História Tudo (... Nunca é o Suficiente) - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Arrow
Personagens Personagens Originais
Tags Felicity, Felicity And Oliver, Felicity Smoak, Olicity, Oliver, Oliver + Felicity, Oliver Queen
Visualizações 11
Palavras 7.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo1


Fanfic / Fanfiction Tudo (... Nunca é o Suficiente) - Capítulo 3 - Capítulo1

╭═────═⌘═────═╮

O Grande Roubo

╰═────═⌘═────═╯

"Nem todas as rainhas começam como princesas.''

⚜ Seis ano atrás ⚜

  Quem ousava dizer que beleza existe em todos não sabe o que é ser um patinho feio, não ser vista como mulher, a sociedade era tão cruel, eu com meus 1,70 de altura, era fofinha ou seja mal vista pela sociedade e por minha mãe por não seguir os padrões de beleza, tinha cabelos longos cor castanho, usava roupas démodé, cortes retos e sem sensualidade, o que eu tinha para chamar a atenção? Absolutamente Nada! Essa era a percepção de Belly sobre si mesma cada vez que se olhava no espelho e cada momento que sua mãe ou alguém a criticava por não seguir os padrões de beleza estipulados pela sociedade.

Era uma noite extremamente especial, haveria uma grande festa em um majestoso hotel onde Gabriel Oliver D'Angelo estava adquirindo e ele era o grande amor de Belly, este hotel tinha como fama de realizar os grandes sonhos e na nada modesta opinião de Belly era algo decadente.

Eram 20:00 horas e a loira estava no apartamento luxuoso de seus pais em seu quarto que, por sinal era enorme e graças ao seu trabalho e a influência do seu pai que era Secretário de Estado do DoS¹ e tinha muitos amigos, estava deitada em sua cama kin size com lençóis de seda pura na cor branca e várias almofadas da mesma cor em cima da cama, se olhava no olho, depois seus olhos se voltavam para o teto cor de marfim assim como as paredes dos seus aposentos, cada parede possuía um quadro de diferente época da sua vida onde a mesma costuma sorrir e ser feliz e isso a deixava profundamente perturbada.

Depois podia admirar o tapete de pele no chão laminado que parecia envernizado dependendo do modo que se olhava, uma grande janela à esquerda na cama dava acesso a uma bela varanda com uma vista incrível do Hamilton Park para o centro de Manhattan é isso lhe dava uma sensação temporária de excitação e felicidade, olhava atentamente agora para a penteadeira pois, precisava terminar de se arrumar para vê-lo, mal notou passar a língua suavemente pelos lábios e depois mordendo o lábio inferior notou que precisava se levantar, se aproximou do espelho sem demonstrar muito ânimo, ela se achava uma mulher mais sem graça do mundo todo, além de gorda e feia, como sua própria mãe não a deixava esquecer um minuto sequer do seu longo dia e isso a corroia por dentro. Faltava colocar o vestido, olhou para a arara com inúmeros vestidos lindos, com cores e cortes deslumbrantes, mas nenhum a deixava bonita, uma lágrima teimava em rolar de seu rosto,precisava provar todos, mas nada a animava então resolveu fazer algo inédito, fechou os olhos passou os delicados dedos em cada um por varias vezes e aleatoriamente pegou um e ao abrir os olhos, constatou que se fosse magra não iria ficar feio. O vestido era todo com mangas na altura do antebraço, longo e na parte de cima rendado e a de baixo dava um ar leve rodado, na cintura ele possuía uma espécie de cinta que fazia dois cortes se encontrarem e caírem por cima da parte de baixo do vestido, penteou os cabelos os colocando para trás das orelhas, secou novamente algumas lágrimas e respirou fundo antes de colocar dois brincos de pérola e um bracelete discreto de diamantes e mesmo assim nãos e achou linda nem nada do gênero, mas apropriada para a ocasião embora sonhasse como seu príncipe encantado que a tiraria daquela torre e seriam felizes, um sonho nunca realizado e interrompido pelo barulho estridente da porta que se abriu e uma voz a me fazer tremer de raiva.

[O vestido era todo com mangas na altura do antebraço, longo e na parte de cima rendado e a de baixo dava um ar leve rodado, na cintura ele possuía uma espécie de cinta que fazia dois cortes se encontrarem e caírem por cima da parte de baixo do ve...]

— Minha filha que vestido mais sem vida, coloque outro, se vista melhor para conquistar o seu homem - a mulher sem coração olhava com pena para a filha e fala de modo que transpareceu que a mesma não possuía sentimentos — você e eu temos que ficar fitness! - ela dizia orgulhosamente.

— Ahw mamãe pare de tentar fazer de mim uma cópia sua - ela tentava há anos modular a filha perfeita e dos sonhos e ela não entendia ou não enxergava que a filha era perfeita ao seu modo, só precisava de um toque doce e feminino ao seu modo de ser.

Rachel, era mulher linda, mas ao mesmo tempo era frágil, tendo um doce sorriso sempre estampado no rosto uma típica mãe que foca tudo em beleza e magreza, tudo que Belly não era e muitas vezes com os comentários dela se achava um patinho feio sem pretensão de se tornar um cisne, ela queria a transformar e viver a vida dela a qualquer custo.

— Filha você é a mulher mais complicada do mundo, shiu nem fale nada, ele vai cuidar de nós é tentar melhorar essa sua expressão aí - Tentava em vão não demonstrar que estava nem ligando e chamava o maquiador.

