História Two souls - Capítulo 30


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Kierark, Malec, Sizzy
Visualizações 99
Palavras 1.102
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - Capítulo 29


Fanfic / Fanfiction Two souls - Capítulo 30 - Capítulo 29

 

Capítulo 29

Surpresa!

 

Madzie digitava freneticamente uma mensagem para Liam, mas todas as vezes que terminava acabava apagando.

Era sempre assim, ela escrevia, desistia e jogava o seu celular em cima da cama.

-Madzie. –Chama Jace, ao bater na porta do quarto da adolescente.

-Sim? –Pergunta, encarando-o.

-Vou buscar o seu irmão na escola... Ele se machucou numa atividade. –Responde, alisando os cabelos, deixando-a preocupada.

-O moleque está bem? –Pergunta, preocupada.

-Está, mas tomou quatro pontos na cabeça. –Responde, alisando o seu rosto. –Caso Rafael ligue, avise que eu já estou indo... Parece que a escola vai entrar em contato com os responsáveis de Alex e talvez o Rafael esteja na lista, já que os pais sempre estão em reuniões. –Pede, apontando em direção a filha.

-Rafael não vai querer falar comigo. –Diz, suspirando.

Jace alisa o seu rosto e se senta ao lado da filha, beijando os seus cabelos e fazendo-a soltar um suspiro.

-Está mais do que na hora de fazer as pazes com os seus tios, com os seus primos e com a sua melhor amiga. –Aconselha, alisando o rosto de Madzie, que suspira.

-Não é tão fácil assim... Não será como conversar com a mamãe... Vai ser mais forte. –Confessa, abaixando a cabeça. –Eu toquei na ferida e apertei com força. –Sussurra, suspirando.

-É melhor tomar coragem antes que os perca de vez. –Sugere, beijando os seus cabelos e saindo do quarto, fazendo-a se lembrar do dia em que conversou com a mãe.

Madzie pode observar a mãe pintar, ela tinha fones em seus ouvidos e uma expressão concentrada no rosto.

-Oi. –Cumprimenta, assim que vira-se em direção a filha, retirando os seus fones de ouvido. –Aconteceu alguma coisa? –Pergunta, pegando um banquinho e colocando à sua frente.

-Não exatamente. –Responde, sentando-se e suspirando. –Eu sou uma vaca! –Afirma, observando a mãe colocar uma careta no rosto. –Eu fiz muita merda... Eu sei disso e eu vou entender se não quiser me perdoar, mas eu sinto muito, sinto por ter colocado o quadro na exposição, por roubar, por fez merda por cima de merda. –Revela, coçando a sua nuca.

-Você está arrependida, ou só está me pedindo desculpas porque acha que tem que pedir? –Pergunta, analisando-a com atenção.

-Porque eu fiz merda e agora tenho que correr atrás do prejuízo. –Confessa, sincera.

Madzie pega o seu tablete e faz uma chamada de vídeo para Liam, que atende na terceira tentativa.

-Eu sou uma filha da puta babaca. –Afirma, fazendo-a rir.

 

***

 

O almoço transcorreu tranquilamente, vez ou outra, Alec pegava a mão de Magnus, entrelaçava os seus dedos, encostando-a em sua coxa, sentindo relaxado ao seu lado.

Etta não parecia querer algo com Magnus, ou tentar se aproximar dele, hora alguma foi insinuativa ou maliciosa... Ela estava agindo como esposa de Axel e se mantinha no seu papel o tempo todo.

Por enquanto, era o primeiro caso de Magnus que não havia lhe dado problemas.

-O que você está planejando? –Pergunta Magnus, sussurrando no ouvido de Alec.

Era para ser uma surpresa, entretanto, ele sabia que Magnus iria desconfiar de algo assim que ele entendesse a sua conversa com Axel faria um questionamento assim.

-Transformar as empresas Bane em uma companhia. –Responde, olhando-o nos olhos.

-Esse era o sonho do meu pai. –Diz, pasmo.

