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História Tweak Bros. Bar - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Faz um mês q to fazendo essa fic ;-;
Eu gostei muito de escrevê-la, mesmo ela sendo só mais um clichê :D
Juro q fiquei revisando mais de três vezes pra ver se tinha escrito padre em vês de pastor ;´-´; (e ainda acho que precisa demais)
Não estou falando mal de nenhuma religião nessa fic, e nem mal de nada e ninguém :v



Outro sinônimo para feliz: gay

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Tweak Bros. Bar - Capítulo 1 - Capítulo Único

Um lugar quente, gritos pra todos os lados, drogas, prostituas, sangue, um lugar onde é impossível morrer... Já deve se imaginar de que local estou falando, certo? O inferno... Aquele lugar era horrível, nem se sabe como os demônios ou o próprio Diabo suportava aquele lugar. Sério. Não tinha nada de bom naquele lugar... As únicas coisas boas eram as drogas e as prostituas, o que era difícil de conseguir ali.

 Craig Tucker, o pastor de uma cidadezinha pequena que fica no colorado, mais especificadamente em South Park, visitará o inferno quando estava entediado. O mesmo era um pastor jovem, nos auge dos seus 21, ele tinha cabelos pretos, era alto, e muito bonito – é o que todos dizem –, ele gostava de esconder seu cabelo com um chullo azul escuro, pois o mesmo achava que seu cabelo era horrível, além de ter preguiça de arrumá-lo.

O mesmo já tinha visto amigos, familiares e algumas pessoas que freqüentavam à sua igreja sofrerem lá. Seus gritos eram insuportáveis a ponto de fazer o ouvido do pastor doer.

Satãn, o rei e governador do inferno, não gostava das visitas do pastor, mas o que o cara avermelhado podia fazer? Ele tinha medo do pastor, não gostava nem de chegar perto. Já tentou até corromper Craig, mas ele era muito santo para Satãn conseguir realizar tal ato.

Mas por que Craig gostava de visitar o inferno? Simples. No inferno tinha um bar não muito famoso que servia uma cerveja maravilhosa. Craig adorava beber, e ele podia, já que não era pecado e ele não iria pro inferno por causa disso. O nome do bar era: Tweak Bros. Bar

Um nome estranho pra um bar, mas não era como se Craig pudesse escolher. O mesmo passava seu tédio cuidado e fazendo carinho com seu porquinho da índia, Stripe. Mas quando Stripe ficava irritado, não era legal brincar ou fazer carinho, então Craig vinham beber e assistir pessoas sofrerem por seus pecados. Ele sentia pena, claro, mas não é como se ele pudesse fazer algo. Uma vez, ele até tinha ajudado uma garota que estava sofrendo nas mãos de um imp pervertido, o imp ficou com medo e fugiu, mas Craig acha que a garota continuou sofrendo do mesmo jeito... O que ela tinha feito de ruim para estár ali?

...

Craig abriu um portal para o inferno após a morte de seu porquinho da índia. As lojas estavam fechadas para comprar outro, então ele tinha vindo para o inferno apagar suas magoas na bebida e quem sabe recomeçar com um novo porquinho da índia no dia seguinte.

Ele entrou no bar e como sempre, não havia muitos clientes, apenas um grupo de quatro demônios conversando, bebendo e usando drogas em uma das mesas do bar. Craig se sentou numa cadeira de frente ao balcão esperando que alguém o atendesse. A decoração era linda para um lugar como aquele. Tinha um enfeite de luz pisca-pisca na estante onde colocam as garrafas de vodca, vários bilhetes pendurados nas paredes – os bilhetes estavam escritos na língua demoníaca, e Craig não consegue entender -, Também tinha uma luz neo de baixo do balcão, o que fazia aquilo ficar bem bonito.

O casal de imp que eram donos do bar, Richard Tweak e a Sra. Tweak, já estavam acostumado a receber o pastor em seu bar. Eles tinham medo, mas o pastor é gentil e amigável com o casal, fazendo com que o casal adore Craig e o tratem como um "filho".

--O que o senhor vai que-querer? – Disse um imp loiro ao sair de um cômodo e chegar perto do balcão, o mesmo estava segurando um pequeno caderninho de anotações, ele estava vestido com um casaco verde mal abotoado por baixo de um colete preto e uma gravata borboleta.

