História Tudo de Mim - Clace, Sizzy, Malec - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Peça-me o que quiser
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Anna Lightwood, Camille Belcourt, Céline Herondale, Clary Fairchild, Clary Fairchild (Clary Fray), Elaine Lewis, Eric Zimmerman, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jace Herondale, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jem Carstairs, Jem Carstairs, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Jordan Kyle, Kaelie, Kieran, Lady Camille Belcourt, Luke Graymark, Magnus Bane, Magnus Bane, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Ragnor Fell, Rebecca Lewis, Robert Lightwood, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Tessa Gray, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Alec, As Peças Infernais, Blackthorn, Carstairs, Cassandra Clare, Celine, Clace, Clary, Crônicas De Bane, Fairchild, Herondale, Imogen, Izzy, Jace, Jem, Jocelyn, Lightwood, Magnus Bane, Malec, Morgenstern, Mundo Das Sombras, Os Artifícios Das Trevas, Os Instrumentos Mortais, Sebastian, Simon, Sizzy, Stephen, Tda, Tessa, Tid, Tmi, Valentim, Wayland, will
Visualizações 372
Palavras 4.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie amores... Cheguei com mais um haha

Espero que gostem

Boa leitura ❤📚

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Tudo de Mim - Clace, Sizzy, Malec - Capítulo 3 - Capítulo 2

P. O. V. CLARY.

Acordei com preguiça de abrir os olhos, inspirei e na mesma hora senti um cheiro maravilhoso, uma colônia masculina que me fez lembrar o que aconteceu durante a maior parte da madrugada. Estava deitada no peito de Jace. Que era um deus grego. Que homem quente na cama. Parecia insaciável. Senti seu braço possessivo na minha cintura, quem dera eu fosse daquele homem e aquele homem fosse meu. Mas sexo é sexo, e é só o que temos em comum.

Levantei minha cabeça e quase babei ao ver aquela perfeição dormindo, tão sereno, o cabelo loiro caído na testa, seu maxilar e queixo quadrado, a barba rala, parecia um anjo. Afastei seu braço devagar pra não o acordar e levantei me cobrindo com o lençol que estava no chão, saí do quarto nas pontas dos pés pra ir pegar minhas roupas na sala. Ontem transamos na cama, com minhas costas colada a parede, no chão, quando fomos comer algo Jace me debruçou sobre a ilha da cozinha. Que apetite voraz aquele homem tinha, e eu bem gostava. Peguei meu vestido do chão, meus saltos estavam perto da porta, me abaixei pra pegar minha calcinha e vi a foto em cima da mesinha do lado do sofá, um bebezinho, fiquei me perguntando se era Jace, mas a foto parecia recente demais, ia pegar o porta retrato pra ver melhor, mas senti mãos possessivas na minha cintura.

- Onde pensa que vai?

Arfei ao ouvir a voz rouca sussurrada em meu ouvido. As mãos de Jace procuraram meus seios e eu apertei mais o lençol pra não tremer pelo tesão.

- Embora, eu preciso trabalhar ainda. - Respondi torcendo pra voz não falhar.

- Que horas você entra? - Jace agora beijava atrás da minha orelha e pescoço.

- Ao meio-dia. - Respondi com dificuldade.

- Eu levo você, ainda está cedo.

Céus, agora ele lambia e mordia minha orelha, como resistir sentindo aquelas mãos tocando meu corpo?

- Preciso ir, Izzy deve estar preocupada.

- Não está, deve estar com Simon.

Me virei o fitando e na mesma hora Jace me apertou em seu corpo, vestindo apenas uma cueca.

- Vamos tomar um banho.

- Eu realmente preciso ir.

- Eu já disse. Levo você.

Disse e capturou minha boca, invadindo com a língua. Não resisti, cedi ao beijo, passando meus braços enlaçando seu pescoço. Jace gemeu na minha boca e senti sua ereção contra a minha barriga, ele puxou o lençol me deixando nua e pegando em minha bunda me ergueu em seu colo.

- Jace...

Chamei soltando sua boca, Jace não falou nada apenas beijou meu pescoço e começou a andar na direção do quarto de volta.

