História Tudo E Todas As Coisas- Choni - Capítulo 6


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Categorias Riverdale, Teen Wolf
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Lydia Martin, Penelope Blossom, Personagens Originais, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Choni, Madelaine Petsch, Riverdale, Vanessa Morgan
Visualizações 216
Palavras 1.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi e oooie

Obrigada pelos favoritos e comentários, este capítulo começa uma fase da nossa história hehehe

Espero que gostem

Boa Leitura, serumaninhos!

Capítulo 6 - The Best Night Of My Life


Pov Cheryl 

A sala era o melhor local da minha casa, era aobde tinha uma enorme porta de vidro com a paissagem da piscina aonde só chego perto uma vez em cada ano, mas não era a piscina que me importava, mas sim o que tinha atrás dos muros. Às arvores que balancavam conforme o vento. Elas são livres, elas não pensam, mas são livres.

 Eu queria ser livre

- O que está fazendo?- Minha mãe diz entrando na sala.

- Olhando as árvores.

- Ai Cheryl, você e suas manias idiotas de ficar imaginando as coisas.- Penelope diz e eu a encaro. 

- Eu não iria imaginar se você me deixasse sair desta maldita casa. - Minha mãe se aproxima de mim. 

- Já tivemos essa conversa, mocinha. 

- Qual conversa? A qual você sempre ganha com seu joguinho de dramatização, mãe. - Digo a encarando. 

- Olha aqui, eu protego você. Eu protego você de toda maldade deste mundo, de todas as doenças, de todas as drogas, eu protego você! - Ela se aproxima de mim colocando a mão em meu queixo. 

- Eu queria que me protegesse menos.- Digo me afastando. 

- Por Deus, Cheryl Marjorie eu faço tudo de melhor pra você. Eu criei essa casa, toda essas coisas pra você se proteger e é isso que eu ganho?- Minha mãe diz e logo se afasta.- Elizabeth está a caminho, nos vemos amanhã. 

Após ouvir a porta se abertar, me deitei novamente no sofá e fiquei encarando o vidro e as árvores de novo.

Pov Betty

- Posso te fazer uma pergunta?- Toni aparece logo atrás de mim me dando um susto. 

- Pode.- Sorrio. 

- Você disse que sua tia trabalha de noite, não é?

- Sim...- Digo confusa. 

- E você vai dormir lá, não é? -Toni diz sorrindo. 

- Fala logo o que está planejando...- Digo sorrindo para a mesma 

- Cheryl conhecê só você e o Kevin, tava pensando...- Ela sorri de lado.- A gente podia apresentar mais gente a ela, tipo, eu o Jug...enquanto sua tia trabalha. 

- Toni, por mais que eu não goste da minha tia eu concordo que é perigoso pra Cher.

- Como você entra lá?- Ela pergunta. 

- Eu me estereliso, a casa é toda equipada...minha tia ganha bem pra caramba só para ser uma enfermeira chefe. 

- Você não gosta mesmo dela, né?- Toni ri. 

- Nem um pouco. 

- E então...

- Muita gente não, é perigoso.- Digo com receio. 

- Só eu. - Toni diz e me encara. Eu sabia que Cheryl estava louca para conhecer a mesma, mas eu me preocupava demais com a saúde dela, se algo acontecesse realmente com ela, eu me sentiria culpada. 

- Eu vou estar na sua casa, qualquer coisa você me avisa, me liga. - Digo preocupada.- Mas sem toque, sem contato físico, sem chegar perto. 

- Credo Betty...- Toni diz. 

- Essas são as minhas condições Toni. - A encaro.- Ela é minha prima e melhor amiga.

- Tudo bem, eu faço o que você pediu.- Ela diz me encarando.  

- Obrigada.- Digo sorrindo.

- Obrigada você.- Toni me abraça. 

Que dê tudo certo. 

Pov Toni

Eu estava me arrumando, já havia falado que iria sair está noite e claro meus pais desconfiaram, com toda certeza achando que era algum garota de uma noite só, porque nunca namorei. Mas o que ela não sabe é que eu não poderei tocar ou chegar perto desta garota. 

- Como você não me disse que iria ver a Cheryl?- Kevin diz pelo facetime me fazendo rir. 

- Do mesmo jeito que você não me contou que conhecia ela. - Digo mostrando a língua. 

- Mas sabe que não poderá tocar nela, não é?- Ele diz.- Nunca!

- Eu sei, mas eu não entendo...se eu posso entrar na casa, porque não tocar nela?

 - Você se esterelisa toda vez que passa pela porta de vidro da casa, todas as bactérias saiem, você até lava sua mão, mas ainda sim é perigoso pra ela.- Ele explica.- Cheryl nunca teve contado com alguém além da mãe e Betty. 

- A vida dela é triste...- Digo.

- A vida dela é, mas ela não. Ela é  a garota mais alegre e espontânea que eu vi, pelo menos tem a internet e eu posso conversar com a mesma. 

- Vocês conversam bastante?- Pergunto.

- Toda tarde e toda noite. - Kevin sorri.- Eu só fui uma vez na casa dela, mas a mãe descobriu e...quase proibiu a Betty de ir pra lá. 

- Eu vou tomar cuidado.- Digo e escuto a voz da Betty. - Tenho que ir. 