Craig ficou surpreso quando o viu. Ele é um novo funcionário? O imp era loiro de olhos verdes, muito bonito até. Seu cabelo era todo bagunçado e suas unhas eram grandes, partes normais de um imp (chifres, asas, rabo e pernas de cordeiro), além de ter uma boca bem rosada... Por que Craig reparou nesse detalhe?

--Você é um novo funcionário? Cadê os senhores Tweak?

--Ah... – O imp revirou os olhos – Eles são meus pais... Vou trabalhar aqui agora, mas só de vez em quando.

--Entendi...

--Então, o que vai querer? – O imp não parecia surpreso por ser um pastor a sua frente. Deve ser por que o mesmo já viu vários padres e pastores queimarem e sofrerem naquele lugar, mas é estranho o pastor não ter nem ao menos chifres ou um machucado. Mas ele não ligou muito pra isso

--Pode me trazer um copo de cerveja? Obrigado.

--Já vou trazer. – O imp foi até a maquina de cerveja, pegou um copo um pouco grande e puxou a alavanca para colocar a cerveja.

Quando a cerveja já tinha enchido o copo, o imp loiro foi puxado por alguém atrás da cortina, mãos humanas e unhas grandes pintadas de vermelho. Craig ficou surpreso, mas decidiu só esperar o imp loiro voltar.

O imp loiro tinha sido puxado pela senhora Tweak, sua mãe. O mesmo se assustou um pouco com aquele puxão do nada, mas logo se acalmou ao ver que era sua mãe. Mas mesmo assim tinha medo dela. A senhora Tweak abaixou suas asas e se ajoelhou perante seu filho, o imp loiro não entendia o que estava acontecendo.

--Filho... – Ela passava as mãos no cabelo bagunçado do loiro. – Tweek, vou te pedir um favor... - Tweek? Isso lá é nome? – Você acabou de conhecer o pastor, certo?

--Aquele sentado na cadeira perto do balcão? – Tweek aponta

--Ele mesmo... Ele é um pastor muito, mas muito santo mesmo... Sabe, querido, se a gente conseguir converte-lo, podemos ganhar muitas coisas boas do senhor Satãn... – Ela se aproxima do ouvido do filho. – Podemos pedir pro senhor Satãn pra nos livramos do sofrimento do inferno, inclusive matar seu papai. – Ela sussurrou e se afastou do ouvido de Tweek. Tweek fica meio assustado com o que sua mãe tinha dito. Livrar-nos do papai? Tweek nunca gostou dele... Ele batia em Tweek, o castigava e ainda colocava drogas no seu café. Ele o odiava completamente, mas não sabia que sua mãe também o odiava. Mas por quê?

--Mas... Eu não vou conseguir... Eu sou inútil, lembra? Eu sou feio, tenho problemas com drogas e-

--Você consegue, querido... – Disse ela interrompendo seu filho – Lembra quando eu disse que era um favor? Pois agora é uma ordem e você vai conseguir. – Tweek agora estava com medo do que iria acontecer.

Se ele não conseguisse, seria castigado, e Tweek não queria isso...

--Tudo bem, mãe... – Tweek estava tremendo.

--Vai lá, querido... - Ela se levanta e dá as costas ao seu filho, entrando naquele corredor escuro e assustador.

Tweek engole em seco e volta para o balcão onde vê Craig sentado o esperando. Tweek pega um copo de bebida e puxa a alavanca da maquina de cerveja.

O que eu faço? E se ele perceber? Ele dá medo! – Pensava Tweek.

A cerveja encheu o copo todo com a cerveja da maquina, Tweek puxou a alavanca para cima, assim fechado o buraco que caia a cerveja. Ele levou o copo pesado até o pastor, Tweek era magro e não tinha força. Mesmo treinando boxe enquanto ainda estava vivo, Tweek não se dedicou muito a esse esporte e nem ao menos gostava.

Tweek era desastrado, ou talvez inteligente demais... O imp "tropeçou" e isso fez com que ele derramasse a cerveja no pastor. Craig fica com cheiro de cerveja, além de ficar todo molhado. Tweek se levanta do chão e fica "surpreso" com o que tinha feito.

