História Turma da Mônica: Quando o amor floresce - Capítulo 8


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Categorias Turma da Mônica
Tags Cascao, Magali, Turma Da Mônica
Visualizações 93
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - O convite


Mônica não havia tido coragem de procurar o DC, e nem conversou com Cebola depois da discussão que tiveram... Ela suspirou fundo pensando no que deveria fazer, até que seu celular vibra.

 _Oi Mô, o Cebola me procurou ontem... Você me perdoa por ter pensado mal de você?_ ����
             Do Contra

A garota deu um sorriso tímido, mas antes de responder a mensagem, resolveu procurar o Cebola, ela detestava ficar brigada com ele, por mais que Mônica tivesse desistido do garoto, ela buscava qualquer pretexto para o ver. Tomou seu café da manhã correndo e foi tomar banho. Ela olhava todos aqueles vestidos no armário sem conseguir achar um que realmente gostasse, então resolveu usar o clássico, um vestido vermelho colado, se olhou no espelho e sorriu, ela não viu necessidade de usar maquiagem, pegou uma sapatilha preta e seguiu até a casa do seu amigo.
Cebola estava com sua irmã mais nova em casa, quando ouviu a campanhia tocar, deu pause no jogo e foi atender a porta com uma expressão de contrariedade.
- Oi, atrapalho? - disse Mônica já entrando.
- Mônica, clalo que não. Você nunca atlapalha! - disse Cebola tentando conter sua cara de espanto
Mônica deu um risadinha que fez Cebola corar, e falou:
- Eu só quis vim aqui pessoalmente pra te agradecer, bom... E também me desculpar. Eu fui muito dura com você Cê. - em seguida deu um abraço apertado no amigo, fazendo o coração dos dois disparar
- (Cebola) Não Mônica, você tem razão. Eu só te faço mal, então resolvi me afastar e....
- Mas eu não quero que você se afaste de mim, digo, você é meu amigo... Eu não quero ficar longe de você - disse Mônica interrompendo o amigo.

Mônica não conseguia imaginar sua vida sem Cebola, DC fazia bem para ela, eles tinham um relacionamento tranquilo, mas o Cebola fazia Mônica suspirar, enquanto DC era manso, Cebola era furacão. Ela já havia se conformado em não o ter como namorado, mas ele precisava estar em sua vida de alguma forma
- (Cebola) Eu também não quero, mas Mônica, eu não posso ser só seu amigo. Eu morro de ciúmes ao te ver com o DC, eu não posso estar com você sem te tocar, abraçar ou beijar... Mô, eu te a...
- Não faça isso Cebola, por favor! - interrompeu Mônica aos prantos, e continuou:
- Você sabe quanto tempo eu esperei para ouvir essas palavras? Sabe o quanto eu sofri ao te ver com a tal da Margarida? Sabe quantas noites eu perdi chorando por você? NÃO É JUSTO QUE LOGO AGORA VOCÊ VENHA ME DIZER ISSO, NÃO AGORA QUE ESTOU COM OUTRA PESSOA - Mônica tinha o choro descompassado, até que se descontrolou e falou:
- Eu te esperei a minha vida inteira. - ela retrucou tão baixo essas últimas palavras, que parecia que ela estava repetindo para ela mesma, mas, Cebola foi atingindo por elas em uma intensidade sem medidas. Ela limpou os olhos e foi embora.
Cebola não conseguia conter as lágrimas, até que sua irmã, que ouvia toda conversa chegou, ela apenas o abraçou e falou:
- Eu estou com você, vai dar tudo certo, você e a Mônica nasceram um para o outro. Te amo!
Magali havia acordado cedo, arrumou a casa e decidiu dar um passeio, pegou um livro e foi até um parque meio distante do bairro, ela tentava se concentrar, mas era uma tarefa impossível, pois cada palavra lida parecia transporta-la até o namorado e suas ameaças, seus olhos encheram de lágrimas e ela sentiu uma mão os tapando
- Adivinha quem é? Disse Cascão no ouvido dela
Aquela voz enchia o coração da magrela de alegria, uma voz tão doce e gentil que lhe trazia paz.
- Pelo cheirinho, acho que é o Cascão - ela disse gargalhando
- (Cascão) Ei! Eu tomo banho agora. - afirmou aproximando o pescoço do nariz de Magali, o contato fez o garoto se arrepiar, o deixando vermelho.
- (Magali) Até que não tá tão mal...
Ela fez uma cara de desdém e os dois riram
- Agora me conta, porque esse olhar tão tristinho? - disse Cascão enquanto alisava o rosto da amiga
- Me diga o senhor, como foi a terapia hoje? Respondeu Magali tentando escapar do assunto
- (Cascão) Para ser sincero, um pouco constrangedora hehehe, mas foi legal!
- (Magali) É assim mesmo, vocês ainda estão se conhecendo, com o decorrer do tempo tudo se ajeita... Você só não pode desistir.
- (Cascão) De jeito nenhum, pode ficar tranquila! Mudando de assunto... Você acha que a turma iria gostar de passar a última semana de férias lá no sítio do meu tio?
- (Magali) Bem, acredito que sim, os chame, ué!
Ela fez uma cara de deboche e os dois riram 
- Você iria? - perguntou cascão passando a mão na nuca e mordendo o lábio inferior
"Droga, porquê ele fica tão gato quando faz isso, que mania irritante desse garoto" pensou Magali
- Bom, eu não tenho certeza... - disse Magali com uma expressão triste, ao lembrar do namorado
- Por favor Maga, se você não for eu nem vou chamar ninguém... Qual graça teria ir para qualquer lugar sem você? Vamooooooos, é nossa última semana de férias - ele concluiu suas súplicas fazendo uma carinha triste que amoleceu Magali
- Está bem, prometo que vou. - disse a garota, já se arrependendo da resposta
- Muito obrigada magalinda, vou agora mesmo chamar o resto da turma - levantou rápido, depositou um beijo na bochecha de Magali, que a fez corar, e saiu correndo.


Notas Finais


Gente, vou tentar postar todos os domingos... Espero que gostem ❤️


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