História Try Again |Namjin| - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Homossexualidade, Jikook, Namjin, Taeyoonseok, Yoonseok
Visualizações 270
Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, demorei? #Boeitura 💚💚💚💚💚

Capítulo 32 - 32


Fanfic / Fanfiction Try Again |Namjin| - Capítulo 32 - 32

 

O dia já amanhecia, o céu estava entre o azulado e o lilás, bem ao longe, os raios amarelados chegavam. O carro de Jin estava estacionado no portão do condomínio, apenas um pouco do vidro de uma porta de trás estava aberto, pois ali dormia Jimin, enquanto ele estava sentado no meio fio, fitando o chão. Ao seu lado estava ela, a mulher que um dia fez com que sua vida desmoronasse, a pessoa quem começou a série de abandonos na vida de Kim Seokjin, sua ex-esposa, a americana Rebeca Park.

Parecia que o tempo não havia passado para ela, continuava alta, com curvas, loira e com o olhar firme, assim como Jimin fazia quando tinha suas crises de rebeldia. Só que dessa vez o olhar vinha carregado de lágrimas e um pouco de medo, ela estava assustada, triste e arrependida. Era uma história longa que Jin fazia questão de ouvir, pois eram cinco da manhã, não queria um esforço todo para nada.

 

- Está melhor? - Perguntou sem olhá-la. - Acho que essa é a hora em que você começa a falar.

 

Ela bebia um descafeinado que Jin havia comprado no caminho, pois quando ele chegou naquele bendito restaurante ela estava em histeria total. Na última mesa, quase na que ele usou com Namjoon na última vez, estava ela, olhando o além, de rímel borrado e de corpo trêmulo. Foi um choque, pois Jin nunca imaginou que a reencontraria, ainda mais naquela situação.

A primeira coisa que ela fez foi correr para ele, como se fosse morrer se não fizesse, não era algo com interesse nem nada, ali no meio do salão do restaurante estava apenas uma mulher arruinada e um homem bondoso. Jin deixou que ela chorasse em seu ombro, sujando sua jaqueta favorita de maquiagem, Becca murmurava coisas em inglês, palavras que ele não entendia nem um pouco, mas que conseguia compreender o rancor na entonação.

Após longos minutos eles se separaram, Jin retirou o próprio casaco e colocou sobre ela, vendo que seu corpo não parava de tremer e que o vestido longo que ela vestia era de um tecido fino demais para o frio que fazia. Mesmo vestindo uma jaqueta jeans curta e clara e calçando boots cano curto, Becca aceitou o casaco, pois o frio parecia vir de dentro. Ela estava em pânico, praticamente tendo uma crise, que não conseguiu falar uma palavra sequer. Então Seokjin a colocou no banco da frente, passou em uma cafeteria e inicou sua rota. Deram voltas e voltas pela cidade, até que o choro tivesse cessado, para então seguir para o seu apartamento.

Jin não a deixaria entrar de primeira, não mesmo, queria ouvir tudo que ela tinha e não tinha para dizer para, quem sabe, então, deixá-la subir por algum momento. Não deixaria que ela passasse frio na madrugada quando voltasse para casa. Decidiu eatacionar no portão do condomínio por apenas ser mais seguro, havia seguranças naquela rua e nenhum mal poderia acontecer com os três ali.

 

- Estou esperando. - Falou baixo.

 

- E-Eu já disse isso, mas vou dizer de novo. - Ela começou calma. - Eu sinto muito, Seokjin, muito mesmo. Eu fui uma péssima namorada, péssima esposa e uma péssima mãe, mais ainda assim você está aqui. E eu sinto muito por isso também.

 

- Não fico bravo por mim, mas sim por Jimin. - Riu seco. - Na verdade, eu fico furioso só de pensar em quantas vezes eu tive que ir em festas de dia das mães, em quantas vezes eu tive que dizer que você não ia voltar. Ele nem conhece você, ele nunca sentiu um abraço seu depois de cair e muito menos um beijo seu em uma ferida. - Os olhos de Jin ardia de tristeza. - Você gerou muito sofrimento para nós, tem noção disso?

 

- Eu fui burra, eu tinha apenas dezenove...

 

- Eu também, Becca, mas não fui embora quando soube da sua gravidez como muitos homens fazem. - Falou com rapidez, Jin estava quase fora de si.

 

- Eu fiquei horrorizada, meus pais estavam recomeçando aqui na Coréia e eu entreguei tudo para eles, engravidei cedo e não me casei... nosso casamento naquele bar não contou para eles, sabia? - Ela bebeu um pouco mais de café e piscou para espandar as poucas lágrimas que restavam. - Eu ouvia tanta coisa ruim do meu pai sobre mim, sobre você, sobre Jimin... ele ameaçou a gente.