--Ai meu Deus! – Tweek levou um choque ao falar aquilo. Era proibido falar aquilo no inferno, mas o loiro ainda não tinha se acostumado a falar "meu Satãn". Tweek balançou a cabeça de um lado pro outro e prestou atenção no moreno a sua frente. – Me desculpa, eu não queria! – Mentira

--Sem problema. Todos cometem erros e merecem ser perdoados. – Na verdade, Tweek tinha feito aquilo de propósito, ele tinha um plano em mente. – Agora, poderia me trazer algo para eu me limpar?

--Ah, claro! – Tweek pega um pano, dá a volta pelo balcão, sai por uma portinha que tinha ali e chega até Craig.

Tweek começa a esfregar a roupa de Craig com aquele pano. Tinha derramado aquilo para fazer eles ficarem mais próximos um do outro.

--Ah... Você pode me dar o pano? Você esfregar o pano assim em mim me incomoda um pouco...

--Desculpa! O que eu posso fazer pra ajudar...

--Não há nada que possa fazer. Eu acho que vou embora, não quero vestir algo molhado assim e-

--Já sei! Eu posso te emprestar uma camisa ou algo assim, mas, por favor, não vá... – Tweek faz cara de cachorro pidão, e aquilo era muito fofo, até para Craig.

--Tudo bem... – Tweek coloca um grande sorriso em seu rosto, abraça o braço de Craig e o sai puxando para dentro do cômodo atrás da cortina.

Craig apenas se deixou levar pelo imp, que nem ao menos sabia o nome.

Atrás daquela cortina tinha um corredor escuro, um chão sujo e quadros assustadores, além de uma cruz virada ao contrario em uma parede. Um corredor com varias portas que Craig não sabia aonde davam. Parecia que aquele corredor não tinha fim.

--Garoto, aonde vai me levar? – Falou Craig um pouco assustado.

--Ao meu quarto. Minhas roupas estão lá.

Seu quarto?! Deus, me proteja! – Pensou Craig que já tinha começado a rezar mentalmente.

Craig e o imp loiro tinham chegado ao um lugar mais claro, um tom meio avermelhado, aquilo parecia um pouco uma cozinha? Tinha uma cortina rasgada na janela quebrada, um fogão com varias panelas sujas em cima, uma mesa que em cima continha: drogas, xícaras de café e umas baratas andando por cima. Tinha uma mulher sentada de pernas cruzadas em uma cadeira, tomando algo que parecia chá. Era a senhora Tweak. Seus olhos avermelhados iluminavam mais a sala e suas asas abertas faziam sombra pro fogo do inferno que dava pra se ver pela janela quebrada.

Ela para de tomar seu chá e vira lentamente sua cabeça para olhar para Craig e Tweek.

--Craig... – Ela sorri – Que bom vê-lo aqui.

--Oi, senhora Tweak... – Ele sorri nervoso.

--Vou levar ele pro meu quarto, mãe. – A mãe de Tweek tinha ficado feliz quando seu filho tinha dito isso. Ela imaginava que o filho já tinha conquistado o jovem pastor, e que eles iam fazer algo que já era muito comum para o jovem imp. Sexo. Mas não era isso, estava longe de ser isso.

--Ótimo, querido. Se divirtam. – Ela bebericou sua xícara de chá contente. Seu plano tinha dado certo, pelo menos na cabeça dela

Tweek continuou seus passos, puxando Craig por trás. O cheiro de bebida já estava colado no moreno.

Depois de passar por mais umas portas, eles chegaram ao quarto de Tweek. O quarto era todo bagunçado, como o esperado... Tinha um armário aberto cheio de roupas jogadas dentro uma em cima da outra, uma mesa com brinquedos de lego, o que era estranho, cartazes rasgados na parede, uma janela aberta, uma cama bagunçada e um lençol jogado no chão.

--Desculpa pela bagunça, eu não costumo receber visitas. – Mentira. O imp trazia vários garotos a sua casa por pura diversão. O loiro era conhecido por sua "inocência" nesses lugares sujos...

Tweek começou a procurar uma roupa em seu armário, uma roupa decente. Ele jogava as roupas que achava que não seriam boas no chão, deixado o quarto mais bagunçado. Enquanto o pastor estava com os ombros encolhidos de medo.

--Oh... – Disse ele ao olhar uma blusa. - Essa! – Ele diz e logo se vira para mostrar a blusa pro pastor.

