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História .Tuqburni. - Capítulo 7


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Notas do Autor


A pista já 'tava com muita saudade de mim
Ó quem voltou
Pra sacanagem. . .
Ei ei, tudo bom? Bem, eu perdi toda a minha frente de caps, por isso que esse demorou mais para sair, relaxem, já tenho toda a ideia do cap 8 e 9, então espero que não demore tanto assim para sair.

Cap especial comemorando os 50 favoritos, ebaaaaaaaaaa, mano eu estou muito feliz cara (vou ser realista, eu escrevi esse cap, pois não estava conseguindo escrever nada na visão da Evie e acho que ele ficou bom), bem as ultimas semanas foram um c* para mim (resumo da opera: fiquei doente e meu emocional foi para o saco), bem desculpa pelo cap muito louco e se tiverem alguma duvida é só perguntar, mas acho que ela vai ser esclarecida nos próximos caps.
Então, beijos e boa leitura!!!
🌈-Musica recomendada: We Can't Stop - versão Boyce Avenue.
💕💕

Capítulo 7 - ::;7 Cap;::


Boas notícias, era isso que Auradon precisava urgentemente. . . As últimas semanas foram desagradavelmente difíceis e maçantes, quase chegara a desejar que eu dormisse por um longo período de tempo e só acorda-se quando isso tudo tivesse passado ou acordar sendo mais velho e mais sábio para conseguir tomar melhores decisões com mais rapidez e mais facilidade, os conselheiros exigiam que eu tomasse logo uma atitude e escolhesse imediatamente qual seria a melhor forma de se agir nesse momento tão terrível e delicado, mas bem, eu não sabia o que fazer. . . Mesmo tendo recebido o devido treinamento para lidar com esses problemas, não sabia o que fazer, qual era a melhor decisão a ser tomada, todas as opções que os conselheiros haviam me dado pareciam irregularmente injustas, um lado sairia perdendo mais do que o outro e era obvio qual seria esse lado.

Fiquei extremamente surpreso quando Maly veio ao meu encontro depois de uma conflitante e pesada reunião com o conselho dizendo que no final das contas eles estavam certos, que o melhor agora seria encerrar temporariamente o projeto V’K e parar com o trajeto de todos os navios incluindo os cargueiros que levavam a comida de Auradon para a ilha, até sabermos quem havia nós atacado, o porquê e qual era o seu objetivo final, pois eu sinceramente duvidava de que os ataques haviam sido feitos só com o intuito de abalar Auradon e causar pânico nas pessoas, se realmente fosse só isso ele ou ela teria parado nos dois primeiros ataques. 

Uma ainda está por aí Ben, pode ter sido ela a responsável pelos ataques, não podemos arriscar que o mesmo que aconteceu em Jade aconteça em todo o reino, essa é a melhor maneira de proteger nossos súditos e restaurar a paz em Auradon, mesmo minha amada noiva disfarçando bem, eu sabia que as palavras que saiam de sua boca a machucavam mais do que a mim, Maly era forte como um touro e dura como aço, acho que talvez foi esse o motivo de eu ter pedido ela em casamento. . .

Debrucei-me mais sobre a grande mesa de madeira e de vagar comecei a fechar os meus olhos tendo esperança de que isso faria com que minha cabeça parasse de latejar, eu já havia tentado varias vezes pegar no sono nesses últimos tempos, mas ele nunca vinha, tudo que conseguia eram tortuosos lampejos do mesmo, chás, leite com biscoito, sucos e até mesmo remédios não funcionavam, acho que meu corpo queria se manter acordado, caso acontecesse outro ataque caso alguém precisasse de mim. Quando Jade foi atacada eu estava dormindo tranquilamente nos braços da minha noiva, nos braços de Mal sem ter noção do que estava acontecendo em meu próprio reino e isso me assombrava, a cidade havia sido completamente destruída e cindo dias depois o Vigilante sumiu sem deixar nenhum rastro como os habitantes da pequena cidadezinha ilhada.

