História Two Moons - Capítulo 11


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Personagens Originais
Tags Chanyeol, Jongin, Kai, Pelúciadokai, Suspense, Terror
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Palavras 2.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ PESSOAS!
Desculpem minha demora pela atualização, mas as coisas não estavam indo muito bem, então eu tive um leve bloqueio de criatividade, bem pequeno, tipo 2 meses... rsrs

Então fiquem com o capitulo de hoje!
Boa leitura nenes

Capítulo 11 - Parte 10


Capítulo 10

Consequências;

 

 

Diante daquela visão Yangsu paralisou, nada mais vinha em sua mente, apenas o ato da mulher. Seu subconsciente insistia em lhe trair, sem corresponder nenhuma de suas obrigações. E por um segundo ela só conseguia dizer mentalmente a si mesma que a culpa da morte da tal mulher, era totalmente sua, e se não fosse ela, um filho ainda estaria com sua mãe.  

 

Vendo a situação em que Yangsu se encontrava, Jongin rapidamente se movimentou para tocar seu ombro, mas foi interrompido por um som de choro, vindo da casa, e antes mesmo de conseguir puxar ou associar seu próximo movimento, Yangsu saiu correndo em direção a casa, na qual abriu a porta sem nenhuma cerimônia. Observou atentamente ainda meio avoada todo o local, que se consistia em uma pequena casa de dois cômodos, na cozinha os móveis eram todos simples, e apenas uma mesa de duas cadeiras se encontrava sobre o chão preto e branco do cômodo que dividia aparentemente a sala de lazer, onde uma velha tv estava diretamente ao chão, e a sua frente um sofá na qual possuía um descuido total. 

 

Yangsu seguiu para a porta ao lado da tv, onde capitou os gritos, foi rapidamente entrando no quarto sem ao menos olhar os móveis, e notou logo ao lado um berço, na qual dentro continha uma criança, para ser mais exata, um pequeno e inocente bebê.  Nem passou por sua cabeça ao certo quantos meses o pequeno deveria ter, pois era muito pequeno para assimilar, ele não passava de semanas de vida, e só por pensar nisso, Yangsu sentiu o estomago embrulhar completamente.  

 

Jongin veio ao encontro da mulher o mais rápido possível, já na rua o tumulto se tornava promissor. Ele segurou firme o braço de Yangsu, e sussurrou arduamente para que fossem embora antes que a polícia chegasse ao lugar e a situação piorasse para cima de ambos, porém, ela continuou ali a olhar a criança com os olhos marejados, ela se sentia culpada, pela morta da mãe do pobre bebê a sua frente que chorava sem parar.  

 

─ Precisamos ir! ─ Gritou já o mais velho com os nervos à flor da pele já ouvindo as sirenes tilintarem cada vez mais altas do lado de fora. ─ Yangsu, vai ficar tudo bom com essa criança, agora precisamos sair daqui o mais rápido possível, ou as coisas podem ficar piores do que já estão... ─ Jongin segurou firme o rosto da mulher, finalmente tirando-lhe a atenção do bebê e a colocando em si mesmo, que ouviu sem protestar e ambos saíram às pressas sem chamar muita atenção diretamente para o veículo.   

 

O caminho até o apartamento de Yangsu foi calmo, porém muito quieto, ambos estavam concentrados demais em pensamentos opostos. Yangsu mantinha sua mente focada diretamente a situação da mãe e do filho, pensando no que ela errará e como poderia ter evitado tal acontecimento, já Jongin tinha em sua mente resolver o grande enigma que se pairava, tentava conectar todos os pontos, mas nada havia sido tão complicado de se solucionar como este.  

 

Ao chegar na frente do apartamento, Jongin estaciona o carro de modo alheio no outro lado da rua, e sai do carro o mais rápido possível, sendo seguindo pela morena que apertava arduamente o casaco com as mãos, como se eles fossem seu ponto seguro, ambos subiram as pressas e entraram no elevador, o silencio era doentio, e Jongin sentia que a qualquer momento poderia enlouquecer, então soltou um suspiro pesado e fitou a figura menor ao seu lado, que estava com a cabeça baixa e com as mãos agora dentro dos bolsos da calça.  

