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História Tudo que eu Preciso - Imagine Satoru Gojo x SN - Capítulo 6


Escrita por: otaku_fanfic29

Notas do Autor


boa noite pessoal
mais um cap pra vocês, depois desse eu prometo que as coisas vão fica um pouco mais interessantes, enfim, espero que gostem.

Capítulo 6 - Capitulo 6


Fanfic / Fanfiction Tudo que eu Preciso - Imagine Satoru Gojo x SN - Capítulo 6 - Capitulo 6

Quebra de Tempo

(8 de agosto)

 

Pov Nanami

 

Estava aproveitando meu final de semana de folga para descansar, ser professor e feiticeiro ao mesmo tempo era cansativo, aproveitei o dia anterior para dormir bastante, acordei hoje por volta das 8:00 da manhã, eu estava pensando em ir na padaria comprar um sanduiche

 

Estava passando pelo corredor próximo dos quartos de S\n e N\amigo, foi quando ouvi barulhos de risadas, voltei e encarei o corredor, os barulhos vinham do quarto da S\n mas não fazia sentido eles estarem aqui hoje

 

Caminhei até o quarto da jovem, estava com a porta semiaberta, a abri um pouco mais para poder ver o que estava acontecendo, ela estava sentada no chão com um livro em mãos

 

Ao lado dela estava N\amigo, e Gojo se encontrava sentado na cadeira de frente para S\n e N amigo, eles estavam rindo bastante, adentrei no quarto e me pronunciei

 

Nanami – posso saber o que está acontecendo? – falo adentrando o quarto chamando a atenção deles

N\amigo – Nanami-sensei ?

Nanami – hoje é domingo, acredito que não deveriam esta na instituição hoje – arrumo meu óculos – expliquem-se

 

Gojo – eu estava entediado

S\n – eu não tenho nada melhor pra fazer

N\amigo – eu vim acompanhar a S\n

 

Falam como se fosse a coisa mais natural do mundo

 

Nanami – porque estavam rindo tanto? dava pra ouvir vocês no final do corredor

Gojo – a gente tava vendo o álbum da fotos da S\n

 

Olho e percebo que tinha um livro nas mãos da S\n, estava aberto em uma página com algumas fotos dela com a família, vou em direção a eles sentando na ponta da cama.

 

S\n – essa é a minha avó, meus tios.., Ah, essa é minha favorita! sou eu e minha mãe – ela apontoa a para um imagem que tinha  uma mulher jovem ao lado de uma menina de cabelo longo e preto que presumi ser S\n

N\amigo – eu ainda não acredito que você tinha o cabelo desse tamanho, me acostumei a te ver de cabelo curto e vermelho – fala bagunçando o cabelo da jovem que ria da situação 

 

Percebo que tinha uma foto saindo de uma das páginas do álbum, me abaixei pegando a fotografia

 

Nanami- e essa aqui? -  falo analisando a fotografia

S\n – qual ?

Nanami – essa – mostro a foto para ela

 

Na foto tinha um casal com uma bebê de colo e e do lado tinha uma menina um pouco mais velha

 

Nanami – estava pra fora do livro, quem são? - perguntei e vi a menina arregalar um pouco os olhos me respondendo sem seguida

S\n – ah...é meu pai e minha irmã mais velha

Gojo – desde quando você tem uma irmã mais velha?

N\amigo – desde quando ela nasceu?

Gojo- ai moleque eu vou te dar uma bolacha

 

Ela ri do comentário e comenta logo em seguida

 

S\n - tinha me esquecido dessa foto...

Gojo – porque não tem mais fotos deles ?

S\n – eu não falo com ele faz um bom tempo

Gojo- ele morreu?

 

N\amigo e eu fuzilamos o albino por perguntar aqui e forma tão desleixada

 

S\n – não ele não morreu - ela ri – eu só não falo com ele faz um tempo

 

O celular do N\amigo toca, ele desliga o alarme

 

N\amigo – ih eu preciso ir, ou vou acabar perdendo o trem – se levanta e pega uma mochila que estava no chão – quando eu chegar te aviso S\n

S\n – manda um beijo pros seus pais

N\amigo – pode deixar

Nanami – hoje é dia dos pais, por que você não passar o dia com o seu pai ao invés de ficar enfornada no quarto sem fazer nada?

