História Tutorial de como conviver com creepypastas - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Kon'nichiwa! Meus lindos sorvetes! Como vão vocês? Espero que bem!
Desculpe pela demora, e enfim...
Fiquem com o capítulo!
Boa leitura! ^^

Capítulo 4 - Passado obscuro...


Fanfic / Fanfiction Tutorial de como conviver com creepypastas - Capítulo 4 - Passado obscuro...

-Q-Q-QUEM É VOCÊ?

-Maldita...Maldita seja...

Logo após dizer isso, o ser "misterioso" havia simplesmente desabado no chão.

Sabrina ficou confusa, será que ele estava apenas fingindo? Com passos cautelosos, caminhou na direção do corpo, tocando o lugar onde seria a cabeça com o taco de basebol. Parecia ter realmente desmaiado.

-Ué?

Questionou mais para si mesma, ainda mais confusa, sentia que se alguém olhasse para seu rosto agora, deveria estar com cara de tacho.

Com auxílio do taco de basebol, retirou o lençol de cima do corpo, logo se surpreendendo.

Aparentava ser um rapaz, deveria ser um adolescente ainda. Sua pele era um branco puro, aparentava não possuir pálpebras, pois as mesmas estavam queimadas, como se fossem carvão. Havia um sorriso esculpido em um corte em seu rosto. Seu cabelo era preto aparentemente queimado, além de ser um pouco grande de mais, já que passava dos ombros. Usava um moletom branco manchado de sangue e uma calça jeans preta, além de uma faca de cozinha manchada de sangue, faca essa que antes estava em sua mão, agora estava jogada em qualquer canto no chão do quarto.

Com cuidado, ainda usando o bastão, Sabrina virou o corpo de barriga para cima. Apenas para confirmar sua hipótese.

Jeff the killer...

Como aquilo era possível? Não, definitivamente não era possível, tinha de ser alguma pegadinha.

Sabrina aproximou-se do corpo,(mesmo hesitando um pouco) para verificar se havia realmente desmaiado. Utilizando um truque para verificar se fora mesmo um desmaio.

E sim, o cara havia mesmo desmaiado, mas ainda sim, Sabrina precisava confirmar se aquele era realmente Jeff the killer. Concluiu que, caso fosse apenas uma pegadinha, o corte em formato de sorriso que havia em seu rosto seria apenas uma maquiagem realística, e não um corte de verdade. Tocou os dedos naquela enorme ferida em formato de sorriso, assustando-se ainda mais pois aquela ferida não era falsa, e sim de verdade.

Mas como aquilo era possível? Jeff the killer era apenas mais uma creepypasta certo? Apenas uma lenda urbana da internet...

Mas Sabrina havia comprovado que não era, aquilo de fato era muito, muito real.

Então, o que ela deveria fazer, um assassino em série um tanto quanto famoso estava desmaiado no chão de seu quarto, enquanto a mesma estava sozinha. O que ela deveria fazer?

Normalmente, as pessoas ligam para a polícia, mas Sabrina estava assustada demais para mais para pensar nisso, lembrou-se que havia um porão em sua casa. Decidiu prende-lo.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Jeff acordou,um tanto quanto confuso, estava em um lugar empoeirado e escuro. Não conseguia mexer direito o corpo, estava amarrado por uma corda forte.

-Mas que porra...

Não conseguiu terminar a frase, pois uma luz se acendeu no local, o iluminando. Jeff constatou ser um porão. Uma garota, a que deveria ser mais uma de suas vítimas, se aproximava dele segurando uma garrafa d'água. 

-Você acordou...*ela disse*

-Não, não. Imagine, eu ainda estou dormindo! Você está falando com meu irmão gêmeo.

Sabrina revirou os olhos pelo comentário desnecessário.

-Escute aqui seu animal!*disse com raiva*Você não nenhum direito de fazer piadinhas, sendo que VOCÊ invadiu minha casa do nada, e quase me atacou com uma faca, sou eu que faço as perguntas aqui!*disse autoritária, oque fez Jeff rir. Deixando Sabrina confusa*

-D-do que está rindo?

-De você, uma mera pirralha, achar que pode comigo. Você sabe quem eu sou?!

