História Truth In Love - Capítulo 34


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Visualizações 756
Palavras 4.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!

Sentiram minha falta? Não? Que ultraje!

Mas alguém sentiu falta dos POVs Nathan? Acho que já tem uns dez ou mais capítulos que não escrevo sobre o ponto de vista dele.
De qualquer jeito, vou tentar não demorar com o próximo.

Bonne lecture.

Capítulo 34 - Accepts?


Fanfic / Fanfiction Truth In Love - Capítulo 34 - Accepts?

 

Pov Nathan Jauregui
Paris, France.
13 de junho, 2019.

- Fala oi para a mamãe ruivinho. - Coloquei Ben em meu colo e o virei para a tela do MacBook em meu colo, onde uma Emma com grande sorriso aparecia. - Fala 'oi mamãe!"

- Mama! - Eu e Emma sorrimos ainda mais com a vozinha linda de nosso filho que balançava as pequenas mãos fervorosamente em direção a mãe. - 'Sodade...

Os olhos da ruiva se encheram de lágrimas quando viu o filho apertando as mãozinhas em sua direção.

- Eu também sinto saudades meu amor, muita, muita, muita... A mamãe te ama demais. - Ela aproximou o rosto da câmera e a beijou, Ben imitou seu gesto e quase derrubou o MacBook de meu colo, depois desceu e saiu correndo, rindo todo sapeca.

- Ele é um pouco elétrico. - Comentei enquanto a via limpar as lágrimas.

- É... queria falar com você Nath. - Ela pegou um pequeno lenço e limpou o lápis borrado em seus olhos e se focou novamente em mim, agora um pouco mais séria.

- Pode dizer.

- Eu estou pensando em desistir de minha 'carreira' de atriz. Na verdade, já estou desistindo.  - Franzi as sobrancelhas.

- Mais porque? Não está dando certo? - Perguntei confuso e ela negou com a cabeça.

- Na verdade, está sim. Aqueles contatos que você me deu foram promissores, mais não é esse o ponto...

- Então explique. Não consigo entender. - Falei assim que ela se calou. Vi quando Emma respirou fundo e alcançou um porta retratos digital que passava fotos do nosso filho.

- Eu não estou conseguindo ficar longe desse ruivinho Nath, ele é tão especial pra mim. É a única família que eu possuo no mundo, já que meus pais nem querem olhar em minha cara. - Levei dois dedos as sobrancelhas e massageei, sentindo minha cabeça começar a doer ao entender a que ponto ela queria chegar.

- Você quer voltar aos EUA e quer que o Ben fique com você. - Conclui e ela assentiu cautelosamente. Eu balancei a cabeça, incrédulo. - Você não pode achar que tudo é tão simples Emma. Quando você colocou na cabeça que queria ser uma atriz de sucesso eu te apoiei, contanto que não levasse meu filho para longe de mim. Eu estou bancando sua vida em Los Angeles e te apresentando ao alto escalão e agora você simplesmente quer voltar e tirar meu filho de mim? - Disparei a falar, um pouco exaltado.

- Eu não quero tirar o Ben de você Nathan. Agradeço muito tudo o que tem feito por mim, mais eu não consigo. Não sou mais aquela vadia despreocupada de antes. Agora eu tenho um filho, o nosso filho! E eu o amo! Será que você pode me entender? Eu sou mãe Nath, e eu só quero ficar perto do meu filho e acompanhar seu crescimento. - Ela tentou explicar de jeito calmo e seus olhos se encheram de lágrimas novamente. Eu respirei fundo, tentando me acalmar.

- Você pode acompanhar o crescimento dele e mesmo assim ele pode morar comigo. - Retruquei e ela engoliu o choro para falar.

- Por favor...

- Eu sou perfeitamente capaz de educá-lo como qualquer mãe faria e eu nunca deixaria...

- Ele é minha única família Nathan.

Me calei e apenas observei seu rosto por alguns segundos. Suas olheiras estavam fundas e seus olhos vermelhos, parecia bem abatida. Fechei os olhos e mordi o lábio, suspirando. Eu simplesmente era um verdadeiro fraco quando via alguma mulher chorando, e eu sabia que ela estava sentindo de verdade, então tornava tudo pior.