 

Quando eu falo isso N\amigo coloca a mão no meu ombro apertando com e balançando a cabeça em um sinal de “não” olho para S\n e ela estava um pouco espantada com a pergunta

 

S\n – Ele tá ocupado hoje, então fica pro próximo ano – fala voltando com seu sorriso de costume

 

Gojo – ah é Nanami eu quase esqueci que o diretor pediu pra te avisar que queria falar contigo – fala se levantando e me puxando com o braço no meu ombro – vou aproveitar e levar o N\amigo na estação, bora

 

Ele nos faz ir em direção a porta, a encostando logo em seguida

 

Gojo – desembucha logo – fala olhando pro N\amigo

N\amigo – A S\n tem uma relação complicada com o pai dela...ela não fala muito sobre ele, no dia dos pais ela costuma ficar sozinha na escola, é por isso que eu pego o trem um pouco mais tarde pra ela não ficar sozinha

Nanami- poderia ter avisando antes

N\amigo - Eu esqueci de avisar vocês foi mal, eu não pensei que você fosse perguntar algo do tipo

Gojo – enfim, eu vou te levar pra estação e aproveitar pra comprar um doces – bora moleque, já avisei o Ijichi

N\amigo – ta, tchau nanami-sensei, bom final de semana pro senhor

 

Apenas acenei e olhei para a porta do quarto da jovem novamente, ela continuava olhando para as fotos, como eu já tinha descansado no dia anterior e pretendia dar uma volta hoje, aproveitei para chamar a S\n

 

Nanami – já que você não tem nada melhor pra fazer o que acha de dar uma volta comigo?

S\n – anh? Assim do nada?

Nanami – você não é obrigada a vir, não é uma missão ou algo do gênero. Vai querer ir ou não?

 

Abre um sorriso estava realmente animada

S\n – eu vou sim, fala se levantando de forma apressada ainda com o sorriso no rosto

Nanami – certo, então vamos – falo saindo do quarto seguido pela jovem animada ao meu lado

.

.

.

Pov S\n

 

Fomos apenas dar uma volta, ia ter um evento para pais e filhos, no Park próximo da padaria que eu costumava frequentar, como ficava no caminho acabamos passando por lá, estava enfeitado com vários barracas e jogos, brinquedos e pessoas fantasiadas para as criança tirarem fotos

 

Estava muito animada, eu gostava dos eventos infantis, embora na minha opinião não tenha idade máxima pra se divertir.

 

S\n – tem bastante gente aqui, não pensei que estivesse tão lotado – estava um pouco atrás dele devido a quantidade de pessoas

Nanami – se quiser podemos dar a volta pra evitar toda essa multidão – fala parando um pouco para que eu conseguisse o acompanhar

S\n – não tem problema, eu gosto de eventos assim, são divertidos

Nanami – os centros comerciais e Parks recreativos costumam ficar bastante movimentados, é comum as famílias virem para fazer compras -  ele fala com seu tom de voz habitual

S\n – aprendeu isso com o seu tempo de escritório? – fui para o lado dele

Nanami – por favor peço que não me lembre daquele período

S\n – eu to brincando – falo dando um sorriso sabia que ele não gostava da época que trabalhava no escritório

 

Estava  tão animada que acabei esbarrando em alguém, deixou cair um ursinho de pelúcia no chão, dou meia volta para me desculpar

 

 

S\n – ah desculpe foi sem querer... – olho para a pessoa a minha frente e me espanto

Pai – não tem problema a culpa foi minha – ele olha para mim e se espantando -  S\n?

S\n – oi pai...

Pai – eh você cresceu, tá com quantos mesmo? Eh...14 né?

S\n – 18...

Pai  – serio? mais foi por pouco que eu não acerto

S\n –  achei que estivesse ocupado hoje, o que o senhor está fazendo aqui?


????? – Paiiiii!

 

Quando olho para trás do homem vejo minha irmã mais velha acenar para o mesmo enquanto vinha na nossa direção, quando chegou perto o suficiente pulou nos braços do mais velho

 

S\n – entendi...