 

─ Isso já passou de um simples caso, você sabe que eu já não estou mais lidando apenas com os seus problemas, não é? ─ Yangsu cortou o silencio, assim que Jongin praguejou abrir sua boca, e aquelas palavras soaram mais ásperas do que o normal aos ouvidos do moreno ─ Afetamos o emprego de uma simples recepcionista, destruímos a vida de um recém-nascido. Quem será o próximo? O pior, talvez seja de alguém que eu conheça, pode ser alguém da minha família, Jongin.  

 

─ Eu estou ciente disso, mas... 

 

─ Não, você não está. Porque para você, nada importa, você quer apenas que seu caso seja concluído e você volte a fazer todas as coisas que sempre faz. Mas eu, eu nunca quis nada disso, colocar a vida do meu irmão, da minha mãe, ou de qualquer pessoa que vaga pela rua, ou tenha uma família para cuidar em risco. ─ Desabafou a mulher, olhando diretamente para Jongin, e pela primeira vez, ele sentiu que ela estivesse desabando. ─ Eu sei que sou uma advogada, meu lema sempre foi lutar pela justiça, mas isso...,  Mas o que está acontecendo, isso não é justiça. Eu sinto como se eu estivesse me distorcendo e quebrando meus próprios lemas. E se eu continuar assim, eu irei desabar.  

 

─ Então está me dizendo para desistir, ou melhor, está me dizendo que não irá mais ser minha advogada? 

 

Ela abriu a boca para dar a resposta que insistia em vir em sua mente mais a porta do elevador se abriu e ela suspirou aliviada, caminhou rápido para a porta e a abriu, porém, seu braço foi segurado. Desta vez, não com força. Ela virou e encarou o rosto que antes estava sereno. Yangsu se caçoou internamente achando que estava enlouquecendo em ver a figura a sua frente sem a áurea forte e controladora agora com a visão de uma pessoa perdida e triste.  

 

─ Por favor, me diga. ─ Foram as únicas palavras que ele conseguiu dizer. 

 

A mulher abaixou a cabeça, e abriu a boca, porém as palavras que saíram dela, foram nada mais nada menos que um sussurro, um breve; ─ Me dê um dia, por favor... ─ Seguido de um olhar suplica. Fazendo com que Jongin apenas concordasse.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Yangsu passou cerca de três horas dentro de seu quarto, ela estava tão atordoada, que a única coisa que passou por sua cabeça foi tomar um banho e cochilar pelo menos duas horas, ou talvez esperar que o milagre caísse em sua cabeça e resolvesse todos os seus problemas, porém nada disso aconteceu para sua sorte. E enquanto mantinha sua cabeça encostada na cabeceira da cama, ouviu leves batidas na porta de seu quarto, seguindo por um silencio de poucos segundos e por fim viu a porta do cômodo se abrir e de lá sair uma figura. Junmyeon.  

 

─ Sem querer lhe avisar, mas acredite, eu já sei o que aconteceu ─ Disse com um tom de voz indescritível aos ouvidos de Yangsu, que nem fez questão de reparar se era um puro egocentrismo ou se ele estava realmente findado a falar algo sério pela primeira vez em anos. Porém ao invés de responder com alguma ofensa, ela simplesmente virou a cabeça para a direção oposta de deixou que ele prosseguisse com sua fala ─ Sabe, quando éramos pequenos, papai sempre me contava histórias ruins que aconteciam com ele quando era criança, e eu sempre me imaginava fazendo uma das loucuras que ele contava. Mas, quando fui preso, eu vi que das brincadeiras saudáveis que ele me contava, era o oposto do que eu estava fazendo. Eu pensei que ele me odiaria se me visse naquele estado, e tenho certeza, que se ele estivesse lá, eu nem ao menos seria capaz de olhar para seu rosto. Então... Eu realmente espero, que você veja por outros pontos o que está fazendo... 

 

─ Depois que eu conheci Jongin, eu comecei a receber mensagens, ameaças, e sempre me passa pela cabeça que isso é coisa de algum dos presos que eu condenei em algum caso passado, mas ele sempre está a um passo à frente. E se eu continuar, alguém vai pagar pelos meus atos. Eu já não estou mais nesse caso apenas por causa do dinheiro. Eu já nem sei mais se isso importa, se o dinheiro me importa. ─ Ela disse fazendo os olhos de Junmyeon se arregalarem, porém ele não questionou. ─ Eu só... Não sei se devo continuar neste caso, afinal, Jongin fez coisas horríveis, e pessoas horríveis merecem pagar pelos seus atos.  

