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História Tudo pode acontecer (imagine Katsuki Bakugou) - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Olá leitores
Voltei mais cedo dessa vez (・∀・)
(Tô aproveitando a quarentena pra pensar em coisas pra fic (´ . .̫ . `))

Enfim

Espero que gostem do capítulo
Tenha uma ótima leitura!

Dicionário do capítulo:

(S/n): Seu nome
(S/a): Seu apelido
(A/q/v/o): Apelido que você odeia
(S/s/f): Seu sabor favorito

Capítulo 18 - Festa do pijama


Então é isso, hoje mais cedo eu estava no meio de uma quase briga familiar entre meu avô louco e meu namorado explosivo. Por sorte Katsuki não explodiu tudo e também evitou um possível “sequestro”. Tenho quase certeza de que meu avô ou Mestre (chame do que quiser), vai fazer de tudo para me ter de volta e fazer novos experimentos comigo.  

Isso tudo é bem confuso se não voltar para o dia em que desenvolvi minha individualidade. 

Aos 5 anos eu finalmente desenvolvi minha individualidade, todos da minha família estavam orgulhosos de mim, mamãe e papai me chamaram de “pequeno imã”, por eu ter desenvolvido a individualidade semelhante a do meu pai, atração, foi tão de repente que até eu mesma me assustei (já é de se esperar quando você acidentalmente levanta suas pequenas mãozinhas para tentar pegar um ursinho de pelúcia que está em cima do guarda roupa a muito tempo e ele vem até você como se tivesse vida). No final daquele dia incrível eu fui brincar com o “ursinho da vitória”, foi assim que eu o chamei, quando toquei nele, o mesmo começou a flutuar, eu me afastei e abaixei as mãos, e o ursinho repetiu os movimentos que fiz com as mãos, logo eu gritei com entusiasmo “mamãe”, “papai”, “venham ver o que eu aprendi a fazer”, eles vieram e ficaram um pouco assustados ao ver o ursinho flutuando e seguindo os movimentos que eu fazia com as mãos. Um pouco desesperados, eles pediram ajuda para o  M e s t r e... Os experimentos no começo eram simples e inofensivos, eram como um check up num pediatra infantil comum, mas com o passar do tempo e sem respostas ou descobertas sobre o porquê de eu ter duas individualidades, o Mestre começou a aprofundar suas pesquisas e exames, então, os exames dolorosos começaram, injeções, pequenas cirurgias e mais um monte de coisas. Eu fui basicamente mantida num laboratório durante toda a minha infância, mas tinha dias em que eu podia sair, foi aí que eu conheci o Shoto, nos damos muito bem por sermos um pouco parecidos, assim somos amigos até hoje. Quando o Mestre acreditou que estava prestes a descobrir a resposta ele me liberou, mas não antes de me dizer para não contar das experiências e do laboratório para ninguém. 

Talvez hoje mais cedo, ele estava tão frenético para me ter de volta em suas experiências que acabou falando um pouco das experiências na frente do Katsuki, (mesmo que ele já saiba)...

Katsuki: Ei, bobona, acorda. — Ele joga uma almofada na minha cara me tirando dos meus pensamentos e me fazendo me assustar um pouco. 

— Tá querendo brigar é? K a c c h a n. — Eu falo pausadamente, pois sei que esse apelido irrita ele mais do que os outros. 

Katsuki: DO QUE VOCÊ ME CHAMOU, (A/Q/V/O)???

— JÁ FALEI PRA NÃO ME CHAMAR ASSIM!!!

Katsuki: Vem me impedir então. — Ele fala debochando da minha cara. 

— Agora você vai ver. — Eu me levanto bruscamente do sofá onde eu estava sentada na sala de convivência e pego a almofada que Katsuki jogou em mim, eu parto pra cima dele e o mesmo, já com outra almofada na mão, se prepara para uma guerra de travesseiro/almofada com só nós dois participando. 

(S/n) off

Narrador (a) on

Enquanto (s/n) corre com tudo para cima do cacto explosivo, os outros que estão na festa do pijama da Uraraka observam a baderna dos dois que parecem duas crianças brincando...ou seria brigando?

Uraraka: Esses dois não tem mesmo jeito, num dia estão juntos e no outro querem se matar. — Ele suspira e coloca uma de suas mãos na bochecha. 

Kirishima: Deixa eles Ocha, eles são assim desde o dia que se conheceram, lembra?

Uraraka: É verdade. — Ela sorri ao lembrar de como Bakugou ficava putasso quando (s/n) ia perguntar alguma coisa boba só para irritá-lo. 

Enquanto as duas “crianças" não paravam de se atacar com as almofadas, Yaoyorozu propõe um lanchinho da meia noite, todos que estavam na sala de convivência foram para a cozinha preparar seu próprio lanche da meia noite, até Bakugou e (s/n) pararam de brigar e foram. 

Kaminari: Ei, Kirishima, me passa aquele sacote de pão? — Ele aponta para o pacote de pão que estava ao lado de Kirishima. 

Kirishima: Sacote? — Ele passa o pacote para Kaminari um pouco confuso — É saco ou pacote? — Ele pensa consigo mesmo. 