- Mande um "oi" pra ela, por favor.

- Você vai falar com ela mais tarde, seu idiota. Tchau.- Digo fechando o notebook e logo descendo as escadas encontrando Betty.

- Está é a minha senha, assim que você entra uma luz vai ligar e um barulho de tipo ar condicionado vai estar tirando suas bactérias, quando o barulho parar você entra.- Ela diz me entrando o papel.- Mas lembra, sem toque! 

- Sem toque!- Digo pegando o papel. 

- Faça ela sorrir de verdade.- Betty sorri e logo me abraça. 

Me afasto da mesma e vou indo em direção a casa da Cheryl. Assim que me aproximo coloco a senha da Betty e logo entro, a luz e o barulho apareceram, e eu fiz exatamente o que Betty mandou. Assim que eu entro, lavo minhas mãos e coloco uma outra senha, mas finalmente entro na casa da mesma. Ela estava deitada em seu sofá dormindo, como um perfeito anjo. Eu queria poder toca-lá mas não queria correr o risco, por isso fiquei vendo um verdadeiro 

Anjo

Pov Cheryl 

Abro meus olhos e vejo que já havia anoitecido, me levanto ainda encarando o vidro e solto um suspiro ao saber que novamente sonhei com a minha vontade de sair de casa. Me viro e logo me assusto

- Oi.- Toni diz me encarando e acena com a mão enquanto estava sentada no banquinho da cozinha. 

- O-oi.- Digo ainda surpresa. - O-o que você faz aqui? 

- Betty...- Ela sorri.- Estudamos na mesma faculdade e ela tá tendo um caso com o meu meio irmão. 

- Ah, então o garoto é seu meio irmão?- Sorrio. 

- É sim...- Rimos.- Ela me deixou bem claro que não era pra tocar em você. - Dou uma risada nervosa. 

- É, muita gente não pode me tocar.- Abaixo o olhar.- Mas, você pode chegar perto. 

- Ela não me disse isso...- Toni sorri. Como seu sorriso era lindo pessoalmente. 

- Merda...- Novamente rimos.- Oi.- Digo nos fazendo rir de novo. 

- Você é linda assim, de perto e não atrás de uma janela.- Ela diz me encarando. 

- Quer conhecer a casa?- Pergunto e a mesma afirma. - Então vem.

Saio na frente da mesma e percebo que a mesma estava atrás de mim, seu cheiro estava em minha narina sem nem mesmo chegar perto ou encostar na mesma, aquele tinha se tornado meu cheiro favorito. Resolvo mostrar toda a casa para a mesma e logo estávamos em meu quarto. Eu estava sentada na cabeceira e Toni na ponta. Estávamos nos encarando, sem dizer nada, apenas troques de olhares. 

- São sua família? - Toni diz e percebo que encarava a fotografia do lado da minha cama.

- São...- Respondo encarando a mesma.

- Você lembra deles?- Ela me encara. 

- Não, morreram quando eu era bem pequena.- Digo.- Mas eu sinto saudades.- Sorrio de lado.- Como posso sentir saudades de algo que eu não lembro?

- Eu sei bem como é...- Toni me encara. 

- Sabe?

- Sinto saudades do meu pai, mesmo sendo um enorme babaca, um ridículo, louco e machista. - Ela diz me encarando.- Era meu pai, o herói de toda menina. 

- Sinto muito...- Digo a encarando. 

- Não, eu me acostumei com isso. Pelo menos tem o FP que é um ótimo padastro pra mim. 

- O pai do seu meio irmão, que é o boy da minha prima.- Digo e damos risada

- Sim, o boy da sua prima.- Ela diz rindo. Sua risada era linda. 

- Você é linda...- Digo e ela sorri. 

- Obrigada.- Toni diz ainda sorrindo. 

- Acabou o tempo meninas...- Escuto a voz de Betty na porta nos fazendo encarar. 

- Já?- Perguntamos juntas. 

- Eu também quero passar a noite com a minha prima. - Betty diz manhosa. 

- Achei que iria passar a noite fazendo outra coisa.- Toni diz e rimos

- Me poupe, Antoniette.- Ela diz e nós três rimos. - Agora vai. 

- Sua babá tá mandando...- Toni diz me encarando.- Te vejo na janela?

- Claro.- Sorri e a mesma acena um tchau e logo eu e Betty a levamos até a porta. 

- Tchau Toni...- Sorri acenando para a mesma. 

- Até mais, ruivinha. 

Toni saiu pela porta deixando somente eu e Betty como era toda noite. 

- Olha, não vai se acostumando porque...- interrompo Betty e logo a abraço 

- Obrigada.- Digo  ainda a abraçando. 

- Não se acostuma.- Sorri de lado.

- Obrigada mesmo.- Me afasto dela.- Eu vou fazer um bolo, vou fazer um bolo pra você, porque você é a melhor prima do mundo.- Digo fazendo Betty ri. 

- Eu sei disso, não precisa me lembrar. 

Dou risada e logo vou para a cozinha. Nunca na minha vida tinha me sentindo tão bem, tão leve e tão feliz como está noite. 

A melhor noite da minha vida 





Notas Finais


Serumaninhos, não se esqueçam de comentar pois é muito importante pra mim e desculpe qualquer erro pequeno ou grande erro

Até à próxima!


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