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História Two friends and a secret! - Kaisoo - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Esqueça as palavras duras que te falei!


Fanfic / Fanfiction Two friends and a secret! - Kaisoo - Capítulo 7 - Esqueça as palavras duras que te falei!

 

 — Desculpe! Eu só queria saber se ainda sentia algo por mim. Por favor, não negue mais. Esqueça as palavras duras que te falei à beira do rio. Naquele dia, eu não estava preparado para esse sentimento, mas, agora, sentindo o mesmo que você, me sinto preparado para tentarmos um lance sério, um fica, uma noite... Eu só te via como amigo, algo mudou desde que você falou que gosta de mim, desde que vi você aos beijos com... — Kim, acompanhou-lhe até o quarto, ao perceber que o menor aceitara suas caricias, resolveu desabafar.

 

 — Okay! Não vou negar. Você só tem que corrigir uma palavra "gosta" Eu gostei de você, "passado". Te vi com outros olhos e essa foi a coisa mais errada que fiz, por pouco não estraguei nossa amizade. Não confunda seus sentimentos, isso foi uma besteira que eu com aquele papel horrível, e palavras, plantei em sua cabeça. Essa confusão vai passar. E...

 

 — Não há confusão nenhuma. Sei o que estou sentindo. Vamos tentar, se não dê certo, vai cada um pro seu lado. Nossa amizade não será estragada por esse sentimento lindo. Vamos descobrir juntos o que esse sentimento quer nos dizer. O que me diz?

 

 — Digo que vou te ajudar. Eu já passei por essa confusão que você está passando agora. O primeiro passo pra se livrar dela é: volte pra sua casa, vamos passar a ficar separados. Pelo menos por enquanto, quando tudo passar, voltamos a dormir junt...

 

 — Não! Você disse que não quer estragar nossa amizade, então não estrague. Qualé? Deu pra fugir dos problemas ao invés de enfrentar? Eu não preciso da sua ajuda pra resolver nada porque não tenho problemas para serem resolvidos. O que devemos fazer é encarar de frente o que sentimos e pare de negar, sei que ainda sente. Senão...

 

 — Beleza, pode ficar. Vou mudar de quarto. — ele passou por o Kim, tão rápido que apenas sentiu o vento frio que passara por sua mãos com a tentativa falha que tivera o castanho ao tentar segurar sua mão.

 

 — Onde vai a essa hora? Já anoiteceu, Soo. Vai ficar andando pelas ruas como se não tivesse casa? — chegou ao quarto encontrando o menor trocando de roupas, defronte ao grande espelho que existia ao lado da cama. — Não vai sair, vamos conversar sobre isso. Quer parar de fugir?

 

 — Tudo bem, eu não vou. Com uma condição, deixe a porta aberta e não vamos falar sobre isso. Por favor, Jongin! — Kyung, não chegou a abotoar a camisa, caminhou até o closet para pegar outra de malha, vestiu-se e sentou-se sobre a cama.

 

 — Quanto antes colocarmos nossos sentimentos pra fora, melhor. Não adianta, Soo, uma hora teremos que falar sobre. Então, que seja agora. — insistiu, tinha certeza que seus sentimentos não estavam confusos. Tomando assento ao lado do outro, levou o braço em volta do seu pescoço. Kyung não negou, até ali, recebeu como um afeto amigável. 

 

 — Você tem duas opção, falar e eu romper aquela porta, ou se calar e eu ficar em casa. — ele encolheu os ombros, sentindo a mão do castanho apertando o mesmo.

 

 — Você acha que podemos fingir que nada está acontecendo? — Kim pergunto num tom brando; falar com o Kyung sobre aquele assunto era como tentar não assustar um animal selvagem.

 

 — Não acho, tenho certeza. — respondeu depois de uma pausa. 

 

 — Pra você, tudo é tão bem mais fácil, não? — Jongin retirou seus braços dos pequenos ombros e suspirou. Ficara frustrado por aquela frieza que conhecia perfeitamente. Quando tratava-se de camuflar as emoções, era com Kyung, e mais ninguém. A única forma de quebrá-lo era com afeto, afeto esses que tinham que ser insistentes ao ponto de deixá-lo sem saída. 