- Eu não vou afastá-lo de você, como nunca tentei. - Ela continuou falando quando percebeu que eu estava considerando. - Você sempre foi um excelente pai e o Ben ama você mais do que qualquer coisa. Você é o herói dele, a inspiração. Até roupas ele gosta de vestir iguais as suas... - Ela soltou uma risada e eu a acompanhei. Aquilo era verdade, Ben sempre gostava de fazer ou vestir igual a mim. - Nunca houve restrições de horas ou dias para suas visitas quando ele morava comigo e não vai haver nunca. Você também sabe que apesar do meu passado inconsequente eu sempre fui a melhor mãe pra ele. Por favor, deixa ele comigo Nath, eu estou implorando...

Baguncei os cabelos bufando e neguei com a cabeça.

- Sofia acabou o curso dela a duas semanas e está fazendo um teste de experiência em uma confeitaria aqui em Paris, mais vamos voltar para Boston em menos de um mês. Você pode morar na casa do condomínio, está no nome do ruivinho. - Ela abriu um grande sorriso e eu lancei um fraco em resposta. - Eu vou vê-lo todos os dias, e quando ele quiser passar algum tempo comigo você não pode negar!

- É claro que não, nunca! - Ela balançava a cabeça freneticamente com um grande sorriso e concordava.

- Está bem, preciso desligar agora porque está na hora de mamadeira dele. - Murmurei e ela novamente concordou.

- Obrigado Nath eu te amo! - E desligou a chamada me deixando com as sobrancelhas franzidas.

Ela havia acabado de dizer que me amava?

Balancei a cabeça negativamente e fechei o MacBook colocando em cima da cama. Ela só deveria estar muito feliz Nathan. Me convenci disso para que não começasse a ver coisas onde não existiam. Que ela nunca tente mais nada comigo para seu próprio bem, ou Sofia era capaz de arrastá-la pelos cabelos.

- Ruivinho? Cadê você? - Perguntei estranhando o silêncio da casa. Isso nunca era um bom sinal.

Procurei pelo quarto dele, a sala de brinquedos, a pequena sala de música, quartos de hospedes, escritório, sala de estar, lavabo, cozinha, dispensa e já começava a ficar desesperado quando ouvi uma risada do lado de fora e abri as portas francesas que davam para o quintal e o encontrei sentando no pequeno espaço de terra que o jardineiro havia deixado para plantar algumas flores. Aliviado, caminhei em sua direção com um sorriso.

- Ruivinho! Você assustou o papai... - Ele se virou em minha direção quando ouviu minha voz e minha boca se escancarou em descrença. Ele estava completamente sujo com lama. - Ben!...

Não consegui aguentar quando ouvi sua risada gostosa e gargalhei junto, pegando-o em meu colo e o jogando para cima algumas vezes só para que ele continuasse risonho.

- Meu ruivinho arteiro! - Resolvi me juntar a ele e começamos a correr pelo quintal até ele se cansar e se jogar de barriga no chão. - Mais já está cansado? Que fraquinho! - Falei falsamente indignado e o tomei novamente no colo, começando a correr com ele em meus braços estilo aviãozinho. A esse hora eu também já estava completamente sujo e suado.

- Nathan! - Parei ao ouvir a voz de Sofia e a encarei com um sorriso amarelo. Ela se aproximou com expressão séria e olhos apertados. - Que bagunça é essa? Olha como vocês estão sujos!

Olhei para o garotinho em meus braços que puxava meus cabelos com suas mãos sujas de lama e baixei os olhos para minha camisa cinza que também estava imunda. Ergui os olhos para Sofia e vi sua roupa limpinha por acabar de chegar do trabalho e olhei novamente para mim e meu filho, voltado o olhar para minha namorada um segundo depois com um sorriso.

Dei um passo em sua direção e envolvi meu braço em sua cintura fina, tirando seus pés do chão e nos rodopiando enquanto escutava os gritinhos e gargalhadas animadas de meu filho.

- Nathan! Para com isso! - A voz brava de Sofia e continuei nos rodando até que ela se rendeu e começou a rir junto com nós dois.

- Você estava limpinha demais amor. - Murmurei com um sorriso assim que parei de nos rodar e deixei um selinho longo em seus lábios.  - Oi...

