História Two Souls - Capítulo 2


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Categorias Brothers Conflict, Kimi ni Todoke, Uta no Prince-sama: Maji Love 1000%
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Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Harem, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo. Obrigada a todos que estão lendo e aos que favoritaram.
Estou emocionada.

Capítulo 2 - A Aliada


Fanfic / Fanfiction Two Souls - Capítulo 2 - A Aliada

Ouço vozes. Desesperadas. Meu corpo dói. Com esforço, consigo abrir os olhos. Há algumas mulheres chorando e gritando. Estão pressionando meu peito. Sinto algo vindo pela minha garganta. Um líquido sai pela minha boca e começa a tossir.

- Graças a Deus! – Uma das mulheres grita, chorando. – A princesa está viva!

- Princesa? – Olho para os lados, confusa.

Quando sentei, percebi que todas estavam de joelhos em minha frente. Todas baixaram suas cabeças.

- Vossa Alteza, por favor, nos perdoe! Foi nossa culpa! Não conseguimos cuidar de seu bem-estar! – Uma morena suplicou.

Todas pareciam estar bem assustadas. Algumas choravam. Suas roupas eram engraçadas. Olhei em volta e percebi que estava em uma construção de pedras, uma espécie de sauna ao ar livre. Ao mexer minha perna, percebo que estou usando um vestido curto, que está molhado. Assusto-me.

- O-Onde está a praia? Como eu vim parar aqui? Quem são vocês? – Perguntei ao grupo.

- Vossa Alteza está na área de banho feminina do castelo. A senhorita insistiu em vir relaxar. – Duas mulheres do grupo me ajudaram a levantar. – A senhorita deve voltar para seus aposentos para descansar antes do jantar com o rei.

- Rei? Que rei? Jantar? Pera aí! Calma! Alguém me explica o que eu tenho com isso? – Desesperei-me.

- S-Senhorita, melhor irmos! – Todas me empurraram por alguns corredores, enquanto me enxugavam e limpavam a água do piso.

Fui posta em uma espécie de quarto. Obviamente era maior que minha casa. Todos os móveis eram grandes. Era quase um exagero. Comecei a explorar o local na busca de respostas de onde poderia estar. Um quadro enorme chamou minha atenção. Era uma garota com um olhar muito frio. Sua postura e vestimentas de ferro, uma espécie de armadura, exalavam uma intimidação que fazia meus músculos contraírem. Meus pensamentos foram interrompidos por batidas na porta.

- P-Pode entrar!

Uma garota ruiva invadiu o aposento. Curvou-se, primeiramente, e já abriu uma porta do lugar. Parecia ser um closet em uma escala gigantesca.

- Q-Quem é você? – Segui a menina. – Poderia dizer onde estou, por favor? Acho que vocês estão se confundindo. Meu nome é...

- Princesa, fique quieta! – Tremi pela surpresa. – A senhorita é a Princesa Yada Kravicia, apenas isso! Não ouse falar seu verdadeiro nome enquanto está nessa corpo, pois podem aprisioná-la alegando que a senhorita está louca. Olhe-se no espelho no fundo do corredor!

Com um sentimento estranho no peito, sigo o caminho até chegar a uma parede com um espelho enorme. Nesse momento, um arrepio subiu pela minha espinha. O reflexo que se formou não era meu, mas de outra pessoa. Os movimentos e ações eram meus, mas o corpo não. Dei um grito enquanto andava para longe daquela visão. Acabei caindo no chão. A ruiva estava de pé perto de mim.

- O que está acontecendo? Por favor, me diga! Essa não sou eu! Eu...Eu...- Soltei outro grito.

Minha cabeça doía. Nada fazia sentido. Seria essa corpo dessa princesa que todos falam? Não sei onde estou. Qual o motivo de estar aqui? Deve ser um castigo. Não! Isso também não faz sentido. Eu devo estar dormindo. Sim! Só pode ser isso.

- Senhorita! – Olhei para a garota, assustada. – Eu sei que você não é a princesa Yada. Pelo menos, não por dentro.

- Então, por que estou aqui? Onde estou? Por que eu? – Antes da loucura querer voltar, fui interrompida.