 

 — Quero dormir. Pode voltar a seu quarto? — ele levantou-se estendendo a mão, pedindo as chaves para abrir a porta. Havia se convencido de que não era a pessoa certa para o castanho, e mesmo percebendo que aparentemente ele passara a sentir um novo sentimento, não queria pagar pra ver onde chegariam juntos. Jongin era um pegador e aos seus olhos, o primeiro corpo fácil que aparecesse dando bandeira, ele pegaria.

 

 — Posso não! Não vamos deixar de dormir juntos. Ou volta para o nosso quarto e dorme comigo, ou vamos dormir juntos, aqui. — deitou-se sorrindo nasal. — Só por enquanto irei deixar esse assunto guardado. Mas, vamos voltar nele. Deite-se comigo. — bateu levemente sobre a cama, como um convite.

 

 — Aiish! Se encostar em mim, te jogo por aquela janela. — deitou-se ao lado do outro, que não o abraçou. Tinham costume de passar a noite feito chiclete, nem o mais profundo sono desfazia aquele abraço. — Jongin!

 

 — Relaxa, gury! É só um abraço, não farei nada. — abraçando o menor que murmurava, Kim, jogou uma das pernas por cima dele.

 

 — Seu filho de uma... — sentiu a mão do castanho invadir sua camisa, apertando seu quadril. 

 

 — Espera... calma... Aiish! Tá cedo, não tô com sono. Tapa de amor não dói. — gargalhou provocativo ao ser esbofeteado.

 

 — Eu... não... EU NÃO TE AMO! — esbravejou.  — Sai! — sentou-se sobre a cama. Jongin pediu abrigo aconchegando a cabeça em seu colo.

 

 — Lamento te decepcionar; eu te amo! — o mais baixo parou fitando-lhe os olhos. Ficara por segundos com a expressão neutra — Como amigo. — ao se dar conta de que o pequeno ficava zangado tentando afastar sua cabeça e desenhando um carão, Jongin corrige as palavras. Queria continuar dormindo com o mais baixo, e se queria continuar em sua cama, aquele não era o momento de deixá-lo bravo, muito menos de voltar ao assunto. 

 

 Kyung parecia realmente sonolento, aos poucos permitiu-se dormir sentado acariciando os cabelos do castanho, e não era o que queria, não no momento em que estava chateado, é que tinha costume de dormir com as pontas dos dedos afagando os fios do maior. Automaticamente ao começar a cochilar, os dedos moveram-se de modo involuntário. 

 

O canto da boca do castanho desenhou-se em um riso lateral, ficou a fitar a face do amigo. Por um triz; ele não pegou no sono sentido as caricias entre os cabelos. "Ele é tão lindo. Por que demorei tanto a perceber isso? E se for tarde demais?" Estava maravilhado, era a primeira vez que o olhava sem pressa. Levou a mão até a altura da testa do outro, com o indicado afastou a franja, ela voltou ao mesmo lugar de antes, deslizou o polegar em suas sobrancelhas como se fizesse um desenho imaginário, desceu aos lábios rosados repetindo o mesmo ato. Sorriu largo com o movimentos labial que o pequeno fizera, provavelmente por sentir sensibilidade a cócegas ali. 

 

 — Sinto muito, não queria te acordar. — o movimento corporal que fizera o Kim, para deitá-lo deixando-o  mais confortável, com a cabeça apoiada sobre o travesseiro, acabou acordando o outro. Sentia o corpo pesado como se houvesse trabalhado o dia todo, virou-se dando continuidade a um sono tranquilo. Jongin levantou-se para apagar a luz, voltou e depois de abraçar o pequeno corpo sobre a cama, adormeceu.

 

A pedido do menor, aquele fim de semana passou-se sem que Jongin, tocasse no assunto, queria aproveitar os dias em casa sem deixar o menor zangado, um outro dia voltaria naquele assunto e em seu pensar, não daria chance do pequeno fugir daquela conversa.