Não sei como chegamos ao banheiro, sei que eu estava beijando e chupando a língua de Jace. Senti meus pés tocarem o piso gelado e a água caindo em minha pele. Jace passou a mão nos cabelos molhados jogando pra trás e avançou na mesma hora que fui na direção dele. Minhas costas encontraram a parede molhada e fria, a sensação foi mais excitante, a minha frente tinha um corpo molhado e quente em contraste. Gemi com os beijos de Jace em meu pescoço e entre os vales dos meus seios. Logo cada seio e mamilo meu ganhou atenção. Aquela língua fazia um trabalho profissional, pincelando meu mamilo duro, Jace deu uma mordida e gritei seu nome agarrando seus ombros, ele aceitou aquilo como o incentivo que era mesmo e beijou minha barriga até meu ventre, senti ele erguer uma perna minha enquanto se ajoelhava, logo sua língua estava em meu clitóris, pra cima, pra baixo, para os lados, e dentro, me penetrando, me fazendo gemer. Eu me perguntava se os vizinhos escutariam.

Jace apertou minha coxa e me chupou.

- Aaah... Jace.

Gemi seu nome e soltei o ar sentindo uma explosão dentro de mim, mais um dos orgasmos maravilhosos que Jace me deu. Beijou meu clitóris e se ergueu a minha frente. Eu agarrei seu pescoço e senti ele me puxar, mas fiquei no lugar.

- Hora do seu prazer.

Eu disse me abaixando agarrando seu pau. Jace gemeu quando coloquei na boca uma de suas bolas. Depois outra, chupei e lambi toda extensão dele e beijei a glande rosada. Ouvindo Jace gemer meu nome eu o coloquei na boca, até onde podia engolir.

O chupei, adorando o fazer, gemer e puxar meu cabelo. Deixei ele foder minha boca mas logo retomei o controle, engolindo até onde podia aquele pau, o senti mais duro e pulsar, sabia que ele estava quase pra gozar e queria prolongar aquilo, tirei da boca e o massageei lentamente.

- Clary... Não faça isso. Preciso...

- Precisa de quê? - Incentivei.

- Preciso dessa sua boca maravilhosa chupando meu pau!

Ele disse vorazmente e eu quase gozei só em ouvir aquela voz. Voltei a colocar o pau na boca e em breves chupadas até onde alcançava senti o líquido de Jace em minha boca, engoli tudinho chupando seu pau o limpando. E me ergui limpando os cantos da boca dando uma risadinha.

- Vem aqui, sua safadinha.

Jace disse me puxando pela nuca, com a outra mão deixava água cair no pau o limpando, eu já sabia o que via pela frente. Jace me agarrou me puxando pra cima e eu prendi ele com as minhas pernas, sem cerimônia senti seu pau me penetrar, gemi arqueando as costas, Jace entrou e saiu beijando meu pescoço e nos afastando pra poder respirar enquanto ele metia.

Nós, se isso é possível até suamos de baixo d'água. Senti suas estocadas indo até o fundo, tocando meu ponto mais sensível e logo gemi me contorcendo em seus braços gozando ficando mole em seus braços. Mais algumas estocadas e Jace saiu de dentro de mim, me colocou no chão e massageou o pau logo espirrando a goza branca em um jato na parede pendendo a cabeça pra trás.

Já estava debaixo d'água tirando o excesso de água do cabelo quando senti as mãos dele em meus ombros, passando a bucha com sabonete por minha costas e braços. Logo era eu.

Quando saímos Jace enrolou uma toalha no quadril de um modo muito sexy, deixando um "quero ver mais desse V" no quadril e meu deu seu roupão. Me sequei e agradeci quando ele trouxe minhas roupas que ficaram na sala.

- Você quer comer alguma coisa? - Ele perguntou vestindo uma cueca.

- Não, eu como algo em casa.

- Tudo bem.

Encontrei com seu olhar e sorrimos um para o outro, desviei o olhar mordendo o lábio e vesti meu sutiã logo o vestido, quando olhei para Jace de novo, ele estava com uma calça jeans justa e fechava os botões de uma camisa social, verde escura, puxando as mangas até o cotovelo, aquele homem era sexy, repito mais uma vez, vestindo qualquer coisa.