Ela sorriu lindamente negando com a cabeça e acertou um tapa fraco em meu braço.

- Seu bobo! Nem sei porque te amo. - Murmurou falsamente emburrada e eu a beijei novamente.

- Você me ama porque eu sou o cara mais lindo e romântico que você conhece. - Ela não teve tempo de responder porque uma mãozinha exigente tocou meu rosto para virar em sua direção.

- Mais papa! Mais! - Benjamin gritava animado e eu neguei com a cabeça.

- Nada disso ruivinho, você, ou melhor, nós vamos banhar e você vai mamar porque já passou da hora. - Passei meu braço pelo ombro de Sofia e ela envolveu minha cintura depois de beijar carinhosamente a bochecha do meu filho e falar que estava com saudades. Ela seguiu direto para nosso quarto para tomar um banho e eu fui com Ben para o seu.

Tomamos banho juntos e eu enchi seu patinho de borracha com água e acertava em seu corpinho que gargalhava a cada novo 'ataque'. Alcancei seu roupão do Groot com capuz e peguei uma toalha normal para mim e sequei rapidamente meu cabelo para depois prendê-la em minha cintura. Deixei meu pequeno ruivinho em cima de sua cama e peguei uma muda roupas para ele. Vesti-o com uma cuequinha box branca, calça moletom cinza azulado, camisa de manga longa vermelha com listras e um tênis cinza sem cadarço. Depois peguei o secador sem fio e comecei a secar bem seus cabelos ruivos, a noite parisiense era bastante fria e eu não queria de modo nenhum que meu filho ficasse doente.

- Pronto ruivinho. - Ele sorriu e estendeu os braços em minha direção, eu o peguei e caminhei com ela para a sala de TV onde eu liguei em um desenho da Família Urso e o cobri com uma manta. Caminhei em direção a cozinha e senti minha pele se arrepiar pelo frio. O fato de eu só ter uma toalha envolta da cintura claramente contribuiu para isso, mais antes de vestir minha roupa eu precisava fazer a mamadeira do meu filho, já que os empregados não trabalhavam a noite.

- 'Bigado papa. - Meu pequeno ruivinho agradeceu quando eu o entreguei sua mamadeira e eu sorri, bagunçando seus cabelos.

- Por nada ruivinho.

Sofia ainda deveria estar no banho e eu não queria deixar meu filho desprotegido aqui em baixo, então saindo da sala eu fui até o principal sistema de alarme da casa e tranquei todas as portas e janelas da casa com o controle de acesso biométrico, para só então subir para o nosso quarto.

Entrei direto para o closet e peguei uma cueca preta, suéter cinza da Nike, uma calça jogger em moletom preto e um chinelo também Nike branco. Quando voltei ao quarto Sofia saia do banheiro trajando um conjunto moletom azul escuro e sorriu em minha direção.

- Oi... - Eu disse enquanto caminhava em sua direção e abraçava sua cintura, me abaixando para beijar seus lábios.

- Oi..

- Como foi o trabalho? - Perguntei assim que nos separamos e a puxei para sentar em meu colo na confortável poltrona que havia no canto do quarto. Ela abriu as pernas e se sentou de frente para mim descansando o corpo e passando suas mãos pelos meus cabelos.

- Cansativo e estressante. - Ela suspirou e eu acariciei sua cintura em um modo de conforto. - Nos é exigido tanta perfeição e colocam tanta pressão sobre nós que as vezes sinto vontade de desistir. - Confessou com um suspiro cansado e eu neguei com a cabeça.

- Ei, claro que não! Você é a melhor Pâtisserie que eu conheço e o mundo ainda vai ouvir muito o seu nome. Você é forte e eu sei que exigência e pressão não é o que vai te fazer desistir do seu sonho. - Ela sorriu e colou nossos lábios em um selinho longo.

- É por isso que eu te amo sabia? - Ela murmurou com um sorriso bobo.

- É? - Perguntei enquanto apertava sua cintura e beijava seu maxilar. - Pensei que era pelo meu corpo atlético e o sotaque italiano...