Pai – eu estou de férias e aproveitei pra passar o Dia dos Pais com a Carol em um lugar diferente pra variar- fala abraçando ela de lado - eu ia te avisar mas não sabia que estava em Tóquio... – falava nervoso

S\n – não sabia? Mesmo? eu liguei ontem e perguntei se poderia vir e você disse que não porque estava trabalhando

Pai – ah, é mesmo…como eu sou desligado... acabei esquecendo, sabe como é né, ser médico é uma correria- fala desconversando

S\n – imagino...

Carol – pai vamos logo, eu quero aproveitar o evento e ir nas barracas

Pai – claro querida nós já vamos

S\n – ah desculpa eu estou atrapalhado o passeio de pai e filha de vocês?

Pai – ora vamos, deixe de ser egoísta, eu só quis passar esse ano sozinho com a sua irmã mais velha

S\n – eu também sou sua filha, por acaso isso não conta?

Pai  – a gente participa ano que vem, sinceramente deixe de ser dramática, você já está bem grandinha pra esse tipo de comportamento

 

Desvio o olhar do homem a minha frente. O mais velho suspira e se pronuncia novamente

 

Pai- a gente marca alguma coisa pro próximo ano, okay?- coloca a mão no meu ombro - foi bom te ver filha – sorri

S\n – foi bom te ver também...(nome) – falo por fim, vendo o mais velho dar meia volta e seguir caminho

 

 

Pov Nanami

 

O homem pareceu sem graça por ter sido chamado pelo nome e não por “pai” ele apenas deu meia volta e seguiu caminho com a mais velha, ainda a abraçando. S\n permaneceu ali alguns segundos observando eles se distanciarem


S\n – ah desculpa a demora Nanami-san, vamos indo

 

Ela saiu na frente a passos apresados apenas a segui para longe da multidão, quando estávamos afastado do evento e de toda a multidão

 

 

Nanami – eu sinto muito S\n

S\n – ta de boa – fala ainda mantendo o ritmo apresado – tá meio tarde mas acho que se a gente for rápido dá tempo de comprar o seu sanduiche -  muda de assunto

Nanami – não precisa fingir que não está triste

S\n – por que eu estaria triste? Pelo menos ele se despediu dessa vez

 

Nanami – a S\n normal está triste...

S\n – eu to bem, serio

Nanami- não está

S\n – eu não tenho mais 7 anos pra triste por causa dele

Nanami- S\n...

S\n – eu to bem, relaxa

 

Seguro o braço dela firme mais sem adicionar muita força, não queria machucar ela, apenas fazer ela parar de andar  

 

Nanami – não há a menor chance disso não está doendo, é nítido que isso te magoou

S\n – eu nunca precisei dele e não preciso agora

 

Ela fala puxando o braço se virando para encarar, ela já falava com a voz alterada

 

S\n – ele nunca fez parte da minha vida! Todas as poucas lembranças que tenho dele são esses encontros ocasionais, eu tive 17...17!  aniversários sem ele! eu nunca recebi nem uma porcaria de mensagem dele !- falava seus olhos cheios de lagrimas

 

Eu apenas me manti quieto observando a jovem na minha frente, ela não parecia a menina animada com os balões coloridos de alguns minutos atrás.

 

S\n – por quê?... – olha pra mim-  Por quê ele não liga pra mim? – fala com a voz falha tentando ao máximo controlar o choro

 

S\n nunca foi e chorar na frente os outros, nem quando estava com muita dor ela fazia de tudo para não demonstrar, se ela chegou a chorar na minha frente significa que doeu muito...

 

Eu a abraço tentando de alguma reconfortara-la, ela retribui o abraço e se desfazendo em choro, mantive assim até que ela se recompor

 

.

.

.

Achei melhor não ficar com ela na rua, aquilo poderia ser um gatilho que iria deixar ela mais triste levando em consideração que havia muitos cartazes e famílias reunidas por ali.

 

Estávamos muito próximo da padaria, achei melhor seguirmos caminho até lá ao invés de dar meia volta, lá poderíamos esperar até ela se acalmar um pouco antes de voltarmos para a escola

 

Olho meu relógio, eram exatas 9:45 da manhã, ainda daria tempo para um café. O local era pequeno, tinha apenas duas mesas, ficamos próximos da janela.