- A princesa de Kravicia. A garota naquele quadro. Tão fria e sanguinária como o pai. Queria ser poderosa. Mais que seus irmãos. Foi enganada por uma feiticeira e, ao invés de ganhar poder, destruiu sua alma. Meu nome é Beatrice, sou a serva de confiança da princesa e uma bruxa.

- Então, você tem poderes? Pode me mandar para o meu corpo? – Ajoelhei-me.

- Não faça isso! – Fui levantada. – Infelizmente, apenas consigo prever o futuro. Por esse motivo sei quem é você. Estarei com a senhorita para ajudá-la, pois sei que vai ter dificuldade para se comportar como a princesa.

- Somos tão diferentes assim?

- Bom, a princesa Yada é uma moça fria e agressiva. Não se importar muito com o povo. É um pouco mimada e não aceita ser menosprezada. Está sempre vestindo uma armadura para mostrar poder, mas não passa de uma criança mimada.

- Nossa! Do jeito que você fala, eu vejo o quão bom era o relacionamento de vocês, sabe? – Ironicamente ri do comentário.

- Sou fiel à princesa, mas não sou cega. – Sorriu.

Demoramos algum tempo naquele guarda-roupa gigantesco. Beatrice me explicou sobre a personalidade irritante da princesa. Além disso, me explicou sobre a “minha família”, e foi nessa parte que eu quase desisti, porque eu tinha de decorar o nome de seis príncipes que eram meus irmãos (e que eu não fazia a menor ideia de como eram), três rainhas, sendo uma minha mãe, e um rei sanguinário e ambicioso (mas acho melhor não mencionar isso pessoalmente, vai que eu perco a cabeça). A ruiva ainda contou um pouco sobre a vida da princesa e o dia a dia agitado. Beatrice tinha um irmão no exército, Ahren, que havia visto a princesa treinar luta, porém o que ele via era apenas uma “desprovida de talento nervosinha”.

Uma serva que estava com o grupo de mais cedo chegou, tremendo. Ajoelhou-se, deixando-me perplexa. Seu rosto estava vermelho, considerando a época acho que foi agredida.

- Vossa Alteza, por favor, perdoe minha incompetência! Sua segurança foi ameaçada por minha culpa! Perdoe-me! Perdoe-me! – De bruços, implorou meu perdão.

Ajudei a senhora a levantar-se. Era estranho para mim. Ver alguém desse jeito, implorando de joelhos. Quando pensava sobre isso nas aulas de história, não achava que seria milhões de vezes pior. A mulher era uma senhora, seu rosto estava machucado e sua expressão era confusa, provavelmente pela minha atitude.

- Não precisa se ajoelhar, por favor. Eu estou viva, não? Vá cuidar de seu rosto. – Mesmo tentando ter um tom frio, não conseguia.

- M-Mas, Vossa Alteza, tenho que arrumá-la para o jantar. O rei deseja todos os membros da família reunidos hoje. – Minhas pernas bambearam.

- Não se preocupe. Beatrice pode me ajudar. Pode retirar-se. – Após uma reverência a serva sumiu rapidamente. – Beatrice, ferrou!

- Nunca mais fale “ferrou”, por favor ! Você será, a partir de agora, a princesa Yada Kravicia. Depois a ajudarei com o resto. – A garota pegou uma das armaduras da princesa.

- Calma. Não irei usar armadura. – A garota olhou para mim, surpresa. – Já que não conseguirei acompanhar o ritmo da princesa. Mostrarei uma versão nova da princesa e concertar a imagem dela. - Uma onda de confiança tomou meu corpo.

- Entendido, Vossa Alteza. – A ruiva entendeu meu objetivo e trouxe um vestido lilás para mim.

Os preparativos de cabelo e maquiagem ficaram para Beatrice. Nossa troca de palavras era o bastante para nos entendermos. Meu objetivo vai ser algo difícil de alcançar, mas não vou desistir. Esse é meu presente para essa pessoa na qual habito.

Estou de frente para a porta que dá para o salão de jantar. Um guarda anuncia meu nome. Meu novo nome. As portas abrem-se e a luz do lugar ilumina o corredor. Dou uma inspirada profunda. O momento chegou.

 


Notas Finais


No próximo capítulo teremos os irmãos da Asami. OPS! Yada. Lindos e maravidivos~~<3
Até a próxima, corujinhas!


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