Ela riu e puxou meus cabelos para poder beijar minha boca. Eu suspirei e passei minhas mãos por suas coxas e subi para sua cintura, adentrando seu moletom e apertando a carne da maneira que ela gostava.

- Hm... - Murmurei ainda com a boca colada na dela. - Você está lembrada de nosso jantar amanhã?

Não deixei que ela pensasse muito sobre isso e deslizei a ponta da língua pela extensão de seu pescoço, sentindo a pele macia e quente pelo pós banho até alcançar o lóbulo de sua orelha esquerda e sugá-lo para dentro de minha boca, fazendo repetitivos movimentos de sucção e a ouvindo gemer em deleite, com as mãos livres apertava sua bunda com força contra meu músculo rígido e não pude conter o gemido satisfeito que saiu por minha garganta.

- Hm-mm. - Ela concordou debilmente enquanto suas mãos apertavam fracamente minha nuca. - Rapidinho? - Ela perguntou enquanto levava uma de suas mãos por entre nossos corpos e adentrava em minha cueca.

- Sim. - Concordei vendo ela levantar o quadril para que eu pudesse retirar sua calça. Levou a mão para meu pênis novamente e voltou a sentar, dessa vez bem devagar enquanto sua boceta encharcada e quente me engolia.

...

- E você vai simplesmente entregá-lo para ela sem nem pestanejar? - Sofia perguntou enquanto eu permanecia de costas lavando a louça do jantar.

- Não fale como se fosse fácil para mim amor. Você sabe que eu amo meu filho mais que qualquer coisa no mundo e não quero me separar dele, mais Ben é a única família que ela tem que a ama. E eu não posso discutir o fato de que ela é uma excelente mãe e não mais aquela mulher descompromissada que eu conheci. Se fosse, eu nunca deixaria ele ficar com ela. - Terminei de lavar e sequei o último prato, me virando e ficando de frente para ela que estava sentada em cima do balcão da cozinha e me olhava com olhos estreitos.

- Estou sendo uma pessoa muito controlada nos últimos tempos, mais não fale dela com tanto carinho em seu timbre de voz ou eu ficarei descontroladamente ciumenta. - Eu ri me aproximando dela e beijando sua bochecha. - Você fica rindo mais eu estou falando sério, os olhos dela sempre brilham de um jeito diferente quando olham para você.

Suspirando eu me afaste dela e com um dedo coloquei uma mexa de cabelo que escapava para trás de sua orelha, sempre olhando em meus olhos.

- Quando eu olho para ela, o que você vê? - Perguntei sussurrando e ela me olhou estranho.

- Eu tenho que ver alguma coisa? - Ela perguntou brava e eu sorri de seu ciúme.

- Você vê alguma coisa? - Insisti.

- Não. Nada fora do normal. - Ela finalmente sussurrou entregue.

- Então porque precisaria se preocupar se meus olhos só brilham para você? - Perguntei baixinho e ela sorriu antes de grudar nossos lábios.

....

Esfreguei minhas mãos uma na outra totalmente nervoso e ansioso. Conferi novamente a mensagem da mulher que dizia só estar a minha espera e guardei o celular no bolso de novo. Eu não acreditava estar mesmo prestes a fazer isso, logo eu!

Quer dizer, isso era uma completa loucura!

Respirei fundo e olhei novamente para minha roupa. Eu estava com um tênis branco, camisa social branca e um terno azul quadriculado. Conferi novamente as horas quando a campanhia tocou.

- Bonjuor Madeleine, s'il vous paît. Entrez. - Dei passagem para a garota morena que ficava de babá para Ben quando eu e Sofia queríamos um momentos a sós. Estava tão nervoso, que quase me esqueci de que ela também falava inglês. - Ben está dormindo, então você pode ficar a vontade com seus deveres.

- Obrigado senhor Jauregui. - Ela agradeceu com um sorriso educado e se dirigiu para a sala de estar.

Respirei fundo algumas vezes antes de subir para o quarto e encontrar minha namorada pegando sua pequena bolsa de mão. Por um momento eu nem soube o que falar. Havia escolhido o vestido branco colado em seu corpo que ficava mais largo abaixo de seus joelhos até chegar a seus pés e também seu salto nude que dava a ela um ar ainda mais sexy, mas definitivamente não havia conseguido mentalizar com clareza todo o conjunto em seu corpo.