— Está bem, mas vamos logo porque o Gabriel logo chega para me buscar... - mal termino a make básica e o batom vinho e se sentia deslocada como se aquele não fosse seu caminho e nem ela mesma.

Esta seria sem sombra de dúvida uma noite especial, esta noite ela almejava mais que tudo ser notada por Gabriel é finalmente ser feliz, ter um beijo apaixonado para variar, deixou a mãe sozinha no quarto com o maquiador e foi para a sala a passos largos, seu pai possuía um modo estranho de demonstrar que a amava e neste momento estava vendo notícias e antes de sair uma voz doce a chamava e ao olhar para trás pela primeira vez naquela noite pode sorrir.

— Aldrey, minha doce Al, diga - olhava para ela em seus grandes olhos negros ela dá uma leve corrida e a abraçava, embora ela fosse à empregada da nossa casa eu nunca a tratou menos que uma mãe, ela me criou e a amou mais que sua própria mãe, ela via Belly o seu melhor lado mesmo que ela mesma nunca o enxergasse ela sempre o dizia.

— Minha filha boa festa, se divirta e, por favor, não se machuque - ela possuía uma certa tensão em sua voz como um sentido um tanto quanto serio.

— Aldrey eu sei me cuidar, não se preocupe, volto cedo - a mulher sabia dá tristeza de Aldrey desde o dia que seu filho sumiu em uma viagem da escola sem deixar rastros, querendo ou não ela a adotou como filha e por ela foi muito amada e está não podia ousar reclamar, beijava sua face e acariciava seu rosto e sorriu com esperança antes de abrir a porta e se dirigir ao elevador, quando as portas fecharam ela apertou o botão do térreo e ficou nervosa.

Na sala ainda pregada em seus pensamentos Aldrey via sua pequena filha sair e pensava "minha pequena meu medo é você partir ainda mais esse seu coraçãozinho." O elevador chegava ao seu destino e ela olhava um ultima vez naquele espelho que ia até o teto e após ver sua imagem refletida no espelho ela não se viu nada bonita, mas pensou por um momento "quem sabe o Gabriel me veja bela com esse vestido lindo". Perdida em meus pensamentos quase não notou que a porta já estava aberta dando para o girou os calcanhares e caminhou pelo grande e luxuoso corredor até a porta giratória e ao passar pela mesma pode notar que o carro do Gabriel a aguardava e sorriu bobamente para esse mimo, ele raramente a buscava em casa era sempre ela que o fazia, teve que se segurar para não correr até o mesmo, respirou fundo e começou a andar devagar até o carro, é regra de cavalheirismo o homem sair do carro abrir a porta e esperar a dama entrar e fechar a porta com sorriso no rosto, algo que faltava em Gabriel a mulher adentrou no carro e falou.

— Boa noite Gabriel - ela disse de forma animada e aproximou seus rostos meio insegura para beijar sua face e para sua surpresa ele retribuiu e um sorriso surgia em sua face com tal ato.

— Belly está bonita hoje - ela olhava incrédula para o homem e por cinco segundos ela sorriu bobamente — vim buscar você porque sabia que iria ou sozinha ou com seus pais vamos? - ela sentiu como se um balde de água fria fosse jogado contra ela e seu sorriso morreu.

  — Claro Gabriel - sua voz saiu como um murmúrio sem ânimo. - hoje é um dia grandioso, está investindo naquele hotel magnífico e vai ver que vai dar muito lucro com a sua venda. - ela voltou sua atenção ao trânsito não cansava de admirar aquela cidade e aquelas luzes que pareciam mágicas.

— Você é minha grande amiga - uma tristeza a consumia e ela tentava não chorar seu coração acelerou e ela pensava "não fala isso, diga que sou a mulher da sua vida" ele volta a falar" — eu temo que a Selena tenha raiva de mim - a mulher sentia como se outro tapa a atingisse em suas faces — pois, estamos fazendo isso sem avisar para ela o que achas você como mulher opõe sentiria? - ela o olhava incrédula ao constatar que o homem não a notava como mulher.

— Calma! - a mulher tentava transparecer sua raiva ao falar - Ela não vai te odiar, mas fale a verdade sempre como diz o ditado "à verdade dói, a dúvida corrói, a mentira destrói fale sempre a verdade" e ela vai entender - a mulher  suspirava em seus devaneios e seu coração apertava de tal forma que podia sentir que podia morrer a qualquer momento e ninguém ligaria para os seus sentimentos, "aquela ladra de homem apareceu justo agora na vida do Gabriel e abalou seu mundo, aquele sorriso que só a Mirella tirava agora ela tira, ah como sentia saudades da minha grande amiga e confidente que após sua morte e fui eu que cuidei dele, da Angeline e da vida, da empresa da casa" ela pensava e tudo que podia sentir era o celular vibrar e desbloqueou a tela e percebeu que recebeu uma mensagem e sorriu bobamente.

— Um namorado Belly? - perguntou ao perceber sua  expressão de felicidade.

— Aí Gabriel para, você sabe bem que eu não tenho namorado nem nada do gênero, é só minha grande amiga Alice, ela está em Genebra em uma conferência sobre prostituição, lembra daquela amiga que é um gênio, formada em Harvard em medicina e advocacia, que trabalha em um laboratório Forense para o FBI, ela é um gênio mesmo, ela está me mandando aqui fotos de jóias que achou a minha cara, e devo admitir que estou feliz.