Do outro lado da cozinha (s/n) quase implora para que Todoroki usasse sua individualidade de gelo para preparar sorvete mais rápido, por sorte ele aceitou, logo (s/n) sai saltitando e comendo um pote de sorvete sabor de (s/s/f). Ela volta para a sala de convivência e liga a TV, está passando no jornal algo falando sobre “Corona vírus”, (s/n) não se interessa muito e vai passando os canais, até que brota uma muralha explosiva do seu lado e toma o controle dela. 

(S/n): Ei!! 

Bakugou: Eu vou escolher o que a gente vai assistir. — Ele coloca na Netflix. 

(S/n): Qual é!? — Ela cruza os braços e faz biquinho. 

Bakugou: Você fica fofa assim, sabia? — Ele se aproxima dela e dá um selinho nela, ela cora e fica mais emburrada ainda fazendo Bakugou rir. 

Os outros voltam para a sala de convivência e vão se aconchegando nos lugares vazios nos sofás ou nos colchões e sacos de dormir que estão espalhados por toda a sala. 

Midoriya: O que vamos ver? — Ele pergunta curioso. 

Kirishima: Quem tá com o controle? — Ele olha ao redor da sala e finalmente vê Bakugou com uma cara de demônio com o controle na mão. — Ah não...

Bakugou: Vamos ver... A Casa dos 1000 Corpos — Ele dá aquele típico sorriso maldoso e debochado. — Apaguem as luzes. — Ele ordena e Tokoyami apaga as luzes logo voltando pra seu colchão. 

(S/n): Oh Deus, eu tô com medo. — Ela choraminga enquanto agarra o braço de Bakugou com força. 

Bakugou: Tsc, pra que ter medo se eu tô aqui pra te proteger? — Ele provavelmente falou sem pensar, (s/n) olha surpresa para ele, e o mesmo cora e desvia o olhar ao perceber o que acabou de falar. 

Kirishima: Isso é bem másculo da sua parte, Bakubrow! — Ele exclama com animação. 

Bakugou: Cala a boca, cabelo de merda!! Você não ouviu nada. — Ele continua corado. 

Uraraka: Kiri..., você vai me proteger também...? — Por algum motivo ela parece um pouco insegura, deve ser por causa do filme que o capetinha vulgo Katsuki Bakugou, escolheu. 

Kirishima: Claro que vou, Ocha, pode segurar no meu braço o mais forte que puder. — Ele ergue o braço um pouquinho para que Uraraka se agarrasse nele, mas ela acabou encostando seus 5 dedos no braço de Kirishima, o fazendo flutuar. 

Uraraka: Ops... Desculpa, Kiri... — Ela olha para cima desesperada  e pensando em como trazer ele de volta para o chão. (S/n) ascende as luzes para poder ajudar.  — Oh Deus... — Ela estava prestes a juntar as pontas dos dedos para fazer a gravidade de Kirishima voltar, mas (s/n) para ela. 

(S/n): Se soltar ele, ele vai cair com tudo e vai se machucar...

Uraraka: É verdade, não pensei nisso...

(S/n): Deixa que eu ajudo. — Ela usa sua individualidade de atração, atraindo Kirishima até ela, Uraraka junta as pontas dos dedos e a gravidade dele volta ao normal. 

Uraraka: Desculpa, Kiri. — Ela coça a nuca e sorri meio envergonhada. 

Kirishima: Tudo bem, Ocha. — Ele sorri, mesmo tendo ido parar no teto da sala, ele se divertiu com a situação. 

(S/n): Espera aqui. — Ela se vira e vai correndo até seu dormitório, lá ela revira todas as gavetas de seu guarda roupa até achar o que estava procurando, assim que encontra ela pega e volta correndo para a sala. — Aqui. — Ela fala ofegante lhe entregando um par de luvas. — Assim... vai poder segurar... no Kiri sem fazer ele voar.  — Ela fala tentando recuperar o ar, subir e descer três lances de escadas correndo não é fácil. 

Uraraka: Muito obrigada, (s/a)! — Ela sorri pegando as luvas e logo as colocando. 

Bakugou: Será que a gente pode assistir o filme agora?? — Ele fala quase gritando, o cacto explosivo já está sem paciência. 

(S/n): Mas cê tá brava? — Ela se senta ao lado dele no sofá. 

Bakugou: Não enche, imã ambulante. 

(S/n): Noza. — Ela dá um beijinho na bochecha dele o fazendo ficar um pouquinho mais bravo...ou mais calmo? Nunca entenderei o cacto atômico...

Bakugou: Apaga essa porra de luz, caralho. 

(S/n): Mas gente... Pra que tanta agressividade? — Ela se levanta e apaga a luz e salta no sofá, se aconchegando ao lado de seu querido namorado, ela gentilmente pede para ele dar play no filme. — Dá play nessa caralha logo, muralha explosiva. 

Katsuki: Calma porra. — Ele olha o controle para não apertar o botão errado e dá play.

(Por favor leiam as notas finais, obrigada)  


Notas Finais


Olá leitores!
Espero que tenham gostado do capítulo

Continuem mandando suas perguntas, vai ser um prazer respondê-las, estou animada para escrever o especial.

É só isso por enquanto

Muito obrigada por lerem até aqui
Desculpe se tiver algum erro
Fiquem em casa e lavem as mãozinhas
Até a próxima, leitores!


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