- Uau... você está simplesmente ainda mais perfeita do que de costume. Mais isso não é nenhuma novidade. - Murmurei com um sorriso contido e me apriximei dela, que com o salto estava quase da minha altura.

- Obrigado lindo. Você também está perfeito. - Beijou meus lábios levemente, provavelmente não querendo borrar o batom e enlaçou meu braço. - Porque todo esse suspense sobre esse jantar? - Perguntou curiosa e eu neguei com a cabeça.

- Só quero uma boa noite ao seu lado meu amor.

Antes de irmos, passamos no quarto de Ben que continuava dormindo e depois na sala de estar onde Madeleine tinha alguns livros espalhados ao seu redor e demos todas as instruções que ela já sabia de cor, mas não custava ressaltar. Saímos de casa e o motorista abriu a porta traseira do Rolls Royce Phantom de cor preta com detalhes prata e entramos.

A noite parisiense era agitada, então demoramos quase cinquenta minutos para chegar a Quai de Conti e pararmos em frente a Guy Savoy.

- Nate isso aqui é... - Sorri em sua direção enquanto ela segurava minha mão para sair do carro.

- Sim amor. - Ela me olhou desacreditada para voltar os olhos novamente para o restaurante a nossa frente.

- É quase impossível conseguir uma reserva nesse restaurante... - Selei rapidamente nossos lábios e sorri em sua direção.

- Só aproveite. - Fomos extremamente bem recebidos e conduzidos a uma mesa um pouco mais reservada. Sofia estava encantada com tudo e eu somente sorria por ela estar feliz.

Pedi o melhor vinho entre os mais suaves e minha namorada escolheu nossa entrada. Conversamos sobre tudo desde de que nos conhecemos e tudo que queríamos para o futuro. E eu me senti menos ansioso quando ela deixou explicito que me encaixava em seus planos. Falamos sobre o fato de estarmos morando juntos e ela admitiu não querer mais voltar a morar com os país quando voltassemos a America, desejo que eu também compartilhava, e também sobre sua vontade de abrir a própria confeitaria e progredir com seu sonho.

Quando nos demos conta já era tarde da noite, então fechamos a conta e o motorista seguiu para nosso próximo destino, passamos em frente ao Musée du Louvre e o carro seguiu passando também pelo Arc de Triomphe até chegar ao local que era a real 'surpesa' da noite.

- Pensei que iriamos para casa. - Ela falou confusa quando o motorista estacionou ao lado do Champ de Mars e descemos. Eu neguei com a cabeça e estendi a mão para ela, sentindo meu estômago se revirar de nervosismo.

- Vamos caminhar um pouco.

Caminhamos em silêncio por cerca de cinco minutos ou mais, tempo que eu estava usando para criar coragem para fazer o que vinha planejando a algum tempo. Coloquei a mão dentro do bolso da calça e senti a pequena caixinha de veludo. Olhei para o lado e disfarçadamente a mulher acenou em minha direção, dizendo que só estava esperando o momento certo. Então eu fechei os olhos e respirei fundo parando, como estava de mãos dados com Sofia ela também parou e me olhou confusa. Me posicionei de frente para a Torre Eiffel que estava especialmente bonita hoje, com as luzes em um tom de azul, roxo e violeta. Estava a uma distancia considerável de nós dois e nos permitia vê-la sem ter que olhar para cima, e eu coloquei minha namorada de costas para a torre.

- Sofi... Ufh eu estou muito nervoso. - Murmurei e encarei rapidamente minhas mãos trêmulas e ela me olhou preocupada.

- O que foi lindo? - Eu respirei fundo e encarei seus olhos. Seus lindos olhos chocolates que sempre me tiravam de orbita e esqueci todo o resto. Todas as pessoas a nossa volta e todos os meus receios, concentrando-me somente nela.