— Ahw sim sua grande amiga, ainda não fomos apresentados, mas estou ansioso para tal dia. - ele sorriu de forma gentil para ela sentindo pena dela.

— Ela sabe tudo sobre você, ela gosta de investimentos, mas a agenda dela anda meio cheia demais devido ao novo grupo de sequestro de mulheres agindo na Europa - a mulher remexeu as pernas agitada e suspirava aliviada por dar fim aquela tortura ao perceber que chegará ao seu destino — a festa finalmente.

Um rapaz se aproximou e abriu a porta para que Belly pudesse descer e pegar a chave da mão de Gabriel para manobrar o carro pode notar que a expressão do rosto dele mudavá e a mesma resolveu enganchar em seu braço indo em direção ao lobby e não pode negar a beleza daquele esplêndido hotel de frente ao park, mas em seu subconsciente ela queria que ele não se prendesse aquele lugar.

Selena é a moça que virou a cabeça de Gabriel, na mente de Belly ela chegou para atrapalhar a vida deles e atrapalhar qualquer chance dos dois de atar um romance, ela a olhava com desdém a julgando como uma típica filhinha do papai toda moldada na delicadeza, uma bonequinha que ela começou a odiar do fundo da alma, percebendo que se instaura um silêncio ensurdecedor naquele momento entre ele que pareciam uma eternidade até chegar ao salão sem uma palavra dita e não queria conversar mais sobre ela, desejava que aquela "mimada " sofresse como ela havia sofrido todos estes anos.

— Belly agora é a parte mais chata da festa, fazer o bom anfitrião e cumprimentar as pessoas, eu pela direita e você pela esquerda, tudo bem? - Belly estava tão distraída que colocou a mão esquerda no seio esquerdo devido ao susto foi tirada do transe e afirmou.

— Claro, vamos começar quanto mais cedo, mais rápido terminamos -  vendo-o desaparecer na multidão e suspirar, caminha até o bufê e se servia de várias comidas como se aquilo fosse sua fuga do mundo real e caótico e começava a comer

Quando bate nervosismo, raiva ou ansiedade ela atacava a comida, não que fosse gorda, mesmo sua mãe falando que ela era, ela se sentia um pouco normal. Queria tanto que Gabriel a notasse como a mulher da sua vida que se iludia completamente.
 

[...]

 

A loira não gostava muito de festa, pois não se sentia bem e ninguém anotava mesmo porque gostaria? Além do barulho excessivo ela se via como o patinho feio que sempre andava de um lado a outro, cumprimentado os investidores e só piorava como assessora pessoal do Gabriel há que este era o seu papel e em certo momento até o que não era seu dever ela fazia só para agradá-lo, após fazer o social resolveu observar a festa, as pessoas bem vestidas e sorridentes conversando de forma animada, as bebidas e as comidas sendo devoradas lentamente, as luzes do teto brilhavam como estrelas que refletiam o majestoso salão que possuía cor vinho nas cortinas gigantescas e paredes brancas como gelo, a decoração perfeita típica de festa de milionário e em um canto da sala seu olhar se perdeu e viu nada mais nada menos que Selena e Gabriel dançando, agarradinhos e sentia uma raiva brotar em seu íntimo e uma vontade de acabar com aquilo, mas antes teria ela que lidar com outro empecilho, uma voz atrás doce e sarcástica atrás da mesma que chegava em certos momentos a ser irritante.

— Crytelly - a loira a fuzilava com o olhar - não é que hoje você está apresentável, somente é claro esta noite.

— Angeline tenha dó, vai cuidar da sua tarântula que ganha mais, tenho mais o que fazer que ficar batendo boca com uma pirralha mimada que nem você. - deixando-a falando sozinha caminhou até o casalzinho alegre dançando e forçou seu maior sorriso e resolvo fazer algo.

— Selena boa noite - falava em tom suave e olhava para Gabriel e sorriu - eu te falei que ela não ficaria com raiva de você que bom que contou! - exclamo sem dar tempo dele a interromper enquanto ele fechava o semblante e foi indelicado:

— Cala boca Belly - ela sentiu o impacto daquelas palavras ele nunca havia falado daquela forma com ela isso a deixou com um misto de dor e angústia, ele foi grosso e estúpido falando daquela forma porém, antes que ela pudesse retrucar Selena cortou o embalo:

— Gabriel porque eu ficaria com raiva de você? - a voz dela mudará o tom e era um questionamento.

— Não é nada meu amor - Gabriel gaguejava as palavras em sinal de culpa e suspirou irritada e concluiu para colocar mais lenha na fogueira pois, sua raiva agora falou muito mais alto.

— Gabriel fala logo, ela não vai ficar brava - a mulher fez uma cara inocente

— Chrystabelly Morgana Verney eu já disse.... - mas desta vez ele é interrompido pela morena.

— Gabriel em nome do que você diz sentir por mim me diz o que ela sabe que eu não sei? -as palavras dela eram uma espécie de sinos ecoando alegremente ao pé do seu ouvido.  

— Seu avô Lena, ele me vendeu o hotel e eu comprei a poucos dias. - quando ela encarou a morena ficou animada notando a expressão da face dela mudar radicalmente de feliz para irritada, refletindo um misto de dor e raiva.