- Está pronta, então? - Ele perguntou depois de calçar o sapato.

- Sim...

Respondi fazendo um coque no meu cabelo, ele secou mais rápido com a ajuda da toalha, soltei o coque vendo ondas cair aos meus ombros, parece que Jace também gostou, chegou perto de mim sorrindo e colocou o celular entre a gente.

- Me dá seu número.

- Meu número? - Sorri franzindo a testa. - Jace. Foi só uma noite.

- Não acho que o que fizemos deveria permanecer em uma noite apenas. - Ele tocou meu queixo me fazendo olhar para ele. - Eu ainda quero você, e quero sentir seu cheiro muitas vezes em meu corpo. Então me dá seu número e podemos sair de novo hoje a noite e nos próximos dias. Por que eu sei Clary, quanto você e seu corpo me desejam.

Céus! Era exatamente isso. Peguei seu celular sem titubear e digitei meu número, fiz uma chamada ouvindo meu celular tocar lá na sala e desliguei sorrindo entregando a Jace.

- É melhor eu ir. - Eu disse contendo o riso.

Meu dia seria cheio na lanchonete, dia de sábado era sempre assim.

Eu chegaria em casa, comeria algo e trocaria de roupa, e iria partir pra batalha, depois de me certificar que Izzy estava bem.

P. O. V. JACE.

Pegamos o elevador e ficava o tempo todo com a mão na cintura de Clary, aquela garota era tudo de bom e mais um pouco. Acariciei com o polegar e sorri retribuindo o sorriso dela. Descemos direto pra garagem e levei até onde meu Porsche estava estacionado. Vi Clary estacar no lugar ao ver minha máquina. Eu sorri um pouco sem graça. Sabia da nossa diferença de zeros na conta. Se meu pai soubesse! Ele teria um ataque do coração. Mas eu não me importava.

Eu abri a porta do carro puxando e levantando e indiquei que Clary entrasse. Ela me olhou nervosa.

- Você só tem esse carro?

- Aqui, sim. - Respondi apertando os lábios.

Clary suspirou e segurou o vestido pra entrar no carro, abaixei sua porta e dei a volta entrando em seguida. Liguei o carro sentindo o ronco silencioso e sorri dando uma piscadela para Clary. Logo estávamos saindo da garagem em direção ao endereço da casa de Clary que ela me deu. Tirei um mão do volante e coloquei na coxa dela. Senti ela arrepiar na hora e lhe olhei rápido.

- Tem algum lugar que você queira ir? Podemos ir hoje a noite. - Perguntei.

- Nenhum lugar específico. - Ela respondeu mordendo o lábio nervosa.

- Então te levarei em um lugar que conheço.

- Pode ser.

Eu sorri e voltei a atenção na direção, poucos minutos depois parei em frente ao prédio dela no Brooklyn.

- Obrigada pela carona, Jace. - Clary disse ajeitando o vestido pra sair.

- Será sempre um prazer, Clary.

Disse baixo puxando-a pela nuca grudei meus lábios nos delas e a beijei de um jeito possessivo mas gostoso, com ela sempre era, senti ela se entregar e gemi em sua boca, sentindo meu pau ficar duro, mordi seu lábio me afastando antes que eu levasse pra casa de novo e dei mais um selinho.

- Eu te ligarei Clary.

- Vou esperar sua ligação, Jace.

Nós sorrimos e a observei sair do carro e entrar em casa, com um suspiro eu saí daquele lugar. Peguei meu celular e disquei o número do meu pai, sabendo que uma hora ou outra teria que falar com ele. Conectei ao carro e esperei ser atendido.

- Jonathan! Até que enfim ligou.

- Eu estive ocupado. - Respondi diferente do tom dele de repreensão.

- Posso imaginar com o que. Vamos direto ao assunto. Como anda a construção? falou com os comerciantes do outro lado da rua?

- Em andamento, não há nenhum problema com os engenheiros e os operários. Os corretores fazem um bom trabalho na divulgação. Esta tudo certo. - Suspirei. - Falei com três dos outros comerciantes, falta o da Lanchonete e da academia.