- Eu demorei um pouco para perceber isso, mas para mim você é aquela pessoa sabe? E não existe uma razão, um porquê, apenas sei que é. - Comecei segurando em suas mãos. - Eu quero que a gente se aguente, se supere. Que tenhamos paciência um com o outro e que nos amemos ainda mais a cada dia que se passe. Quero que a gente tenha muitas histórias para contar e muitas outras a serem vividas por nós, e que nas nossas crises a gente se entenda. Quero que a gente continue sempre dando o nosso máximo para não termos que brigar e para nunca dormirmos de mal um com o outro. Qua a gente se fortaleça sempre e que a cada dia possamos fortalecer mais e mais o nosso relacionamento. Quero que tudo dê certo.

Algumas lágrimas escorriam por seu rosto e ela tinha um sorriso lindo nos rosto, não estava muito diferente de mim que também possuía algumas lágrimas escorrendo bochechas a baixo, mas continuei falando antes que perdesse a linha de raciocínio.

- Se amar de verdade é desejar sempre o seu abraço, se é não conseguir controlar o sorriso bobo ao falar com você, se é ver todos os dias e ainda sim sentir saudades... Se amar de verdade é me sentir super mal quando vejo que você não está bem e eu nada posso fazer para ajudar, se é querer acima de tudo a sua felicidade e sentir uma angustia enorme só em pensar em te perder... - Respirei fundo e pigarreei para clarear a voz que já embargava e levei a mão para secar as lágrimas que caiam descontroladas por seu rosto. - Se amar de verdade é ir dormir pensando em nós dois e imaginar possíveis ou até impossíveis momentos juntos, e ver em você a melhor pessoa para mim e desejar de ter por perto mais que qualquer outra pessoa no mundo... Então é. Eu te amo. De verdade. Então...

A virei de frente para a Torre Eiffel e levei a mão ao bolso retirando a caixinha de veludo azul turquesa. Ela levou a mão a boca e ofegou quando eu me ajoelhei a sua frente e estendi a caixinha em frente ao meu corpo.

- Então eu pergunto meu amor, Sofia Isabella Cabello Estrabao você... - Nesse momento as luzes da torre se apagaram e ela olhou para cima confusa, para então soluçar alto quando as luzes da Torre se acenderam novamente e com ela a seguinte frase se fazia ver 'Marry Me?'

Ela olhou da torre para mim várias vezes antes de abrir um sorriso gigante e se jogar em minha direção. Eu me levantei rápido, temendo uma queda e a segurando pela cintura quando nossos corpos colidiram.

-Sim, sim! É claro que sim! Oh meu Deus! - Seus braços rodearam meu ombros em um abraço apertado e os meus, a sua cintura, enquanto ela tinha o rosto escondido em meu ombro e eu sorria como um grande idiota.

Afastei minimamente nossos corpos e colei nossos lábios sentindo meu coração estupidamente acelerado e cheio de uma felicidade sem fim. Quando o ar nos faltou eu a coloquei novamente no chão e peguei sua mão direita, colocando lá seu anel de noivado, e ela repetiu o processo comigo.

- É tão linda... e é azul. - Eu sorri e abracei seu corpo pequeno contra mim.

- Escolhi esse porque é sua cor favorita. - Confessei com um sorriso e ela enlaçou seus braços por meu pescoço.

- Você é perfeito. Estou tão feliz! - Ela forçou minha nuca para baixo e eu me agachei para que pudesse beijar seus lábios.

- Eu quem estou feliz, porque a mulher mais perfeita do mundo aceitou casar comigo... Eu te amo Sofia. - Encostei a ponta do nariz em sua bochecha e ela sorriu.

- Eu amo você Nate. - Sussurrou antes de colar nossos lábios em um beijo apaixonado.


Notas Finais


E então, o que acharam?

Eu me derreto toda com esse Nathan. Bom pai, ótimo namorado.. ops, noivo, romântico, gostoso... ai ai. Se eu recebesse uma surpresa assim era capaz de enfartar e cair dura ali mesmo kkkk

E esse Ben? Que lindinho!

Reza a lenda, de que se você votar e comentar bastante o próximo capítulo vem cheio de momentos Camren ;-)

Pra quem lê minha outra fanfic, talvez ela seja atualizada amanhã.

Anel da Sofia: https://pt.depositphotos.com/102888802/stock-photo-blue-diamond-engagement-wedding-ring.html

Anel do Nathan: https://www.etsy.com/listing/255069259/men-wedding-band-14k-gold-princess?utm_source=OpenGraph


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