— Está mentindo, meu avô nunca venderia este hotel, ele sabe que aqui é minha vida. - ela agora se exaltava — ele sabe o meu sonho de dirigir este hotel você está mentindo! - Gabriel tentava se explicar

— Selena seu avô está com problemas financeiros e eu o ajudei, só isso ele precisava de dinheiro e sua única saída fui eu- Selena espumava de raiva com um semblante de mulher traída.

— É mentira, É MENTIRA ELE NUNCA FARIA ISSO... - ela agora gritava de forma estridente — NUNCA MAIS FALE COMIGO SEU TRAIDOR! - ele tentou a acalmar a segurando pelo braço mas a mesma se desvencilhar e saiu correndo sem rumo ou direção totalmente desnorteada, a atenção de Belly agora era para Gabriel onde pode notar que o semblante dele era um misto de sentimentos ruins. 

— Gabriel desculpa, eu te dei um conselho hoje e vi vocês dançando eu pensei que você havia contado a ela, só estava querendo ajudar - a voz da loira era calma e em uma tentativa de acalmá-lo tenta tocar o seu ombro, mas ele retira com certa brutalidade e disse com a voz alterada:

— Não ajudou! Eu não preciso da sua ajuda Belly, eu nunca precisei da sua ajuda - Concluiu Gabriel a deixando desnorteada. 

Aquelas palavras a machucaram profundamente como se tudo que ela fez não valesse nadinha, uma vida inteira jogada fora, ela sentiu como se descessem vários vidros pela sua garganta rasgando tudo por dentro, tomando uma coragem que nem ela sabia que existia dentro de si e falou em voz alta.

— Como assim nunca precisou da minha ajuda? Eu cuido da sua casa, da sua empresa, da sua agenda, da sua vida e até da sua filha que me odeia... e você me diz isso?

— Sabe por que você se ocupa da minha vida? - ele falou com raiva sem medir palavras nem sentimentos — Porque você não tem uma vida Belly! - aquelas palavras duras foram na percepção dela cruéis seus olhos estavam marejados e ela falou em tom de fúria.

— Eu fiz coisas por você que ninguém faria, e agora você vem me dizer que não precisa de mim?

— Você fez sim coisas importantes, e sim eu não posso negar, mas você fez porque quis e nem sempre com a minha conivência e foi tomando conta da minha vida e quando fui ver já tinha acontecido e você sabe o que você fez há 14 anos atrás não sabe? - as lágrimas agora tomavam conta da loira — Deixei é claro, por comodismo e também por sentir pena - aquilo foi pior que ter cravado uma faca em suas costas — e agora não quero mais isso, chega! -exclamou — Me deixa em paz e vai cuidar da sua vida - ele termina a frase me lança um olhar de raiva e sai andando.

Seu ego estava destruído e seu coração estava estilhaçado em mil pedaços, ela pode ouvir a música ao fundo que dizia exatamente o que estava acontecendo com seu coração, "You know you broke my heart in two" foi até a mesa em meio a lágrimas e pegou um copo de vodka e viro de uma vez só olhando tudo ao seu redor, ninguém a viu ou a ouviu chorar e nem se importaram em saber porque tantas lágrima brotavam de seus olhos mesmo ela tentando em vão, impedí-las elas eram teimosas rolavam em sua face, mas era inútil esperar alguém se preocupar com ela, uma mulher feia e invisível e assim saiu correndo através daquelas pessoas esbarrando em algumas e sem pedir desculpas saiu do hotel desnorteada, andava pelas ruas da grandiosa Manhattan, atravessando as ruas sem se importar com as buzinas e entrando de rua em rua e de beco em beco, sem chão e perdida em seus sentimentos, a voz dele ainda ecoava em seus ouvidos a cada lágrima que era derramada era de extrema dor, agora ela se viu atrás do hotel notando uma muretinha e sem saber para onde correr ela se sentou e caiu finalmente em choro profundo de dor e em meio ao seu desespero não notou de imediato a presença de uma van branca.

Após alguns minutos angustiantes ela ouviu um bater de porta e olhou para os lados, e a sua esquerda havia uma certa movimentação dando por si o que ocorria quando ouviu um barulho forte de uma porta sendo elevada e uma voz grave e misteriosa falar em tom irritado.

— Pega a mala e me entrega logo - ele dizia de forma estúpida — não temos tempo, anda logo a polícia logo chega! - a loira ouviu a palavra polícia e enxugou as lágrimas e dando por si observou a cena atentamente, um homem com aparência máscula e forte falava com parede, isso mesmo a parede!

Isso chamava a atenção dela que olhava atentamente a cena, e eles tão focados em roubar aquelas malas não notara a sua presença e como se fosse câmera lenta, algo estranho nas malas que eram entregues pela parede chamou sua atenção eram as iniciais HJ em meio a um círculo de ouro, então pode sentir sua respiração acelerar e seu coração bater descompassado e percebeu, por fim que já havia visto aquelas malas antes e caindo em si exclamou.

— Aquelas malas são do Hector Jones! - um flashback passa a sua mente e a loira recordava que oito horas atras ela estava na sala do Gabriel e o ajudava a colocar 100 bilhões de dólares em notas de Fifty e Hundred Dollar em bolos de mil dolares divididos em cinco malas, não tinha como ela esquecer aquelas malas, eles haviam contado bolo por bolo até estar tudo certificado do valor e lembrou da conversa séria que teve.

