História Tu é gay mano? - Capítulo 1


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Notas do Autor


oiii gente, então eu percebi que não tinham muitas fanfics desse casal maravilhoso que é o Matheus e o Lucas então eu decidi salvar a patria. Estou super aberta a criticas construtivas!

BOA LEITURA

Capítulo 1 - Mano eu só sou gay se tu for também


- Corta! - disse o diretor do vídeo, que parecia o Ed Motta mas (in)felizmente não era o Motta.

- Valeu galera, tudo de bom. - disse agradecendo por mais um dia de gravação e eu felizmente não estava mais passando fome no meio de uma cidade no cu de São Paulo. Depois de falar apropriadamente com alguns colegas de trabalho e chamando outros de corno, fui para meu apartamento.

Chegando lá eu tenho a surpresa de encontrar o Lucas, no meu computador jogando Minecraft. Ao me ver ele foi ate um lugar seguro, saiu do jogo, andou até minha direção e me beijou. Com um simples selinho longo, mas quando tentei colocar a língua no jogo, ele parou. Olhou – me com o olhar de peixe morto dele que usa quando quer ser engraçado ou tá muito puto e disse:

- Tu é gay mano?- para responder fiz a minha melhor cara de pau no cu e disse com uma voz de vadia:

-Tá querendo saber porquê? Tá interessado?

- To sim, quero comer esse cuzinho – ele dizia ainda com a cara séria mas que se tornou um sorriso, eu ri também e falei:

-Seu filho da puta – ele fechou novamente a cara, nessa hora já sabia que vinha coisa.

- Ser filho de uma eu não sei não, mas to afim de fazer você a minha putinha – falou puxando a minha cintura, mesmo sendo uma brincadeira eu comecei a sentir coisas. Acho que ele notou e deu um sorriso de cafajeste, com isso minha cara já ia ficando toda vermelha. Vamos lá, sou do interior, não to acostumado com essas safadezas da cidade grande. Lucas foi chegando bem perto da minha orelha e sussurrou:

- Olha só minha menininha ficando envergonhada. - e pôs a mão na minha bunda, dando uma apertada forte. Não sou de ferro, então soltei um pequeno gemido – E ela ainda tá excitada. - nessa hora resolvi ser saudável e mandar minha vergonha pro caralho e foi colocando minha mão embaixo da regata dele. Pude sentir a pele macia e o abdome trincado, isso me fez lembrar do meu corpo de baleia orca, subitamente puxei a mão e me abracei. Provavelmente visivelmente abalado pois Lucas fez o olhar de preocupado dele.

- O que houve? Algo está te incomodando. - ele falou e eu pensei em alguns segundos fazer cu doce e não falar o que estava realmente acontecendo, mas como ele é meu melhor amigo quis logo ser claro.

- É meio vergonhoso ter algo com alguém com um corpo tão lindo enquanto eu pareço que engoli a Fat Family toda. - ele riu e segurou minhas mãos com cuidado

- Para de viadagem Canella! A gente já transou quantas vezes? Muita é a resposta. Eu te namoro há 1 ano e amo seu corpo independentemente da forma que ele esteja, o importante é ser você.- nós dois sorrimos

- okay, isso foi bem gay. Mas obrigada. - eu respondi, ainda meio sem jeito.

- Certo e depois de me fazer falar algo tão viado quanto isso você tá me devendo uma mamada – ele fez novamente aquela cara séria. E entrando no jogo eu respondi o beijando.

Começou como um beijo calmo e romântico, mas o fogo que havia dentro de nós foi cada vez se tornando mais claro e o beijo se tornando mais intenso. Nossas línguas seguiam um ritmo qual eu não sabia definir, mas nos encaixávamos perfeitamente. A mão de Lucas começava a percorrer por todo meu corpo, fazendo com que eu soltasse gemidos. Mas agora eu não estava com vergonha. Comecei a tirar a blusa dele deixando exposto seu peitoral tatuado, era tudo tão definido nele que dava uma vontade de beijar e chupar tudo, então o fiz. Comecei por seu pescoço moreno, fui descendo até o peitoral, depois até o abdome.

Enquanto isso ele permanecia com as mãos em minhas nádegas, foi abaixando minha calça e assim pode ver que eu estava sem cueca e com o pau duro. Quando minha boca estava perto da barra da bermuda dele, a tirei junto com a cueca e dei de cara com aquele pauzão enorme. Olhei nos olhos dele e pude ler. “Tá na hora de mamar”.

Pus a cabecinha na minha boca enquanto fazia movimentos circulares com a língua, sem botar muita pressão e nem dentes como ele me ensinou. Fui colocando o máximo que conseguia na boca e não pus nem metade nela. Lucas dava alguns gemidos grossos e excitantes, brincava de introduzir um dedo no meu anus.

Ao perceber que eu ia me acostumando ele foi introduzindo mais um devo e ficava fazendo movimentos de tirar e colocar. Já eu continuava concentrado em dar prazer a ele, tentei colocar mais na boca mas me deu ânsia de vomito, então antes de dar merda voltei a chupar só a ponta do pau dele.

- Vamos pro show principal – disse Lucas tirando minha cabeça do meio das pernas dele e me deitando na cama. Ele me deu um doce beijo e perguntou se eu estava preparado, com um aceno da cabeça disse que sim. Foi colocando seu pau em mim e eu estava com medo dele me partir ao meio. No começo ia com delicadeza mas aos poucos seus movimentos foram ficando mais selvagens. Ambos gemiamos e após trinta e poucos minutos mudando de posição mas permanecendo na penetração, ambos estavam suados. Nossos corpos seguiam num ritmo só nosso, seja lá o que isso signifique. Lucas metia com força, fundo e rápido. Eu fazia barulho a vontade pois sabia que meu colega de apartamento estava fora. Ficamos mais vinte minutos com ele penetrando até que eu tomei coragem e pedi para que deixasse eu sentar nele.

Eu tive que pedir ajuda dele para colocar no buraco e a minha cavalgada com certeza não era das melhores, mas eu me garantia no rebolado. Esse sim era dos bons, eu rebolava de maneira gostosa e sensual nele. Até que num momento ele deu um gemido mais alto e o sentia gozar em mim.

De manira brusca ele me tomou nos braços e me deixou de quatro, metia com força e rapidez e então chegou a minha vez de gozar.

Ele se jogou na cama e eu deitei em seu peito. Os dois respiravam pesadamente e ele disse:

- Okay, tu é gay – eu ri e respondi

- Não é gay quando se ama.

 

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado <3


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