 

Antes de chamar a moça para anotar nosso pedido, olhei o cardápio, e logo em seguida para S\n, tinha um cardápio na sua frente mas ela não ligou muito

 

Nanami – já sabe o que vai querer? – puxo assunto

S\n – quero nada não

Nanami – não vai olhar o cardápio pra ver se algo te chama a atenção?

S\n – não obrigado

 

Fico olhando o cardápio por mais m tempo pra ver se ela mudava de ideia, direcionei minha atenção para ela que me questionou

 

S\n – por que você olha tanto o cardápio se você sempre acaba pedindo café preto e aquele sanduiche? – fala com um tom um mais animado

Nanami – eu não sou tão previsível assim

S\n – é sim, você é fascinado naquele sanduiche

 

Chamo a moça para anotar nosso pedido, não era aquela que costumava me atender nas outras vezes que eu vinha, devia estar de folga

 

Nanami – eu vou querer uma xicara de café preto e um sanduíche de (aquele do anime) ....

 

Ouso uma pequena risada e olho para S\n que estava tentando segurar o riso

 

Nanami – e uma xicara de café com leite com bolo de chocolate pra ela

 

Ela parou de rir e fez uma cara de confusa, a moça notou o pedido e foi em direção do balcão preparar nosso pedido

 

S\n – eu disse que eu não queria nada, por que você me pergunta se no final das contas você vai ignorar a minha resposta?

Nanami -1° você não tomou café hoje, 2°você quer só que não gosta de pedir, fica com vergonha, 3° eu sei que você não resiste a chocolate

 

S\n tenta argumentar mas desiste e faz um bico logo em seguida

 

A moça veio trazendo nossos pedidos, começamos a comer, olho para S\n e ela leva uma colherada do bolo até a boca dando um leve sorriso, ela gostava muito de chocolate

 

Nanami – essa é a S\n que eu conheço

S\n – hum ?

Nanami – você costuma ficar feliz com as coisas mais simples, tipo um bolo

 

 Ela se manteve um sorriso leve em seu rosto

 

Nanami- se quiser conversar sobre o que aconteceu hoje sinta-se a vontade

 

S\n – é complicado....

Nanami- estou ouvindo

S\n – pra resumir....eu nasci enquanto meus pais estavam na faculdade, meu pai já tinha uma filha na época. Pouco tempo depois que eu nasci a ex esposa dele apareceu falando que eles poderiam voltar e como ele tinha a Carol não pensou duas vezes

Nanami – vocês não mantiveram contato depois que ele voltou com a ex mulher?

S\n – na verdade não , a primeira vez que eu vi ele eu tinha 7 anos, minha mãe estava desempregada e recorreu à justiça para conseguir a pensão, ele foi pedir pra ela cancelar o pedido, por que ele estava economizando para pagar a faculdade da carol e isso iria atrapalhar ele... disse que eu era egoísta por não pensar na minha irmã

 

Nanami – sei que pode soar duro mas se ele te trata assim por que você ainda vai atrás dele?

 

S\n – sei lá... eu sempre vi as crianças falarem dos pais e via como divertiam nos eventos da escola, eu nunca tive isso...no fundo eu sempre tive curiosidade de saber como seria ter um pai...eu realmente achei que eu iria conseguir ter uma relação descente com ele mas pelo jeito, apenas eu fazia questão...

 

Aquilo foi um baque, s\n nunca ligou muito pra essas coisas, ou melhor eu pensei que não ligasse, agora entendo o porquê ela não fala muito sobre, é realmente um assunto delicado

 

Terminamos de comer e pedi a conta quem veio nos atender dessa vez foi a moça que costumava me atender

 

Moça – oi tudo bem?

Nanami –  tudo bem sim

Moça – caramba você gosta mesmo desse sanduiche né? toda vez você pede ele

 

S\n ri de novo com o comentário da moça, pelo menos ela estava se divertindo

 

A moça olha para S\n e depois para mim

 

Moça – é a sua filha

 

Pov S\n

 

Me surpreendo com a pergunta, olho para nanami e ele parecia na mesma situação

 

S\n – eh... bem...- eu ia responder mas fui interrompida

Nanami – sim. – olha pra mim - é minha filha.

 

Fico mais surpresa ainda com a sua resposta, pagamos e por fim nos retiramos o local nos

 

S\n – porque você mentiu pra ela?