— É muito dinheiro Gabriel... vamos levar o dia inteiro!

— Pois é!

— Porque ele não deixou alguém cuidar disso?

— Hector disse que já foi enganado por um contador antes.

— Ahw sim.

— E ele também não quer pagar o imposto sobre a transação bancária e muito menos as taxas alfandegárias.

— Que velho mão de vaca!

— Eu são não sei ainda como vou contar isso para a Selena.  

Ao lembrar o nome daquela mulher morena ela saiu do transe e voltou a si ainda em choque com a cena, mas em um raro momento de lucidez pegou o seu iPhone e tirou algumas fotos dele e o momento exato que ele pegava uma das malas, assistiu até o momento que ele fechava a porta da van e entrava na mesma com os dólares e acaba falando em voz alta.

— Eles acabaram de roubar o Hotel - ela estava boquiaberta!

A loira ainda em estado choque com o que acabara de presenciar, andava devagar voltando para o hotel tentando assimilar o que havia acontecido aquela noite e o que teria levado aqueles homens a roubarem o hotel mais seguro e pior ela ainda refletia o que ela faria com aquelas fotos, em meio a dúvidas e questionamentos ela por fim se dá conta que chegava ao hotel, mal havia ela percebido o tempo que levará até retornar e por a cabeça no lugar e quando olhava para frente para atravessar a rua do hotel notou uma certa confusão de pessoas, policiais e uma ambulância e aquilo a deixou receosa em retornar ao hotel ou ir para sua casa, embora soubesse em seu íntimo o motivo desse furdunço resolveu andar mais rápido para tentar ficar a par do que acontecia ali em detalhes. E valeu muito a pena, quando a mulher notou a presença de Selena perto da ambulância e para seu deleite a mesma sendo grossa com Gabriel e o impedindo de os acompanhar até o hospital, pois quando chego mais perto noto que os enfermeiros levavam Hector desmaiado em uma maca até a ambulância. A loira mordeu o lábio inferior em sinal de nervosismo e pensou um pouco sobre as fotos e resolveu salvá-las na nuvem e andou até o ponto de táxi e logo adentrou em um e informou seu destino.

— Está vendo a ambulância, assim que ela sair você a segue, preciso ver onde ele vai ficar internado.

— Sim senhorita - sorriu para mim mesma com tudo que orquestrava em minha imaginação.

Após alguns segundos de silêncio pode ouvir no rádio a Música "Hot Stuff" Donna Summer e sem explicação pensava no ladrão e em como ele era bonito e seu coração bateu um tanto quanto acelerado e ela suspirava de forma descompassada sentindo um calor que nunca havia sentido antes, se dando conta que na parte do refrão se deu conta do quanto era sozinha. 

Lookin' for some hot stuff baby this evenin'

Procurando por alguém quente, baby, esta noite

I need some hot stuff baby tonight

Eu preciso de alguém quente, baby, esta noite

I want some hot stuff baby this evenin'

Eu quero alguém quente, baby, esta noite

Gotta have some hot stuff

Tenho que ter alguém quente

Gotta have some lovin' tonight

Tenho que ter algum amor esta noite

I need hot stuff

Eu preciso de alguém quente

Lookin' for a lover who needs another

Procurando por um amante que precise de outro

Don't want another night on my own

Não quero outra noite sozinha

Wanna share my love with a warm blooded lover

Quero dividir meu amor com um amante de sangue quente

Wanna bring a wild man back home

Quero trazer um homem selvagem para casa

 

 Sem ter tempo para refletir em mais nada quando observa a preocupação de Gabriel por uma mulher que ele mal conhecia, e isso lhe dava uma tristeza tão grande que mal cabia em seu peito, e do nada seus pensamentos são afastados a medida que o táxi começa a se afastar, logo seus pensamentos começavam a pensar em formas de separá-los "preciso separar eles de qualquer forma, não importa como, precisava separar nem que precise ser amigável com aquela ladra de homem." Observava o trânsito e os lugares belos que eram refletidos durante a viagem e após alguns minutos percebeu que a ambulância chegava no "Mount Sinai Medical Center", que ficava próximo ao central park respirava um tanto quanto com dificuldade e ao sair do táxi pagava a corrida e descendo devagar se dirigia até a entrada, era um dos hotéis mais bem conceituados e caros, as portas de vidro se abriram e logo notava que na recepção estava moça e sorriu antes de se aproximar.

—- Boa noite, um homem acabou de dar entrada aqui, o nome dele é Hector Jones, preciso ver como ele está imediatamente.

— Boa Noite, ele foi levada para a sala de cirurgia, mas se quiser veio dois parentes dele na ambulância e estão aguardando notícias na recepção do quinto andar.

- Obrigada - ela se dirigiu ao quinto andar e lá permaneceu a noite toda

 

  [...]

 Amanhecia o dia 

 

Chegando ao hotel,a loira subiu de elevador até o seu andar e percebeu quando abriu a porta que Aldrey vinha em sua direção correndo e sendo seguida por seus pais, ela olhou meio confusa para aquilo.

— Minha filha, quer me matar do coração? - ela a abraçou fortemente e se sentiu feliz por ser amada por alguém.

— Estava no hospital com a Selena é o Hector, mas não tenho tempo para explicar mais vou trocar de roupa e ir para a empresa mas logo volto para dormir e descansar. - mal terminava a frase sob os protestos de Aldrey.

