, porque eu vi.


Any: - Se viu, é porque não tava cuidando das suas coisas e da tua vida. - Aponta ofa mim quando fala isso


Josh: - Por quê você faz isso, menina? - Falo desacreditado com o fato de ela ter voltado com isso.


Any: - Eu faço o quê eu quiser!


Josh: - Ah, mas não faz mesmo. - Pego todas as coisas e tiro de perto dela, jogando para o outro lado do balcão


Any: - Ei, Joshua! Você não tem esse direito! - Fala nervosa


Josh: - Cê faz isso pra quê? Pra vomitar depois?


Any: - Cala a boca. - Exije


Josh - Não calo. - Ela se cala - Vai dizer que não lembra como você fica depois de vomitar?!


Any: - Me deixa, Josh! - Diz incomodada e claramente arrependida do quê fez, mas não quer abaixar a guarda.


Josh: - Não deixo! E eu vou não vou deixar você fazer isso com você. - Falo firme


Any: - Eu.faço.o quê. eu. quiser, e você vê se me esquece! - Quase ms dá um tapa, mas eu seguro seu braço


Josh: - Isso já passou, Gabrielly. Quem tá falando aqui é seu amigo, tá? Que não quer você morrendo aí aos poucos. - Ela se solta


Any: - Joshua, eu já falei pra você cuidar da sua vida e, aproveita e cuida das suas periguetes também. - Fala brava e sai da cozinha batendo forte a porta do lugar.

 

 


Notas Finais


Eitaaaaaaaaa, o que vocês acharam???
Pebina
Nova amizade de Noah e Diarra
Any e Josh brigando outra vez...

💛Até o próximo


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