- Por que não falou com eles ontem?

- Por que eu fui direto do aeroporto pra fazer justamente isso, estava exausto, e temos tempo.

- Temos que fazer eles concordarem Jace. Vai nos gerar muitos lucros, e eleitores também. - Meu pai disse com orgulho.

- Farei o meu melhor, pai.

- Não aceitarei nada menos que isso.

Claro que não. Stephen Herondale era ganancioso e não enxergava os próprios erros, adorava sair por cima e fazia o possível e impossivel pra que isso acontecesse. Sua carreira como político mal havia começado e ele já era corrupto, sabia bem como fazer.

- O que você vai fazer se eles não aceitarem? Prometeram pensar, mas não aceitaram de fato.

- Dobraremos a quantia. Não há como recusar. - respondeu meu pai, sucinto.

- Dinheiro pode não ser tudo para aquelas pessoas. Fui na lanchonete ontem, me pareceu um ambiente mais familiar do que negócios.

- Dinheiro sempre é irresistível Clace. Eles não recusarão. E não é como se fossem perder o ponto, só terão mais... Luxo.

Apertei o volante enquanto esperava abrirem o portão do clube de golfe pra mim, ao qual era sócio. Meu pai sempre, sempre ganancioso. Como eu queria que fosse mais parecido com minha mãe, que aceitava o não e as dificuldades, que entendia as pessoas e sentimentos, mas Stephen era tão frio, que eu me perguntava se forçara a minha mãe a casar com ele, pelo dinheiro. Não seria nenhuma surpresa se ele revelasse isso um dia.

- Farei o meu melhor, preciso ir agora.

- Quando tiver as respostas me ligue, mas de um jeito delas serem positivas, custe o que custar, filho.

Eu podia imaginar seu sorriso perverso. Desliguei e deixei meu carro pra ser guardado. Coloquei meus óculos escuros e fui em direção ao quiosque comprar uma água de côco. Não eram nem meio dia ainda e o dia estava quente.

Aproveitaria minha tarde ali, estava com saudade do clube, fazia tempo que eu não vinha em N.Y.

P. O. V. CLARY.

Quando estava pra sair do meu apartamento Izzy entrou em casa sorrindo com o salto na mão ainda vestida com a roupa de ontem.

- Noite boa em.

- Maravilhosa. - Ela riu e se jogou no sofá bocejando. - Simon é, O Cara.

- Nossa, você dizendo isso? Deve ser muito bom de cama.

- Ele é ótimo, fizemos cada posição!

- Parou! Informação demais. Informação demais.

Ela riu se deitando melhor no sofá eu calcei meu sapato e vesti um casaco leve.

- E você? Como foi sua noite com o loiro gato? Você não me disse que ele era tão bonito Clary.

Franzi o cenho incomodada com o elogio. Que merda é essa? Ciúmes? Não. Longe de mim, não éramos nada um do outro e Izzy estava certa. Jace era muito lindo e gostoso. Sim. E como.

- Foi maravilhosa, ele me trouxe, e... Vamos sair de novo hoje a noite.

- Uuul. Mais uma noite de sexo quente.

Ela gargalhou e eu ri revirando os olhos.

- Nos falamos depois, beijos.

- Beijos gata.

Eu saí colocando minha bolsa no ombro, chamei um táxi e fui pra Lanchonete.

Guardei minhas coisas no armário e fui encontrar meu pai no escritório, ele já estava com sua roupa branca de chefe, fazia questão de usar.

- Pai. Bom dia.

- Clarissa.

Ele sorriu e nos abraçamos.

- Tudo bem?

- Sim querida, tudo ótimo. Como você está?

- Estou bem. O dia vai ser cheio hoje hein.

- E isso é ótimo. - Ele riu se sentando em sua cadeira. - Você pode ir em casa amanhã me ajudar a escolher uma roupa?

- Claro. Qual a ocasião? - Perguntei curiosa.

- Um encontro. - Ele respondeu nervoso.

- Pai! Que ótimo, quem é a felizarda?

- Ah, querida. Lilith. Uma vizinha nova, acabou de se mudar.

- Huum... Arrasando corações Papai.