— Minha filha você tem que dormir passou a noite em claro....  

— Eu sei minha doce Aldrey tenho que resolver esse assunto antes de extrema urgência - dando um beijo em sua testa e saiu em direção ao quarto onde retirou aquele vestido e o guardou no cabide dentro do closet e aproveitou para procurar uma roupa e colocou uma camisa social branca e um terninho alinhado na cor cáqui e um salto alto branco e como já tinha tudo em mente pois, passou a noite em claro refletindo o que faria com as fotos, com Gabriel e com o ladrão e resolveu que seu primeiro passo seria ir ao encontro de Gabriel e depois procurar informações sobre o ladrão de alguma forma. Ligando para a recepção para chamar um táxi pois logo desceria.  

  Descendo de elevador era como se filme passasse em sua cabeça e todos eles eram sem pé nem cabeça, indo até a empresa notou o carro de Gabriel parado na frente do hall e como conhecia Carlos o motorista entrou no veículo e se acomodou no mesmo e esperou ansiosa para contar as novidades. Os jornalistas estavam urubuzando na entrada,por sorte aquele carro possui vidro escuro e não dava para ver nada do interior do veículo do lado de fora, pouco tempo depois notou os jornalistas segurarem Gabriel na tentativa de obter alguma novidade do caso, mas saiu sem dizer uma palavras a imprensa e quando ele entrou no carro não percebeu sua presença até que lhe dirigiu a palavra docemente.

— Boa tarde Gabriel - ele precisou colocar a mão sobre o peitoral e sentiu um frio na espinha devido ao susto que levou.  

— Boa tarde Gabriel - ele precisou colocar a mão sobre o peitoral e sentiu um frio na espinha devido ao susto que levou.

— Belly o que faz aqui?

— Tenho notícias sobre o Hector e a Selena, está na hora do almoço vamos comer algo que te conto algumas informações que vão lhe interessar.

— Sim claro vamos - o carro os leva para de volta ao hotel é lá foram guiados até o salão do hotel onde foram guiados pelo Maître até a mesa, onde foram servimos e puderam enfim conversar e a loira ainda possuía todas as esperanças de conquistar o amor dele a qualquer preço.

— Selena não quer te ver nem pintado de ouro. Hector fez uma angioplastia mas calma ele está muito bem, passei a noite em claro no hospital. - havia uma tensão entre eles no ar e tomando uma coragem maluca ele resolveu ser o cavalheiro que não foi ontem.

— Belly eu gostaria de me desculpar pela forma grosseira que me portei com você ontem, não há explicação plausível para a minha falta de educação.

— O Gabriel já esqueci, nossa amizade vale mais que aquilo lá, você é mais importante - ela sorria bobamente enquanto tocava sua mão levemente e acariciava a mesma e ele comenta.

— Selena pediu para devolver o hotel para o avô dela

— Ela está louca só pode.

— Eu avisei que não podia já que não era só meu o valor então.... - ela o interrompeu, ele não poderia estar pensando naquilo

— Espere aí, você está me dizendo que cogitou dar 100 bilhões de dólares a uma mulher que você mal conhece? - a loira fala perplexa com a burrice dele — Aí Gabriel é demais para mim hoje, eu mal dormi, tô cansada e preciso de um banho, me leva para casa!

— Claro, garçom traga a conta e a máquina de cartão por favor - ela o olhava intensamente e fixamente decorando seus gestos, mas ele a interrompe exclamando — Espera mais um pouco deixei minha carteira na suíte vou pedir para alguém buscar para mim - pegou o celular e mandou uma mensagem, agora ele estava vivendo naquele hotel e esperava que fosse rápida a sua saída e sua venda.

—Tudo bem desde que seja rápido...- Belly pegava a bolsa e abria a mesma, mas Gabriel me interrompe:

— Não, eu faço questão de pagar! - eles ficaram na mesa aguardando a chegada do rapaz e para se distrair ela pegava o celular, nos saimos da mesa e fomos até o bar esperá-lo — Ali ele chegou! -ele exclamava.

— Ta bom!

— Aqui senhor Gabriel, - ela ergueu a cabeça voltando sua atenção ao homem daquela voz rouca e grave que era familiar, e num flash de memória a loira se lembrava que ele era o ladrão do beco, um sorriso malicioso se formava em seus lábios e ela começa o avaliar, era um homem alto de porte atlético e forte, o cabelos era loiro claro, os olhos azuis profundos como o oceano, ela podia facilmente se perder ali, uma boa feição com a barba feita em um modesto cavanhaque e ele parecia ter muitos músculos ali debaixo daquele terno alinhado, ele era de alto cargo do hotel e isto chamou a atenção, minha admiração é interrompida pela voz máscula dele:

—Algo mais? - ele o questiona e antes de dar chance do Gabriel responder eu falo

— Você é o que lá do hotel? - ela apontou para a placa de ouro no peitoral dele

[— Boa tarde senhorita - ele pegou minha mão e suavemente depositou um beijo nela e sua barba me causou arrepios — me chamo Henrique Dalla Costa, sou Gerente do hotel deseja algo? - ele possuía um sorriso de forma encantadora ele a encarava nos olh...]      

