História Trust Your Life on Me... (Leo-VIXX) - Capítulo 20


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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Personagens Originais, Ravi
Visualizações 42
Palavras 2.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEE! Eu n sei pq raios o Spirit n tem me enviado e nem mandado a vcs as notificacoes, infelizmente n posso fazer nada a n ser esperar q sintam falta da fic e pesquisem por ela k
Mas enfim, bom cap

Capítulo 20 - Start a "Good Day" - (...)07.09.09(...)


Fanfic / Fanfiction Trust Your Life on Me... (Leo-VIXX) - Capítulo 20 - Start a "Good Day" - (...)07.09.09(...)

 

...-Com licença... - escutei ele bater.

    - Entre – Taekwoon entrou em minha sala cabisbaixo, ainda de pé, parou ao lado da cadeira – Então...Como foram os treinos das 16 horas? – olhei meu relógio de pulso, já eram 20 horas, normalmente os trainees fazem intervalos depois das 20, vão dormir as 22, acordar as 4 ou 5 da manha dependendo da exigência.

    - Produtivo, estão todos se ajudando – falou, com sua voz aguda e ainda assim baixa.

    - Ótimo, se sente – Taekwoon se sentou na cadeira que estava ao seu lado e se ajeitou feito um robô, estava duro, sinal de sua insegurança – Pode me responder por que fez isso hoje? – seus olhos finalmente me miraram, parecia ter medo apesar de eu ter perguntado com calma.

   - Eu simplesmente não posso vê-la – afirmou, mas não senti firmeza.

   - Não diria que isso é uma mentira, mas não é explicação pra todo aquele furdunço – ele desviou seu olhar por um instante, mas logo volto a mim, sabia que eu estava certo – Escute, eu disse no passado...Não tão passado assim, semanas atrás, que não quero você perto dela e nem ela perto de você. É por isso?

     - Na verdade parte disso sim... – começou a se soltar, como se eu não fosse seu CEO mas um antigo conhecido, oque sou mesmo - ...A outra parte é que eu entendi o motivo disso tudo, eu preciso me afastar dela pra ela crescer, não digo fisicamente mas... Mentalmente -...”Sua vida só gira em torno dele” foi como relembrar imediatamente do passado para mim – Eu tenho um foco na minha vida, ela tem outro, seja qual for nosso destino, é assim que tem que ser – era quase tudo oque eu pretendia escutar, faltava algo.

     - Você ainda não me disse por que foi tão escandaloso...Talvez não um escândalo mas, você simplesmente atrapalhou nossa rotina – afirmei ajeitando os óculos.

     - Estou ciente do que eu fiz... – fez uma reverencia com a cabeça como pedido de desculpa – Eu não deveria ter feito, foi exagero meu.

     - Certo – sorri de canto – Vou punir você, eu não quero... – na verdade eu queria sim, mas não severamente - ...então, vai treinar duas horas a mais que os outros na próxima semana e me apresentar uma composição sua no fim do ano – ele se levantou – Vai ter que trabalhar, Taekwoon.

 

      Arina’s POV On

     07.09.09

     Setembro.

     Não sei por que mas adoro esse mês, ele me traz bons pressentimentos, boas energias, além de ter sido o mês em que conheci Kyungri – Garota, olha que corpooooo! – ela dizia batendo em minha bunda.

    - AI! – dei um gemidinho – Assim dói aaaa! – olhei pra ela que apenas riu da minha cara como se não tivesse feito nada de errado – Mas falando sério, você acha que acentua demais minha bunda? – aquela minha bunda de descendia brasileira...Era BEM maior que a das coreanas.

    - Acho que acentua, não como se você tivesse dois jamelões atrás mas acentua sim – sorriu se levantando de minha cama e ficando de pé ao meu lado – Mas é disso que todo mundo gosta, de um popozao.

   - Hm... – olhei mais uma vez no espelho.