-Jeffrey Woods. Também conhecido como Jeff the killer. Um assassino em série.

Jeff teria arregalado os olhos, se suas pálpebras não estivessem queimadas.

-C-como sabe?

-Você é um tanto quanto famoso. Seria ignorância da minha parte não saber.*pegou uma cadeira, se sentando na frente dele* Foi você quem matou meu professor?*perguntou olhando nos olhos de Jeff, tentando o intimidar*

-Fala da minha última vítima? Aquele homem gordo que eu matei a facadas e deixei em cima de uma mesa, em uma das salas de uma escola?*perguntou, vendo Sabrina assentir* Se é esse homem a que se refere, sim, eu o matei.*respondeu indiferente, como se o fato de ter matado um homem não o incomodasse em nada*

-Ah...*simplesmente disse*Eu bem que suspeitei disso, agora tudo está se encaixando*disse mais para si mesma do que para Jeff*Bem...*voltou sua atenção para o assassino a sua frente*Você quer água? Deve estar com sede, você ficou desmaiado a noite toda.*segurou a garrafa de água na sua frente*

-Recuso, você deve ter envenenado.

-Francamente, se essa fosse a ideia, eu teria te matado enquanto você estava desmaiado.*Jeff pensou, e viu que realmente fazia sentido*

-Ok, eu aceito...

Sabrina tirou a tampinha da garrafa, a estendendo na direção de Jeff, para que ele bebesse.

-Você não vai dar essa garrafa na minha mão?

-Não, porque tenho certeza que você vai me matar, não sou besta.

Jeff, vendo que não tinha jeito, acabou aceitando, bebendo todo o conteúdo da garrafa.

-Você realmente estava com sede...*comentou olhando para a garrafa*Você bebeu demais para quem não queria água.

-Foda-se.

-Mal agradecido!

-Enfim, onde estou?

-No meu porão, na minha casa.

-Por que não chamou a polícia?

-Como?

-Normalmente, quando se tem um assassino na sua casa, o mais comum a ser feito é chamar a polícia, por que não fez isso?

Sabrina parou um pouco pra pensar, estava tão assustada que não havia pensado nisso.

-Acho que eu não pensei bem na hora...*disse coçando a nuca*

-Hunf! De qualquer forma não me interessa. 

-Não interessa? Você é bem corajoso para alguém que está preso.

-Realmente não interessa. Eu vou sair daqui, e depois vou te matar como qualquer uma de minhas vítimas, de qualquer forma. Pessoas como você não tem importância para mim.

-Pessoas como eu?*perguntou curiosa*

-Sim, pessoas comuns que vivem suas vidas inúteis de forma pacífica e feliz, pessoas que não conhecem o prazer de ter sangue em mãos... Essas pessoas servem apenas para alimentar minha sede de sangue...

-O que você quer dizer com "pessoas que não conhecem o prazer de ter sangue em mãos"?

-Pessoas que nunca sentiram o prazer de matar, pessoas miseráveis e covardes como você...

Sabrina pensava especialmente na parte: 'Pessoas que nunca sentiram o prazer de matar'

Mas ao contrário do que Jeff pensava, Sabrina já havia passado por aquilo, há muito tempo. Jeff havia experimentado por aquilo aos treze anos, mas Sabrina havia passado por aquilo aos quatro, duas vezes seguidas. Ela não queria admitir para si mesma, mas havia se sentido tão bem...

Sabrina conhecia muito bem a sensação, mas ninguém sabia daquilo... A sensação que experimentara somente duas vezes, odiava admitir para si mesma, mas sentia falta daquilo. E como sentia... Aquele era o seu horrível passado obscuro, o motivo de Sabrina ter medo dela mesma...

Mas ela se recusava e relembrar as memórias daquele passado.

-É aí que você se engana Jeff...

Ela disse aquilo e saiu do local, deixando Jeff confuso.

Sabrina lembrou-se de como tudo aconteceu, naquele alegre parque de diversões...

 


Notas Finais


Olá meus lindos sorvetes! Vocês gostaram do capítulo? Espero que sim!
Tenham um bom dia!
Sayonara! ^^


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