História Tucanos na Janela - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags José Serra, Pissing, Psdb, Tucanos
Visualizações 47
Palavras 1.243
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Yaoi (Gay)
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa fanfic possui cenas fortes de violência sexual. Os participantes de tais atos devem estar de acordo com tudo que é feito.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Tucanos na Janela - Capítulo 1 - Capítulo Único

Já passava das 11 da noite e eu ainda não sabia por que estava ali. Tantas lembranças que aquele lugar me trazia. O tucano azul e dourado na parede me lembrou daqueles anos que me deixei levar pelo que ele me disse e as promessas que ele me fez. Por que eu cedo toda vez que ele me chama? Serra-senpai… por que você faz isso comigo?

- Ciro-kun… Você está aqui. - ele disse fechando a porta.

- Não pense que eu sou um cachorro, que sempre que você chama eu volto com o rabinho abanando e…

- Mas você está aqui. - ele sussurrou no meu ouvido enquanto apalpava minha bunda. Suave no começo, mas cada vez mais vigoroso, com suas mãos grandes e frias.

- Só vim falar sobre a campa… nha… - Droga! Não consigo pensar direito enquanto ele me acaricia. O toque da pele gelada dele na minha queimada de sol forma um equilíbrio que se traduz como a doçura dos nossos corpos.

- O que temos aqui? - ele passou suavemente as pontas dos dedos entre o meu pau e o meu cu e sentiu o que eu não podia esconder - Quando você estava aqui sempre usava aquelas calcinhas que eu te dava. Por que agora você esconde essa bunda deliciosa nesse monte de pano?

- Eu… não sou… mais o seu brinquedinho... - Por que eu não consigo resistir?

- Vamos resolver isso aqui. - ele disse, abrindo o meu cinto e abaixando as minhas calças. Sentia as mãos dele passando pelas minhas pernas e não consigo evitar do meu pau ficar duro e meu cu de piscar com vontade do Serra-senpai - Você não tem calor por baixo de toda essa roupa?

Ele me virou de costas contra a parede mais próxima e desabotoou meu blazer e minha camiseta. Com uma mistura de gentileza e agressividade, ele arrancou o meu blazer. A manga da minha camisa caiu e deixou meu torso de fora, permitindo que ele imediatamente beijasse e mordesse meu mamilo. Minhas pernas ficam bambas e eu caio de joelho.

- Você nunca foi fiel a mim… E eu te dei tudo...

- Ciro-kun… Vânia não sabia fazer o que você faz. Nem o Damião. Sabia que o cu dele não é tão delicioso quanto o seu? - num movimento rápido ele tirou o cinto e sua calça caiu. O pau dele ali na minha frente, eu não consigo evitar. - Você sabe o que fazer.

Eu racionalmente não quero, mas não consigo evitar. Algo no Serra-senpai me atrai e repele. Mas não consigo evitar. Parece algo da minha natureza. Eu já dei muito pra muita gente, mas nunca ninguém me comeu como Serra-senpai. Meu corpo pede pra eu ir cada vez mais fundo, sentindo o pau gelado dele na minha garganta, abocanhando as bolas dele como se eu estivesse faminto… Eu estou faminto… Quando eu percebo, estou me masturbando e colocando o dedo no meu cu, me preparando pro que eu sei que vai acontecer.

Sinto a mão dele na minha nuca, pressionando a minha cabeça contra a barriga dele. Não consigo respirar… e isso é tão bom. Estou de olhos fechados, mas sinto eles revirando.

- Olhe pra mim. - ele diz em tom de ordem e eu faço… Não consigo evitar se não fazer tudo o que ele manda. - Gosto de ver você engasgando com o meu pau e ficando roxo.

Quando ele me soltou eu estava realmente sem ar. Cai de quatro, mas logo meu peito deitou no chão. O meu corpo sabe o que quer e quando quer. Ele pega as minhas mãos e segura pra trás, me imobilizando. O que eu sinto a seguir é só ele entrando em mim, como se uma barra de gelo entrasse no meu corpo e fizesse ele inteiro tremer enquanto o arrepio percorre toda a minha espinha.

- Minha cadelinha. Abane o rabo pra mim. - eu abano. Eu vou de um lado ao outro, pra cima e pra baixo, como ele me manda. - Agora late pra mim.

- Au, au - senti a mão forte dele estapeado a minha bunda.

- Late pra mim como a cadelinha que você é. Não quero você fingindo que é sujeito macho pra mim.

- Au, au, au. - eu latia mais agudo pra ele e percebia que a cada latida, o pau dele extremamente duro, como de um cadáver, latejava dentro do meu cu.

- Vamos mudar de posição. - ele puxou os meus braços pra eu levantar e me jogou em cima da mesa. Uma foto de Alckmin-kun caiu no chão. Foi ele que Serra-senpai usou todos esses anos pra se esquecer de mim? - Você gosta disso, não é? - ele havia enfiado os dedos no meu cu enquanto mexia no meu pau.

Não consegui segurar e gozei. É demais pra eu conseguir aguentar. Cobri meu torso seminu e a mesa com o meu gozo, um gozo que estava guardado há 20 anos, esperando por isso.

- Já gozou, Ciro-kun? Mas eu ainda não.

Ele meteu forte o pau gelado no meu cu e começou a bombar, cada vez mais forte e mais agressivo. O tormento era delicioso, eu não conseguia negar que não era. Foi mais de meia hora, onde eu gozei de novo.

- Você quer isso. Você sabe que quer. O seu lugar é aqui do meu lado, e não naquele teatrinho que você fez com a Dilma e o Lula-kun.

A cada nova posição, eu gozava de novo e Serra-senpai metia mais forte. A mesa onde estávamos já estava cheirando porra depois de quase uma hora de sexo forte e violento, como não fazíamos desde que saí do Partido.

- Olha a bagunça que você fez. Limpe isso.

Ele tirou o pau de dentro de mim e o manteve de pé enquanto eu lambia toda a mesa. Eu olhava pra trás e ele só me olhava com aquele sorriso sombrio à meia luz. O pau dele latejando enquanto me esperava pra terminar. Voltei e fiquei de joelhos, com a boca aberta. Ele fazia que ia colocar o pau na minha boca e tirava, se masturbava vendo o meu tormento. A minha vontade crescia, minha fome crescia. Já não aguentava mais.

- Por favor… por favor… - eu pedia, implorava.

- Como quiser. - ele enfiou o pau na minha boca e começou a mijar no fundo da minha garganta. - Nem uma gota ou você não vai ganhar sobremesa.

Bebi tudo. Cada gosta que escorria do meu lábio eu pegava com a língua.

- Muito bom minha cadelinha. Hora do seu prêmio de consolação.

E ele enfim gozou na minha cara inteira, na minha boca. Gozo frio como todo o corpo dele. Como ele fazia isso? Eu só sabia que era delicioso e eu queria mais. Ele ficou em silêncio, subiu as calças e fechou o cinto. Pegou o meu queixo como se fosse me beijar, mas me largou, foi até a porta e abriu.

- Não quero mais você posando de macho por aqui. Você sabe que só tem um macho aqui e sou eu. (...) E não quero saber de você querendo cantar de galo pra cima de Alckmin-kun. Você precisa aprender que seu lugar é aqui e sempre será. Enquanto ele vai ter o lugar dele em Brasília.

Ele saiu. E lá estava eu, de novo. Só esperando pelo nosso próximo encontro.

FIM



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