   Estávamos nos preparando para uma festa, aparentemente de quinze anos. Uma das meninas de nossa escola também era descendente de brasileiros e decidiu fazer a festa, todos estavam ansiosos, já que por aqui as festas não costumam ser assim – Essa festa vai ser enorme, te garanto... Agora, vamos terminar de nos arrumar.

  

    Nós arrumamos em cerca de uma hora e meia, nem tanto tempo em comparação a Kyungri que leva cerca de duas horas e meia pra se arrumar na casa dela, às vezes três.

    Estava usando um vestido vinho, ele acentuava principalmente minha bunda, era um vestido com alças, bem finas, suas costas eram abertas e tinha pouco brilho, quase opaco, mas lindo – WAAA, estamos lindas – falei enquanto nos olhávamos no espelho, Kyungri estava usando um vestido preto, bem básico, porém ela utilizava salto agulha azul marinho que fez contrataste com seu colar e maquiagem.

    - Certo, seu irmão vai nos levar? – ela indagou.

    - Sim, sim, me deixa ver se ele chegou – saí do quarto e fui até o de Tao, bati a porta – Fedido?!

    - Oi, feiosa! – ele abriu a porta, onde eu estava apoiada, e quase me fez cair  - Fiu fiu, wow wow – me olhou da cabeça aos pés.

    - Obrigado, obrigado...Será que você pode...

    - Já sei oque você vai pedir – ele revirou os olhos – Deixa eu colocar os sapatos, me esperem lá fora.

 

    Quando chegamos na festa, era tudo oque imaginávamos e mais um pouco. Não era uma festa de quinze tradicional como as outras que já ouvi falar, era uma balada enorme num buffet gigantesco.

    Tinha três andares: o primeiro, uma discoteca, o segunda, aonde serviam comida algumas mesas assim como um bar, o terceiro era um terraço...De lá eu via algumas coisas soltando fumaça, mas não sabia oque era – Vamos lá! – adentramos o lugar com tudo. Era lindo, apesar de escuro.

    O primeiro andar tinha algumas paredes espelhadas que continham pôsteres, de vários artistas, era o tema da festa: arte pop-rock.

    - WAAA – tinham varias dançando, sendo que ainda eram nove horas, mas tudo bem – Olha quantos meninos, hm hm – sussurrei para Kyungri enquanto avançávamos até a escada para o próximo andar – Um mais bonitinho que o outro.

    - Ih alá, já tá ficando toda desapegada e soltinha – provavelmente ela se referia a Taekwoon... Desde que o encontrei na Jellyfish, a única coisa que eu não penso é ele.

    - Cala boca, vamos pegar bebida – a puxei.

    Tinham dois bares, porém ainda não lotados “Ufa” pensei – Oque vamos pedir? – ela indagou. Peguei um cardápio, quando fui ver os ingredientes, havia muitas bebidas não alcoólicas – Vamos de pina colada sem álcool? Eu amo abacaxi! – entramos num acordo, apesar de ela estar gritando no meu ouvido por causa da música alta.

   Sentamos numa mesa e começamos a conversar sobre coisas aleatórias.

   -“BOA NOITE PESSOAL!...” – o DJ parecia ter começado a falar, mas estávamos com preguiça demais para levantar, então só ficamos escutando – “ESSA NOITE, EU SOU O DJ DE VOCES, PODEM ME CHAMAR DE YOUTH DOG! ESTAO SE DIVERTINDO?!”

    - SIM! – todos gritaram alguns mais que outros.

    - “ENTAO VAMOS AGITAR ENQUANTO PODEMOS!” – ele colocou um remix muito louco de duas músicas juntas, Fire do 2NE1 e Fire Truck do NCT127...Ah, o Tao ama NCT – “VAI VAI VAI!”

    - Ele é bem animadinho né? – disse Kyungri.