- Estou velho, mas não enferrujado Clarissa.

- Claro que não. Você merece também. - Eu respondi e me levantei dando um beijo em seu rosto. - Vou trabalhar agora. Até mais

Ele assentiu e eu saí da sala. Era sábado, dia de jogo, a lanchonete&bar lotaria. Bom para nós. Logo eu servia pratos preparados pelo meu pai, a especialidade da casa, chopps, porções de frituras. E até alguns doces.

A gorjeta era boa e eu e as outras meninas que trabalhavam ali adoramos. O dia foi puxado, ao final do dia estava cansada de andar carregando bandejas pra lá e pra cá.

Peguei um táxi pra casa e quando cheguei fui direto tomar um banho, bufei quando ouvi o celular tocar no quarto, e enrolei na toalha mas sorri ao ver quem era.

- Jace.

- Clary. - Pude imaginar ele sorrindo. - Tudo bem? 

- Sim e você?

- Melhor agora que estou falando contigo.

Eu dei uma risadinha segurando a toalha.

- Eu devia ter ligado antes, mas passo aí daqui 40 minutos pra te buscar pode ser?

- Pra onde vamos? Preciso saber o que vestir.

Perguntei. Já tinha percebido a imensidão de dinheiro que Jace tinha só por ver onde morava e o que dirigia.

- Você pode se vestir no que quiser. Estaremos ao ar livre. Mas até o final da noite e vou te deixar nua.

Os bicos de meu peito ficaram duros na hora ao ouvir aquilo,arfei e troquei o lado do telefone.

- 40 minutos então.

- Fechado.

Eu desliguei e fui procurar uma roupa. Por sorte Izzy quem sempre me presenteava com roupas bonitas e apesar de sem grana pra bancar todos os meus delírios de consumo eu tinha um bom gosto. Escolhi uma calça jeans justa e uma regata cinza que com um sutiã liso deixava meus seios maravilhosos. Separei um blazer vermelho e coloquei minhas botas de salto baixo que terminava um pouco acima do joelho, passei um maquiagem leve e meu gloss de pêssego. E sem que eu percebesse os 28 minutos passaram voando, em meus cabelos úmidos eu passei escova e secador realçando algumas ondas.

Ouvi o celular tocando quando retocava  o rímel, atendi. Era Jace.

- Estou aqui na frente.

- Já estou descendo.

Izzy não estava em casa, eu nem sabia por onde ela estava, devia estar com os pais. Vesti o Blazer e peguei minha bolsa. Apaguei as luzes de casa e desci as escada mandando mensagem a Izzy de que já tinha saído. Quando saí do prédio, vi Jace encostado em seu Porsche, vestindo jeans e uma camisa social aberta por cima de outra camisa lisa.

- Você está linda. - Ele disse passado o olhos em mim dos pés a cabeça.

- Você também.

- Hmmmm. - ele murmurou me puxando pela cintura quando me aproximei

E lá se foi o meu gloss, mas eu não me importei, só o que importava era os lábios de Jace nos meus e sua língua na minha. Seus braços em volta de mim me fazendo gemer em sua boa.

O que aquele homem possuía pra me fazer me entregar tão facilmente.?

Ele se afastou me deixando frustrada e passou o polegar limpando minha boca.

- Adoro pêssego.

Eu sorri contente por ele saber o sabor. Muitos dos cara que eu já fiquei não lembravam nem da cor da minha roupa.

Entrei no carro quando Jace abriu a porta pra mim e logo estávamos nas ruas de Manhattan.

- Pra onde vamos? - Perguntei sentindo a mão de Jace acariciar minha coxa.

- Pra um lugar onde gosto de ir às vezes. Você vai gostar.

Vou gostar de qualquer lugar que você estiver. Pensei contendo o sorriso malicioso. Dez minutos depois Jace estacionava entre outros carros grandes e bonitos, em frente a um bar de karaokê, já tinha vindo neste lugar uma vez depois da formatura e gostei muito.

- O que achou? - Jace perguntou com a mão na minha lombar me levando.

- Eu já tinha vindo aqui, um tempo atrás.