 

- Eu pensei que, pelo menos, nosso relacionamento era verdadeiro, mas estou vendo que não. Você poderia ter me falado, aberto o jogo, a gente daria um jeito. - Jin se sentia impotente e um idiota, se sentia enganado e triste. Aquilo tudo não era justo e criava um bolo de raiva em sua garganta. - Você poderia ter conversado comigo, eu ia te ajudar.

 

- Eu estava sob pressão, minha mãe, meu pai, a faculdade inacabada...

 

 

- Você que escolheu não terminar os estudos.

 

- Eu queria me dedicar ao Jimin, não queria que outra coisa tomasse meu tempo quer deveria ser só dele. - Ela já estava ao prantos de novo. - Ele disse que ia tirar meu visto para sempre, ia me incriminar aqui nesse país, eu nunca mais iria poder vê-lo, você teria que brigar com a justiça para tê-lo.

 

- Eu ia conseguir, eu não deixar você partir...

 

- Você não ia, Seokjin, seria um recém formado contra um advogado da embaixada americana, agora Jimin teria outra família, em outro país, ele iria para adoção. - Olhou para Jin que tinha os olhos marejados, aquelas palavras o acertara em cheio. - Eu sinto muito.

 

- Eu compreendo e te perdoo, mas não lhe desculpo por não ter sido honesta. - Jin sentia algumas lágrimas em seu rosto. - Uma conversa traria menos danos, eu poderia não ter te odiado por isso, seria muito diferente se houvesse tido verdades. - Eles se olharam, um sentindo a mágoa do outro. - Agora diga, porque voltou, hm? Onde estão seus pais? Por que só agora? - Os olhos de Jin tremiam, então ele precisou desvia o olhar para não aparecer tão fraco.

 

- Nesse meio tempo eu... eu tentei seguir minha vida, voltei para NY, depois morei no Texas, fiz muitos trabalhos de sucesso em Washington. - Riu breve e limpou as lágrimas. - Coloquei um ladrão de artes atrás das grades, você ficaria orgulhoso se tivesse assitido meu julgamento. Eu acabei com ele. - Sorriu, engoliu a seco e continuou. - Eu tinha tudo para seguir em frente, dinheiro, um bom emprego, até meus pais voltaram para a Philadelphia e me receberam de volta, mas eu ainda assim me sentia vazia. Eu não tinha meu Mochi comigo e... nem você.

 

Ela abaixou a cabeça e começou a fazer riscos no chão com o caule de uma folha qualquer, Becca se sentia pequena e vulnerável quando expunhava os sentimentos. Jin observava tudo com maxilar trincado, apenas pensando o quanto a vida tinha sido injusta com ele e com os que o rodeavam.

 

- Então eu larguei tudo, meu apartamento em NY e meu bom emprego, meus pais na Philadelphia e todos os email de bons clientes. Eu fui para São Francisco apenas com uma mochila. - Sorriu fraco. - A atmosfera de lá é totalmente diferente, é mais pacífica, ou melhor, era até eu conhecer o Tom. 

 

- Tudo isso foi por um cara? Você era melhor que isso quando lhe conheci. - Jin arqueou as sobrancelhas e olhou para ela.

 

- Não, não foi só por um cara, foi por muito mais. - Riu sarcástica. - Ele foi me conquistando aos poucos, eu ainda estava muito travada para relacionamentos, mas ele conseguiu. Era engraçado, bonito, inteligente, um péssimo dançarino, eu me deixei levar porque ele me lembrava você. - Negou com a cabeça e suspirou. - Em pouco tempo eu estava loucamente apaixonada, aquele frio na barriga preenchia um pouco do vazio que era estar sem meu Mochi. Então nós namoramos por cinco anos, até ele me dar um anel de noivado. Um anel que era roubado.

 

- O quê? - Jin virou o corpo todo para ela.

 

- Sim, ele era envolvido com o tráfico, descobri isso tarde demais. A maconha é legal em São Francisco, mas as outras drogas não. - Becca ajeitou a postura e prendeu os cabelos dourados em um coque alto. Ela continuava bonita. - Ele promeuteu que seria apenas por um tempo, contou uma história sobre a pressão dos pais para ser alguém na vida e que precisava de dinheiro, eu me identifiquei e deixei passar.

 

- Como você pôde? Você odiava drogas e pessoas que usavam, eu lembro que na faculdade...

 

- Eu ainda odeio, mas o amor é algo tão patético... - Ela limpou o rímel borrado com os dedos. - Tom passou a esconder coisas em casa, a dever muita gente, chegou até cogiatar que eu fizesse um outro tipo de trabalho para que... ele queria que eu...

