História Tudo que sempre quis - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Comedia Romantica, Los Angeles, Romance, Universidade, Vizinhos
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Palavras 787
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - A nova vizinha


Fanfic / Fanfiction Tudo que sempre quis - Capítulo 2 - A nova vizinha

(Joshua)

Eu não estava mesmo de bom humor. Não que eu seja um cara cheio de graça, mas eu estava realmente mau humorado essa noite. 

Tudo estava dando errado, minha banda ia tocar em um bar essa noite mas os idiotas dos membros dela tinham bebido todas em uma festa e iam me deixar na mão. Sobrou para mim, o único sóbrio, ir até o bar e explicar para o gerente que não íamos tocar naquela noite e pedir desculpas. Eu realmente odiava pedir desculpas. Aquela tinha sido a gota d'água, eu iria sair da banda. 

Eu tocava guitarra e cantava, preferia só tocar, mas às vezes precisava cantar também. Estava naquela banda à dois anos e nunca tínhamos dado muito certo, nem nome tínhamos conseguido dar a banda sem que isso se tornasse uma discussão enorme. Admito que tenho uma personalidade difícil, mas tenho talento! Isso deveria bastar. Aqueles idiotas ficavam enchendo a cara a qualquer oportunidade e viviam me deixando na mão para resolver com os contratantes. Nunca gostei de beber até ficar de porre, trauma antigo que não vale a explicação. Então, por incrível que pareça, eu era o mais responsável da banda.

Decidi naquele dia que eu iria formar uma nova banda. Não podia ser tão difícil assim, sempre tem alguém que quer entrar em uma banda, ainda mais em uma que tenha um guitarrista tão bom quanto eu. Então não seria difícil, eu já deveria ter feito isso a muito tempo.

Saí do meu apartamento para ir até o bar aonde tocaríamos essa noite, bati forte demais a porta antes de sair, vi que o elevador estava prestes a fechar, corri e segurei ele antes que fechasse. Já havia uma mulher lá dentro. Não me lembrava de já ter visto ela no prédio antes, não que eu prestasse muita atenção. Eu só iria descer quatro andares, nunca havia visto a mulher antes e não estava afim de conversas de elevador. Entrei sem olhar para ela, desincentivando qualquer tipo de conversa que pudesse surgir, mas como hoje realmente não era o meu dia,  a mulher que eu NUNCA VI NA VIDA, começou a puxar assunto comigo, tentei a ignorar, ninguém fala sozinha então ela pararia na primeira pergunta que eu não respondesse. Mas ela não parou. Ela deveria ser a nova dona do apartamento em frente o meu, ele estava mesmo a venda. Continuei a ignora-la mas ela não parava de fazer perguntas e me dar respostas para perguntas que eu não havia feito, sério, quem faz isso? Eu estava no meu limite, quando estávamos quase chegando ao térreo eu explodi. Me virei para a doida que falava sozinha e pela primeira vez a olhei de verdade, ela era muito bonita na verdade, tinha uns olhos enormes que estavam muito assustados agora e uma pele bronzeada linda. Mas nem isso me acalmou, eu estava no ápice do meu mau humor, joguei toda minha falta educação em cima dela e ainda sai sem nem olhar para trás. Não dei nem tempo para ela responder, eu finalmente havia conseguido que ela calasse a boa. Quando eu estava quase na saída do prédio me virei para trás e vi que ela ainda permanecia dentro do elevador com cara de espanto, será que ela nunca tinha sido xingada por ser irritante? Por que era extremamente irritante, não era possível eu ser a única pessoa no mundo a achar isso. Joguei minha última cartada de grosseria e sai esperando que aquilo bastasse para que eu não precisasse mais falar com aquela mulher irritante de novo.

[Joguei minha última cartada de grosseria e sai esperando que aquilo bastasse para que eu não precisasse mais falar com aquela mulher irritante de novo]

Ao chegar no bar expliquei ao gerente, que não ficou muito feliz com a notícia, que não tocarianos no bar aquela noite. Ele falou que nunca mais deixaria que tocássemos no bar dele e blá blá blá, com se eu quisesse voltar naquele chiqueiro outra vez.

Não estava com humor para festas e eu não era uma pessoa muito sociável, então não tinha muitos amigos na cidade. Nenhum amigo para ser mais exato. Resolvi voltar direto para o apartamento, passei em frente o meu restaurante favorito que ficava na esquina do prédio do meu apartamento e lembrei que não tinha nada de comida em casa, resolvi parar ali para jantar. Pedi o de sempre ao garçom e me sentei sozinho em uma das mesas. Estava viajando pensando em uma nova música que eu precisava escrever e em como eu faria para conseguir grana extra, quando uma mão cutucou meu ombro, o que era agora? Fechei a cara e me virei para ver quem era.

 —Tá de brincadeira né?! 


Notas Finais


Nosso Joshua é um babaquinha né?! hahaha mas ele melhora, podem esperar!

Era isso, até o próximo capítulo e deixem seus comentários e sugestões! :*


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