História Tudo sempre pode mudar - Capítulo 49


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Felicity Smoak, Helena Bertinelli, Moira Queen, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Sara Lance (Canário Branco)
Tags Arrow, Flash, Olicity
Visualizações 113
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem nem domorou tanto pra voltar 😬😬😬
Vamos descobrir o grande segredo de Laurel Embuste??
Espero vcs lá nos comentários pra dizer o que acharam do segredo!!😜😜

Boa leitura 😘

Capítulo 49 - Revelações - Parte 2


POV Oliver

Já estava a um bom tempo apenas olhando Felicity dormir tranquilamente em meus braços, analisando como sou um cara de sorte por tem uma futura esposa tão linda, nem sei se mereço tudo isso, mas sei que agradeço. Passo delicadamente meus dedos por seu rosto sereno e um lindo sorriso aparece em seus lábios.

- Ainda com a mania de me observar Queen? - Pergunta divertida.

- Sempre! - respondo com uma piscadinha.

- Você está muito quieto desde que Helena saiu daqui....no que tanto pensa?- se sentou na cama me olhando atentamente, ainda sem sair do meu abraço.

- Não consigo parar de pensar em tudo o que ela disse.- falo com uma careta.

- Laurel?- pergunta.

- Também...- sou sincero

Por mais que já tenha se passado alguns dias desde que Helena nos contou tudo, e tanto minha mãe como minha irmã e nossos amigos já terem vindo ver como Fel estava, não consigo acalmar meus pensamentos. Tudo o que Helena disse sobre ela, e principalmente sobre Laurel, fica dando voltas em minha mente.

* FLASHBACK ON *

- Laurel. - fala e eu assinto.

Helena suspira e volta a se sentar, passa a mão nos cabelos e toma uma profunda respiração antes de finalmente falar o que pode ter deixado Laurel tão perturbada no café.

- Bom... não me orgulho nem um pouco disso Oliver...mas você sabe que eu tinha um tipo estranho de obsessão por você.- eu assinto esperando ela continuar a falar. - Então...do mesmo modo que eu investiguei tudo o que podia sobre Felicity, quando a ameacei, também fiz com Laurel. Quando soube que vocês estavam tendo um rolo, por assim dizer..- Felicity fez uma careta de desagrado nessa hora, mas deixei passar. - Bom..eu fiquei furiosa. Como podia? você tinha me desprezado e logo depois estava na cama dela? Não....eu não achava certo.- 

- Então você mandou investigar ela pra descobrir um jeito de a tirar do caminho, como fez comigo. - Conclui Felicity e Helena confirma com a cabeça.

- Depois de alguns dias de investigação, um dos detetives particulares que eu contratei me procurou dizendo que Laurel era uma farsa...ela nem sequer existia de verdade.- 

- Como assim Helena? - A interrompi com uma sobrancelha arqueada em confusão.

- Não Oliver...Laurel não existe. Ela é apenas uma identidade inventada por Anna Palmer. - responde com uma tranquilidade de assustar.

- Espera! Você disse Palmer? Tipo Ray Palmer?- agora quem pergunta é Felicity. E parece bem confusa também.

- Sim. Ray é primo de Laurel. - Ok. Agora eu estava realmente muito confuso com essa história. - Quando Laurel...quer dizer Anna...tinha onze anos descobriu que havia sido adotada pelos pais. Ela nunca se deu bem com eles de verdade, desde de muito criança sempre entrava em conflito com eles e dizia que eles não a amavam. E quando ela descobriu que era adotada achou que era por isso. Ela tinha sido abandonada pela verdadeira família e que a acolheu fazia por obrigação e não por amor. E então as coisas saíram do controle.- Helena se levanta e começa a andar pelo quarto.- Ela foi questionar os pais adotivos sobre sua família verdadeira e não gostou da resposta que recebeu. Matou ambos os pais adotivos com uma faca de churrasco que o pai tinha e sumiu. Não tinha pra onde ir. A única família que tinha sobrado era o primo de segundo grau.-

- Ray.- sussura Felicity.

- Sim. Ele a abrigou em sua casa em Cental City por alguns dias, mas era perigoso. A essa altura a polícia já tinha descoberto o crime e que era Anna a culpada. Então Ray a mandou pra Starling, providenciou uma identidade nova, uma vida nova, foi assim que ela veio parar na sua vida Oliver.-

- Nunca gostei muito daquele cara. Sabia que tinha algo errado com ele, só não imaginei que fosse algo tão sério.- falo depois de um tempo em silêncio.

- Eu estava pronta pra entregar Laurel quando meu pai decidiu me internar. E depois que sai....bom...se eu podia ter uma nova chance, porque ela também não poderia? Mas depois do que eu vi no café, sei que ela não merece. Ela continua sendo a mesma criança mimada e mesquinha que assassinou os pais e fugiu. Por isso estou contando a verdade pra vocês. Vou entregar tudo o que tenho dela pra polícia.- Helena diz decidida.