 

─ Não Yangsu. As vezes as pessoas não são horríveis, mas sim as circunstâncias em que elas são colocadas. ─ Disse o mais velho sentando cuidadosamente na cama ─ E em questão a essas mensagens, eu posso procurar, apenas me avise caso outra chegar. Eu posso rastrear, e assim ver de onde foi enviada, agora eu tenho que checar algumas coisas, durma um pouco e pense, mas não ligue em hipótese nenhuma a tv.  

 

Yangsu apenas concordou e deixou seu corpo deslizar sob os lençóis da cama assim fazendo seu corpo se alinhar confortavelmente sobre o colchão e assim dormindo em poucos minutos. Algumas horas se passaram e ela acordou por volta das oito e meia da noite, seu celular vibrava na cabeceira da cama e não fazia questão alguma de atender, apenas deixou que vibrasse, mas elas não cessaram assim como ela imaginou, pior, se intensificara. E depois de uma incansável espera, ela resolver atender. Haviam mais de cinquenta chamadas perdidas, elas de Jungha e de alguns de seus sócios, ela pensou em ligar para Jungha, porém assim que discou o número de sua prima a tela se acendeu novamente em uma chamada de seu sócio, Sr. Jung. Então ela apenas o levou a orelha. 

 

  

─ Alô, Senhor Jung, boa noite!  

 

─ Não diria tão boa assim, meu celular não para de tocar e os acionistas estão doidos para romper seus contratos com sua companhia, fora que mais de cinco advogados já pediram suas contas para começarem a pagar os trinta dias. ─ Disse irritado com sua voz ao lado do aparelho celular ─ Você tem noção do que fez? 

 

─ Senhor, não foi planejado, alguém estava armando para nós ontem. Nos drogaram, colocaram esctasy em nossa água! ─ Indagou Yangsu para o homem do outro lado da linha. 

 

─ Mas, e as consequências? A drogando ou não, terá que pagar, está entendendo? Compareça amanhã em minha companhia, faremos uma reunião para abafar o caso, e resolveremos com os acionistas e com os sócios.  

 

─ Sim senhor. ─ E assim a chamada acabou, Yangsu soltou um suspiro alto e fitou novamente a tela do aparelho. 

 

Por fim decidiu não ligar para Jungha, assim ela estaria estressando a mais nova por problemas seus, então apenas abriu o site de notícias, e nele ficou por alguns minutos, apenas as notícias diárias e como sempre: “Um avião caí em Jeju causando dois feridos e treze mortos”; “Mulher e joga em frente a um ônibus público em Jongno-gu*”. Yangsu verifica a matéria e a abre para ler.  

 

“Aparentemente uma mulher de 27 anos moradora do bairro coreano de Seul; Jongno-gu, se joga em frente a um transporte público na manhã desta quarta-feira. Policiais investigaram a cena e pelo que aparenta mulher se chamava Jung HeeSun e era mãe solteira de um recém-nascido, trabalhava em um café próximo. Segundo alguns vizinhos ela discutia muito com seu marido na qual era alcoólatra e depois de uma discussão eles se divorciaram apontando talvez o motivo de seu suicido. A polícia tentou entrar em contato com a família, porém não obteve sucesso, o recém-nascido será levado a um orfanato. O velório será realizado amanhã. Para mais informações fiquem atentos. “ 

 

A mulher observa e lê a matéria mais de três vezes, seu coração apertou e ela teve certeza que uma vida ela conseguiu dar conta de arrasar. E quando achou que não era o suficiente seu celular vibra em mais uma mensagem anônima.  

 

 

 

 

“Quem deve ser o próximo? Você pode escolher, ou não.” 

─ Anônimo.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Yangsu depois de ler a mensagem na noite anterior levou prontamente a Suho que pediu pelo menos um dia para rastrear e obter pelo menos um pouco sobre o indivíduo. Na manhã seguinte Yangsu se arrumou saiu de casa ainda cedo, havia uma reunião com os acionistas e sócios que ela não podia perder. Mesmo sendo obrigada a ir, ela prometeu a si mesma que se continuasse com o caso do Kim ela pagaria devidamente por tudo o que fizesse de errado, tanto com sigo, quanto com os outros.   