- Já? - Foi decepção que ouvi em sua voz? Tive minha resposta quando o olhei e suas sobrancelhas estavam arqueadas.

- Foi a uns dois anos.

Ele assentiu beijando minha têmpora, eu ergui as sobrancelhas e sorri. Logo estávamos sentados em uma mesinha perto da enorme janela, eu pedi uma cosmo e Jace uma bebida misturada, não sei bem do que, mas tinha gelo e uns pedaços de carambola.

- Então... - Ele começou cruzando os braços na pequena mesa redonda. - Que ocasião trouxe você aqui, tempos atrás?

Eu sorri e dei um gole na minha bebida.

- Depois da formatura na faculdade.

- E o que você fez na faculdade? - Perguntou girando seu copo devagar.

- Design de interiores. Você fez alguma? - Perguntei o olhando.

- Claro que fiz. O que pensa que sou? - Repreendeu brincando eu ergui uma sobrancelha.

- Você tem dinheiro, pode fazer e ter o que quiser sem precisar da faculdade. E você disse que seu pai é empresário e quase um senador. Preciso dizer mais? - ergui mais a sobrancelha vendo seu maxilar enrijecer.

Merda. Falei demais.

- Não tenho nada ver com meu pai Clary. - ele sorriu, mas não chegou aos olhos. - E tenho dinheiro sim, mas isso não é tudo na vida e não define quem eu sou. Eu fiz psicologia. Em Harvard.

- Claro. - Eu sorri tomando outro gole.

- Mas só porque minha queria que eu fizesse medicina. Resolvi fazer algo que eu tinha curiosidade, mas ainda na área da saúde. Ela ficaria orgulhosa de qualquer jeito.

Percebi sua voz enfraquecer o olhei solidária e toquei seu braço.

- Deve estar se perguntando porque uma garota formada em Design de interiores é uma garçonete. - falei pra quebrar o gelo.

P. O. V. JACE.

- Na verdade, estou sim.

Respondi sorrindo e bebendo um gole da minha bebida. Antes dela falar nosso pedido chegou. Eu tinha pedido uma das porções de fritas da casa, isso incluía batata, anéis de cebola, bolinho de arroz, uma espécie de linguiça apimentada, mas tudo muito bom. Peguei o palito e espetei uma batata colocando na boca enquanto a ouvia.

- Eu e uma amiga que se formou em arquitetura íamos começar um negócio juntas. Mas ela faleceu antes de conseguirmos assinar os papéis do escritório. Então eu desisti e tentei começar em outras empresas, mas, até hoje. Não tive a sorte.

Ela sorriu também comendo, menei a cabeça colocando mais das fritas na boca e depois de engolir eu comentei.

- É um mercado exigente e concorrido em N.Y. Mas você vai conseguir um dia.

Trocamos sorrisos e olhamos pra frente quando a música ao vivo começou. Uma do Ed Sheeran, Photografy. Sorri gostava daquela música e parecia que Clary também.

Conversamos mais um pouco sobre nossas vidas, deixei de lado a parte dos negócios do meu pai, mas me perguntava se o pai de Clary iria aceitar a proposta. Não tive oportunidade de falar sobre eu ter um filho, nenhum assunto nos levava a tal. Mas recebi uma ligação de Aline.

- Preciso atender, desculpe.

Disse ao ver a foto dela na tela. Saí do banco e encostei na janela fugindo do som.

- Alô?

- Jace. Estou atrapalhando?

- Hã, pode falar. Tudo bem com vocês?

- Tudo eu só... É que vou viajar para Los Angeles, eu queria saber se não seria nenhum problema pra você, ficar longe de Thomy.

- Não, na verdade eu vou ficar mais umas semanas em N.Y antes de voltar pra Washington. Vai visitar seus tios?

- Sim. - Pude perceber ela sorrir aliviada. - Eles querem conhecer Thomy.

- Tudo bem, como ele está?

- Maravilhoso. Morro de amores por ele a cada dia.

- Fico feliz em saber. Assim que eu voltar para Washington irei ver ele.

- Tudo bem, é melhor eu ir, desculpe atrapalhar é que decidi agora e fiquei ansiosa.

- Sem problemas. Até mais.