 

- Não acredito, Rebecca. - Jin sentia raiva, muita raiva. - Você fez?

 

- Eu tentei, fiquei horas na rua até que um carro finalmente parou... no fim eu saí correndo e desisti. - Cruzou os braços pelo frio. - Semanas atrás aconteceu algo muito perigo que me fez fugir do país, os caras que ele devia invadiram minha casa, vaculharam tudo, procuravam dinheiro, procuravam por ele.

 

- Onde ele estava? Eles te bateram? - Ela assentiu. - O que houve depois?

 

- Eles me bateram e queriam fazer outras coisas, mas eu fugi. - Aquilo parecia inacreditável. - Eu figi apenas com uma mochila, do mesmo jeito que eu cheguei. Soube por vizinhos que eles queimaram minha casa, Tom está desaparecido desde então e eles estão a minha procura. Eles não são capazes de sair do país, pois são muito sujos com a polícia e nem podem fazer algo contra meus pais, pois eu consegui marca-los na Philadelphia com os meua contatos, então...

 

Rebecca começou a chorar novamente e Jin, a abraçou de novo, por mais que tivesse passado treze anos com raiva daquela mulher, ele não conseguia odiá-la. Ela precisava de ajuda para recomeçar, então era o que ele iria fazer, seu coração era altruísta demais para dizer não.

 

- Você está segura agora. - Afastou-se dela. - Você tem onde ficar?

 

- Sim, tenho muito dinheiro no banco, estou em um hotel agora, mas tenho um apartamento no centro da minha época de faculdade. - Pela milésima vez era limpou a maquiagem borrada. - Eu tenho tudo que preciso para viver bem aqui, eu só precisava de um apoio e uma palavra amiga, eu sei que você não odeia ninguém e iria me ouvir. Eu não vou conseguir ficar aqui sem me resolver com vocês, estou pedindo ajuda em relação ao Mochi e quero você seja meu amigo, quero ajudar a terminar de criá-lo, Seokjin.

 

- Rebecca...

 

- Não precisa ser meu amigo se quiser, eu só quero ter uma boa convivência para estar perto dele. - Ela entendia todos os contras de Jin. - Quero estar perto de você, também, você é o pai do meu Mochi.

 

Ela sorriu sincera, não havia interesse naquele momento, era só uma mãe pedindo ajuda para um pai, ambos querendo o melhor para um filho. Jin se levantou, sendo golpeado por um vento que transpassou sua camisa de algodão, estendeu a mão para Rebecca e a ajudou a levantar.

 

- Percebi que você não olhou para ele durante os percursos que fizemos. - Jin cruzou os bracos. - Teve medo? 

 

- Sim, muito

 

- Venha, venha conhecer o nosso filho.

 

Seokjin abriu a porta do carro, Jimin estava deitado em posição fetal, mesma posição em que tinha sido colocado pelo pai, estava todo agasalhado com um conjunto de moletom estampado, aquele pijama tinha sido presente de Hoseok. O cenho franzido igual ao da mãe pela claridade do céu - já amanhecido - o bico igual de Seokjin e a respiração pesada fizeram o coração de Rebecca acelerar. Parecia que ela estava na sala de parto de novo, quando viu seu filho pela primeira vez.

Jin colocou metade do corpo para dentro e pegou Jimin nos braços, logo não daria mais para fazer aquilo, seu filhote estava ficando pesado. O menino ganchou as penas no pai e aconchegou o rosto em seu ombro, mesmo estando inconsciente. Aquele chamego era natural.

 

- Esse é Kim Park Jimin, nosso filho. - Jin falou.

 

Ele virou o rosto do menino para ela, que bateu a porta do carro e tirou o casaco emprestado na mesma hora, jogando sobre o filho. Foi instinto. Apalpou todos os buracos que sobraram para ter certeza de que o vento não passaria, lembrou de cobrir as orelhas e de fazer um carinho nas costas. Jimin se mexeu e resmungou algo manhoso em uma língua desconhecida, suspirando e sorrindo, o que fez o coração de Jin se apertar de ciúmes e carinho. Aquela era uma cena que ele nunca tinha pensado que veria algum dia. 

 

- Oi, Mochi, sou eu, sua omma. - Sussurrou enquanto o menino dormia.

 

 

 

 

 

[...]

 

 

 

 

Namjoon tinha acabado de sair do banho, Jungkook dormia feito uma pedra em sua cama e ao seu lado estava Holly, o único espaço que lhe sobrava era o da beirada. O filho estava feliz pelo presente, por isso preferiu dormir com o pai para poder compartilhar aquele sentimento. Pura manha e dengo.