O pastor olha meio desconfiado, pois sabe que aquela blusa foi usada pelo imp, e ele odiava esse fato. A blusa era branca, com um símbolo da NASA no meio, e parecia do tamanho certo do pastor. O pastor pegou aquilo com as mãos e fiou olhando, o imp estava nervoso.

--Serve. – O imp ficou feliz com isso.

Craig pediu para o imp segurar a blusa que o mesmo tinha lhe dado, pois ia ter que tirar a camisa preta do clero que estava molhada de cerveja. O imp obedeceu e segurou a camisa com símbolo da NASA, estava assistindo o moreno se despir.

O moreno tirou a roupa de padre junto à cruz que tinha em seu pescoço, jogou a no chão. O imp pode ver o corpo malhado de Craig, ficou surpreso com aquilo, pois o moreno aparentava ser magro, como ele.

Craig estendeu a mão para o imp e o mesmo só entregou a blusa branca com símbolo da NASA. Craig vestiu a blusa, que por incrível que pareça, não ficou apertado, Craig até gostou.

--... Hum, eu gostei. – Falou sem emoção.

--Ah! Que bom! – Tweek sorria. -... Qual o seu nome, pastor?

Craig não respondeu a pergunta, apenas pegou a camisa preta de clero que tinha jogado junto com a cruz no chão daquele quarto sujo.

--Você pode me levar ao bar de novo? – O imp ficou confuso.

Ele não gostou de mim? O que eu faço agora?! Muita pressão! – Pensava o imp

--Claro que eu posso... Pastor, poderíamos virar amigos? – Falou o imp meio cabisbaixo

--Eu não posso virar amigo de um demônio. Desculpa, mas se quiser conversar, pode falar comigo. – Falou ele tentando simpatizar.

O pastor estava com pena do imp, não queria o fazer ficar triste.

--Mas você tem que me levar para fora de seu quarto.

--Posso te levar para um passeio no inferno? - Passeio? Teria algum lugar bom no inferno pra passear?

--Claro... – O pastor bufa.

Tweek, o imp, logo fica feliz. Ele vai para trás do pastor e o abraça por trás, ele começou a bater suas assas, assim levantando o pastor do chão.

--O quê você tá fazendo?! – Disse o pastor com medo.

--Vou levar você pro passeio. – Disse ele e logo sorriu.

O mesmo saiu voando, atravessando a janela e indo perto de um lago de lava.

--AAAAAAAAH!! – Gritava o pastor com medo de cair no lago de lava.

O imp riu com a situação e o deixou o no chão de volta, bem perto do lago de lava. O pastor respirou fundo e esperou o imp parar de bater suas asas e aterrissar suas patas de bode no chão.

--Pensei que você ia me jogar nesse lago de lava... – Disse Craig ao apertar o crucifixo que estava pendurado numa corda ao redor do seu pescoço.

O imp só ria

--Eu nunca iria fazer isso com você. – O imp loiro se senta no chão de frente pro lago de lava, que a propósito ficava perto da sua casa. – Por que não se senta ao meu lado?

--Não, deve estár muito quente... – Tweek olhava para Craig de um jeito fudidamente fofo, e Craig apenas desviava o olhar. – Prefiro ficar em pé, obrigado.

--Tudo bem... – Tweek balançava suas patas de cordeiro enquanto olhava pro lago de lava.

O que eu falo com ele?! Hã?! – Pensava Tweek, que tentava manter a calma.

--Você não respondeu minha pergunta. Qual seu nome? – Ele tirou os olhos do lago de lava e olhou fixamente para o pastor.

--Craig. Craig Tucker. – Ele olhou para o imp – E você?

--Tweek Tweak. – Tweek sorri

Craig olhou confuso para o mesmo. Tweek?

--Tweek? Sério?

--Sim, po-por quê?

--É que seu nome... É um pouco estranho, sabe?

--Entendi... – Tweek tinha ficado cabisbaixo com aquilo. Não era a primeira vez que falavam mal do seu nome só por ser estranho.

--Ei, não fique triste. – O pastor se aproximou do imp loiro e colocou sua mão sobre a cabeça dele. – Seu nome pode ser estranho, mas é muito legal. Nem tudo que é estranho é ruim. – O pastor sorria para o imp, e o mesmo cora imediatamente.