-Eu sei... E eu vou realiza-lo. –Garante, alisando o rosto de Magnus, beijando a sua testa.

-Como conseguiu isso? –Pergunta, surpreso.

Fora um difícil processo, que durou pelo menos três anos, mas Alec estava pronto para anuncia isso a Magnus, já que estava mais do que em andamento, já estava quase em período de conclusão.

-Tive que comprar algumas ações, ter muitos jantares, conversar exaustivamente com sucessores de acionistas, entre outras coisas. –Responde, suspirando.

-Foi por isso que não embarcou no plano do Herondale? –Acusa, apontando em direção a Alec, que ri.

-Exatamente, querido. –Revela, beijando a sua mão. –Feliz? –Pergunta, olhando-o nos olhos.

-Muito. –Responde, tentando se conter.

Os olhos de Magnus brilhavam em contentamento e todas as horas de discussão valerão apena.

-Surpresa. –Cantarola, arrancando uma risada de Magnus.

-Vocês são lindos juntos. –Revela Etta, chamando a atenção do casal. –E olha que eu nunca pensei que o garanhão Magnus Bane se casaria e teria cinco filhos. –Brinca, rindo. –Ele não queria nem uma sombra de um, pirava com a mísera possibilidade. –Diz e Alec percebe que Axel tinha saído da mesa. –Ele foi fumar. –Revela, alisando os seus cabelos. –Odeio esse habito... Tento fazê-lo mudar a anos, mas não acontece. –Diz, negando com a cabeça.

-Você parece bem. –Diz Magnus, analisando-a com calma.

-Eu estou bem... Casada há dez anos, feliz, mesmo com as peculiaridades dele. –Revela, despreocupada.

-Filhos? –Pergunta Alec, levando a sua taça de vinho a boca.

-Uma cachorrinha chamada Mel, serve? –Pergunta, rindo.

-Sim. –Diz, despreocupado.

-Nós falamos em Isamu, mas... Axel não sabe da minha vida desregrada, ele só me conheceu na fase calma da minha vida e eu quero que ele acredite que ela sempre foi assim. –Comenta Etta, suspirando. –Eu amo aquele homem, mas ele é muito retrógrado. –Revela, alisando o seu rosto. –Perdi o contato com Isamu por um tempo por causa disso... Sabe nós sempre fomos amigos, mas ele é aberto demais, fala demais e fiquei com medo que ele contasse para o Axel... É raro um homem não ter ciúmes da vida pregressa do seu parceiro e parceira... Você tirou a sorte grande. –Diz, sorrindo abertamente.

-Sim, eu tirei. –Diz Magnus, vasculhando os seus bolsos. –Bane. Com licença. –Pede, levantando-se e saindo da mesa.

-Eu também tenho sorte por tê-lo encontrado. –Diz Alec, pegando a sua taça de vinho.

-Alec, temos que ir. –Avisa Magnus, preocupado.

-O que aconteceu? –Pergunta, nervoso.

-É a Alex. –Responde, nervosamente.

 

***

 

Izzy segue em direção ao restaurante que Simon, normalmente, almoça, para fazer uma surpresa, porém quem fica surpresa foi ela ao encontra-lo almoçando com Queen Seelie.

Não havia sinais de uma intimidade, entretanto, a cena incomodou a morena de tal forma que ela segue em direção aos dois, parando ao lado de Simon, que abre um enorme sorriso em sua direção, amolecendo um pouco o coração da esposa.

-Oi, amor. –Cumprimenta, tentando beija-la, porém Izzy desvia o rosto e encara Queen, que suspira.

-Só estávamos conversando. –Explica à ruiva, suspirando.

-Eu sei que só estão conversando. –Garante, segura, voltando-se em direção ao marido, que estava com os braços cruzados e possivelmente perdendo o riso. –Só quero saber sobre o quê? –Pergunta, sentando-se ao lado da cadeira do marido, que se senta ao seu lado.

-Seu irmão. –Responde Simon, levando o copo de água a boca.

 

 

 

 



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