— Boa tarde senhorita - ele pegou minha mão e suavemente depositou um beijo nela e sua barba me causou arrepios — me chamo Henrique Dalla Costa, sou Gerente do hotel deseja algo? - ele possuía um sorriso de forma encantadora ele a encarava nos olhos, pode notar por trás daqueles óculos que eles eram esverdeados como uma esmeralda e que eles refletiam mais do que ela falava, ela possuía um físico curvilíneo que chamou sua atenção embora a roupa não lhe caísse bem, por trás existia uma mulher feminina e um tanto quanto carente, ela não era alta, mas era perfeita para ele.  

 Ela percebeu na hora que ele a devorava de cima a baixo, ela se sentia exposta com aqueles olhos que a despiram completamente e ela se sentiu nua em sua frente e por fim decidiu que ele era perigoso e deveria tirar tais pensamentos de sua mente imediatamente, retirou rapidamente a mão de perto dele e começou a ter um acesso de risos e ele não entendeu nada e sorriu ironicamente antes de se retirar devagar e quando volta a sua atenção a Gabriel ele a encara rindo.

— Belly o que foi isso?

— Ah! Gabriel é sono e cansaço vamos embora logo, por favor.

Após ele pagar a conta, ele a levou até o elevador do hotel e não a deixou contestar dando total privacidade a ela ao entregar a chave e depositar um beijo em sua bochecha que para ela significou muito,  quando chega a suíteela percebeu que estava esgotada retirou a roupa e caminhou até a banheira sentando na borda e ficava admirando a água quente a encher, logo pode colocar os sais e a espuma e quando a mesma fica cheia adentrou nela, completamente relaxada a mulher pode refletir sobre cada coisa que aconteceu naquela noite até o começo da tarde. Suas perguntas estavam a deixando preocupada "o que iria fazer com as fotos?", " O que fazer com aquele amor ridículo do Gabriel pela Selena?" e é claro "o que fazer da sua vida que fora virada em um furacão".

Ao fechar olhos percebeu que não pensava mais em Gabriel agora meus pensamentos eram para aquele homem misterioso do beco que tirava seu sono e suspirando começou a se ensaboar com o auxílio de uma esponja de banho bem macia, observando o teto de vidro ela começou a corar por ter certos pensamentos desde que havia estado naquele sofá de hospital analisando a sua descoberta, confessando em seu íntimo que nunca havia tido estes tipos de pensamentos lascivos com o Gabriel.

Começou a ensaboar os pés e começou a subir devagar, precisava tanto daquele banho que quando viu já havia chegado a um lugar que fazia muito tempo que estava sem sentir um toque ou carinho e por algum tempo ela havia até mesmo esquecido o que sentia e seus desejos femininos e a mulher constatou que não se divertia a muito tempo e nem me sentia assim com tanta necessidade de se estimular, nem com o Gabriel ela sentia essa necessidade, mas aquele homem a olhando daquela forma que nenhum outro havia antes feito a deixou queimando por dentro, um arrepio passou em seu corpo ao imaginar seu toque e fechou os olhos e começou a se acariciar lentamente numa tentativa de aliviar sua tensão, em seus pensamentos ela entrava em conflito a medida que soltava gemidos baixos à medida que se perguntava se "podia ser pecado amar alguém mas querer algo com outro?", sem saber a resposta ela esvaziou sua mente e estes pensamentos começaram a dar espaço a sua imaginação mais fértil e começou a se tocar com mais delicadeza e rapidez, seus dedos entrava mais fundo e saiam e a medida que acertava certos pontos ela mordia o lábio inferior sentindo um prazer que a tempos ela se negava nos suaves toques ela lembrava daquele homem do beco e uma necessidade de sentir seu cheiro e seu sabor entrava em questão e nessa necessidade ela aumentava a intensidade do toque, enquanto que subia a mão direita e começava a massagear os seios preferindo em seu íntimo que fosse o toque fosse dele ali, abriu os olhos lentamente e percebeu que eles estavam repletos de malícia refletidos naquele espelho enorme e pode perceber também que estava muito vermelha e desejava sim sentir mais do que toques e dedos, suspiro por fim sentindo que atingira o clímax de tal forma teve que se conter para não gritar de prazer, por fim diminuindo a velocidade do toque até sua respiração começar a ficar mais branda e voltar ao normal.

—- O que está acontecendo com você? Nunca sentiu essa necessidade nem com o Gabriel, e agora estava ficando excitada com um homem que trabalhava no hotel e quem nem mesmo o conhecia, o que está acontecendo com você Belly?

Aquelas palavras ditas em voz alta a si mesma ecoavam em sua mente enquanto terminava de se banhar e ao sair da banheira pegou uma toalha macia e se enrolou e voltando até o quarto, trancou a porta e se jogo naquela cama macia e suspirando ainda de desejo, fechou os olhos e ela sabia que precisava urgentemente tirar isso da minha mente e saber jogar. Acabando por fim adormecendo, um pouco pensando na loucura que estava fazendo ou melhor que iria cometer. Sonhos eróticos invadiram sua mente e por fim deixou os sonhos a relaxarem. 

[...]

Ela foi desperta com batidas na porta e anunciavam que era o serviço de quarto, a mesma se levantou olhou no celular e constatou que eram mais de seis horas da tarde e quanto ela levantou com fome,  e ao perceber que estava nua pegou um roupão preto com a slogan do hotel bordado em fios de ouro e abriu a porta, o garçom levou o carrinho e colocou na mesa puxando a cadeira para ela se sentar e saiu do quarto sem pedir gorjeta, estranho ela pensou e retirou a tampa do prato e sorriu era seu prato preferido, lasanha com arroz e batata palha e começou a comer com gosto.