* FLASHBACK OFF *

- Também não consigo acreditar em tudo isso. É muito surreal.- Felicity me tira dos meus pensamentos.

- Muito.- concordo. - Mas agora eu não quero pensar nisso amor...quero aproveitar que você e nossa pequena estão bem...quero cuidar da nossa família. É só isso que me importa agora.- faço um carinho em seu rosto e dou um beijo demorado em sua barriga que começa a criar um pequeno volume.

- Oliie? - me chama depois de uns segundos em silêncio.

- Sim.-

- Estava pensando....sei que Helena fez muita, mas muita coisa errada mesmo, mas ela me pareceu tão sincera quando pediu perdão, que acho que me sinto meio mal por ela não ter ninguém.- 

- Como assim Fel?- não estou entendendo onde ela quer chegar.

- Acho que você não vai concordar muito comigo...mas...- suspira - Queria ser amiga dela. - Hein?

- Espera amor..acho que não entendi direito... Você quer ser amiga da Helena?- pergunto confuso.

- Sim. Sei que ela me prejudicou...nos prejudicou...mas na verdade acho que tudo o que ela queria...na verdade o que ela precisava era ser amada e cuidada por alguém. Me sinto mal sabendo que sou tão feliz, que tenho seu amor, nossa filha, nossos amigos, enquanto ela não tem ninguém além do Adrian. O pai nunca ligou ou cuidou realmente dela, perdeu a mãe cedo assim como eu, seu como é difícil.-

Já disse que amo essa mulher? Mesmo depois de tudo o que Helena fez pra ela, depois de todo sofrimento, raiva e medo que sentiu por culpa dela, o coração puro e lindo da minha noiva ainda consegue arrumar um espaço pra se preocupar com Helena. Por isso a amo tanto. Ela tem uma pureza, uma luz, que contagia e que não deixa nada de ruim apagar.

Meus lábios se curvam em um sorriso orgulhoso. Não posso negar isso pra ela, mesmo que ainda não confie totalmente em Helena, confio em Felicity, no julgamento dela. Por isso concordo.

- Tudo bem meu amor....ainda tenho um pouco de receio de ter Helena por perto, mais podemos nos aproximar dela.- o sorriso que ganho em reposta é tão largo, tão brilhante que é impossível não retribuir. Então a puxo pra um beijo calmo e cheio de amor, que é interrompido por um arranhar de garganta.

- Desculpa atrapalhar o momento do casal....mas vim assim que pude, estava em uma viagem.- a doutora sorri em nossa direção. - Quero fazer alguns exames em você Felicity. Só pra ter certeza que está tudo bem com você e o bebê. Depois disso o médico que te atendeu vai dar sua alta. -

- Carry!- minha noiva exclamou contente quando viu sua obstetra.

- Oliver. - me comprimenta e eu aceno a cabeça. - Então Felicity vamos ver como está esse bebezinho? E se dermos sorte já conseguimos ver o sexo.- fala empolgada.

Somos então encaminhados pra uma sala de exames. Já faz quase uma semana que Fel está aqui e não vemos a hora de ir pra casa, mas o médico achou melhor esperar que a doutora Carry pudesse vir examina- lá antes de liberar sua alta. Afinal ela que está a par da gestação.

Assim que entramos Fel vai pra maca e Carry se prepara pra começar o exame. Não vou negar que estou ansioso pra ouvir o coraçãozinho do nosso bebê outra vez, e principalmente com a possibilidade de descobrir o sexo. Depois de alguns minutos e tanto eu quanto Fel termos chorado ao ouviu o forte coração do nosso pacotinho, e de constatarmos que está tudo bem, doutora Carry para em um determinado ponto a tela e aponta com o dedo.

- Estão vendo essa manchinha aqui? - pergunta e nós assentimos.

- O que é isso Carry? - Felicity sempre curiosa.

- Isso Fel...mostra que vocês vão ter uma linda princesinha.- 

- É uma menina. - sussura incrédula. - Oliver é uma menina! - agora sim estamos os dois se debulhando em lágrimas. 

- Eu disse meu amor....eu disse que era nossa princesinha. - falo enquanto dou um beijo em seus cabelos.

Nem consigo acreditar. Minha intuição de pai estava certa o tempo todo. Vou ser pai de uma linda princesa, que com toda certeza vai ser uma mini cópia da mãe dela. Não podia estar mais feliz. Tudo o que eu tanto sonhei, estava se realizando. Só espero de depois de todas as revelações e surpresas desses últimos dias, nada mais aconteça.

 


Notas Finais


O que foi isso minha gente?!! Laurel não é Laurel!! 😱😱😱
O que vcs acham que vai acontecer com ela? E o Ray?🤔🤔
Ahhh e o nosso bebê olicity que é uma linda princesinha!!😍😍😍

Estava doida pra contar logo pra vcs que era mesmo uma menina, por isso aproveitei o momento revelações pra dizer😅😅...e que aliás já tem nome...mais vamos descobrir mais pra frente 🤐🤐

Prometo não demorar tanto pra voltar ok?!
Amo vcs ❤️❤️


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