Tweek fica esfregando sua cabeça nas mãos de Craig em busca de carinho, e isso fez Craig se lembrar de Stripe, o que deixou ele feliz. Eles estavam muito íntimos para um pastor e um imp...

--Você é um cara muito legal... Como veio pro inferno?

--Eu usei drogas, dormi com pessoas que nem conhecia, fiquei depressivo e me matei. – Ele sorria, como se estivesse orgulhoso daquilo.

Craig ficou muito surpreso com aquilo, pois como todos pensavam, ele também pensou que Tweek era inocente. Craig tira sua mão da cabeça de Tweek, fazendo o mesmo ficar confuso.

--Quer conversar sobre isso?

--Sobre o quê?

--Ah... – Craig olha de um lado pro outro e avista um banco não muito longe dali. – Tem um banco ali, vamos lá, vai ser mais confortável. – Craig puxa Tweek pelas suas mãos, o levando para perto do banco, onde os mesmo sentam.

Tweek mexia as suas patas de cordeiro no ar, enquanto Craig apenas o olhava com receio.

--Por que você começou a usar drogas?

--Eu estava numa festa, bêbado e...

--Já sei o resto.

--Ai as drogas me fizeram estragar minha vida, meu crush me iludiu, meus pais pegaram pesado comigo, meus amigos me abandonaram e eu me matei por causa disso. Digo, era muita pressão!

--Acho que eu nunca iria entender... Deve ter sido difícil demais.

--Sim! Exatamente! Ah! – Craig colocou sua mão na cabeça de Tweek novamente, mas invés de Tweek esfregar sua cabeça na mão de Craig para receber mais carinho, ele deita a cabeça no ombro de Craig, fazendo o mesmo corar.

--Sabe, você me lembra o meu porquinho da índia.

--Que legal! Qual o nome dele?

--Stripe... Eu amo muito ele.

--Você me ama também? – Craig não respondeu a pergunta, apenas ficou calado observando os orbes verdes de Tweek. Tweek fez biquinho. – Papai e mamãe sempre dizem que eu sou feio e inútil, você deve achar o mesmo...

--Quê? Não! Você é lindo, Tweek. – Chamar um homem de lindo não te faz gay, certo? – E você me fez quebrar meu tédio em apenas uma conversa, então você não é inútil.

--Só você fala isso... Eu gosto de você.

Craig recebia um choque a cada palavra de Tweek, nem percebendo e intimidade que aquilo tinha.

--Você ainda é virgem, pastor?

--Claro. – Ele engoliu em seco.

Tweek foi se aproximando de Craig muito devagar, estava de olhos fechados e tocando no abdômen do pastor, e sem Craig perceber, ele recebeu um beijo do loiro, que tinha sido apenas um selinho.

--O que foi isso?! – Craig se levantou do banco, quase pulando dali

--Apenas um selinho... – Ele lábia seus lábios. – Se você quiser, pode ser algo muito melhor. – Ele sorria malicioso para o pastor.

--Desculpa, mas eu não sou gay! – O pastor começou a falar umas palavras estranhas que o imp não entendia, e ele falava enquanto segurava o crucifixo que estava pendurado em uma corda em seu pescoço.

Logo apareceu um portal de tom azulado.

--Perai, aonde você vai?!

--Voltar para a minha igreja! – Quando Craig fala aquilo, Tweek se joga no chão e segura forte na perna do padre.

--Por favor, fica! Fica comigo?

--Desculpe, jovem Tweek, mas eu tenho que pedir perdão a Deus pelo meu pecado. – Craig entra no portão, e como é proibido a passagem de demônios, Tweek não consegue entrar. É como se tivesse uma tela em sua frente.

--Por favor, Craig...

--Foi mal...

O portão tinha fechado, e Tweek tinha ficado desolado com aquilo. O garoto tinha realmente gostado de Craig.

Craig apenas ficou sentado no chão, tocando seus lábios que estavam quentes por causa do beijo que o imp tinha lhe dado. O mesmo percebeu que tinha esquecido seu clero no inferno.

--Droga...!

 

Passaram-se dois dias... Craig ainda estava rezando, tentado fazer com que Deus o desculpasse pelo seu pecado, enquanto Tweek era castigado cruelmente pelos seus pais.

Tweek chorava em seu quarto, e Craig estava ficando preocupado...

Tinha medo de ser gay.


Notas Finais


Fim :D


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