 

Fechou a porta dando de cara com ambos os seguranças de seu irmão, e diferente dos outros dias ela desceu pelas escadas do edifício. Chegou a garagem e caminhou passiva até sua SUV, porém de súbita ela decide parar, havia uma sensação estranha no ar, ela sentia que alguém estava lhe observando entre as lacunas do estacionamento. Então ela avança rápido desta vez entra no carro e segue até a companhia que ficava mais afastada do centro da cidade.  

 

Ao chegar Yangsu se dirige até a recepção onde estava a senhorita Song, sobrinha e recepcionista do Sr. Jung, a mulher que odiava Yangsu com todas as suas forças, e como sempre ela olhou a mesma assim que chegou da cabeça aos pés e apenas disse o número da sala onde estava acontecendo a reunião. Yangsu apenas seguiu até o elevador com as mãos no bolso e entrou no mesmo, teclou o número do andar e seguiu até a sala assim que ele chegou.  

 

Bateu cuidadosamente na porta e apenas ouviu um breve “entre”, empurrou a porta de leve e observou a cena. Estavam todos em uma mesa grande, desde seus sócios de um lado, até os acionistas no outro e por fim a figura que a chocou e que ela definidamente não esperava que estivesse ali. Kim Jongin estava sentado em uma das pontas da mesa, ao seu lado sua secretária e seu sócio. Ele mantinha a postura terna de sempre com as mãos sobre a mesa e os olhos abaixados olhando as mesmas, ele parecia envergonhado ou apenas não queria olhar os olhos de Yangsu, mas esse sentimento passou assim que ele levantou a cabeça e fitou de forma cativante os olhos da mais velha, que apenas se curvou e comprimento adequadamente todos, logo em seguida se sentou na ponta da mesa.  

 

─ Podemos começar adequadamente então? ─ Perguntou Sr. Jung, assim que todos consentiram o mesmo arrumou a gravata e continuou ─   Estamos aqui para falar sobre as relações da senhorita Yangsu, uma das nossas advogadas que lidera sua própria companhia de advocacia. Entre esse último mês, a senhorita Yangsu aceitou o caso do CEO da Star Company que está aqui presente, Kim Jongin. A imprensa começou uma especulação sobre os dois por conta de suas igualdades físicas, e segundo fatos contados a mim que Jongin e Yangsu sofreram uma armação na noite do Motel na qual foram drogados e alguém supostamente deixou o fato vazar para escandalizar que ambos estavam em um relacionamento às escuras. Estamos aqui reunidos para decidir as circunstancias e o que iremos fazer para abafar a imprensa. Alguma sugestão? 

 

─ Não há como subornarmos eles? ─ Perguntou o acionista Kang.  

 

─ Creio que a essa altura do campeonato isso já não resolva mais. ─ Respondeu o Sr. Jung ─ Alguém mais tem uma ideia? 

 

─ Então já que ambos estão supostamente saindo escondido, porque não então faze-los ter um relacionamento real perante a imprensa, assim não terá graça alguma eles os seguirem ou ficarem se envolvendo. Fora, que a popularidade de ambos aumentaria. ─ Citou a acionista Ong, fazendo com que Jongin encarasse diretamente Yangsu que já tinha seus olhos arregalados. 

 

─ Não, deve ter outro jeito! ─ Interrompeu a mesma. ─ Isso vai contra os meus códigos.  

 

 

─ Porém é uma boa ideia, na verdade uma excelente ideia. A imprensa não teria motivo algum para correr atrás de vocês, ou seja, largariam vocês de vez, e aparentemente não há outra saída. Yangsu isso é temporário, vocês só precisam se comportar como um casal no lado de fora das ruas.  

 

─ Não, por favor. ─ Implorou Yangsu. 

 

─ Quantos votam nesta decisão? ─ Pediu Sr. Jung, e aparentemente dos 20 empregados que estavam na sala, em torno de 17 concordaram. 

 

 

─ Está decidido, vocês serão um casal para todamídia a partir de agora.  


Notas Finais


VRAUUUU
Não seja fantasmas e comentem sobre o capitulo de hoje!

Até o próximo!


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