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História Tudo acabará... - Capítulo 4


Escrita por: draven-comunista

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Tudo acabará... - Capítulo 4 - Capítulo 4

Allyson on

Já são 4 da tarde e eu já tô tão cansada,quero descansar um pouco.

Rock - não vi quando vc acordou

- vc tava roncando pra caralho,aí eu sair

Rock - ah entendo.

- já terminou seus serviços?

Rock - já,já. Aliás vai ter bebedeira essa noite

- todas as noites tem

Deste os últimos dias eu e o rock ficamos cada vez mais amigos e até muito mais íntimos. Eu não fico pensando sobre as coisas do passado mas ele...

Rock - era pra vc ter metido com menos força

- pqp,tu que não aguenta

Rock - num!

- aliás Rock, quando essa guerra terminar bora pro Carnaval do Brasil?

Rock - carnaval?

- sim,é bem legal. Meu avô me levou lá quando eu completei 18 anos,aí passamos o carnaval e as festas juninas no Brasil. Um lugarzinho bem bonito

Rock - é e agora o Brasil está contra a gente

- verdade,mas isso não importa e sim que vamos para lá.

Rock - ok,só não morre

- digo o mesmo pra você

Eu duvido muito que o Rock vá morrer,ele é o tipo de pessoa que tem uma expressão feia pra caralho mas é um cara bacana. Bem,é hora de jantar,odeio essa parte do dia. Me sentei do lado da comandante e a mesma já estava bebendo cabulosamente e bem contente.

- caralho,pq vc tá assim?

Adele - meu esposo está grávido.

- pera,que?! Vc engravidou seu esposo antes de vir pra cá?!

Adele - exato. Meu instinto alfa está se alastrando por todo meu corpo. Ah,fiquei sabendo sobre você e o Rock.

- foi apenas uma noite,somos só amigos.

Adele - não parece. Quer jogar sinuca?

- tem isso aqui?

Adele - chegou hoje

Nos caminhamos até a mesa e pegamos cada uma pegou uma GARAND-M1 até pq não trouxeram as portas dos paus pra bater nas bolas aí tivemos que improvisar .

( duas horas depois )

Adele - você realmente é boa nisso.

- eu tô cansada,boa noite comandante.

Adele - boa noite.

Eu voltei para meu quarto e dormir

(4 anos depois )

Já se passaram quatros anos deste que entrei na guerra e sinceramente estou com saudades de minha casa. Muitos morreram,outros desistiram e os que restaram continuaram a comandar os mais novos na área. Em umas de nossas batalhas o Luke acabou morrendo com um tiro na cabeça. Hoje é dia de invadir os campos e tirar as pessoas de lá,já derrotamos todos os inimigos na área de combate então será mais fácil e prático. Todos entraram em carroagens e carros,um trem também foi para resgatar os prisioneiros. Chegando no campo fomos logo matando os guardas e dando comida,água e roubar confortáveis para o frio. O odor é horrível,ele fede a urina, bosta e decomposição de corpos. Tiramos todos os corpo e colocamos um encima do outro, todos estão tão magros que apenas parece que só tem a pele e os ossos e os olhos pareciam estarem pulando para fora das cabeças. Deixamos os familiares verem os corpos de seus parente e depois colocamos todos os corpos num grande buraco e queimamos. Está na hora de eles irem para casa,então os prisioneiros entram no trem até ficar lotado e são levados,os outros que ficaram vão ter que esperar. Eu e o Rock conhecemos uma garotinha e tiramos um foto com ela,eu tinha um pouco de doce de banana e dei a ela que no caso a mesma adorou. Eu decidir dar mais uma volta no campo pra ver se tava faltando alguém foi quando fui surpreendida com um golpe na cabeça, felizmente eu não desmaiei e vi que era um soldado inimigo. Antes de eu tentar fazer mais alguma ação me atacaram por traz no qual eu desmaiei.... quando acordei vi que eu estava num lugar vazio,amarrada numa cadeira e com muita dor por causa dos ferimentos. Alguém abre a porta e a tranca,logo vejo que é uma garota japonesa e que no caso eu não sei porra nenhuma de japonês então não vou entender nada do que ela falar.

Garota - não se preocupe,eu aprendi russo a um bom tempo.

- deixa eu ver,está tentando me enganar pra conseguir informações.

Garota - muito pelo contrário. Aliás me chamo Aghata

- Aghata? Isso não parece nome de japonesa

Aghata - bem foi minha mãe que escolheu. Qual o seu nome soldadinha?!