    - Também achei, deve estar usando alguma coisa por aí...Ou só é meio doido mesmo – comentei, rimos. Quando olhei para o lado, em deparei com um menino muito bonito, tinha cerca de 1,75, cabelo escuro com um corte bem moderno, lábios grossos e era do tipo magro mas torneado – Acho que ele tá olhando pra você... – comentei baixo, e era evidente que ele estava. Carregava um copo, provavelmente com Whisky, e com coragem veio até nós “MEU DEUS” exclamei em minha cabeça.

    - Olá meninas... – ele se aproximou, e sorriu, e que sorriso -...Gostaria de saber se você gostaria de dançar comigo – disse olhando diretamente para Kyungri, que estava completamente rosa.

    - E-Eu... – ela gaguejou.

    - Ela quer sim – chutei levemente sua perna – Vai lá! – pisquei.

    Os saíram de cena, e quando percebi, eu estava sem ninguém. E aquele típico medo de socializar com as pessoas na adolescência, sabe?

    Digamos que eu passei uns trinta minutos, só bebendo drinks e indo ao banheiro me aliviar – Eu devia ter descido... – sussurrei para mim mesma, contornando as beiradas de meu copo com o dedo indicador – Merda – bufei.

    Quando me dei conta, varias pessoas saiam e entravam naquele andar de cima, o suposto térreo misterioso de fumaça. “Oque deve ter lá?”, me perguntei...Em seguida me levantei e segui até a escada.

    Naquela época eu era inocente, não sabia muito sobre como os jovens utilizavam bebida e tabaco, a quantidade de drogas que a população menor de idade ingere e acaba se tornando usuário, então quando subi aquelas escadas e me deparei pela primeira vez algo que eu nunca tinha vista além de cigarros ou cachimbos : o narguilé.

   Olhava surpresa e satisfeita, graça aos aromas de diferentes essências.

   Eram aproximadamente umas 10 meses, em cada uma havia pelo menos umas oito pessoas, todas passando os bicos de uma em uma e rindo com umas as outras – Deve ser bom... – disse pra mim mesma.

    - Oi, garota... – dei um pulinho ao escutar aquela voz vir por trás de mim – Você parece bem inocente pra estar aqui encima, só vagando é? – sorriu, seu sorriso era amigável apesar de um piercing que tinha no lábio inferior.

    Acho que até hoje me lembro de alguns rostos daquela festa, e todos eram bonitos, inclusive o dele. Tinha um ar de sadboy, mas sua aura quando se aproximava era amigável – Bem, eu estava curiosa sim – disse ficando mais a sua frente – Sou Arina, e você é?

    - Meu nome é Yoon, mas me chamam de Jake – sorriu novamente – Tá a fim de experimentar? – ele foi até uma das primeiras mesas, eu apenas o segui.

    - A... – o observei tragar primeiramente, ele fazia isso de maneira natural e parecia meio... sensual – Não sei...

    - Ótimo! Não aceite coisas de estranhas numa festa, hm!? – se levantou.

    - Ei! Jake! Não vai continuar?! Estamos acabando essa essência de pêssego, poxa, você que comprou!  - disse uma menina da mesa.

    - Não, já deu minha cota... – ele falou cocando seu pescoço, e que pescoço bonito, meu senhor - ...Vamos ali embaixo? – assenti – Bom... – sentamos na mesa - ...Já te falei meu nome, agora me fala o seu.

    - Meu nome é Arina.

    - Arina? Diferente...Certeza que não é totalmente asiática – me examinou com seus olhos – Gosto... – mordeu os lábios -...Do seu nome.

   - Oi, oque?! – estava totalmente focada em seus lábios – Desculpa – ele riu quando me viu corar.

    - Normalmente isso não acontece, quer dizer...Em nenhuma festa que eu fui até o momento – deu de ombros e sorriu de canto.

    - Você... é algum tipo de animador de festas? – sugeri.

