História Turbulências - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi



Boa Leitura

Capítulo 7 - Papai manda, mamãe obdece!


Point Of View Mia


acordar vomitando água não é muito preferencial de meu gosto, é provável até que seja louco, maluco, insano, entre outras estranhezas que pessoas com psicológico extremo faria, no meu caso foi por burrice já que de ser uma mestre no nado sincronizado foi um desastre, nadar foi um trauma por uma pequena burrice que tive—medo. Medo de água, medo de morrer,    medo de morrer dentro dágua,  por isso é mais uma centenas de outros motivos.

Agora ser salva pelo duble de zac efron em conjunto com o porte do jared leto, eu não sei como não estou morta de tezão, dever ser que a cada cinco segundo lembro dele puxando meu cabelo é me dando um soco? Talvez.

Isso é tão maluco. Eu não cai aí por livre e inspontanea vontade, por outro lado não seria mau morrer, afinal o que eu faço aqui? O que eu tinha foi embora pra nunca mais voltar, me tiraram do único pedacinho que eu tinha, isso é fraqueza, lógico,  mas eu sou fraca! Isso já dá pra perceber, agora pra realmente perceber ele é cruel, por que? Por que ele me salvou agora vem a pergunta Por que ele me salvou?

Após termos voltado para o carro ele vai em direção a blusa, muito cansado eu diria, porém uma coisa me chama a atenção, e não minhas caras amigas não é seu porte atlético que faz as meninas babarem e tals, e sim suas costas largas, haviam marcas,  especificamente, cicatrizes embaralhas em toda a extensão de suas costas, como se fossem marcas de chicotadas em junção de alguma lâmina diferenciada.

Não consigo decifrar o que isso significa, só sei que as cicatrizes são grande e horrendas de se verem, em junção de tudo isso em pouco tempo em que tento levar minha visão para focar em algo específico havia um nome escrito com letras tremidas e mal feitas, não dava pra analisar bem pois ele logo ao pegar sua blusa jogada a alguns metros do carro, entra no mesmo.

Vou junto entrando no carro. Após ele dar partida fomos  em direção de volta para o hotel. Ao longo do percuso de volta ao lugar, me pego relembrando a imagem de suas costas com em dimensão escrita—Killer. 

Estava cravado em sua pele, com as letras sofridas e agonizantes,  como se ele tivesse sido amarrado e forçado a sentir a dor e o peso em que o significado dessa palavra carrega em si,  sem nenhum pingo de piedade. só daí percebesse: ele não é confiável. 

Descansando minhas costas no banco do carro em junção de minha cabeça virada pra janela do mesmo, reparo o qual belo era a paisagem de paris, perfeita! Aqui não parece ser um lugar ruim—como toda imaginação—de se viver ou passear. Porém mesmo com essa beleza, não sai de minha cabeça suas costas com marcas sofridas, e fazer uma pergunta—mesmo que seja uma— já me deixaria menos atordoada da probabilidade só que fora isso em si. Me ajeitando na cadeira olho em seu rosto que olhava para frente percebendo as ruas calmas daquele lugar. 

- Por que matador?—talvez eu tenha toca na ferida dele, sua cara pacífica olhando para as ruas se tornou um olhar escuro e negro vindo a me assusta com seu olhar.

- sem perguntas —pior que você sequestrou uma pessoa cheia de perguntas. Que pena.

- por que?

- Por que eu mandei —fala passando a marcha—e se eu mando você obedece. 

- E se eu não quiser obedece? Vai fazer o que comigo?—Droga! Eu devo ser sadomasoquista pra enfrenta lo. 

Parando o carro no sinal, ele me olha sério porém com algo em seus olhos, que eu não consegui distingui o que deduzia ser.

-Só...—vejo fechar os olhos em uma tentativa de se controlar, controlar de alguma coisa que não consegui decifrar—Cala à boca. 

O sinal fica verde.

Em pouco tempo ele volta seu olhar na estrada, passando a marcha ele vira e logo encontramos o hotel de onde tive a falida esperança de poder sair e voltar pra casa.

Entrando no estacionamento, ele estaciona o carro em uma vaga, logo que saímos ele trava o carro, indo em direto para o elevador ele aperta o botão de subir.

