História Two lives and one destiny - Imagine Jay Park - Capítulo 5


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Categorias Jay Park
Personagens Jay Park, Personagens Originais
Visualizações 22
Palavras 989
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello Baby's
Boa leitura🍃📖

Capítulo 5 - Dia normal


Estaciono o carro em frente a casa, saio de dentro do automóvel e pego minhas coisas no porta mala, vou até a porta e pego a chave debaixo do vaso de plantas, giro a chave e abro a porta adentrando na casa.


Eu: LISA, CADÊ VOCÊ MULHER?- grito logo ouvindo um barulho de algo caindo. Ando até a escada e vejo a mais velha de cabeça pra baixo.- O que diabos você está fazendo?


Lisa: Tropecei em algum degrau.-a ajudo a se levantar.-ela olha meu ombro direito transparecendo dúvida, a morena de cabelos cacheados toca meu ombro direito curiosa. Solto um gemido baixo de dor e me afasto de sua mão de forma brusca- O que aconteceu?


Eu: Longa história, primeiro posso guardar tudo?-ela assenti com a cabeça e pega minha mala me ajudando até chegar no quarto de hóspedes. Ela me ajuda a guardar tudo e depois nos deitamos na cama


Lisa: Vai falar ou não?-suspiro já prevendo o escândalo


Eu: Pra inicio depois que eu saí da escola escutei som de disparo e…-conto toda a história a ela que fica abismada


Lisa: Você é louca! E se eles te matarem?


Eu: Não sou alguém fácil de se matar. E mesmo se tentarem posso ir atrás do Kai, ele é o único que posso ser capaz de receber ajuda, mesmo que isso signifique arriscar minha cabeça.


Lisa: Quem é Kai?


Eu: Aish! Esquece, não vai querer saber.


Lisa: Sobre seu ferimento… Por que não vai no hospital?


Eu: E falar oque? Ah eu discuti com meus pais tomei um tiro, cravei uma katana no peito da minha mãe e deixei os dois pra se fuderem presos?-digo com sarcasmo


Lisa: Não, que foi bala perdida.-reviro os olhos


Eu: Odeio hospitais e médicos.


Lisa: S/n, eu me preocupo com você, todos nós.-ela se aproxima e pega minhas mãos- Olha eu sei que sua vida tem sido difícil desde sempre mas nem tudo se resume a vingança, mortes e brigas. Nem tudo se resume em troca de tiros.


Eu: Isso é tudo que sobrou de mim Lisa.


Lisa: Não é, você mudou nesses três anos. Antes você sorria, era feliz, tinha mais emoções. Olha como você ficou agora!


Eu: Já conversamos antes. As pessoas mudam, às vezes para melhor e às vezes para pior.


Lisa: Tudo bem, vou preparar o jantar.


Eu: Não vou comer, com tudo isso perdi o apetite, vou dormir.


Lisa: Boa noite.


Eu: Boa noite.


Ela sai e fecha a porta, tiro minhas roupas deixando apenas minha calcinha e a blusa, vou até o banheiro e lavo meu rosto. Não é como se eu não me importe com meus amigos, na verdade eu quero os proteger. Mas também estou cansada deles tentarem me fazer voltar a ser como antes, mesmo que eu não goste de tudo que passei e as consequências da minha mudança eu odeio meu lado muito inocente de antes. Eu era uma tola, não quero ser como antes. Vou até a cama e me deito adormecendo em seguida.                   


(...)


Acordo com meu celular despertando, travo o mesmo e me levanto, vou ao banheiro e faço minhas higienes pessoais, tomo um banho quente e visto meu uniforme, arrumo meu cabelo e minha mochila. Como sempre guardo uma pistola na minha saia, mas dessa vez vai ser diferente, escondo minhas duas armas preferidas. Pego minha mochila e meu celular e desço, começo a ouvir barulho vindo da cozinha, por curiosidade e fome vou até o local e encontro todo mundo comendo.


Eu: Nem pra me acordar né?- falo me sentando no balcão já que não tinha lugar pra mim.


Gustavo: Gosto do meu rosto do jeito que está.


Daniela: Ninguém quer morrer querida.


Eu: Não è como se eu pudesse matá-los, não com esse braço.-tento mexer meu braço direito porém desisti ao sentir a dor.


Isabela: Falando nisso você já trocou o curativo ?


Eu: Olha minha cara que fiz alguma coisa.-reviro os olhos sem paciência.-Vou resolver uns problemas.


Lisa: Não vai comer?


Eu: To enjoada.-grito da sala.


Pego meu celular e começo a procurar o número de alguém que possa me ajudar a me esconder enquanto não tenho nada em mente, por sorte acho o número de um antigo chantagista do meu pai. Sempre achei que ter o contato desse tipo de gente podia me favorecer



*LIGAÇÃO ON*


RM: Alô?


Eu: Kim, sou eu a S/n.


RM: S/n? A S/s?


Eu: Não, o fantasma da ópera. Que outra brasileira chamada S/n você conhece?


RM: Só queria ter certeza, depois que você pediu meu número seu pai nos traiu e tudo que soube sobre você foi que mandou aquele dinheiro para nós.


Eu: E agora eu preciso de ajuda para fugir daqui.


RM: O que aconteceu? *sua voz fica mais grave*


Eu: Não è seguro conversarmos assim, em resumo meus pais estão atrás de mim e eu quase fiz “aquilo”. Eu pretendo ir atrás de Kim Jong-in, se eu o convencer a me ajudar meus pais já eram.


RM: Jong-in è um fantasma, acha que um traficante como ele fica dando mole no centro de Seoul?


Eu: Não me subestime Kim!


RM: Ok, vou te ajudar mas se você conseguir vir para Coreia depende de você.


Eu: Sou todo ouvidos.


RM: Vai ter uma festa em comemoração pelo casamento de um contrabandista aí, vai ter todo o tipo de gente que possa imaginar. Vou falar com o filho dele, você ira como sua acompanhante, assim poderá procurar por alguém capaz de te ajudar.


Eu: Você è amigo do filho dele?


RM: Lembra que eu já disse sobre os Wang’s?


Eu: Jackson Wang? Não creio! O pai dele finalmente se casou?


RM: Sim, e pelo que parece è uma brasileira.


Eu: Qual o endereço?


RM: Ele vai te buscar, onde você está?


Eu: Na casa da Lisa, Xxxx_Xxxxxx_Xx.


RM: Ok, a propósito não se esqueça, a partir de agora vale tudo. Você tem que jogar com suas cartas.


Eu: Sou boa com xadrez, não poker.


RM: Você lembra seu pai, use isso.


*LIGAÇÃO OFF*


Ele desligou na minha cara… Aish! Pego minha mochila e saio de casa batendo a porta. Não vou poder ir para a escola por algum tempo, é melhor eu me livrar daqueles merdas hoje de uma vez.




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