- tá bancando a bravinha agora? Meu nome é Allyson

Aghata - esse é só seu nome? Não tem um secundário?

- bem,meu nome verdadeiro é Magareth Allyson.

Aghata - e o meu é Maria Aghata.

- porra,combinação tá zero.

Aghata - posso te chamar de Magareth?!

- nem fudendo. E a propósito oq você vai fazer comigo? Me matar pra depois vender meus órgãos?

Aghata - eca que nojo,claro que não! Eu quero que você seja minha mascote.

- pedido negado.

Aghata - mas você está nas minhas mãos ainda e me acompanhará em tudo.

Hmm,pensando bem eu poderia pegar umas vantagens e descobrir estratégias dos inimigos.

- eu aceito.

Aghata - serio?!

- sobre uma condição.

Aghata - qual?

- você me ensinará o seu idioma

Aghata - ah! Então por mim tudo bem!

- agora pode me tirar daqui?

Aghata - não,você vai aprender tudo hoje mesmo.

- isso é impossível.

Aghata - são 12 horas da noite,ficaremos até as 7 estudando.

- ah...eu posso dormir quando terminar?

Aghata - não! Você precisa me acompanhar nos meus passeios e eu quero te mostrar muitas coisas ainda.

- aí merda. Bem,creio que não tenho saída,só quero que meus ferimentos sejam cobertos para não terem infecções.

Aghata - chamarei os médicos.

Ela saiu do quarto e em menos de 4 minutos os médicos já estavam me examinando e cuidando de minhas feridas. Aprender 80% da língua japonesa pq eu sou bem acostumada a ser forçada a aprender alguma coisa. Depois de amanhecer ela me levou até o jardim e fez um pequeno piquenique com chá e bolo.

- quanto tempo ficarei com você?

Aghata - ue, por toda a eternidade.

- olha,eu sou uma soldada e gosto de ficar sozinha.

Aghata - acabou pra você,já não é mais uma soldada é apenas minha mascote. Aliás você é uma alfa né?

- sim.

Aghata - como é acordar de pau duro?!

- pera aí garota,isso já é de mais para a sua idade.

Aghata - vou completar 18 próxima semana

- parabéns?

Aghata - bem,meu pai está fazendo um lugar pra colocar os prisioneiros e testar bombas,congelamento e até mesmo pragas neles. Querem jogar os prisioneiros contaminados nas cidades.

- caralho,que doentio. Pq está me contando isso?

Aghata - bem,eu meio que não gosto dessa ideia do nazismo. Por isso pedi pra uma soldado buscar alguém comunista no qual eu possa contar todos os segredos.

- entendo,então vc é contra a sua pátria.

Aghata - Sim. É tão injusta e a pátria de vocês é tão justa,sinto inveja de você.

- você com certeza vai se arrepender de dizer isso. Nós também matamos.

Aghata - eu sei disso,mas o propósito do comunismo é a igualdade.

- é pelo menos nisso você acertou.

Aghata - vocês parecem tão determinados no campo de batalha, vencendo a maioria.

- com as vitórias vem junto as mortes de pessoas que são queridas. Isso é uma guerra garota,não exite lado bom ou ruim,todos vamos morrer e tudo isso vai acabar.

Aghata - sendo assim...

Ela pegou uma adaga e me entregou.

Aghata - me mate!

- ei,ei,ei tá achando que é assim que se resolve as coisas é? Deixa de bobagens menina,quando isso tudo acabar você irá viver feliz. Você é rica e tem muitas coisas que não irá passar por causa disso.

Aghata - a riqueza é um male

- na verdade é algo divino. Qual o melhor: sofrer por um amor não correspondido ou ter tudo que precisar pra ter uma vida sem dificuldades?

Aghata - a segunda opção.

- então viva pelo dinheiro querida. Amor nenhum vai te causar felicidade não.

Depois do chá ela me levou até o quarto dela e disse que eu poderia dormir em sua cama.

- eu não vou dormir fedida.

Aghata - já coloquei umas roupas no banheiro,são do seu tamanho.

- ah valeu.

Entrei no banheiro e tomei um belo banho que fez meus musculos relaxarem depois de tantos anos de trabalho. Me vestir com as roupas que estavam no banheiro e sair.

- eu meio que não gosto de usar camisa sem manga.

Aghata - só tinha essa disponibilizada

- ah certo.

Me deitei na cama e me cobrir.

Aghata - você acredita em deuses?

- eu acredito em muitos deuses garota.

Eu finalmente conseguir dormir um pouco mais relaxada.

Allyson off




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