  Após comer ela resolveu colocar o brilhante plano em prática e para isso precisaria de uma pessoa que a deixou balançada, precisava descer até o hall do hotel e ir até a recepção e pedir informações sobre ele e imediatamente o encontrar para dar as cartas. Sentou na cama e pegou a escova da bolsa e penteou os cabelos deixando-os soltos, colocou sua roupa e deu uma conferida no espelho saiu do quarto e foi até o elevador, entrando no mesmo apertou o botão do térreo, quando as portas abriram e anunciaram a sua chegada ela caminhou lentamente e com um belo sorriso no rosto e pediu uma informação a recepcionista.  

— Boa noite, eu procuro um rapaz que trabalha aqui chamado Henrique - a moça a encarava.

— Henrique? Não temos nenhum funcionário com nome Henrique, você conhece Vincent? - a recepcionista olhou para o lado e perguntou ao rapaz que balançava a cabeça em negativa, uma pontada de decepção apertava seu coração ela falar com outro rapaz, mas antes que ela girasse os calcanhares uma voz engraçada respondeu.

—Procura pelo Henrique né, meus queridos vocês conhecem ele pelo apelido bobinhos, O Mafioso - sentiu um ligeiro incômodo com aquele apelido, mas respirou fundo e deixou ele continuar—  Seria só com ele? Ele já foi embora hoje e.... - ela meio impaciente o interrompe de forma drástica.

— Sim somente com ele me passa o endereço dele por gentileza? Sou assistente pessoal do Gabriel e preciso com certa urgência! - era tarde demais para voltar atrás, ela precisava separar aquele casal.  Olhou para o crachá e leu seu nome, Otávio e ele deveria ser de algum cargo importante lá, ele abriu a pasta no computador e procurou pelo sobrenome, pegou um papel e caneta e o anotou entregando em minhas mãos agradeço e do hotel atrás do ladrão sem pensar de fato no perigo, entrava no carro e colocava o celular no carro, ligando o GPS e falou o endereço.  

— 52 William Street, Wall Street - Distrito Financeiro, Nova York, NY 10005, Estados Unidos - seria uma viagem longa até lá ele realmente morava longe do emprego e isso a intrigou, meia hora depois ela e a entrada, era "um lugar simples" pensou ela de forma desanimada, ela entrou e caminhou até a recepção e deu a desculpa que era a namorada dele e que viera fazer uma surpresa, a moça que era meio ingênua a deixou entrar dando o numero do quarto, ficava no sétimo andar número 705, ao sair do elevador ela começou a procurar pelo numero e quando o achou respirou fundo e começou a bater na porta sem parar. até ouvir uma voz ecoar lá de dentro:

—-Já vai... Só um instante... Pera ae.... - O mesmo rapaz todo elegante que ela conheceu ao abrir a porta não parecia em nada com o que ela lembrava, ele estava mais másculo e mais tentados e ela notou que ele estava em um estilo meio incomum sem camisa ela notou que no peitoral ao lado esquerdo havia uma tatuagem de dragão, ele estava suado parecendo que estava reformando algo.

— Opa - Henrique dizia e não havia nada de cavalheiro ali.

—- Boa Noite - a loira dizia com uma voz doce, meiga e repleta de malícia.

— Olá - ele a encarava de cima a baixo logo a reconhecendo, era a moça que ele dera em cima mais cedo no hotel, ela podia pensou ele se vestir melhor para valorizar suas curvas, mudar esses óculos cafonas e usar uma maquiagem mais marcante que combinasse com a mulher feminina escondida por detrás daquela fachada.

— Henrique Andrew Dalla Costa?

— Sim sou eu, o que deseja?

— Eu sei que é você - prolongando o você de forma encantadora ela continuou — e sei também que você é um dos ladrões do Hotel Plaza - ela jogava na lata o motivo da sua visita nada casual ele a encarou por alguns minutos sem falar nenhuma palavra como se estivesse em choque com o que ouviu ela respirou fundo e se encostou no batente da porta e ele não pode não observar como ela estava sensual naquela pose —  Não vai me convidar para entrar? - sorrio de tal forma que ele estava meio confuso então ela resolveu perguntar mais uma vez —   Não vai me convidar para entrar? Eu estou esperando você me convidar para entrar! - ele estava um tanto quanto surpreso com aquela visita.

— Eu sei que é você - prolongando o você de forma encantadora ela continuou — e sei também que você é um dos ladrões do Hotel Plaza - ela jogava na lata o motivo da sua visita nada casual ele a encarou por alguns minutos sem falar nenhuma palavra como se estivesse em choque com o que ouviu ela respirou fundo e se encostou no batente da porta e ele não pode não observar como ela estava sensual naquela pose —  Não vai me convidar para entrar? - sorrio de tal forma que ele estava meio confuso então ela resolveu perguntar mais uma vez —   Não vai me convidar para entrar? Eu estou esperando você me convidar para entrar! - ele estava um tanto quanto surpreso com aquela visita.


Notas Finais


Bom meu comprometimento com vocês é postar um capítulo por semana, assim que o mesmo estiver revisado aos Sábados!

Espero que gostem!

Não esqueçam de votar, comentar o que acharam e claro comentem!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...