Nanami – não menti

S\n – mas... eu não sou...

 

Ele para e coloca a mão na minha cabeça fazendo cafuné no meu cabelos

 

Nanami – eu não menti – falou firme enquanto me olhava nos olhos

 

Fico sem reação, olho para ele e ele não transmitia sentimento nenhum e pena, detestaria se fosse o caso mas eu podia sentir apenas sinceridade nas suas ações, eu fiquei feliz

 

Nanami – ainda está cedo, quer dar uma volta no evento antes e irmos – fala tirano a mão da minha cabeça a colocado ao lado do corpo enquanto

S\n – ahn, se não for incomodar...- falo desviando o olhar, não gostava de pedir as coisas, achava que tava incomodando sei lá

 

Nanami – então vamos

 

Começou a andar simplesmente e eu o segui, eu estava muito feliz, sempre quis saber como era um evento desses mas ficava com vergonha de vim sozinha

 

Ficamos andando pelas ruas o evento, nanami ficava perguntando se eu queria participar de algum jogo das barracas ou algo o tipo, eu disse que não, ficava feliz só por poder ver as coisas e pela companhia do loiro.

 

No final as contas paramos para tirar apenas uma foto para recordação, os assistentes que estavam lá para auxiliar na foto acabaram forçando o loiro a colocar uma tiara e coelho, afirmado que ele estava muito emburrado pra tirar a foto, apenas ri da situação, nanami sempre fora sério, ele era assim mas isso não significava que estava com raiva em, era o jeito dele.

 

Na tentativa de eixar o loiro menos constrangido, pedi para o moço uma tiara e coelho também, no final das contas a foto saiu muito engraçada

 

Nanami – não pense contar isso para o Satoru

S\n – relaxa, não vou contar- olha para a fotografia – mas a sua cara ficou muito engraçada – falo rindo

Nanami – hum...

 

Guardo a foto no bolso do moletom que eu peguei emprestado do N\amigo antes dele viajar, a gente não ligava em dividir esse tipo e coisa e ele não se importava se a roupa era da sessão masculina ou masculina, amigo sem masculinidade frágil é outro nível

 

De repente ouvimos uma voz familiar procuramos e onde vinha e alguns metros a nossa frente pude ver o albino acenando euforicamente para nos, ele estava com o ijichi-san que pelo que pude ver no vidro do carro, ele estava com vergonha da atitude do albino, assim loiro

 

Fomos até ele porque não adiantaria fingir que ele não estava falando com a gente, ele ia ativar o modo stalker certeza

 

Entramos no carro junto com eles, fiquei no banco da frente conversando com Ijichi-san, já no banco e trás estavam o Gojo e o Nanami,  ele ficava a todo custo tentar irritar o nanami, o loiro  já possuía uma veia na testa, estava apenas esperando nanami perder a paciência e começar a bater no albino, apenas ri a situação junto com ijichi-san

 

Voltamos para a academia jujutsu, chegando lá eu recebi uma ligação de N\amigo, ele avisou que ligaria quando chegasse, atendi enquanto nanami ainda tentava despistar o Albino, me despedi eles e fui para o quarto ainda no celular conversando com N\amigo

 

S\n – chegou faz pouco tempo? – fecho a porta e me deito na cama

N\amigo – faz um tempinho, já estou na casa dos meus pais – da uma pausa e pude ouvir duas vozes mandando um beijo pra mim – eles te mandaram um beijo, acho que eu pra ouvir né – rimos da situação

N\amigo – mas enfim, como estão as coisas por ai, fez alguma coisa divertida ?

 

Pego a foto que estava no meu bolso a analisando dou um sorriso lembrando das coisas que fizemos essa manhã

 

S\n – eu sai com o nanami sensei, foi bem legal

 

Contei pra ele tudo que aconteceu menos sobre a tiara de coelho, resolvi emitir essa parte, depois que terminamos de conversar, peguei meu álbum de fotos , eu tinha outras fotos com ele e o N\amigo, tem uma que tiramos após o Gojo colocar chantili na cabeça o nanami enquanto ele dormia

 

Mas essa era especial pra mim, era a recordação do meu primeiro dia dos pais, escrevi na página exatamente isso, “ primeiro dia dos Pais” e enfeitei a página com alguns adesivos e fitas coloridas.