Então no final de cada dia cansativo eu parava aqui, no meu escritório bagunçado com os meus livros, mapas e cadernos como companhia até o amanhecer do outro dia, pequenas bolsas haviam começado a se formar em baixo dos meus olhos e minha barba crescia rapidamente, lembrei-me vagamente que minha querida bluish girl. . . Que Evie havia me jurado de morte caso eu não fizesse logo a minha barba e isso me arrancou belas risadas, era impressionante como ela conseguia me fazer sorrir com tanta facilidade mesmo me momentos tão delicados e difíceis.

Não é como se eu não tivesse tempo para fazer a barba só prefiro fazer outras coisas mais importantes Evie querida, nesse momento ela quase me prendeu na cadeira para ela mesma fazer a minha barba usando o discurso de que era para um bem maior, uma risada baixa e até um pouco estranha saiu de dentro de mim ao me relembrar da cômica cena, peguei um dos meus cadernos azuis e o abri aonde uma fita vermelha marcava onde eu havia parado na escrita, quando fui colocar ela para o lado a mesma arrebentou em minhas mãos, guardei a singela fita no meu bolso voltando toda a minha atenção para o caderno em minha frente até sentir a familiar e gostosa agitação em minhas veias.

Evitei olhar para a porta enquanto esperava ansiosamente as suas três batidas habituais e fiquei um pouco confuso quando elas não aconteceram, não contive o pequeno sorriso que se formou assim que vi um borrão azul e vermelho invadir o meu escritório, Evie andava de um lado para o outro com as mãos nos ouvidos balbuciando alguma coisa, parecia um pouco confusa e desolada.

- Se continuar assim vai acabar fazendo um buraco no chão. . . – disse num tom brincalhão esperando entusiasmadamente a sua resposta, mas ela não veio, tirei meus olhos cansados do caderno em minha frente e voltei toda a minha atenção para Evie, ela parecia meio confusa e extasiada – Evie? –mordi meu lábio inferior e logo depois franzi minhas sobrancelhas quando não obtive resposta alguma, me levantei de sobressalto e chamei novamente o seu nome, mas nada, ela continuou quieta andando de um lado para o outro que nem uma barata tonta – Evie?

De modo súbito ela parou de lado olhando para o chão de cabeça baixa, seu corpo magro cheio de curvas brilhava a luz do luar, não conseguia ver seu belo rosto graças aos seus cabelos que formavam um tipo de cortina o escondendo de mim, suas mãos que outrora estavam em seus ouvidos abafando qualquer som que vinhesse ao seu encontro agora estavam quase coladas ao lado de seu corpo tremulo, andei apressadamente até Evie totalmente desesperado.

- Ben? – sua voz saiu tão transtornada e vazia que meu coração se apertou e meu corpo se arrepiou.

- Evie querida? – coloquei seus cabelos embaraçados para trás e repousei minhas mãos em seus ombros desnudos a puxando para mim, ela continuou de cabeça baixa, mas me abraçou de volta tateando os seus dedos em minhas costas e logo depois enfiando suas curtas unhas nelas, como se a qualquer momento eu fosse sumir, deixar ela ali, no escuro – amor eu estou aqui, calma, eu estou com você. . .

 

Ela retirou sua cabeça de meu ombro e finalmente olhou para mim, e aqueles olhos de rubi que outrora eram castanhos estavam vidrados exalando extremo poder fez com que meus olhos automaticamente se arregalassem, respirei fundo sentindo o seu cheiro para ter certeza do que aqueles olhos emanavam, pura magia, e quando Evie começou a se debater em meus braços e gritar para as vozes de vidro pararem de falar, e a única coisa que eu pude fazer foi continuar a segurando enquanto ela gritava e chorava e seguidamente desmaiava de novo, de novo, de novo e de novo. . .



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