História Two Words - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção, Policial

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capitulo IV


Fanfic / Fanfiction Two Words - Capítulo 4 - Capitulo IV

Capitulo IV

   Já era domingo, decidiram não ter gravação, Leandro viajou até a cidade onde Juliana, a filha de Alberto, morava com a mãe, ele esperava que elas estivessem dispostas a falar.

  Ele chegou na casa, Luciana a mãe da jovem teve duvidas, mas logo aceitou ajudar. Luciana e Alberto já estavam separados a muito tempo, ela não saberia ajudar muito.

  Leandro então pediu o endereço dele, assim conversaria com algum vizinho. Na saída Luciana e Juliana o cumprimentaram. Ele foi para a rua e entrou no carro. Quando se despediram, Juliana lhe entregou um papel, era um bilhete. Ele leu, era algo que não esperava.

   Depois disso, Almeida o chamou, os dois agentes do FBI chegaram, eles estavam acostumados com investigações mais diretas, ele precisava de alguém em contato com todos, alguém que possa trazer informações. Queria dizer que tinha um agente próximo a todos, então uma mentira. Leandro fingiria que era um agente fingindo ser ator. Claro que não ia dar certo.

  Luciana e Ricardo eram os agentes, eles ficaram a par das informações.

  -Esse caso está estranho, os crimes são parecidos, mas não tem características que se ligam. Diz Lucia.

  -Precisamos ir até os locais dos crimes. Responde Ricardo.

   Iriam no dia seguinte, eles queriam que alguns policiais da delegacia fossem juntos,mas antes iriam tentar saber mais sobre o perfil do suposto criminoso.

   Isso sim é uma perda de tempo.

  Jorge era um policial que foi escolhido para seguir com os agentes até o primeiro local. Onde Rafaela morreu.

  A noite seguiu calma, estranho. No dia seguinte, os três foram até o local da trilha. Na ocasião do crime não havia nada no local, mas agora tinha algo escrito na terra, uma palavra: “Idiotas”.

  Os dois agentes ficaram sérios, quando voltaram para a delegacia.

  -Talvez em outro lugar tenha alguma pista. Diz Ricardo.

  -Cada Brincadeira sem graça. Continua Lucia.

  -Isso é uma provocação, se perdermos a paciência, não nos concentramos no caso.

  -Mas como poderia saber que iríamos até lá? Os únicos que sabiam eram o delegado e o policial.

  -Com certeza comentaram alguma coisa, nesse momento todos já sabem.

  -Uma coisa é fato, geralmente nesses casos, o procurado sempre está mais próximo do que imaginamos.

   Depois disso foram até o hotel onde os outros dois crimes aconteceram. Agora era a vez de Leandro fingir ser policial.

  Não haviam pistas, os dois quartos estavam normais. Leandro mostrou as gravações das câmeras de segurança, era como ele havia dito ao delegado.

  -Talvez a pessoa soubesse dos pontos cegos das câmeras, toda câmera tem pontos cegos. Diz Ricardo.

  Tudo correu bem, acreditaram que ele era um policial disfarçado, mas uma pergunta lhe fez pensar, se alguém da série teria um perfil parecido com o assassino. Ele não disse, mas pensando bem, se fosse Pedro? Começou a pensar, foi ele que falou da lenda, ele se dá bem com todos, no dia da festa, Pedro apareceu de madrugada em seu quarto para falar sobre a lenda, o que ele fazia acordado naquela hora?

   Depois da morte de Rafaela ele perguntou se ele havia falado da lenda para o delegado e depois entrou na delegacia escondido.

   Já de noite, ele estava no quarto mudando os canais da televisão quando viu no noticiário uma reportagem sobre o caso.

  A jornalista que apresentava o jornal, falou sobre a “mensagem” no local do crime e o agente Ricardo falou com o repórter:

  -Essa mensagem não tem importância, já trabalhamos com casos assim, esse tipo de assassino segue um padrão que logo será descoberto, isso não irá demorar.

   Aposto que chegaram a pensar que poderia mesmo ser Pedro, está errado.

   Se estão pensando isso é porque chegou o momento. Eles não tem ideia do que vem pela frente.

   Naquele momento, se fosse a série que Gustavo estava gravando, seria o encerramento do capitulo, porque agora todos descobririam quem é o assassino da história.

    Nesse momento, Clarisse, avó de Leandro ligou.

   -Meu neto, o que esta acontecendo?

   -Não se preocupe, não saberão agora.

  -Ainda dá tempo, saia do país, é melhor sair fugindo do que ser preso.

  -A partir do momento que nasci, já sabíamos que isso iria acontecer.

  -Você não pode mudar isso?

  -Eu não escolhi nascer um assassino, não tenho como mudar isso.

  -Eu liguei porque joguei as cartas, apareceu perigo e um desafio na sua vida.

  -Eu não ia falar, mas isso não deve ser por causa da policia, eu conheci um colega do Osvaldo, ele está no país.

  -Eu disse que um dia ele viria, mas logo agora.

  -Não se preocupe, ele não achará nenhum de nós.

  Bom, agora que já sabem quem é o assassino e também o narrador está na hora de começar a história de verdade.

   -Então os agentes estão querendo um desafio, não se preocupem, vão ganhar esse presente.