Namjoon sorriu. Aquela imagem era tranquila, assim como a respiração de Jungkook e da cadelinha, a vida de seu filho teria que continuar daquele jeito dali em diante. Ele daria tudo que tinha para que seu menino não sentisse um terço da tensão existente em sua vida. Kookie tinha que ser feliz a todo momento.

Eram quase dez da noite, antes de dormir ele teria que ligar para o doutor, pois tinha prometido na última consulta do mês passado. Namjoon saiu do quarto de fininho e foi para o escritório, esse atual era bem maior, mas ainda era decorado com cores claras demais para seu gosto. Claro que tinha algumas outras coisas que também o incomodavam, como a posição da jaquela que aproveitava quase nenhuma luz solar, mas logo ele iria fazer suas próprias alterações.

Discou o número rápidamente e esperou a chamada ser atendida:

 

- Alô.

 

- Oi, Dr. Shell?

 

- Sim, sim, pois não?

 

- Hm, olá, bem, desculpe o horário, aqui é Namjoon Kim. - Sorriu sem graça. - Eu prometi que iria ligar hoje, então aauo estou.

 

- Ah, sim, pai do Jungkook, o novo paciente. - O homem se lembrou. - Realmente cumpriu sua promessa, Sr. Kim, isso deve ser coisa de coreano, só pode. - Riu. - Sabe que poderia ter me ligado amanhã, não teria problemas.

 

- Desculpe, doutor, é que eu estou nervoso com isso. - Namjoon suspirou e se sentou na cadeira giratória. - Quando podemos fazer os exames? Quando eu cheguei, a quase cinco meses, eu fiz uma tomografia, mas houve um problema na clínica e até agora não obtive algum resultado.

 

- Eu sei, estou olhando para exame agora mesmo no meu comlutador. - Aquilo deixiu Namjoon elétrico. - Apontou um desenvolvimento anormal de células na região da pinta.

 

- Isso é câncer?!

 

- Não, não, apenas uma anomalia. - Namjoon se afundou na cadeira. - Faremos uma biopsia e um exame de sangue para aprimorar isso. Mas os genes dele são muito propícios

 

- Ma-Mas ele passa bem?

 

- Sim, sim, não há nada que tenha que se preocupar. Mas evite de comer junk-foods, use sempre o protetor solar, mesmo em dias nublados e em lugares fechados e tome muito cuidado com produtos de roupas e perfumes até lá. - Namjoon anotava tudo em um post-it rosa, tinha comorado para sempre se lembra de Seokjin. - Venham ao meu consultório semana que vem, verei se consigo adiantar isso.

 

- Muito obrigada, doutor! - Sorriu. - Boa noite, desculpe pelo horário.

 

- Tudo bem, eu estava trabalhando em casa hoje. Dê lembranças ao pequeno Kook, tchau.

 

- Tchau.

 

Namjoon desligou e coclocou o celular sobre a mesa, inclinou-se na cadeira e fechou os olhos, precisava de palavras de apoio e de uma massagem nos ombros. Uma massagem das mãos macias de Kim Seokjin, essa que ele nunca mais teria. 

 

 

"- Namjoon, meu Deus, Namjoon. - Encostou a cabeça em meu peito e me abraçou apertado - M-Mas ele falou que é alguma coisa ou...

(...)

- Você consegue pagar tudo isso? - Olhou em mmeus olhos e segurou meus ombros. - E-Eu não posso ajudar financeiramente, mas eu conheço o Yongjae, ele é pediatra e... "

 

 

 

Lembrar daquilo era demais para ele, pois sabia que não poderia voltar no tempo ou ter aquele abraço de novo. Só Seokjin para lhe dar esperanças, só ele consegiu desenterrar o ardor de uma amor em Kim Namjoon, só Seokjin conseguia ser bonito e sexy quando estava preocupado, só Seokjin o fazia se sentir ousado e corajoso na hora do sexo. Só Seokjin.

Ele chorava contido, sentindo-se exausto, se perguntando o que o seu Seokjin estaria fazendo naquele momento. Estranhou por não ter nenhum título para chamá-lo, pois tudo aconteceu muito de repente, mas só a parte do seu já estava boa o suficiente.

Então Namjoon se levantou, limpou o rosto, apagou as luzes e foi para seu quarto. Foi uma luta, mas ele conseguiu um espaço maior que tinha anteriormente. A cadelinha que antes estava nos braços de Jungkook se levantou, Namjoon agarrou seu menino em uma conchinha e sentiu que Holly se posicionava quase sobre eles. Agora ele tinha que cuidar de dois, mas se ainda estivesse com Seokjin seriam quatro. Não era só Jungkook que pensava em Jimim.

Ele fechou os olhos para tentar esquecer, mas foi inútil, então só restou dormir com as lembranças que tinha dos outros Kim.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Gostaram? Não me matem! #Fighting 💚💚💚💚💚


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