Grrr! Esse silêncio de estacionamento subterrâneo me dá calafrios, olhando para o lado da saída do local em segundo tomo o impacto da lembrança do dia 20; o estacionamento vazio e meus calafrios voltando.

"Com certeza sim"

A frase que se ronda lentamente em minha cabeça como a lua ronda a terra não para nenhum segundo dando cada vez mais rapidez,  parece bem demorado o exemplo de terra e lua, mas afinal qual é a diferença entre o nosso tempo e o tempo da terra? Tudo é vazio e sem nenhum motivo do qual estamos vivos, sem nenhuma diferença. 

-Ei...—ouço uma voz no susto e dedos sendo estalados em frente ao meu rosto —Vamos!

Saio do meu terrível transe,  indo em direto pra o elevador ficando de frente para o espelho na parede, se em outras épocas isso fosse engraçado então estou perdendo a oportunidade de rir. Deus! Estou parecendo uma maluca! meu cabelo está arruinado, minha cara parecendo que saiu de um filme de terror, minhas roupas estão sujas. Pareço que sai do filme Taina! 

- Meu Deus! —murmuro para mim mesma, percebendo que eu tenho que parar de usar rímel. 

Ao ouvir o elevador abrir, pela primeira vez,  agradeço por estar nesse hotel, quase que sorrindo saímos indo para o quarto, sabe acho esse quarto bem legal agora, todo esse conforto, e segurança, acho que eu posso mofar aqui!



(Tempo depois)



Após ter tido um longo e digno banho de banheira, saio do banheiro com um sorriso entre lábios, me sentindo renovada, com os olhos fechados, as mãos nos bolsos do roupão me sento na cama respirando fundo. Como é bom despejar tudo de ruim pelo ralo. Só que nenhum momento de paz dura pra sempre.

Ouvindo passos vindo até mim—já sabendo quem seja—tiro meu sorriso e abro os olho indo o encontrar com os mesmo, na hora em que o achei... Que homem!

Ele estava de roupa social, no entanto muito dos botões de sua camisa não estavam fechado, e com isso revelando um abdomen escutural de tirar o folego, tirando o fato de ter mais cicatrizes o que o faz ficar ainda mais gostoso, meu Deus que homem!

- você vai vestir isso — saindo de meus pensamentos incomuns, o vejo 'deitar' um vestido encima da cama—sapos e maquiagem estão no banheiro.

Vou para perto para ver como seja e percebo, isso não é um vestido normal e sim um vestido vermelho de seda parecendo bem justo que ia até os pés com um decote extremamente grande na coxa direita, subindo o olhar do decote, ele era um desejável tomara que caia dando em vista que iria ficar um decote e tanto em meus seios, se eu vestisse, o que isso não vai acontecer mesmo! Se ele está imaginado que eu vou vestir essa coisa, feito para vadias de alta classe ele vai morrer querendo.

- Eu não vou vestir isso —nem em sonho, nunca vesti isso é nunca vou vestir, essa merda não vai estar em meu corpo — não tem um menos... Puta? 

- Esse vestido é sensual, vai combinar com as suas curvas, todos que estiverem lá não vão conseguir desviar o olhar de você —como se ser o centro das atenções fosse algo e tanto pra mim

-espera aí, lá aonde? — pelo menos saber o que ele está planejando pra mim possa ter um ponto positivo

- uma refinada festa particular do cara que estamos procurando —diz como se eu quisesse fazer parte disso

-nós?  Por que eu tenho que estar nesse meio?

- por que... — tendo em vista que ele acabou de arrumar abotoar a camisa e colocar sua grava ele me olha —você vai entender quando chegar lá

-tá mas eu não vou com esse vestido —falo o segurando com as mãos, isso de se fantasiar de Puta refinada não é nada comparado a mim.

-Eu não pedi, eu mandei —colocando o palito e ajeitando a gola da camisa, diz isso como se eu fosse um tipo de pal mandado.

- mesmo assim eu não vou vestir —estou pouco me fodendo se ele vai se zangar e me dar uma surra, isso eu não visto.