  Leandro abriu uma mala que estava em baixo da cama, retirou o fundo falso, haviam canetas, não canetas normais, foram compradas em uma temporada em Nova Iorque, eram dispositivos. Ele entrou no elevador, durante a viajem do ultimo andar ao primeiro ele teve tempo suficiente para colocar uma caneta encima do elevador pelo acesso aos cabos. Saiu do hotel. Havia pesquisado

#musica Black sabbath black

um pouco, Lucia estava em outro hotel, já Ricardo estava em uma casa. #No caminho passou por uma mercearia, no estacionamento, saindo com as compras estava uma nova vitima.

  No dia seguinte, durante as gravações (que ainda estão acontecendo, mas isso não tem mais importância) um noticiário passou na televisão do estúdio, foi encontrado mais um corpo, o nome da vitima não foi divulgado.

  O que chamou a atenção foi o local onde o corpo foi encontrado. Provavelmente o corpo foi jogado por cima do murro, adivinhem na casa de quem. Ricardo.

  No braço da vitima estava escrito: *Ваша очередь играть

*sua vez de jogar em russo.

  O investigador entendeu, era uma resposta a entrevista que deu para o jornal.#

   Mais tarde houve uma reunião na delegacia, depois disso Ricardo e Lucia conversavam com Leandro, porque será que quem é culpado sempre consegue a confiança das pessoas?

   -E o elenco, algo de estranho? Pergunta Lucia.

   -Ainda nada, se alguém tem culpa, consegue fingir muito bem. Responde Leandro.

   -O pior é que serial killers se preocu-                   

pam com a cena do crime, mas dessa vez não. Diz Ricardo.

   -E as palavras em russo, para que isso? Lembra Lucia.

    Leandro resolveu responder.

   -E se for por causa de Rostov?

   -A cidade da morte? Diz Ricardo.

   -A cidade é conhecida pelos assas-

sinatos em série, talvez seja uma homenagem.

   -Faz sentido, mas se arriscando tanto, vamos conseguir pistas logo. Concui Lucia.

  -Vocês conseguem saber disso tão fácil?

  -Claro, fizemos treinamentos para compreender a mente deles. Responde Ricardo.

  -E se encontrassem com um assassino, conseguiriam saber quem ele é apenas com uma conversa?

  -Sim, conseguiríamos identificar isso rapidamente.

   São mesmo uns idiotas, pensou ele. Depois voltou para as gravações.

  Enquanto isso, em outro ponto da cidade. Osvaldo, pai de Leandro falava com seus capangas, digo, funcionários.

    -Alguma noticia de Baltazar? Ele pergunta.

    -Ainda não, ele foi visto em alguns lugares publicos, mas nada.

  -Tenho certeza de que ele encontrou meu filho, só não sei se ele entregaria a formula.

  -Senhor se ele a entregasse, acha que ele a usaria?

  -Não, conheço meu filho, ele a esconderia, o que torna a busca mais difícil.

  Depois desse dia, todos acabaram de gravar e foram descansar.

   Leandro havia se lembrado de que um dos agentes poderia ter ligação com Osvaldo. Todos que trabalham para ele passavam por uma maquina que retirava suas digitais. Como todos os policiais, os dois tomavam café na delegacia, se usassem os copos daria para saber qual deles não tem digitais. Por sorte na própria delegacia tem os equipamentos para saber isso.

   Com essa resposta, ele prepararia o próximo passo de seu plano.

   No dia seguinte, Leandro tomava o café da manhã no quarto, bateram na porta, de novo não havia ninguém, mas dessa vez um envelope estava no chão. Entrou com o envelope, o abriu, haviam três fotos, cada uma com um rosto de cada vitima.

   Quem teria mandado aquilo? Se lembrou de Juliana, no bilhete que o entregou naquele dia, dizia que ela viu que ele era o assassino, mas não contaria nada. Não, não seria ela. Talvez a pessoa do capuz. Essa pessoa seria mesmo da família do delegado?

    Baltazar falou do neto mais velho, talvez o jeito reservado dele tivesse algo a ver com isso. Será que ele sabia que ele era filho de Osvaldo?

   Ele tinha alguns papeis para levar ao delegado, claro que isso seria “apenas” um favor a Jorge.

   Foi até a casa de Almeida, estavam conversando.

  -Você sabe se eles tem alguma informação nova? Pergunta o delegado.

  -Eles não sabem mais do que o senhor, fingem que sim, mas estão começando a serem pressionados.   

  O delegado gostava de beber, como Leandro não, ele trouxe um copo de água. Quando o delegado saiu, ele reparou que havia uma foto da família na sala. Aproveitou para tocar no assunto.

   -Há sim, já sou casado a vinte e quatro anos. Ele responde.

   Pronto, entrar no assunto já foi, depois disso ele falaria muito, naquele momento, Elaine, esposa do delegado estava no escritório de publicidade, André o filho mais novo estava na escola e Gabriel tinha consulta com uma psicóloga, disse que o filho tinha alguns problemas.

   Mas também, se já passou por algo parecido era normal que tivesse a mente meio alterada. Isso só confirmava sua suspeita, mas porque alguém que ele não conhece estaria mandando fotos, geralmente quando fazem isso, tem algum tipo de ameaça ou suborno, mas não. Não havia muito o que fazer. Talvez nem fosse ele.

   Agora sua atenção estava voltada para os agentes até agora não tinha feito nada de mais, eles não sabem o que vem pela frente.

   O teste que havia feito com as digitais indicou quem não tinha digitais, de fato um dele não era apenas do FBI.

   Naquela madrugada começaria seu plano e junto com isso se livraria de um risco que poderia correr.


Notas Finais


Espero que estejam gostando.


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