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História Turned Love - Normero - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Thirteen


Norma voice: Chegamos em casa por volta das quatro  da madrugada naquele frio horrendo de White Pine Bay. Todos estavam dormindo com exceção de nós dois e Cabeb que estava na varanda do Motel tragando cigarro. 

Subimos as escadas, trocamos de roupa, eu vestir minha camisola de seda cor de rosa e Alex simplesmente tirou a roupa e deitou com o seu pijama " Cueca" rsrsrs.

Estávamos deitados de conchinha 

N:Até que esse Natal foi bom, foi muito bom. Bom demais pra ser verdade. 

A: Também gostei, só o fato de estar ao seu lado já é algo maravilhoso pra mim. 

N: Obrigada por fazer parte desse Natal.

A: E obrigada por fazer parte da minha vida. (Me virei pra olha lo nos olhos e lhe dei um selinho) Vi Você e o Caleb na sala de jantar, ficou tudo bem entre vocês?

N:Sim, ficou. Nós conversamos, ele me pediu perdão por tudo, disse que ele tem que aprender a me amar só como sua irmã. Foi bom, precisávamos daquela conversa pra esclarecer as coisas. Fiz ele prometer que seria um bom pai pro Dylan. 

A: Que bom meu amor, fico feliz por vocês. 

N: Você foi incrível hoje. 

A: Você também foi, em todos os sentidos. (Passou sua mão em minhas costas descendo sobre a bunda) 

N: Estou com sono e cansada. 

A: Tá bom, então vamos dormir. 

N: Estou com sono e cansada más não significa que eu não queira ficar ainda mais cansada. ( Digo subindo em cima dele e o beijando)

A: Eu te amo! ( Nos amamos novamente e sem ter hora pra acabar) 


Nn: Bom dia mãe! 

N: Bom dia! Eita que a casa tá cheia.

D: Eu gosto é assim.

N: Eu ia acordar mais cedo pra fazer o café da manhã pra vocês mas acabei dormindo demais. 

D: Relaxa mãe, nós já somos bem grandinhos. 

N: Percebi. Tô morrendo de fome.

E: Senta aí, tem ovos, bacon, bolo, pão, café e muito mais. 

Nn: Onde você dormiu mãe? 

N:Aqui , porquê?

Nn: Estava na cozinha na madrugada bebendo água e vi você chegar quase de manhã.  

N: Saí com Alex, más voltamos pra dormir em casa. 

D: Quer dizer que eles passaram a madrugada acordados fazendo nosso próximo irmão ou irmãzinha. ( Me entalei com café e comecei a tossi enquanto Emma e Dylan caiam na gargalhada, Norman estava sério.)

N: Dylan! Olha o respeito eu ainda sou sua mãe!

D: Desculpa, foi mal. 

E: Mais o que tem a Norma dormir fora de casa? Ela está casada e bem grandinha pra se cuidar. 

Nn: Ela não avisou, você sempre me avisava quando ia sair pra algum lugar mãe. 

N: Querido , as coisas mudaram agora é diferente. 

D: Até porque ela está casada com o Alex e cadê ele? 

N: Estava no banho quando desci. 

Nn: Vou arrumar minhas coisas pra voltar pro lugar onde parece ser mais a minha casa do que aqui.  ( Norman se levantou da mesa e subiu em direção ao seu quarto, me levantei pra ir atrás dele mas Dylan me impediu)

Alex voice: ( Estava descendo as escadas quando vejo Norman subir furiosamente e esbarrar em mim)

A: Tá tudo bem Norman?

Nn: Você não é o dono da minha mãe! Você pode ama lá , pode cuidar e ficar atrás dela feito um cachorro como sempre fez, pode até está transando com ela más a minha mãe nunca vai amar você, está casada pelo plano de saúde e essa é a melhor forma de agradecer você, ela não te ama, está fingindo amar você porque a convém.