Desliguei e voltei a mesa, me sentei de novo ao lado de Clary que tinha feito outro pedido das mesmas bebidas de antes.

- Desculpe, era uma das ligações que não posso recusar.

- Tudo bem.

Arregalei os olhos ao sentir os lábios de Clary nos meus mas logo estava retribuindo, tocando seu rosto a puxando mais pra perto.

Fiquei perdido com aquele beijo possessivo, surpreso por vir dela, quando nos separamos, deixei meu braço sobre o encosto da cadeira dela e afastei seu cabelo do rosto.

- Cada vez mais eu desejo você sabia? Sorte que eu vou ficar mais alguns dias em N.Y. Podemos sair aos fins de semana.

- Acho uma ótima ideia.

A beijei de novo por aquela resposta. Quando nos separamos o próximo cantor dedicou uma música "Ao casal apaixonado da mesa 09".

Eu levantei o copo sorrindo sabendo que Clary estava corando, mas nenhum de nós desmentimos a suposição. Sabíamos que não era verdade, estávamos nos curtindo, mas era bom saberem que quando eu estivesse em N.Y Clary seria minha.

Falamos sobre eu gostar de exclusividade e pra minha felicidade Clary também. Quando eu estava com uma não saía com outra sem antes terminar tudo. E isso era ótimo.

Ao final da música eu agradeci e junto comigo Clary ergueu o copo de bebida. Nós rimos e voltamos a conversar, trocar mais beijos. Até eu a levar pra casa.

Subimos pro meu apartamento como na noite anterior, ansiosos, assim que fechei a porta a ergui no colo e a levei direto pro meu quarto. Tiramos nossas roupas e caí por cima dela, sem preliminares, Clary enlaçou meu quadril com as pernas e quase a penetrei sem camisinha.

- Só um segundo, anjo.

Chupei seu seio gemendo junto com ela e me ergui, abrindo a gaveta do criado mudo pegando uma camisinha, abri com o dente partindo a embalagem no meio e logo estava deslizando a camisinha no meu pau louco por Clary. Passei a cabeça do pau na entrada dela arrancando um gemido.

- Jace, por favor...

Não deixei que terminasse, me enterrei até o fundo dela, gemendo e ouvindo seu gemido. Me retirei inteiro e entrei de novo, ganhando arranhões nas costas que só me incentivava mais. A estoquei rápido e com força, nossos corpos suando rapidamente, levei a boca ao seu seio esquerdo e matei minha saudade daqueles mamilos, chupei enquanto metia, e apertava seu outro seio, e logo Clary explodia em meu pau, gozando. Senti seus músculos vaginais apertando meu pau, e pelo anjo! Quase gozo junto. Sai de dentro dela e a virei de lado, passando um braço por baixo de seu pescoço, agarrei um seio e belisquei um mamilo ganhando um gemido longo na mesma hora que ergui sua perna e me enterrei dentro dela. Meti forte e rápido também provocando seu clitóris, com movimentos circulares. Beijava seu pescoço e sentia ela jogar o quadril contra o meu, passei meu olhar sobre seu corpo, adorando aquela visão, só minha e senti quando Clary gozou novamente, dessa vez não me contive e com mais algumas estocadas penetrei mais fundo e gozei dentro dela gemendo seu nome. Como nossas respirações mais calma eu saí de dentro dela, só pra sentir sua falta de imediato e fui me limpar no banheiro dispensando a camisinha. Quando voltei com meu pau já ereto, duro por ela de novo, já peguei uma camisinha e sorri para Clary que deu uma risadinha mordendo o lábio.

Sim anjo. Essa noite também vai ser longa. Pensei colocando a camisinha e me deitando na cama pra ela vir por cima.


Notas Finais


Eita que capítulo bão, né?

Ah safradas aí adoram né? Edla? Kkkkkk vou dedicar esse capítulo a você e a Bia kkkk

Espero que tenham gostado pessoal.
Vamos lá, já criaram suas teorias?
O que o pai do Jace quer? Qual vai ser a reação de Clary quando souber que Jace tem um filho recém nascido??

Me digam aí kkkk
Aos leitores novos. Não esqueçam de favoritar.
Grande bju


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