- ou você veste essa droga de vestido —chega próximo a mim e me encara, ficando de frente para mim quase que dando pra sentir sua respiração leve em meu nariz— ou...

- ou vai me bater?—talvez eu não tenha medo de levar uma surra.

- ou eu visto ele em você a força—se isso que sinto for raiva então por que meu pelos estão eriçados? —quer escolher?!

Com o rosto quase que colado ao meu ele me encara firme e forte como se não aguentasse mais minhas imposições, minha raiva começa a esquentar as minhas veias logo que já pego com raiva aquele vestido indo parar no banheiro. Que ódio desse mandão de Merda! Não tem outro vestido tinha que ser esse?

Não seja por que eu não quero o obedecer é que eu não quero ser um cachorrinho na mão desse babaca, eu não vou ficar sendo guiada por um sequestrador que a princípio nem ao menos me conhece. Acho que esse é o trabalho de um sequestrador,  pegar a pessoa independente se ela tem coisas importantes—como família ou material—ou não, só quer outro ser humano na sua palma. Mas eu não tenho escolhas eu tenho que vestir esse pedaço de pano.


(Alguns minutos depois)


Após ter feito maquiagem, ter vestido esse trecho é colocado o salto alto, me olho no espelho do banheiro, se bem que esse vestido não ficou tão ruim assim. Inspirando fundo me viro e agarro a maçaneta da porta logo a abrindo.

Point Of View Lucas


Droga essa garota demora demais, olho no relógio e já estou alguns minutos atrasado, não posso chegar fora da hora afinal o garçom é o primeiro na festa. Se ela não tiver rasgado o vestido esse plano vai sair até que vitorioso, já que a pessoa que está lá, com certeza fará mudar de idéia em certas coisas. Droga mas ela tá demor...

A porta se abre.

Ao a porta se abrir sai de lá ela, não pensei muito bem se esse vestido iria ficar bonito, mas ficou realmente sensual nela. Ao sair ela caminha alguns passos ficando em minha frente, qual reação eu posso ter: a)finalmente você está pronta! Ou B)Vamos foder atéamanhecer. Esta ddifícil mas antes de ficar duro eu tenho que pedir pra ela fazer uma coisa:

- Da uma volta —falo cruzando os braços,  no primeiro instante ela parece exitar mas logo se vira, lentamente se vira dando pra ver a entoação que o contorno de suas curvas eram,  mas espera...—para!

Pedi ao vela de costas para mim, a curva em que esse vestido dava era arriscado, porém não pude deixar passar despercebido seu bumbum,  mas que marca é essa? Vou andando para perto de suas costa como da primeira vez em que ela me viu, fico quase que bem colado nela, sentindo o cheiro ipnotizado que ela trás em si de seu perfume me fazendo fechar os olhos e imaginar besteira.

Em poucos segundos entro minhas mãos rapidamente dentro do decote da coxa e com as mãos em cada barra da calcinha a tiro rapidamente a abaixando até seus pés. 

- por que fez isso? —pergunta incrédula se virando pra mim.

- esse vestido é pra valorizar sua banda e não pra marca lo com uma calcinha —digo me abaixando e retirando sua calcinha de renda preta de seus pés, subindo-me analiso-a de seu decote até seus seios não deixando passar o seu decote do seios, dando pra perceber o bojo do sutiã,  Com certeza ela não sabe usar um vestido, arranco seu sutiã e ela me olha com raiva —e pra ser usado sem essa droga.

Não entendi o porque ela usará um sutiã seus seios são fartos sem necessidade disso.

- Vamos? —digo a olhando percebendo sua cara de ódio pra cima de mim, ela deveria saber que eu não me importo com suas birras isso é óbvio. Vou até a porta e a abro dando sinal para ela passar primeiro, fazendo isso ela desfila até a saída, ela provavelmente não percebe mas me faz ter vontade de fode-lá a qualquer instante e isso tá um pouco impossível de aguentar toda essa pressão sobre uma certa parte que não pensa.


Notas Finais


Desculpa a demora morreu gente aí não tive animo pra viver, não garanto que vou posta com a mesma frequência mas eu ainda tô aqui ;-;

Tchau e até a próxima.


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