( Os olhos dele começaram a lágrimar de tanta raiva e apertava suas mãos, dava pra ver a veia pulando de sua testa. Norman falava como se Norma fosse dele, dava pra ver que estava com muito ódio e ciúmes más não um ciúme normal que um filho sente de uma mãe, aparentava estar com ciúmes dela como mulher)

 Ela é minha! Eu vou ser sempre prioridade pra ela isso nunca vai mudar! 

A:Isso já mudou Norman, você não ver? 

Nn: Ela é minha! 

A: É sua em que sentido?

Nn: O que está tentando insinuar é ridículo! Ela é minha mãe!

A: Não parece ama lá como sua mãe Norman. 

Nn: Você é um imbecil!

A: Então aquilo ontem era tudo uma farsa não é mesmo? Você não está feliz pela sua mãe está feliz casada comigo, você está com raiva porque você não é mais a única pessoa pela qual a Norma daria a vida. Aquele papel de bom menino curado saído da clínica era uma farsa. 

 Nn: Eu odeio te odeio! E vou fazer minha mãe se separar de você, aí vamos ver quem está certo. 

( Ele subiu as escadas e entrou em seu quarto, Norman deixou bem claro que me odiava e que ia fazer de tudo pra tentar me saparar de sua mãe. Ele não a amava como um filho ama uma mãe, Norma significava mais que isso pra ele e isso eu tinha ver ver com o médico do Norman, tenho que conversar com ele pra saber se é verdade ou é só fruto da minha imaginação)

.

.

N: Esta tão calado, tá tudo bem? 

Norma voice: ( Estava indo levar Norman de volta pra clínica como o doutor havia recomendado)

N: Norman? Eu estou falando com você! Porque não deixou que Emma e Dylan viessem com a gente pra deixar você? 

Nn: Porque eu não quero mãe! Dá pra você respeitar isso? 

N: Não entendo porque você está com raiva por eu ter passado a madrugada fora com o Alex, ele é meu marido querido e eu sei que é estranho porque as coisas mudaram um pouco.  (Falava tentando manter o foco na estrada)

Nn:Um pouco? Mudou tudo mãe! Mudou tudo e você sabe disso. Você quebrou a sua promessa de que íamos ficar juntos pra sempre, que ia ser só eu e você como um só coração. 

N: O que você está dizendo é ridículo, eu amo você, meu amor por você não mudou nada, continuo te amando e te priorizando.

( Norman se altera e começa a gritar)

Nn: NÃO MÃE! VOCÊ NÃO TA ME PRIORIZANDO! E NÃO É  MAIS A MESMA COISA,  VOCÊ ME TRAIU E QUEBROU A SUA PROMESSA!  (Paro o carro e começo a falar no mesmo tom que Norman estava falando)

N: TA! OK! OK! NÃO É MAIS A MESMA COISA, EU SEI DISSO,NÓS DOIS SABEMOS. AS COISAS MUDARAM NORMAN PORQUE DESDE O DIA EM QUE VOCÊ NASCEU EU SÓ PRIORIZEI VOCÊ, FAZIA TUDO POR VOCÊ SÓ PENSANDO NA SUA FELICIDADE E AGORA EU ESTOU PENSANDO EM MIM TAMBEM! EU QUERO SER FELIZ! E VOCÊ TEM QUE APRENDER A ACEITAR ISSO NORMAN PORQUE EU NÃO VOU SACRIFICAR A MINHA FELICIDADE NOVAMENTE. EU AMO O ALEX E TAMBEM AMO VOCÊ E ISSO NÃO MUDOU. 

Nn:VOCÊ TA DIZENDO QUE A CULPA É MINHA POR VOCÊ NÃO SER FELIZ É ISSO? EU SOU O CULPADO?

N:Não querido, não foi isso que eu quis dizer. 

Nn: FOI EXATAMENTE O QUE VOCÊ QUIS DIZER. LIGA O CARRO E ME LEVA PRA CLÍNICA.

N: Norman me perdoe, meu amor eu não quis dizer isso, não estou culpando você é só que...