    - Não. Vai achar ridículo mas, as pessoas me contratam pra comparecer nas festas, eu meus amigos...Eu conheço cerca de 40% das pessoas aqui, todas contratadas – eu não acreditei naquilo, fiquei boquiaberta, e obviamente ele reparou – Loucura né? As pessoas querem parecer populares...Inclusive, o DJ é meu amigo, o tal de Youth Dog.

    - Quantos contatos...

    - Sim, me exigiu muitos anos de treino, obviamente...Tenho 25 – olhei espantada, ele parecia ter ao menos 20. Seu corpo era esguio e incrivelmente bem formado – Eu sei, eu sei... – de repente escutei um apito – Só um minuto...- ele pegou seu celular – Olha, Arina, vou te passar meu número...Tenho que sair daqui agora – ele me passou um cartão – Podemos nos conhecer mais, é só me chamar – piscou.

    E assim ele saiu.

    Pareceu lento porém, rápido.

    Kyungri ainda não havia chegado, e já fazia um bom tempo. Eu não queria interferir mas comecei a me preocupar – Onde ela deve estar... – antes que eu pudesse me levantar, fui vendada – EI! – gritei girando as mãos no ar tentando retirar a vendo em seguida, mas me seguraram.

     - Relaxa gata, é só uma brincadeira – era uma voz que nunca tinha escutado antes – Não vamos te dar boa noite cinderela não – me aliviei um pouco, mas continuava apreensiva.

    - Então, oque vão fazer? – indaguei.

    - Estamos juntando casais na festa, e dessa vez achamos alguém pra parear com o DJ – disse outra voz, mais feminina.

    - Hm...- mordi os lábios apreensiva.

    - Aceita?

    - Bem, eu...

    - Ta certo, aceita sim!

    Eu nem havia visto o rosto do dj pra saber a pessoa que eu beijaria, só lembrava brevemente de sua voz, uma voz grave que já tinha escutado...

    Eles me levaram até algum lugar, possivelmente um armário, por que lembro de encostar num esfregão e pular – Calma aí gata, estamos chegando com ele – disse uma das pessoas – Ta ai!

    - Oque!? Podem tirar a venda agora, por favor!? – era a voz do suposto DJ, que eu tinha quase certeza de quem era, mas não podia afirmar – Merda!

    - Se divirtam! – “POW” trancaram a porta.

    - Droga... – tirei a venda, tentei achar algum interruptor com as mãos mas a única coisa que eu esbarrava era ele – A-A...desculpe – eu sentia com minhas mãos, seus músculos eram definidos por cima da blusa – Tenho que dizer, está fazendo um ótimo trabalho na academia.

    - Obrigado – ele riu em seguida – Parece que trancaram a porta também – o escutei tentar abri-la, mas não abria de modo algum – Eu tenho que te dizer, já escutei sua voz de algum lugar.

    - Mesmo? – ri – Eu também! – de repente senti sua mão encostar em meu seio – A-AH! – dei um gritinho, envergonhada.

    - DESCULPA! – ele pareceu se envergonhar – Foi sem querer, ia tocar seu rosto – ele deu um passo pra frente na tentativa de me tocar para me reconhece, porem eu também dei, e do jeito que sou desastrada...Escorreguei, caí e o puxei pra baixo – Nossa! – ele riu alto.

    - Desculpa... – senti sua respiração próxima a meu rosto de repente – Faz muito tempo que não beijo alguém – sorri de canto.

    - Eu também... – ele encostou suas mãos em minha cintura, me puxou para cima de seu corpo, nos sentamos, e assim ele acariciou meu rosto enquanto eu me ajeitava em seu colo – Se me permite... – ele pressionou meu quadril, aproximou seu rosto e iniciou um beijo. Era extremamente quente, profundo, parecia cheio de sentimento...Como se ele quisesse soltar algo, uma pressão que estivesse carregando – Eu sei quem você é... – ele sussurrou entre meus lábios – Acho que estou fazendo uma grande bobagem, grande demais pra ser verdade...

    - Então, quem eu sou? E que bobagem está fazendo?