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Quebra do tempo

(dia 21 e agosto, sábado)

 

Pov S\n

 

Estava num trem a caminho de Tóquio, poucos dias depois que N\amigo voltou fui para minha cidade natal pra matar a saudade da minha mãe e aproveitar pra passar um tempo com ela.

 

Passei três dias com ela, e a parte da manhã, estava voltando no dia o meu aniversário, eu iria chegar em Tóquio por volta das 15:30 , por ae

 

Ijichi e os outros deixaram bem claro que eu não poderia falar sobre a escola de jujutsu pra ninguém, mesmo essa pessoa sendo minha mãe

 

Porém ela era minha melhor amiga, como toda mãe ela se irritava e algumas vezes passava os limites com as palavras sem levar em consideração que aquelas palavras podiam machucar mas eu sabia que era preocupação, ninguém queria meu bem mais que a minha mãe

 

Não contei pra ela os detalhes, falei pra ela não poderia contar

 

Flashback on

 

Mãe – você achou outras pessoas iguais a você né? além do N\amigo

 

Concordei com a cabeça ela me olhou por alguns segundos, respirou fundo e colocou as mãos no meu rosto

Mãe – eu conheço a minha filha e sei que você nunca mentiria pra mim, sei que é incapaz também e se envolver com algo fora da lei ou algo o tipo, então apenas me prometa...que vai tomar cuidado okay...?- fala com lagrimas nos olhos me abraçando forte logo em seguida

S\n – eu prometo – retribuo o abraço

 

Pov S\n

 

Minha mãe e eu sempre passamos por momentos difíceis, meu pai é mais velho que ela, quando eu nasci ele era veterano e ela tinha acabado e entrar na faculdade, pra cuidar de mim ela teve que deixar a faculdade

 

Ser medica e ajudar os outros, era o maior sonho dela, depois que eu descobri a escola em Tóquio não pensei duas vezes, seria melhor eu me virar sozinha, queria ver ela realizando o sonho dela mas se eu estivesse perto ela sempre iria me priorizar

 

Embora eu não consiga ver ela presencialmente com frequência sei que ela se preocupa muito, sempre conversamos por celular, fizemos uma promessa e nos esforçamos para sairmos daquela situação e assim estamos fazendo, ela com a faculdade e eu aqui com o jujutsu

 

Ela não vai poder vir na minha formatura por falta de dinheiro mas eu não me importo, durante too o fundamental ela sempre fez o esforço de ir nas minhas reuniões da escola, eventos do dia das mães e até nas minhas apresentações, no momento eu sabia que não dava mas e não tinha porque cobrar isso dela, não tem problema ela deixar de vir em uma

 

 

Cheguei em Tóquio por volta das 15 horas, liguei para N\amigo pra avisar que tinha chegado, ele me disse que estava na academia de jujutsu então direto pra lá ao invés de ir fui para a escola normal

 

Como eu não passei muito tempo não levei muita coisa, levei apenas uma mochila, peguei um ônibus, não demorou muito, afinal era sábado o movimento era reduzido, estava num clima agradável coloquei meus fones e sentei no final do ônibus

 

Demorou uns 30 min até eu chegar, caminharei sem pressa para o prédio que ficava os quartos, fui abrir a porta e fui surpreendida por um barulho

 

SURPRESAAAAAAA!!

 

O barulho que eu tinha ouvido era de um cartucho de confete, depois que eu me recuperei do susto olhei em volta, estavam Gojo, N\amigo estavam na frente com cartuchos de confete

 

 

N\amigo – feliz aniversário S\n, nós somos oficialmente maiores de idade – fala me dando um abraço de lado- agora eu não vou ser preso sozinho  – olha para o horizonte, certeza que tava várias ideias na mente dele

 

Nanami – esse pensamento é preocupante

Gojo – deixa de ser chato, anda, dá um sorrisinho vai – fala colocando a mão na bochecha do loiro obrigando ele a sorrir

Nanami – eu vou te bater – olha para gojo

Gojo – oxie

 

N\amigo e eu apenas ficamos rindo da situação eles eram muito engraçados

 

Gojo – hora do bolo !!