Nn: LIGA O CARRO MÃE! ME LEVA PRA CLÍNICA AGORA! 

(Ligo o carro aos prantos e sigo em direção a clínica, quando chegamos ele saiu do carro, pegou sua mala e entrou. Nem se quer olhou pra trás. Abro o porta luvas e pego um cigarro que havia comprado a um tempo, acendo e o trago lá mesmo na frente da clínica. Desabo a chorar, começo a bater no volante do carro sem parar tentando canalizar toda a minha raiva e tristeza.)

_ Vai acabar quebrando o volante desse jeito.  (Paro imediatamente pra olhar pra quem estava falando)

N: Doutor Edwards? (Ajeito o cabelo pra tentar disfarçar a raiva e a tristeza que era incapaz de ser disfarçada naquele momento)

_ Você quer conversar? 

N: Eu não preciso de terapia tá? Eu estou bem!

_Tem certeza? 

N: Eu tenho! 

_ Ok! (Ele segue em direção às escadas, talvez conversar com alguém seria bom, ainda mais sendo terapeuta)

N: Espera! (Saí do carro, peguei minha bolsa e subir atrás dele) só uma conversa.

.

.

(Cheguei em casa quase na hora do almoço, subi as escadas Alex estava me esperando no quarto.)

A: Você demorou demais, estava quase indo atrás de você, tá tudo bem? 

N: Não, não está tudo bem. Onde estão Dylan e Emma? 

A: Foram levar o Caleb e almoçar. 

N: Era pra você ter ido com eles.

A:Queria esperar você, o que aconteceu?

N: Querido eu estou cansada de conversar, eu só quero comer alguma coisa, depois falamos sobre isso ta? 

A:Tudo bem, como quiser. 

( Esquentei a comida que sobrou da ceia e almoçamos em silêncio, ele me olhava como quem queria decifrar os meus pensamentos, saber a todo o custo o que tinha acontecido.)

N:Deixa que eu lavo a louça, me ajuda a pensar. 

A: Tá bom. O que acha te eu preparar a banheira pra você relaxar um pouco? (Eu sorriu e o olho nos olhos, aqueles olhos castanhos tão lindos, não dava pra voltar atrás, eu já o amava tanto pra simplesmente o deixá-lo. ) 

N:Acho uma ótima ideia. Já subo. 

(Termino de lavar a louça e subo, ele estava terminando de encher a banheira. Entro no banheiro, ele me ajudar a tirar minha roupa, baixa as alças  da minha calcinha e a tira. Pendura minha roupa atrás da porta e me ajuda a entrar na banheira segurando minha mão.) 

A: Agora relaxa um pouco, qualquer coisa me chama. 

N:Aonde você vai? 

A: Vou ficar no quarto, não quero incomodar você. 

N: Não, fica. Você não incomoda, vem tira a roupa e fica aqui comigo. ( E assim ele fez, tirou a roupa e entrou ficando em minha frente. Fazia massagem em meus pés enquanto eu relaxava. Ficamos alguns minutos assim e então eu resolvo contar o que aconteceu.)

N: Norman e eu brigamos, ele está com ciúmes de você, raiva de mim porque diz que eu não me importo e priorizo mais ele, que quebrei minha promessa de que íamos ficar juntos pra sempre. Ele não entende que meu amor por ele continua o mesmo, as coisas mudaram muito e ele não consegue aceitar. 

A: Ele não quer me aceitar, eu sei. 

N: Você sabe? 

A: Ele me disse isso hoje, disse que me odiava e que você não me ama de verdade e que nunca ia me amar e ia fazer o possível pra separar a gente. 

N:Não leva a sério as palavras dele, Norman só está com ciúmes, mas ele vai mudar, vai aprender a aceitar você. Vai ficar tudo bem, conversei com o doutor Edwards, ele me tranquilizou um pouco. Norman era acostumado a me ter só pra ele e agora eu tenho você, isso é difícil pra ele. 