 

 — Não vai me esperar? — Jongin perguntou ao vê-lo saindo antes. Na segunda feira cedinho, o mais baixo recebeu uma ligação do Mark, falando que lhe pegaria para a aula. Jongin esticou o corpo colocando a cabeça fora da porta da sala, havia sido aberta por o Kyung. — Vai comigo! — ele saiu fora dispensando o amigo.

 

 — Foi grosseria. Não faça mais isso. — chateado com aquela atitude, Kyung colocou a mochila nos ombro, adentrando o carro daquele que sorria com o bico que fizera o mais baixo.

 

           

                         ...

 

 

 

 — Soo? Uaah! Você tá lindo. — Mark acenou com a mão, sorridente. Kyung foi ao seu encontro.

 

— Sehun! — Jongin segurou na altura do cotovelo do colega, se afastando dos amigos que se encontravam no portão do campus. Estava zangado por ver o pequeno se aproximando do Mark, entre eles aconteceu um abraço e beijo no rosto, demorado. Kim, não viu apenas um beijo no rosto, ele achou ter visto um beijo na boca, estava enganado. Com raiva, ele apelou para sua fraqueza, iria tirar aquela raiva no banheiro da faculdade, transando com seu amigo.

 

Adentraram as portas e deram um tempo esperando que todos saíssem. Por fim, o banheiro ficou vazio. Kim, saiu abrindo uma porta e outra conferindo se ainda tinha alguém. Só tinham eles dois ali.

 

 — Õnnhh! Eu sabia que não ia se aguentar, me procuraria assim que batesse o tesão. — saíra mais gemidos da voz do Sehun, do que palavras. Usando a força bruta, Jongin empurrou o outro contra a porta. — KAI! COMO VOU ENTRAR NA SALA? — vociferou. O Kim, puxou sua camisa de vez, a rasgando. Ele notou uma sede em Jongin, que nunca viu antes e apesar de ter partes de sua veste destruída, ele estava adorando sentir aquele fogo. Quem em sã consciência desconta raiva em sexo?!

 

Não dando ouvidos as palavras do amigo, ele segurou em seu braço o virando brutalmente de costas. Desceu as calças de ambos. Seus músculos estavam tesos, a expressão em seu rosto era feroz, Kim, não parecia respirar, ele fungava como se estivesse numa briga. Esperando por aquela penetração, estava Sehun ansioso gemendo baixinho, faziam-se dias que o castanho não o procurava. Começou a beijar o pescoço do que estava de costas enquanto estimulava demoradamente seu membro, esquecendo-se do alheio. 

 

 — Aiish! — um Kim, frustrado, resmungava impaciente. Sehun se virou ao perder o contado corporal, sentiu o castanho se afastando. Perguntou o que estava acontecendo, e não precisou de resposta, o olhar perdido do castanho e seu membro que não estava endurecido, deu a maioria das respostas. 

 

 — Eu faço você reviver de novo. — Sehun gargalhou passando dos limites por não acreditar que falara aquilo num momento de tamanho constrangimento para o Jongin. Se ajoelhou fazendo um boquete, difícil era consegui levar aquelas chupadas adiante, ele nunca presenciara o castanho broxar, acabara mais rindo que dando atenção ao membro alheio. 

 

 — Esquece. Tem uma camisa aí. Pode ir. — agora ele não estava só com raiva por ver o menor com o outro, estava absurdamente irritado por passar por aquele vexame. Se vestiu e puxando uma segunda camisa da mochila, entregou-o. Permitiu que Sehun, saísse e saíra em passos mais curtos atrás.

 

                   ...

 

 — Já tavam trepando no banheiro? Vocês estão amarelos de tanto fazerem sexo. Credo, aquele banheiro deve ter ficado nojento. Não entro lá hoje. — o rosado falou risonho, podia até perder os amigos, mas a piada, não perdia nunca. Kyung estava de costas, ainda conversava com o amigo, se virou pra saber de quem se tratava, uma troca de olhares aconteceu entre ele e o castanho. Jongin suspirou pesado passando por todos, foi o primeiro a entrar na sala. — O que deu nele? — Kyung deu de ombros demostrando não saber que bicho havia o mordido para que ele estivesse com a cara feia. 

 

 



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