 

Eu queria comer logo o bolo, ficava com vergonha na hora do parabéns, mas Gojo e N\amigo exigiram que cantássemos parabéns antes de comer o bolo, porque eles queriam tirar fotos. O Gojo quis “arrumar” a cara de Nanami, ele colocou um chapéu de aniversário no loiro a força, eu apenas me divertia com a situação

 

Comemos o bolo e conversamos um pouco sobre como foi a viagem, e outros assuntos aleatórios que surgiram naturalmente, o papo estava tão legal que quando fomos ver eram 17 hs da tarde. Depois que terminamos de limpamos tudo e fomos embora, cada um para o seu quarto

 

Quando cheguei no meu quarto, deixei minha mochila na cama retirando tudo que tinha dentro e organizando no meu guarda-roupa, quando terminei de organizar as coisas, fui direto para o banheiro lavei meu cabelo e tomei um banho demorado.

 

Sai do banheiro enrolada na toalha e fui para o guarda-roupa, queria uma roupa uma roupa bem confortável, continuei até que achei a camisa e bermuda que gojo tinha me dado pra voltar pra casa quando nos conhecemos

 

Peguei o conjunto depois que vestir percebi o quão grande era a roupa, não parecia tão grande da ultima vez que eu usei, olhei no espelho, a camisa era tão grande que caia do meu ombro, deixando a pele do meu pescoço exposto, pequei a toalha enxugando meus cabelos, não demorou já que era bem curtinho

 

Quando estava prestes a dormir ouvi batidas na porta, estranhei por que N\amigo falou que iria dormir cedo e Nanami-sensei não estava na instituição, ele tinha ido dormir na sua casa hoje, mesmo assim fui até a porta, quando a abri dei de cara com um Gojo distraido

 

Gojo – ah oi – olha para mim ao perceber que abri a porta -  foi mal te acordei?

S\n – não, tudo bem

 

Gojo fica olhando fixamente para mim, me olhava de cima a baixo, fiquei constrangida com o jeito que ele me olhava, ele parecia estar me analisando

 

S\n – o que foi?

 

Ele pareceu acordar, estava perdido em pensamentos

 

Gojo – nada, só não lembrava o quão grande essa roupa ficava em você mas não é pra menos, eu sou bem mais alto que você

S\n – des-desculpa, eu não sabia que era sua e esqueci de devolver–  falei nervosa

Gojo – não precisa, pode ficar, fica melhor em você de qualquer forma

Desvio o olhar do homem alto a minha frente, ele estava com as vendas o que me deixava mais confusa ainda, queria saber o que se passava na mente do albino...

 

Gojo- de qualquer forma, eu vim te trazer o seu presente!

s\n – presente?

Gojo – sim! - me entrega um saquinho com uma fita

 

Afrouxo a fita e tirar de dentro daquele pequeno embrulho um cordão, a pedra dele tinha uma cor linda, era um verde bem diferente e chamativo.

 

Gojo – eu achei que ia combinar com a cor do seu cabelo, é bem simples mas espero que goste –

S\n – eu adorei, obrigada Gojo-sensei!- falo dando um sorriso

 

Mas uma vez ele me encarava em silencio o que me deixa mais curiosa ainda pra saber o que se passava naquela cabeça…do nada ele dá mais um daqueles sorrisos charmosos

 

Gojo – que bom que gostou, bom, vou deixar você dormir - fala com um tom brincalhão -  boa noite S\n

 

Sua última frase saiu um pouco mais rouca...

 

S\n – Boa noite!

 

Ele começou a caminha e quando saui da frente do meu quarto, eu fecho a porta. Eu sentia todo meu corpo quente principalmente minhas bochechas, estava com a respiração acelerada assim como meu coração, que não sei como não explodiu de tanta emoção

 

Eu gosto muito do Gojo, tipo, muito mesmo mas porque eu não consigo ter uma conversa normal com ele, aaahhhh e eu ainda estava usando a roupa dele todo esse tempo, que vergonha....

Deito na minha cama e os flaches da minha conversa como albino de minutos atrás voltam a minha mente, e pensando mais uma no feiticeiro de cabelo branco pego no sono

.

.

.

Continua...


Notas Finais


perdoem qualquer erro tá gente


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