A: E você não acha isso estranho? Ele ter ciúmes de você comigo, não é um ciúme normal é como se ele amasse você como...

N: Para! Quê isso que você está insinuando Alex? Norman é meu filho! Ele jamais sentiria isso por mim você enlouqueceu? 

A: Desculpa mas é o que parece, ele olha pra você de uma forma diferente eu percebi quando...

N: Cala a boca! (Sinto meus olhos encherem de lágrimas que insistem em cair) Não deveria ter dito isso, como ele pode me ver como mulher? Eu sou a mãe dele! A mãe dele Alex! (Altero o tom de voz) Não diga mais besteiras, você pensa muito mal do Norman, ele não é assim. (Tiro meus pés de cima das pernas dele, levanto, saio da banheira e entro no box. Ele não disse mais nenhuma palavra, termino de tomar meu banho, me enrolo na toalha e entro no quarto. Ele ainda continuava na banheira.)

A: Desculpa se chatiei você com o que disse. ( Se sentou ao meu lado na cama, eu já estava vestida) 

N: Não Alex você não me chateou, me deixou furiosa! 

A:Eu sei, eu sei. Norma eu disse o que penso, nunca vou ser o tipo de cara que diz o que você quer ouvir. 

N: O que você pensou foi extremamente maldoso e sujo, nunca pensei que poderia achar isso do Norman. Deveria ter guardado esse seu pensamento asqueroso só pra você. (Me levanto enfurecida e saio do quarto, escuto Alex me pedir pra ficar para conversamos melhor más não dei ouvidos, estava furiosa, como ele pode pensar  aquilo do meu filho?

Passei a tarde no motel conversando com Marcos e Emma que chegou minutos depois que desci. Passamos a tarde jogando cartas, conversando, bebendo cerveja e escutando músicas na varanda do Motel. Dylan passou tinha saido pra resolver alguns assuntos e Alex saiu em seguida sem se quer falar comigo, sabia que eu não ia querer conversa tão cedo. Queria deixar o orgulho de lado e ligar pra ele pra saber onde ele estava e que horas voltaria pra casa mesmo que seja pra eu o ignorar quando chegasse. )

E: Tá tudo bem Norma? Você está tão calada, pensativa. 

N: Triste por ter que deixar o Norman na clínica, queria ele aqui com a gente. 

E: Eu sei, eu também queria mas ele precisa se tratar, o melhor é ele lá. 

N: Emma, eu sei que é estranho eu perguntar más, o que você, você... (parei por um estante, era loucura eu perguntar e se perguntasse estaria dando corda pra opinião do Alex) 

E: O que? Rsrs pode perguntar Norma, qualquer coisa. Vai. 

N: Não, deixa pra lá é loucura. 

E:Não, pode perguntar Norma, não sinta vergonha de mim. 

N: Tá, tudo bem. O que você acha do meu relacionamento com o Norman? 

E: Como assim? 

N: Como você acha que ele me ver, acha que sou uma boa mãe?

E: Tá brincando? Norma você é a melhor mãe que eu já conheço, você é carinhosa, amorosa, cuida bem de quem você ama. E o Norman com certeza acha isso por que ele me falou uma vez que você é a melhor mãe do mundo. O relacionamento de vocês é o que qualquer mãe e filho querem ter, um racionamento saudável, vocês se amam, passam o tempo juntos rsrs até demais. Norman ama você, e você é uma excelente mãe,  superprotetora até demais más é o que se espera de uma boa mãe. Queria eu ter a sorte de ter tido uma mãe como você.

( Ouvir aquilo me fez sentir melhor, Alex só podia estar louco pra pensar algo tão insignificante e horrendo daquele. Mas mesmo assim minha cabeça não parava de pensar naquilo e odiava Alex naquele momento por me fazer pensar naquilo.)