    - Você é Kang Arina, e eu sou Kim Wonsik, e Jung Taekwoon ama você – ele disse em meu ouvido, naquele momento eu não pude acreditar naquilo. Fiquei cabisbaixa, olhando para aquele nada no breu – Oque foi?

    - ...Me ama? – minha indagação não era incerta, era na verdade muito certeira, eu mesma sabia a resposta – Escute, mesmo que ele me ame...Eu não pertenço a ninguém – ia me aproximar para beija-lo de novo, mas ele virou o rosto.

   - Pode ficar com outros caras, minha vez de te querer já passou...Na verdade, queria muito beija-la por mais tempo, mas é questão de confiança, ele confia em mim- ele me tirou de seu colo e se levantou, pegou minha mão e me ajudou a levantar – Escuta, oque ele mais quer agora é que você curta sua vida, mas não faca isso por ele, faca por você – sorri com as palavras dele, eram certamente sinceras e nada banais.

 

     Uma semana depois.

     Eu não estava nada chocada com as palavras de Wonsik, na verdade eu queria as utilizar como conselho, mas naquele dia eu estava um tanto “chorosa” : Hantaro estava se mudando – AAAAAAAA NÃO SE VÁ! – falava pegando uma das caixas de sua mudança que estava no quarto e fugindo com ela.

    - Volta aqui sua bebezona! – ele me puxou pela blusa e me levou de volta sem o menor esforço.

    - OLHA, VOCE NÃO VAI ME DEIXAR! QUEM VAI LAVAR A LOUCA NA MINHA VEZ!? – exclamei de braços cruzados.

    - Você vai, preguiçosa! – riu em seguida – Eu to velho demais pra ficar aqui – Tao tinha 10 anos de diferença comigo, estava nos seus 26 anos, e já era extremamente  talentoso e popular no ramo da musica – Me passa a fita, pra eu lacrar a caixa – olhei emburrada, prestes a falar algo – Se você gritar de novo oque eu vou lacrar é sua boca.

    - Agressivo... – bufei passando a fita – Me diz, vai pra onde? Vai morar com alguém? Só contou os detalhes pros nos nossos pais – bufei novamente.

    - Vou morar em Hongdae, no futuro quero ir pra Gangnam, meu sonho de consumo morar lá – ele cortou a fita com uma tesoura e havia lacrado a ultima caixa – Pode me visitar quando quiser menos aos sábados ou sextas.

    - Por quê?

    - Sexta a noite é dia de sair pra fisgar boy, sábado é meu “solo day” monamu – piscou. Tao iria trocar de blusa, pentear o cabelo e partir, então ele começou sua cerimonia por pegar a única blusa que havia deixado fora – Toma... – me passou a blusa que estava usando antes – Está um pouco suada, mas mesmo se lavar ela vai continuar com meu cheiro, pra quando sentir saudades...Já sabe – sorriu, retribui o sorriso.

    - Vai vir nos visitar de vez em quando? – indaguei o observando.

    - De vez em quando...Pra saber como você e a mamãe estão – de fato, por mais mal que pareça, Tao e eu nunca nos importamos muito com nosso pai, acabamos criando um certo ódio por causa de seu comportamento agressivo.

   - Filho? – minha mãe tocou a porta e entrou – A carona está aí – ela sorriu.

    Minha mãe estava feliz, mas não como se deixasse um peso para trás e sim vendo que ele estava se tornando independente e na vida dela, um adulto.

 

    Ajudamos meu irmão a descer com as caixas, algumas pesadas e outras muito leves.

   Ele estava indo embora de casa, e eu estava feliz pela escolha dele, eu não podia pedir melhor para sua vida...Estamos numa fase de minha vida que eu chamo de “Good Days”.


Notas Finais


E aí? Oq acharam do cap?
Espero q consertem o bug ;-; , boa noite, amo vcs, se der view em 3 dias eu posto mais caps <3
Estou aceitando sugestoes viu :3


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