Alex voice: ( Nada me tira da cabeça que o Norman não ver a Norma como apenas sua mãe, tem algo a mais ali, a forma como ele a olha, como fala que ela é dele. Não sabia se estava certo, talvez estivesse me precipitando, talvez estivesse errado. 

Tenho que fazer o que eu sei fazer de melhor que é investigar e descobrir se estou realmente certo. Vou a clinica falar com o doutor Edwards, ele me diz que é antiético falar a respeito do paciente más dei um jeito pra que ele me falasse tudo a respeito já que sou padrasto dele e o Xerife da Cidade. 

Edwards diz que no momento está estudando a mente do Norman e que não pode dá nenhuma certeza do problema dele pois ainda não descobriu. Me contou também da conversa que teve com Norma e que a convenceu a fazer terapia pelo menos uma vez na semana o que é muito bom pra ela. Conversamos sobre o relacionamento de Norma e Norman, que eram muito grudados ele anotava algumas coisas que eu falava pra ajudar no seu trabalho. 

Disse a ele também as coisas que Norman me disse. No fim o doutor concordou que a nossa conversa só agregou coisas boas pra ele poder continuar estudando Norman e me passar informações sobre o estado  dele, também me assegurou que minha esposa não ia ficar sabendo que estive lá.)

A: Vou fazer o que for preciso pra proteger minha esposa então se perceber que ele for perigoso, por favor me fale e diga especialmente pra minha esposa por que ela acha que estou exagerando. 

_ Pode deixar, eu sei fazer o meu trabalho. 

A:Eu acho bom mesmo. 

( Saí da clínica é fui direto pra casa, pedi pra ver o Norman más Eduward disse que não era uma boa hora. 

No caminho de volta pra casa fiquei pensando nas palavras certas pra dizer a Norma. Não posso ficar longe dela, Norma é capaz de tudo pelo filho más não posso deixar que ela rompa comigo.

Estaciono o carro perto da Varanda do Motel onde estão todos sentados ao redor de uma mesa, estavam conversando e tomando uma bebida de cor escura parecida com chocolate quente. )

A: Boa tarde! (Todos respondem)

N:Boa noite, já são 18:35 não sei se você notou.  ( Eles percebem a tensão do momento e se retiram dizendo que iam na cozinha fazer chocolate quente)

M: Emma, Dylan? Posso ir com vocês?

E: Claro, pode vim. 

(Subiram conversando entre si, com certeza Norma e eu era o assunto.)

A: A gente precisa conversar.

N: Sobre você insinuar que meu próprio filho tem desejo sexual por mim? ( Ela estava sentada em uma cadeira perto da mesa, sento na cadeira que estava ao seu lado)

A: Eu sinto muito, sinto muito mesmo Norma pelo que eu disse. Não devia ter dito aquilo pra você, é uma coisa difícil de imaginar ainda mais pra você que é mãe dele. Me perdoe! (Tive que mostrar arrependimento pra que ela pudesse me perdoar, tinha que ficar por perto e ia fazer qualquer coisa pelo seu perdão. Estava realmente arrependido de ter contado a ela o que havia pensado, mas não de ter chegado aquela hipótese, sentia que Norman era perigoso senti isso no dia em que perguntei a ela se estava com medo de ficar  sozinha com  ele antes de me casar com ela.) 

N: Você não é médico, não sabe o que o Norman tem. Nem mesmo o doutor Edwards sabe dizer ainda qual o problema dele. O fato de você ter casado comigo não te dá o direto de... 

A:Eu sei, eu sei meu amor. 

N: Não me chama de meu amor quando a gente está discutindo! 

A:Não estamos discutindo estamos apenas conversando. 

N: Não importa! não me chama de meu amor quando estou com raiva de você.

A: Me desculpa, prometo não tocar nesse assunto. ( Peguei em sua mão) Porfavor me perdoe. 

N: Eu perdou você porque infelizmente te amo, mas não sei se a raiva vai passar assim tão rápido.  

( A raiva e decepção , ela está decepcionada comigo dá pra ver em seu olhar...























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